sexta-feira, 13 março, 2026
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Claudia Raia e Edson Celulari posam juntos ao lado dos filhos em Nova York

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Claudia Raia e Edson Celulari posam juntos ao lado dos filhos em Nova York

Claudia Raia surpreendeu ao mostrar um encontro familiar durante uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos. A atriz publicou, neste sábado (13/12), registros que reuniram, no mesmo momento, o atual marido, o ex-marido e os filhos de diferentes fases de sua vida.

Nas imagens compartilhadas por meio das redes sociais, Claudia aparece ao lado de Jarbas Homem de Mello e dos três filhos: Enzo, de 28 anos, Sophia, de 22, e o caçula Luca, de 2 anos. O encontro também contou com a presença de Edson Celulari, ex-marido da atriz, acompanhado da atual companheira, Karin Roepke, e da filha do casal, Chiara, de 3 anos.

Veja as fotos

Reprodução/Instagram: @claudiaraia
Claudia Raia reúne marido, ex e filhos em encontro familiar em Nova YorkReprodução/Instagram: @claudiaraia
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Claudia Raia reúne marido, ex e filhos em encontro familiar em Nova YorkReprodução/Instagram: @claudiaraia
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Claudia Raia reúne marido, ex e filhos em encontro familiar em Nova YorkReprodução/Instagram: @claudiaraia
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Claudia Raia reúne marido, ex e filhos em encontro familiar em Nova YorkReprodução/Instagram: @claudiaraia

A reunião aconteceu em um jantar reservado na cidade norte-americana e teve clima leve. Em outros registros, o grupo surge durante um passeio em um parque de Nova York.

Na legenda da publicação, Claudia foi direta ao resumir o momento: “Juntando os filhotes em NY”. A postagem rapidamente repercutiu e recebeu comentários de fãs e famosos, que elogiaram a relação próxima e respeitosa entre a atriz, o ex-marido e as famílias formadas após a separação.

“A Fazenda 17”: jantar especial agita a reta final do reality com emoção, ciúmes e farpas

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“A Fazenda 17”: jantar especial agita a reta final do reality com emoção, ciúmes e farpas

A edição desta sexta-feira (12/12) foi marcada por emoção, nostalgia e tensão no confinamento. Em clima de reta final, os peões do Top 7 de “A Fazenda 17” participaram de um jantar de gala especial, celebrando a sobrevivência após meses intensos de jogo, conflitos e estratégias.

Entre pratos sofisticados, retrospectivas da temporada e mensagens enviadas por familiares e amigos, o encontro acabou revelando fragilidades, despertando ciúmes e reacendendo rivalidades, deixando claro que, mesmo perto da final, o jogo segue vivo.

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Reprodução: RecordPlus
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Toninho Tornado critica Dudu Camargo: “É um personagem 24 horas”

Recém-eliminado, Toninho Tornado não economizou sinceridade durante sua participação na Live do Eliminado, comandada por Lucas Selfie. Em tom bem-humorado, o humorista revisitou momentos marcantes do confinamento, mas também fez críticas diretas a alguns adversários, principalmente a Dudu Camargo.

Ao assistir à reação do jornalista após sua eliminação, Toninho foi direto: “Que vergonha. Ele é um personagem 24 horas. Choro sem lágrima”. O ex-peão ainda afirmou que Dudu gosta de “inventar e aumentar histórias”, embora tenha reconhecido que exagerou em um confronto mais intenso e garantido que os dois fizeram as pazes antes da penúltima Prova do Fazendeiro.

Análises de jogo e previsões para a final de Toninho

Ainda na live, Toninho avaliou os principais jogadores da temporada. Para ele, Dudu Camargo e Carol Lekker foram os grandes estrategistas do jogo, enquanto Fabiano Moraes “segue perdido até hoje”. Sobre o Grupo Dominó, confessou arrependimento pela estratégia de se jogar na Roça: “Foi loucura. Ninguém nunca fez isso”.

Ao participar da dinâmica no programa, o humorista arriscou previsões: acredita que Duda Wendling será a campeã, mas questionou a legitimidade da vitória. “Ela apareceu agora no jogo por causa de uma expulsão”, disparou. O momento mais emocionante veio ao falar da expulsão de Créo Kellab, seu maior aliado: “Perdi o único cara que eu podia confiar”.

Ciúmes à mesa: Mesquita cobra transparência de Duda

O jantar do Top 7 também trouxe reflexões sobre os romances da casa. Luiz Mesquita se incomodou ao assistir cenas antigas de Duda Wendling com Matheus Martins, exibidas durante a retrospectiva do programa.

Deitado ao lado da atriz, o peão pediu mais clareza sobre o passado: “Tem coisas que descobri com outras pessoas, e isso não foi legal”. O clima ficou tenso, mostrando que, mesmo na reta final, questões sentimentais seguem influenciando o jogo.

Fora do personagem? Emoção de Dudu Camargo viraliza

Um dos momentos mais comentados da noite envolveu Dudu Camargo. Durante o jantar, os peões receberam vídeos de familiares e amigos, e a reação do jornalista chamou atenção do público.

Visivelmente emocionado, com voz embargada e postura mais leve, Dudu foi visto por muitos internautas como “fora do personagem” que costuma adotar no reality. A cena viralizou nas redes sociais e impulsionou ainda mais sua torcida, que passou a defender uma versão mais humana e verdadeira do peão.

Kathy decide não expor dor após expulsão de Carol

Em conversa reservada, Kathy Maravilha revelou a Duda que optou por não demonstrar o quanto ficou abalada com a expulsão de Carol Lekker. Segundo ela, mostrar fragilidade poderia fortalecer adversários diretos no jogo.

A dançarina também afirmou que não pretende usar informações sensíveis ditas por Carol contra Saory: “A Carol é minha amiga, não ela”. A postura reforça a estratégia de Kathy de se manter firme emocionalmente até o fim da competição.

Saory sente ciúmes após recado de mulher misteriosa para Dudu

O clima de emoção deu lugar ao desconforto quando Dudu Camargo recebeu um depoimento surpresa de Suyane Pessoa, apresentadora de TV com quem já teve um relacionamento fora do reality. O jornalista se emocionou profundamente com a mensagem, alternando lágrimas e sorrisos.

Saory Cardoso, com quem Dudu vive um affair no confinamento, não escondeu o incômodo e colocou o peão contra a parede. “Mas é tão íntima pra te mandar um vídeo?”, questionou. Apesar das explicações, a dentista demonstrou ciúmes, deixando no ar se o episódio ainda renderá novos atritos.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local

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Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local

Movimento é realizado pela FIEAC, Fórum Empresarial, Federação da Agricultura, Sebrae/AC e Governo do Acre

O Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, a Federação das Indústrias do Acre (FIEAC), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (FAEAC), o Governo do Estado por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT) e o Sebrae/AC realizaram nesta sexta-feira, 12, o lançamento oficial da campanha “Feito no Acre – Com orgulho e qualidade”, um movimento que marca uma nova etapa na valorização da produção acreana.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local | Cidade AC News – Notícias do Acre

O evento foi realizado no auditório da FIEAC e reuniu lideranças do setor produtivo, representantes do governo e diversas instituições parceiras. A campanha nasce com o propósito de fortalecer a identidade dos produtos acreanos, estimular o consumo local e reforçar o sentimento de pertencimento.

O presidente do Fórum Empresarial do Acre e da FAEAC, Assuero Veronez, destacou a essência da iniciativa. “O principal objetivo da campanha é valorizar aquilo que é produzido no Acre. O nome ‘Feito no Acre’ traduz exatamente essa proposta de mostrar à população que nossa economia é capaz de gerar uma grande variedade de produtos, todos genuinamente acreanos. Estamos realizando essa campanha, lançada pelo Fórum Empresarial e apoiada pelas Federações, Governo e Sebrae, para fortalecer a economia, os nossos empresários e empreendedores”, ressaltou.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ao longo da solenidade, os participantes ressaltaram que o Acre possui uma produção muito mais diversificada e qualificada do que grande parte da população imagina. As ações previstas terão duração de 18 meses e incluem comunicação contínua, presença na mídia, atividades educativas e aproximação direta entre indústrias, empreendedores e consumidores.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local | Cidade AC News – Notícias do Acre

Responsável pela apresentação oficial da campanha, o presidente da FIEAC e deputado federal, Zé Adriano, reforçou o papel estratégico da campanha. “Há muito tempo a sociedade nos cobra um estado mais desenvolvido, e nós mostramos diariamente que somos capazes de produzir com muita qualidade. Cada produto feito aqui representa emprego, oportunidade e transformação. Se o acreano quer ajudar o Acre, precisa valorizar o que é nosso. Essa campanha vem justamente para ampliar essa visibilidade e fortalecer nossos industriários, empreendedores e produtores rurais”, pontuou.

A solenidade também marcou a assinatura do Memorando de Intenções entre as instituições realizadoras. O documento formaliza a cooperação entre os parceiros, estabelecendo diretrizes conjuntas para o desenvolvimento das ações da campanha e para a promoção e valorização dos produtos acreanos.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local | Cidade AC News – Notícias do Acre

O público também conferiu uma exposição de produtos locais no hall do auditório, reforçando a diversidade e qualidade da produção acreana. Durante o evento, foi apresentado o novo selo “Feito no Acre”, que identificará oficialmente os produtos fabricados no estado.

Representando o Governo do Estado, o secretário da SEICT, Assurbanipal Mesquita, ressaltou o compromisso da gestão com o fortalecimento da economia local. “O governo do Acre tem trabalhado para garantir um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico. Essa campanha aproxima a população dos produtos locais e incentiva o consumo do que é produzido aqui. Ao optar por um produto acreano, o cidadão fortalece a economia, gera empregos e valoriza quem produz com qualidade”, explicou o secretário.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local | Cidade AC News – Notícias do Acre

O diretor técnico do Sebrae no Acre, Kleber Campos, também destacou a relevância do selo. “O ‘Feito no Acre’ vai dinamizar a economia ao destacar a qualidade dos produtos locais e aproximar os consumidores do que é produzido no estado. Para o Sebrae, é um orgulho participar dessa ação, especialmente por estarmos lado a lado com micro e pequenos empreendedores que movem a economia acreana”, assinalou.

Campanha “Feito no Acre” é lançada para valorizar a produção local | Cidade AC News – Notícias do Acre

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Brasil lidera número de povos isolados, mas há lacunas na proteção

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Brasil lidera número de povos isolados, mas há lacunas na proteção


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A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) registra 115 povos indígenas isolados em todo o país, mas o Estado brasileiro só confirma a existência de 29 desses grupos, uma vez que 86, o equivalente a 75%, ainda estão em fase de validação ou em etapas anteriores de análise. Brasil lidera número de povos isolados, mas há lacunas na proteção | Cidade AC News – Notícias do AcreBrasil lidera número de povos isolados, mas há lacunas na proteção | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Existe um passivo gigantesco em relação ao reconhecimento da existência desses povos isolados. São registros que constam no banco de dados da Funai, mas não foram confirmados pelo Estado. Isso é muito grave”, diz o antropólogo e coordenador executivo do Observatório de Povos Indígenas Isolados, Fábio Ribeiro. 

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Um levantamento da organização não governamental Survival International aponta que em todo o globo existem 196 povos indígenas isolados. O Brasil está no topo do ranking, com 115 desses povos. Para Fábio Ribeiro, entretanto, a lacuna entre registros e confirmações aumenta a vulnerabilidade dos indígenas.

“A gente sabe que a política de proteção desses territórios chega na medida em que a Funai consegue gerar provas suficientes para falar ‘tem um povo indígena isolado ali, a gente precisa proteger aquele território’, explica Fábio Ribeiro, que antes de coordenar a OPI, já foi funcionário da Funai.

Entre as políticas de proteção, ele cita ações como a construção de postos e bases de vigilância em locais estratégicos, sobrevoos, articulações institucionais e a presença da própria Funai e da Secretária de Saúde Indígena (Sesai). 

O coordenador geral de Povos Isolados e de Recente Contato da Diretoria de Proteção Territorial da Funai, Marco Aurélio Milken Costa, reconhece a lacuna. “Há sim um passivo do Estado brasileiro com relação a esses registros. Há registros que precisam ser trabalhados e as limitações institucionais fazem com que a gente não consiga trabalhar com todos os registros que a gente precisa trabalhar”. 

No entanto, ele discorda que a ausência de confirmações torne esses grupos mais vulneráveis. 

“Não são somente os registros na categoria de referência confirmada que estão dentro de áreas protegidas. Nós temos vários registros que estão dentro de áreas protegidas, sejam elas restrição de uso, sejam elas unidades de conservação ou terras indígenas. Quando tem algum tipo de empreendimento, alguma exploração que afete esses territórios, o registro já se encontra em um nível adequado de proteção”, explica.

No Brasil, o Vale do Javari, onde atuava o indigenista Bruno Pereira, assassinado junto com o jornalista britânico Dom Philips em 2022, concentra a maior parte dos povos indígenas isolados do país, além das fronteiras com o Peru e com as Guianas. 

Fábio Ribeiro, no entanto, alerta que “os povos isolados mais vulneráveis não são esses, porque esses ainda vivem em áreas contínuas de florestas monumentais”. 

“Os mais vulneráveis são os povos que vivem no Arco do Desmatamento, porque esses territórios já foram totalmente fragmentados, vivem em ilhas de floresta. Então, esse pessoal vive cercado por estradas, empreendimentos,  mineração, cidades, rodovias, fazendas, projetos de concessão florestal, então é uma situação muito complicada”, afirma.

O caso dos Ituna-Itatá, no Pará, é um exemplo. Apesar da restrição de uso, o território enfrentou uma escalada de invasões entre 2016 e 2019 e chegou a ser a terra indígena mais desmatada do país, segundo relatório produzido pela Coiab e Opi. 

E em 2022, só teve a portaria de restrição de uso renovada depois de uma decisão do ministro e atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que determinou que todas as áreas indígenas onde vivem grupos isolados sejam protegidas por restrições de uso. 

Para o diretor da Funai Aurélio Milken, “a pressão sobre os territórios ocupados por [povos] isolados vai aumentar exponencialmente, tendo em vista a alteração climática e também o avanço das frentes de exploração, porque onde estão esses povos são os redutos derradeiros de recursos naturais”.

Quando Milken fala em recursos derradeiros não é qualquer coisa. Um levantamento do telejornal Repórter Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mostra que dos 55 registros de povos isolados já confirmados ou em estudo, 80% estão cercados por pedidos de autorização para mineração de terras raras e minerais críticos. 

“A instituição [Funai] precisa estar fortalecida e preparada para enfrentar o aumento desses desafios”, defende. 

Povos isolados são grupos que sabem da existência de outros povos, indígenas ou não indígenas, e optam pelo isolamento, geralmente, em função de experiências de extrema violência. 

“Eles não aceitam uma relação permanente com o Estado brasileiro. Por várias razões, mas principalmente porque são sobreviventes de massacres, correrias, chacinas. Ou seja, o isolamento está estritamente ligado à ideia do genocídio”, explica Fábio Ribeiro. 

Por isso também, a confirmação da existência de povos isolados é um processo complexo. Como o princípio é o do não contato, essa confirmação costuma ser feita por meio de evidências como a presença de malocas, roças, ferramentas, pegadas em trilhas, avistamentos visuais e, com sorte, registro de imagens.

“É muito assimétrica a carga probatória entre você demarcar uma terra e você liberar essa terra para o empreendimento. Se de um lado, exige que a Funai quase tire uma foto ao lado dos indígenas isolados para provar [que eles existem], basta um despacho afirmando que em determinado lugar não tem indígenas isolados para essa terra [ser liberada para empreendimentos]”, explica Fábio Ribeiro. 

“Tem uma questão de experiência, de formação, que requer essa capacidade de leitura dos vestígios dos indígenas isolados e também as condições físicas para um deslocamento terrestre que é extenuante”, diz Aurélio Milken, para explicar porque o maior desafio no trabalho com povos isolados não está apenas na restrição orçamentária, mas principalmente na formação de profissionais habilitados para atividade. 

“A gente está falando de expedições, monitoramentos, deslocamentos terrestres, por muitos dias em regime de selva, regime de floresta, sem acesso a qualquer tipo de conforto, e enfrentando as mais diversas dificuldades logísticas e também os perigos inerentes a esse tipo de atividade dentro da floresta”. 

Hoje, a Funai conta com 12 equipes de campo de frente de proteção etnoambiental. Mas segundo Aurélio Milken, nem todos os profissionais têm condições de executar atividades junto a povos isolados. 

Segundo ainda Aurélio Milken, neste momento, a Funai está no processo de contratação de 1 mil servidores temporários. A promessa é de que a maioria dos contratos será de servidores indígenas. Na primeira edição do Concurso Nacional Unificado (CNU), em 2024, foram oferecidas 502 vagas na Funai para cargos de nível médio e superior. 

Sites vazam dados de jovens que respondem por atos infracionais em SP

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Sites vazam dados de jovens que respondem por atos infracionais em SP


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A Defensoria Pública de São Paulo detectou diversos processos nos sites Jusbrasil e Escavador em que a identidade de jovens acusados de cometer atos infracionais, apontada em processos da Justiça de São Paulo, é revelada. A exposição ilegal dos adolescentes foi confirmada pelo órgão após o recebimento de denúncias.  Sites vazam dados de jovens que respondem por atos infracionais em SP | Cidade AC News – Notícias do AcreSites vazam dados de jovens que respondem por atos infracionais em SP | Cidade AC News – Notícias do Acre

Mesmo com a derrubada de páginas na internet, os dados podem continuar expostos, já que também constam de edições do Diário da Justiça Eletrônico, de acesso livre a qualquer pessoa. 

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De acordo com o Núcleo Especializado da Infância e Juventude (Neij), da Defensoria, as informações chegaram através de funcionários do sistema de medidas socioeducativas e de familiares dos adolescentes envolvidos. A menção aos nomes dos jovens descumpre o artigo 247 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe a divulgação, sem consentimento, da exibição do nome, ato ou documento de procedimento policial, administrativo ou judicial de crianças ou adolescentes que respondem por atos infracionais. 

O trecho da lei ressalta que isso vale independentemente do meio de comunicação. A pena prevista é de multa de 3 a 20 salários de referência, aplicando-se o dobro em caso de reincidência.

Citando o artigo, a Defensoria Pública informou, em nota encaminhada à Agência Brasil, que foram retiradas do ar várias páginas da internet, a pedido do Neij, mas ponderou que não é possível achar todos os processos que deveriam estar sob sigilo. 

O órgão ressaltou, ainda, que foi aberto um procedimento administrativo para que haja a devida responsabilização de quem violou a lei, na forma do ECA. Foram enviados ofícios ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), ao Ministério Público e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

O TJSP declarou, também em nota, que não houve falhas em seu sistema e, portanto, não houve desproteção dos dados a partir dele. A origem do problema, acrescentou, é externa. Alguns processos similares foram encontrados no sistema pela reportagem.

No comunicado, o Tribunal de Justiça destaca que magistrados também detectaram as mesmas irregularidades em páginas da internet. Como as famílias que entraram em contato com o Neij, os juízes deram encaminhamento ao material. 

“Foram instaurados expedientes administrativos na Presidência, com análise conduzida pelo Setor de Tecnologia da Informação, diante da notícia de eventual exposição indevida de dados de adolescentes vinculados a processos da Infância e Juventude”, escreve o TJSP. 

“As conclusões obtidas até o momento foram encaminhadas ao CNJ e à Defensoria Pública, para as providências que entenderem cabíveis. O TJSP esclarece que não pode agir de ofício para determinar a retirada de conteúdos eventualmente publicados por terceiros, sendo necessária a provocação judicial por parte dos órgãos ou interessados legitimados”, adiciona.

Dados replicados

O Jusbrasil reconheceu a gravidade das ocorrências e o mau funcionamento de seus mecanismos de filtro e remoção de conteúdos reproduzidos. O site argumenta que o que foi replicado veio a partir das edições do Diário da Justiça Eletrônico e fala em responsabilidade compartilhada. 

Também afirma que revisou imediatamente os fluxos internos de prevenção e monitoramento proativo e realizou uma varredura para verificar se encontraria outros casos semelhantes. 

Após classificar os incidentes como “um tema relevante, que demanda ação coordenada e total transparência”, o Jusbrasil pontuou a procura pela Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), à qual está vinculado, para fomentar um debate sobre boas práticas e mecanismo de governança que assegurem a salvaguarda de dados sensíveis.

“Seguimos com o monitoramento para garantir que novos casos sejam prontamente tratados. Temos um canal de atendimento que funciona 24h por dia para a solicitação de desidentificação de informações. Nos casos em que os conteúdos têm origem em diários oficiais, o pedido de desidentificação é tratado de forma imediata”, afirmou na mensagem remetida à reportagem.

Procurado pela reportagem, o Escavador não se pronunciou sobre o caso até o fechamento desta matéria. 

Infrações e direitos

O ECA define como ato infracional qualquer conduta descrita como crime ou contravenção penal. Por serem penalmente inimputáveis, crianças e adolescentes podem ser penalizados somente com advertência, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida ou outras formas de reparação e responsabilização adequadas à sua faixa etária, elencadas no ECA.

Uma das autoridades no campo de defesa de crianças e adolescentes, o advogado Ariel de Castro Alves é favorável ao acionamento da Corregedoria do Tribunal de Justiça e apuração da responsabilidade dos servidores públicos incumbidos de atualizar o Diário da Justiça Eletrônico, além das figuras que chefiam os sites envolvidos. Segundo ele, os servidores podem ser alvo de processos que imputem improbidade administrativa. 

Além disso, as famílias podem entrar na Justiça para pedir indenização por danos morais e tanto o Ministério Público como a Defensoria podem mover ações civis públicas, que podem determinar a aplicação de multas e a suspensão das publicações. 

“Considero que é um escândalo, que viola os direitos à dignidade, integridade, imagem e ao respeito, expondo adolescentes a exclusão, marginalização e estigmatização”, afirma Castro Alves, 

Ele é ex-presidente do Conselho Nacional (Conanda), membro da Comissão Nacional da Criança dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Adolescente do Conselho Federal da OAB. e já atuou como ex-secretário nacional na pasta de mesmo âmbito. Para o advogado, é essencial lembrar que sites como o Jusbrasil e o Escavador copiam conteúdo veiculado antes nos diários oficiais.

” As consequências [da exposição indevida] são o aprofundamento da exclusão social, econômica e educacional, marginalização, dificuldade de inserção escolar e no trabalho, inclusive para aqueles jovens que tenham sido acusados e provaram suas inocências”, explica.

Anielle Franco critica fim das cotas raciais em Santa Catarina

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Anielle Franco critica fim das cotas raciais em Santa Catarina


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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, criticou nesta sexta-feira (12)  a aprovação, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina, do projeto de lei que extingue as cotas raciais nas universidades estaduaisAnielle Franco critica fim das cotas raciais em Santa Catarina | Cidade AC News – Notícias do AcreAnielle Franco critica fim das cotas raciais em Santa Catarina | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Querem nos ver fora das universidades, mas as cotas abrem portas e nosso caminho é sem volta”, afirmou.

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Em seu perfil na rede social Instagram, Anielle afirmou que os deputados estaduais de Santa Catarina “querem passar por cima da Constituição Federal”. E lembra que “os números comprovam que a política de cotas funciona e ajuda a reparar injustiças históricas”.

Na mesma publicação, a ministra informou que o ministério está estudando as medidas cabíveis para “impedir esse retrocesso absurdo”. 

O projeto de lei seguiu para a sanção do governador Jorginho Mello (PL). 

O projeto põe fim à política de adoção de cotas e outras ações afirmativas nas instituições de ensino superior estaduais. O projeto aprovado ainda proíbe reserva de vagas ou qualquer outro mecanismo semelhante não apenas para estudantes, mas também para funcionários, inclusive docentes.

Em julgamento no ano de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. 

“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, diz o resultado do julgamento.

Justiça manda Enel restabelecer energia elétrica em SP em 12 horas

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Justiça manda Enel restabelecer energia elétrica em SP em 12 horas


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A Justiça de São Paulo acatou determinação do Ministério Público SP e da Defensoria Pública e determinou no fim desta sexta-feira (12) que a Enel restabeleça a energia elétrica em até 12 horas. Caso isso não aconteça, a concessionária será multada em R$ 200 mil por hora.Justiça manda Enel restabelecer energia elétrica em SP em 12 horas | Cidade AC News – Notícias do AcreJustiça manda Enel restabelecer energia elétrica em SP em 12 horas | Cidade AC News – Notícias do Acre

Três dias depois da ventania de quarta-feira (10), São Paulo e sua região metropolitana ainda tem 493.303 clientes sem energia, segundo dados da própria Enel. Na capital paulista o número é mais de 363 mil consumidores neste momento.

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A ordem da Justiça especifica que é necessário que haja fornecimento de energia a “delegacias, presídios e equipamento de segurança; creches, escolas e espaços coletivos, especialmente em razão da realização de vestibulares e provas; sistemas de abastecimento de água e saneamento, como instalações da Sabesp e condomínios com bombas elétricas; locais que concentram pessoas vulneráveis, como idosos e pessoas com deficiência”.

O pedido das autoridades também vale para o restabelecimento da energia “em todas as demais unidades consumidoras afetadas desde 9 de dezembro de 2025”.

Além disso, o Poder Judiciário determinou ainda que a Enel assegure canais de atendimento funcionais e sem restrições tecnológicas que impossibilitem o registro da falta de energia pelos consumidores. O não cumprimento desta ordem pode acarretar em execução de multa imediata e a tomada de medidas mais enérgicas, como o bloqueio de valores, intervenção judicial e apuração de responsabilidade civil e criminal.

A Enel divulgou uma nota nesta manhã afirmando que “não foi intimada da decisão [da Justiça] e segue trabalhando de maneira ininterrupta para restabelecer o fornecimento de energia ao restante da população que foi afetada pelo evento climático”.

Ciclone

O causador de chuvas e ventanias em São Paulo foi a passagem de um ciclone extra-tropical. Na quarta-feira, a cidade e municípios da região metropolitana foram atingidas por fortes ventos, de até 100km/h em alguns pontos. Isso fez com que houvesse muitas quedas de árvores, mais de 330. Elas atingiram cabos da rede elétrica, o que causou problemas no fornecimento da energia elétrica.

No auge da falta de energia, 2,2 milhões de consumidores ficaram sem luz. Ainda há pontos de São Paulo sem energia até agora.

 

Toffoli retira quebra de sigilo de Vorcaro da CPMI do INSS

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Toffoli retira quebra de sigilo de Vorcaro da CPMI do INSS


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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira (12) restringir o acesso da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aos documentos das quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônico do banqueiro Daniel Vorcaro, um dos sócios do Banco Master.Toffoli retira quebra de sigilo de Vorcaro da CPMI do INSS | Cidade AC News – Notícias do AcreToffoli retira quebra de sigilo de Vorcaro da CPMI do INSS | Cidade AC News – Notícias do Acre

Pela decisão do ministro, os documentos deverão ser retirados da CPMI e enviados para a presidência do Senado, onde deverão ficar guardados até uma decisão definitiva do STF sobre a questão. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, não faz parte da comissão.

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Na mesma decisão, Toffoli negou pedido de defesa do banqueiro e manteve a legalidade das decisões da CPMI e da Justiça que determinaram as quebras de sigilo.

Na semana passada, a CPMI aprovou a quebra de sigilo de Vorcaro. A comissão investiga operações de crédito do Banco Master para aposentados e pensionistas e aportes de fundos previdência de servidores públicos na instituição financeira, que foi liquidada pelo Banco Central.

Vorcaro e outros sócios do banco foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.

Pelas redes sociais, o senador Carlos Viana (Podemos -MG), presidente da CPMI, disse que a decisão de Toffoli causa indignação.

“Essa decisão não é apenas estranha. É grave. Sempre que se afasta de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito o acesso a documentos essenciais, enfraquece-se a investigação e amplia-se a desconfiança da sociedade sobre o que se tenta ocultar”, afirmou.

 

“Verdade prevaleceu”, diz Moraes sobre fim de sanções dos EUA

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“Verdade prevaleceu”, diz Moraes sobre fim de sanções dos EUA


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), comentou nesta sexta-feira (12) a retirada das sanções econômicas da Lei Magnitsky, que foram aplicadas pelo governo dos Estados Unidos contra ele, sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e a empresa Lex – Instituto de Estudos Jurídicos, ligada à família do ministro.“Verdade prevaleceu”, diz Moraes sobre fim de sanções dos EUA | Cidade AC News – Notícias do Acre“Verdade prevaleceu”, diz Moraes sobre fim de sanções dos EUA | Cidade AC News – Notícias do Acre

Durante o lançamento do canal SBT News, em São Paulo, o ministro disse que a “verdade prevaleceu” e agradeceu o empenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela atuação da diplomacia brasileira para convencer o governo do presidente Donald Trump a revogar as medidas. Lula também estava no evento.

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“A verdade venceu hoje, presidente. Em julho, quando o Supremo se reuniu na presidência para tratar dessas sanções contra o Poder Judiciário brasileiro, eu pedi ao presidente que não ingressasse com nenhuma ação, que não tomasse nenhuma medida, porque eu acreditava que a verdade, no momento que chegasse às autoridades norte-americanas, prevaleceria”, afirmou.

Moraes considerou que a retirada das sanções contra ele representa uma vitória  do Judiciário, da soberania nacional e da democracia brasileira.

“O Judiciário brasileiro não se vergou a ameaças, coações e não se vergará, e continuará com imparcialidade, seriedade e coragem”, garantiu.

O ministro também avaliou que o país dá exemplo de democracia a países estrangeiros. “O Brasil chega ao final do ano dando exemplo de democracia e força institucional a todos os países do mundo”, completou.

Sanções

As sanções foram aplicadas em julho deste ano após o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, atuar junto ao governo do presidente Donald Trump para retaliar Moraes pelas decisões contra Jair Bolsonaro.

A Lei Magnitsky prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país.

Apesar das sanções, a medida teve impacto reduzido. Moraes não tem bens nem contas em bancos sediados naquele país.  O ministro também não tem o costume de viajar para os Estados Unidos.

No mês passado, Eduardo Bolsonaro virou réu no Supremo pelo crime de coação no curso do processo. O parlamentar foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pela atuação do parlamentar junto às autoridades norte-americanas.

Pesar

Após o anúncio da retirada das sanções, Eduardo e o blogueiro Paulo Figueiredo, que também é réu por fomentar as sanções, declararam que receberam a notícia  da revogação com “pesar”.

“Lamentamos que a sociedade brasileira, diante da janela de oportunidade que teve em mãos, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual”, declararam. 

STF retoma julgamento do marco temporal na segunda-feira

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STF retoma julgamento do marco temporal na segunda-feira


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O Supremo Tribunal Federal (STF) vai retomar na próxima segunda-feira (15) o julgamento do marco temporal para demarcação de terras indígenas. O caso voltará a ser analisado durante sessão no plenário virtual, prevista para começar às 11h. A votação eletrônica ficará aberta até quinta-feira (18), às 23h59. STF retoma julgamento do marco temporal na segunda-feira | Cidade AC News – Notícias do AcreSTF retoma julgamento do marco temporal na segunda-feira | Cidade AC News – Notícias do Acre

A sessão virtual foi marcada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, após solicitação do relator do caso, Gilmar Mendes.  

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Na quinta-feira (11), a Corte finalizou a fase presencial de sustentação das partes envolvidas nos quatro processos que são analisados. A previsão era de que a fase de votação presencial dos ministros ficaria para 2026. A partir do próximo dia 20 de dezembro, a Corte entra no período de recesso e retomará os trabalhos em fevereiro do ano que vem.

Os ministros voltaram a analisar o tema 2 anos após o Supremo declarar o marco inconstitucional. Além disso, o marco também foi barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vetou parte da Lei 14.701/2023 na qual o Congresso validou a regra. Contudo, os parlamentares derrubaram o veto de Lula.

Dessa forma, voltou a prevalecer o entendimento de que os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Após a votação do veto presidencial, o PL, o PP e o Republicanos protocolaram no STF ações para manter a validade do projeto de lei que reconheceu a tese do marco temporal.

As entidades que representam os indígenas e partidos governistas também recorreram ao Supremo para contestar novamente a constitucionalidade da tese. 

Ao mesmo tempo do julgamento no Supremo, o Senado aprovou esta semana a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/23 que insere a tese do marco temporal na Carta Magna.

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