sábado, 21 fevereiro, 2026
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TV Brasil acompanha ao vivo segundo dia do Enem com boletins

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TV Brasil acompanha ao vivo segundo dia do Enem com boletins


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A TV Brasil, canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), prepara uma cobertura especial para o segundo dia de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, no próximo domingo (16). Assim como no primeiro dia de provas, realizado no dia 9, a emissora fará entradas ao vivo ao longo da programação, com equipes em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além da participação de emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).TV Brasil acompanha ao vivo segundo dia do Enem com boletins | Cidade AC News – Notícias do AcreTV Brasil acompanha ao vivo segundo dia do Enem com boletins | Cidade AC News – Notícias do Acre

Das 11h às 18h, os boletins serão exibidos a cada hora, com informações sobre a movimentação nos locais de prova, expectativas dos candidatos, dados sobre os inscritos e eventuais ocorrências. A cobertura contará com o apoio das emissoras PrefTV/Caruaru, TV Pernambuco e TVE/ES, que farão entradas de suas regiões para mostrar a realidade dos estudantes em diferentes partes do país.

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“O segundo dia do Enem é decisivo para milhões de estudantes e a TV Brasil estará presente para acompanhar cada momento. Nosso objetivo é oferecer informação útil e segura, mostrando a movimentação nos locais de prova e trazendo orientações que ajudem os candidatos a manter a tranquilidade. É comunicação pública a serviço da educação e da cidadania”, afirma Cidinha Matos, diretora de jornalismo da EBC.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Ao vivo e on demand

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Serviço

Enem 2025 – Cobertura especial TV Brasil ao vivo
Domingo (16), a partir das 11h

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Enem 2025: Inep adota modelo testlets na elaboração das provas

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Enem 2025: Inep adota modelo testlets na elaboração das provas


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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) adotou, pela primeira vez, o modelo testlets para elaboração das 90 questões de linguagens e ciências humanas do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025.Enem 2025: Inep adota modelo testlets na elaboração das provas | Cidade AC News – Notícias do AcreEnem 2025: Inep adota modelo testlets na elaboração das provas | Cidade AC News – Notícias do Acre

O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana, em coletiva de imprensa na sede do instituto, em Brasília, após a aplicação do primeiro dia de provas do exame, no último domingo (9).

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Na prova, a nova metodologia agrupa questões variadas relacionadas a um mesmo texto-base.

O objetivo da mudança é avaliar melhor os conhecimentos do participante adquiridos ao longo da formação escolar, justifica o Inep.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Expansão do uso

No próximo domingo (16), os inscritos no Enem farão o segundo dia de provas em mais de 1,8 mil municípios das 27 unidades da federação. Porém, o Inep não confirma se o modelo foi aplicado na elaboração das 90 questões de matemática e de ciências da natureza (biologia, química e física) destas provas.

“O Inep não divulga previamente informações sobre prova por questões de segurança e sigilo”, respondeu em nota à Agência Brasil.

No entanto, a diretora de Avaliação da Educação Básica do Inep, Hilda Linhares, afirmou que o plano é expandir o uso do modelo testlets.

“Espera-se que, a partir desta edição, esse modelo seja adotado não apenas para a área de linguagens, na qual ele foi aplicado em 2025, mas também para outras áreas de conhecimento.”

Entenda o uso

O formato testlets busca analisar a capacidade do participante de compreender e usar informações para demonstrar o conhecimento adquirido. Este tipo de abordagem na avaliação engloba desde a interpretação literal até inferências e aplicações de conceitos.

Apesar de um mesmo texto-base vincular, em bloco, diversas questões a ele, não existe dependência entre as respostas, ou seja, não apresenta elementos que possam ser considerados para a resposta de outra questão.

De acordo com o Inep, a iniciativa permite:

·  redução do tamanho da prova;

· evitar o desperdício de esforço na leitura de vários excertos de texto.

· Permitir a leitura e a análise de textos mais próximos à integridade da fonte primária;

· abordagem de contextos com maior complexidade;

·  avaliação de tarefas cognitivas mais complexas.

Veja os PDFs dos cadernos de questões do primeiro dia de provas do Enem 2025 aqui, com a aplicação do novo formato testlets.

Avaliação da metodologia

A Agência Brasil buscou a opinião de especialistas sobre o modelo testlets no Enem. A diretora de Avaliações da Arco e porta-voz da plataforma de ensino SAS Educação, Camila Karino, disse que o uso do modelo Testlet pelo Inep no Enem lhe surpreendeu porque, até a última edição, o instituto vinculado ao Ministério da Educação (MEC) usava um formato padronizado, onde cada questão da prova do Enem tinha um texto-base como enunciado e, logo abaixo, as alternativas para escolha da resposta correta pelo candidato.

Apesar de não imaginar a mudança expressiva na construção das questões da prova, a diretora vê a metodologia como “um avanço no modelo avaliativo e que não há desvantagens claras.”


Brasília (DF) 14/11/2025 – Camila Karino, Diretora de Avaliações da Arco e porta-voz do SAS.
Foto: Camila Karino,/Arquivo pessoal

Camila Karino, diretora de Avaliações da Arco e porta-voz do SAS.  Camila Karino/Arquivo pessoal

Com a mudança, Camila Karino entende que o principal benefício do Testlet para o contexto do Enem é permitir a avaliação de habilidades mais complexas.

“Quando se tinha um texto-base por questão, era necessário escolher texto menores, impedindo avaliar compreensões mais profundas.  Este novo formato permite textos mais densos, o que eleva o nível da prova.”

Porém, ela acredita que a adoção de um texto base não irá impactar no tamanho e no tempo de prova. “Os textos se tornarão mais densos”, prevê.

Este modelo que usa um mesmo texto-base para uma sequência de perguntas não é novidade no Brasil. Os processos seletivos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Estadual do Ceará (Uece), vestibular da Fuvest [Fundação Universitária para o Vestibular], que seleciona para a Universidade de São Paulo (USP), além do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília (UnB) já apresentavam esse formato.

“No entanto, esses processos não exploram todo o potencial dos testlets. Tenho uma aposta de que o Inep esteja apontando em uma nova tendência para edições futuras do exame, assim como o Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes] já vem utilizando”, projeta a diretora Camila Karino.

Teoria de Resposta ao Item

Em entrevista à Agência Brasil, a educadora explica que o modelo testlets não pode ser confundido com a Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Para cálculo das notas, há anos, o Inep adota este modelo matemático que considera a coerência das respostas corretas do participante e identifica a consistência da resposta, conforme o grau de dificuldade de cada questão.

“A Teoria de Resposta ao Item (TRI) é a metodologia de análise utilizada para estimar a proficiência dos estudantes. Ela não define o formato.”

Entenda como é calculada a nota das provas objetivas do Enem 2025 pela Teoria de Resposta ao Item, que considera coerência de respostas corretas.

O Enem

As notas finais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem ser usadas para acesso a universidades públicas, em diversas modalidades; para concorrer a bolsas de estudo integrais e parciais em universidades privadas; para pleitear o crédito estudantil para o pagamento das mensalidades de faculdades privadas; para ingresso sem vestibular em faculdades; para estudar em Portugal; para autoavaliação pelo treineiros; e para certificação de conclusão do ensino médio ou declaração parcial de proficiência nessa etapa do ensino básico.

 

Operações de crédito do BNDES chegam a R$ 230 bilhões

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Operações de crédito do BNDES chegam a R$ 230 bilhões

Tabela de conteúdos


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De janeiro a setembro deste ano, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) aprovou R$ 230 bilhões em operações de crédito diretas ou indiretas, incluindo os empréstimos feitos por outras instituições, mas garantidos pelo banco. A quantia representa um aumento de 39% na comparação com o mesmo período do ano passado. As micro, pequenas e médias empresas concentraram 67% desse valor, ou R$ 155,1 bilhões, sendo R$ 91,3 bilhões em garantias e R$ 63,7 bilhões em crédito.Operações de crédito do BNDES chegam a R$ 230 bilhões | Cidade AC News – Notícias do AcreOperações de crédito do BNDES chegam a R$ 230 bilhões | Cidade AC News – Notícias do Acre

A instituição divulgou seu balanço operacional e financeiro nesta sexta-feira (14). A carteira total de crédito com R$ 616 bilhões cresceu 12% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado e atingiu o maior valor nos últimos 9 anos. Os desembolsos referentes a essas operações também cresceram 17%, chegando a R$ 101,9 bilhões de janeiro a setembro. 

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O diretor Financeiro, Alexandre Abreu, destacou o aumento de 50% nas quantias repassadas para a indústria, somando R$ 27,3 bilhões e superando os R$ 24,9 bilhões contratados pelo agronegócio. 

“Há pouco tempo atrás, a gente tinha a agropecuária maior do que a indústria. Isso demonstra o nosso foco na recuperação da indústria do país”, ressaltou.

Apesar da indústria ter se destacado, todos os setores tiveram aumento tanto nas aprovações quanto nos desembolsos, à exceção de infraestrutura, que apresentou queda de 10% nas aprovações e estabilidade nos desembolsos. 

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

De acordo com o presidente do BNDES, Aloísio Mercadante, o menor interesse por novas operações é explicado, em parte, pelos efeitos do tarifaço dos Estados Unidos, que causou “certa insegurança em relação a investimentos que estavam sendo encaminhados”. 

Mercadante adiantou, no entanto, que um grande anúncio previsto para a semana que vem vai impulsionar o balanço anual.

“Em infraestrutura, diferente de indústria, agricultura e mesmo comércio e serviço, o BNDES só trabalha com projetos de grande magnitude. São ferrovias, rodovias, portos e aeroportos, metrôs, enfim. E nós tivemos um grande projeto que teve uma tramitação mais lenta. Já está aprovado, sendo concluído, mas está em fase de sigilo por exigências do mercado. Nós não podemos antecipar, mas é um projeto bastante grande que reverte esse cenário” acrescentou.

Lucro

O banco também divulgou os lucros obtidos este ano. Enquanto a quantia recorrente subiu 14% na comparação com o ano passado, chegando a R$ 11,2 bilhões, o lucro líquido caiu 9%, ficando em R$ 17,2 bilhões. 

De acordo com o diretor Financeiro, Alexandre Abreu, grande parte da queda se deve aos dividendos que o banco recebeu como acionista da Petrobras, 54% menores do que o do ano passado. Ainda assim, o presidente do banco, Aloísio Mercadante, considerou que o resultado foi “extraordinário” considerando esse fator e os efeitos do tarifaço.

Já os ativos totais do banco seguem em trajetória de crescimento, chegando a R$ 905,8 bilhões em setembro, e se aproximando de R$1 trilhão, patamar que o BNDES já alcançou no passado e que a atual gestão da instituição espera alcançar novamente. 

Agropecuária ajudou oito estados a crescerem mais que o Brasil em 2023

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Agropecuária ajudou oito estados a crescerem mais que o Brasil em 2023


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Treze estados e o Distrito Federal tiveram crescimento proporcional maior que o da economia brasileira em 2023. Desses, oito foram empurrados principalmente pela atividade agropecuária: Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Paraná, Roraima e Minas Gerais.Agropecuária ajudou oito estados a crescerem mais que o Brasil em 2023 | Cidade AC News – Notícias do AcreAgropecuária ajudou oito estados a crescerem mais que o Brasil em 2023 | Cidade AC News – Notícias do Acre

Enquanto o Brasil viu o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) crescer 3,2% em 2023, os estados impulsionados pelo agro apresentaram expansão de 3,4% a 14,7%.

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As informações são do Sistema de Contas Regionais, divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo é um detalhamento do comportamento da economia das unidades da federação, com dados até 2023. Em termos nacionais, o IBGE já divulgou que o Brasil cresceu 3,4% em 2024, marcando quatro anos seguidos de crescimento.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Veja a lista das 14 unidades da federação que apresentaram expansão de PIB maior que a do Brasil em 2023:

  1. Acre: 14,7%
  2. Mato Grosso do Sul: 13,4%
  3. Mato Grosso: 12,9%
  4. Tocantins: 7,9%
  5. Rio de Janeiro: 5,7%
  6. Goiás: 4,8%
  7. Paraná: 4,3%
  8. Rio Grande do Norte: 4,2%
  9. Roraima: 4,2%
  10. Maranhão: 3,6%
  11. Alagoas: 3,5%
  12. Minas Gerais: 3,4%
  13. Espírito Santo: 3,4%
  14. Distrito Federal: 3,3%

Os quatro líderes do ranking contaram com bom desempenho especialmente do cultivo da soja. Já o Rio de Janeiro teve a contribuição da indústria de óleo e gás. O Distrito Federal foi impulsionado pelas atividades financeiras e administração pública.

Apesar de alguns números serem bem superiores ao do crescimento do país, os dados não significam que os estados são os que mais influenciam a média nacional. Isso acontece porque cada unidade da federação tem um peso no conjunto do país.

O Acre, por exemplo, representa apenas 0,2% do PIB brasileiro. Já o Rio de Janeiro, 10,7%. O estado com maior participação é São Paulo, que concentra praticamente um terço do PIB nacional (31,5%).

Em 2023, a economia paulista cresceu 1,4%, terceira menor expansão, à frente apenas de Rio Grande do Sul e Rondônia, ambos com variação de 1,3%.

Regiões

Ao medir o crescimento da economia por regiões, o Centro-Oeste se destaca, com expansão superior ao dobro da nacional.

  • Centro-Oeste: 7,6%
  • Norte: 2,9%
  • Nordeste: 2,9%
  • Sudeste: 2,7%
  • Sul: 2,6%

Desconcentração econômica

O IBGE apresentou também o comportamento das economias estaduais no período de 2002 a 2023. Dezessete UFs tiveram crescimento médio anual superior ao do Brasil nesse intervalo de tempo.

Enquanto o país teve taxa média de 2,2% ao ano, Mato Grosso (5,2%), Tocantins (4,9%) e Roraima (4,5%) superaram a marca de 4%, todos influenciados pela agropecuária.

Rio de Janeiro (1,6%) e Rio Grande do Sul (1,4%) tiveram os menores resultados. Os dois colheram recuos na indústria de transformação.

O comportamento das duas últimas décadas indica desconcentração da economia brasileira. Considerado a locomotiva do país, São Paulo era 34,9% do PIB brasileiro em 2002, passando para 31,5% em 2023.

O Rio de Janeiro é o segundo que mais perde participação em 21 anos, indo de 12,4% para 10,7%.

Na outra ponta, Mato Grosso foi o que mais cresceu no período, quase duplicando a participação – de 1,3% para 2,5% do PIB brasileiro. Assim, o estado que era o 15% maior PIB do país em 2002 terminou 2023 como o 10º maior.

Prefeito Rodrigo Damasceno Visita Cerâmica Municipal de Tarauacá e Celebra Retomada da Produção de Tijolos

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Prefeito Rodrigo Damasceno Visita Cerâmica Municipal de Tarauacá e Celebra Retomada da Produção de Tijolos

Na manhã desta sexta-feira, 14 de novembro de 2025, o prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno, realizou uma visita à Cerâmica Municipal para acompanhar de perto a retomada da produção de tijolos, que voltou a operar a pleno vapor após dois anos de paralisação. A reativação da unidade foi possível graças à liberação pelo Ministério do Trabalho e à conclusão de adequações estruturais e de segurança, garantindo um r

Programa Presídios Leitores abre inscrições para banco de avaliadores

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Programa Presídios Leitores abre inscrições para banco de avaliadores

“A liberdade passa pela leitura”. A frase, que virou slogan de um dos projetos educativos mais bem-sucedidos do sistema penitenciário, expressa o impacto que a leitura tem gerado na vida de detentos no Acre.

A cada livro lido, o detendo pode remir quatro 4 de pena. Foto: Zayra Amorim O projeto, que é desenvolvido em Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Sena Madureira e Senador Guiomard, por meio de parcerias entre o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Universidade Federal do Acre (Ufac), Instituto Federal do Acre (Ifac) e outras instituições, propicia, além de conhecimento, remição de pena. A cada livro lido, o detento pode remir quatro dias de pena.

Programa Presídios Leitores foi abordado em exposição realizada em dezembro de 2024 na Ufac. Foto: Outro ponto importante, é que, após a leitura, o detento precisa escrever um resumo sobre a obra, encaminhado aos avaliadores do programa, que, após análise do texto, confirmam à Justiça que os detentos fizeram a leitura do livro.

Para que isso aconteça, o Presídio Leitores conta com um banco de avaliadores que trabalha de forma voluntária. Maria José Costa, coordenadora do programa, explica que quem deseja fazer parte do projeto, em Rio Branco e Sena Madureira, pode fazer sua inscrição até o dia 19 de novembro.

Coordenadora do Programa Presídio Leitores, Maria José Costa participa de ação do projeto. Foto: Zayra Amorim As inscrições podem ser feitas por meio de formulários, disponíveis nos links para Sena Madureira e para Rio Branco. Tanto servidores do Iapen quanto professores e acadêmicos podem se inscrever no programa: “Quem tiver interesse em participar é só se inscrever e fazer a oficina. Todos serão bem-vindos”, afirma a coordenadora.

As oficinas de capacitação para novos avaliadores serão realizadas no dia 18 de novembro em Rio Branco e no dia 19 em Sena Madureira. Nos demais municípios onde o programa é desenvolvido, as oficinas já foram realizadas.

A chefe da Divisão de Educação Prisional do Iapen, Margarete Frota, afirma que o projeto já impactou a vida dos detentos: “Esse é um projeto que tem despertado, em muitos privados de liberdade, o desejo de mudança. A leitura tem levado os participantes a refletirem sobre a vida e sobre suas ações. Isso é notado no dia a dia, no modo como eles passam a enxergar as coisas. Sem dúvidas, a leitura liberta”.

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Com biologia cantada e redação certeira, Pré-Enem Legal vira modelo de preparação para provas com aprendizado leve e duradouro

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Com biologia cantada e redação certeira, Pré-Enem Legal vira modelo de preparação para provas com aprendizado leve e duradouro

Para atrair a atenção dos estudantes e tornar o aprendizado mais leve e envolvente, vale apostar na criatividade. É por isso que, nos aulões de véspera realizados nas duas sextas-feiras que antecedem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os professores têm recorrido a metodologias irreverentes, que combinam conteúdo com acolhimento emocional, fundamentais em um dos momentos mais decisivos da vida escolar dos alunos.

Pré-Enem Legal prepara alunos para provas e também trabalham no acolhimento. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom O Programa Pré-Enem Legal tem se consolidado como uma das principais estratégias de preparação para o Enem entre os estudantes da rede pública do Acre. Neste ano, o projeto se destacou ao acertar o tema da redação do primeiro dia de provas, reforçando sua relevância e sintonia com os desafios do exame.

Além disso, um dos diferenciais do programa é a forma como transforma conteúdos complexos, como os de biologia, em paródias musicais criativas, que facilitam a memorização e tornam o estudo mais prazeroso. O resultado é um alto engajamento dos alunos, que encontram nos aulões não apenas uma revisão de conteúdos, mas também momentos de descontração e motivação.

Mábio usa a música para ajudar alunos a memorizar conteúdo de biologia. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom Professor há três décadas, Mábio Castro garante que não tem vocação para a música, mas foi justamente nela que encontrou um método eficaz para ensinar biologia. Com paródias criativas, cantadas em ritmo duvidoso e cheias de bom humor, ele conquista os alunos, provoca gargalhadas e, acima de tudo, garante que o conteúdo fique na memória.

“Pela nossa vivência em sala de aula, a gente percebe que, principalmente em biologia, os alunos têm muita dificuldade para assimilar os conceitos. Os nomes são complicados, muitas vezes não têm nenhuma ligação com o cotidiano deles. Por isso, usamos recursos mnemônicos, porque a biologia precisa ser assim. Caso contrário, fica ainda mais difícil entender a nomenclatura e as funções de tudo que envolve a disciplina”, explica.

Alunos cantam refrões de paródias com o professor de biologia. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom Parceria com os alunos A técnica que ele utiliza tem raízes na infância, quando percebeu que muitas músicas permaneciam vivas em sua memória. Foi aí que enxergou na música uma ferramenta poderosa para transformar o ensino em algo mais acessível e duradouro.

“A música tem esse poder: ela gruda na cabeça. A gente lembra de músicas da infância com facilidade. Então, quando você consegue associar uma melodia a um conteúdo, o aprendizado se torna muito mais leve e duradouro.”

Professor faz paródias junto com os alunos, estabelecendo uma ligação e ajudando na memorização dos conteúdos. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom E ele não faz isso sozinho. Castro faz questão de envolver os alunos no processo, criando as paródias em conjunto com eles. Essa troca de ideias não só estimula a participação, como também aprofunda o entendimento dos conteúdos, já que os estudantes precisam dominar os temas para transformar informação em música.

“Tudo começou com os próprios alunos criando algumas paródias. A gente entrava no ritmo deles, literalmente. Eles faziam versões em vários estilos musicais, e isso se tornou um recurso valioso dentro da sala de aula. Para o professor, é uma ferramenta excelente, porque ajuda a conectar o conteúdo com a realidade do aluno. E mais do que isso, o conhecimento acaba ficando mais enraizado, mais significativo”, completa.

No aulão de véspera, para ele, o foco tem sido tranquilizar os estudantes. “O que a gente tem pedido é: peguem seus cadernos, abram as anotações feitas ao longo de todo esse processo, nos aulões, nas lives, nas aulas do dia a dia. Tudo isso faz parte da trajetória de vocês. O conteúdo já foi assimilado. Agora é só relembrar e manter a tranquilidade. Vai dar certo.”

Professor Pedro Henrique foi certeiro no tema da redação do Enem deste ano. Foto: Alice Leão/Secom Professor afinado com o Enem O tema da redação do Enem deste ano, “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, surpreendeu muitos candidatos, mas não os alunos do Pré-Enem Legal. Graças à abordagem precisa do professor de língua portuguesa e redação, Pedro Henrique Pereira, que antecipou o assunto nas aulas preparatórias, os estudantes conseguiram desenvolver seus textos com segurança e tranquilidade.

“A ideia de trabalhar o etarismo esteve presente desde o início do ano. No nosso primeiro SimulaEnem, um simulado que aplicamos em todas as escolas da rede, o tema da redação foi exatamente esse: o preconceito contra pessoas idosas.”

Segundo Pedro, a estratégia do Pré-Enem Legal é preparar os alunos não apenas para escrever bem, mas para entender o contexto da prova.

“A aula de redação não é sobre gramática. É sobre estudar a prova. A gente analisa as aplicações anteriores, observa os padrões. Desde 2015, todos os temas foram sociais. E nos últimos três anos, todos trataram de minorias desvalorizadas. Os idosos ainda não tinham sido foco. Era uma questão social evidente, e tudo indicava que poderia aparecer.”

Além do simulado, o projeto promoveu uma semana de entrevistas e dicas sobre repertórios possíveis. Pedro Henrique lembra que até o vocabulário usado na proposta oficial foi antecipado nas aulas.

“Muitos alunos se assustaram com a palavra ‘perspectivas’. Mas quem teve aula com a gente já estava preparado. Trabalhamos palavras-chave como ‘caminhos’, ‘desafios’, ‘enfrentamento’. Mesmo que o tema fosse outro, eles saberiam como argumentar.”

Alunos também são acolhidos pelos professores como forma de reduzir a ansiedade. Foto: Alice Leão/Secom Motor de transformação social O professor também destaca o impacto da preparação na autoestima dos estudantes da rede pública.

“Nosso objetivo é garantir que todos tenham acesso a um conteúdo de qualidade. Sabemos que os cursinhos particulares têm mais estrutura, mas queremos equiparar as oportunidades. Alunos de Marechal Thaumaturgo, Rodrigues Alves, Porto Walter, todos merecem a mesma chance.”

Para Pedro, a educação não é mágica, mas é transformadora para aqueles que sonham em atingir um objetivo.

“A educação não é uma fada madrinha. Ela não muda tudo de um dia para o outro. Mas ela mostra ao aluno que existe uma possibilidade. Muitos nunca tiveram ninguém na família que foi à universidade. Poder ser o primeiro já é mais do que suficiente”, completa.

https://agencia.ac.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Video-2025-11-14-at-11.58.52.mp4 Aulões que acolhem e acertam O coordenador do Pré-Enem Legal, Humberto Miranda, destacou o alcance e o impacto dos aulões de véspera realizados pelo projeto, que atende a demanda presencialmente e, também, virtualmente.

“Nesses dois dias de aulão presencial, atendemos cerca de 300 alunos. Mas, se somarmos as visualizações e participações ao vivo, ultrapassamos mil estudantes só na primeira aula”, afirmou.

Segundo ele, o projeto tem conseguido envolver alunos de 10 a 12 escolas por encontro, incluindo seis unidades que acompanharam as aulas remotamente, com estudantes interagindo pelo chat e enviando perguntas em tempo real.

Aulão também é transmitido online. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom Humberto também ressaltou a presença de escolas rurais, como as de Rodrigues Alves e Assis Brasil, que participaram ativamente da programação. “Cada escola tem, em média, de 150 a 200 alunos acompanhando. É uma rede de apoio que se estende por todo o estado”, explicou.

Além da revisão de conteúdo, os aulões têm como objetivo acolher os estudantes e ajudá-los a controlar a ansiedade antes da prova. Humberto reforça que muitos alunos chegam ao Enem sem experiência anterior como treineiros, e por isso o projeto oferece orientações práticas sobre como se portar durante as cinco horas e meia de exame.

“A gente fala sobre alimentação, respiração, estratégias de foco. Tem aluno que leva um banquete para a prova, e isso pode atrapalhar. A ideia é orientar para que eles estejam tranquilos e preparados”, disse.

Ele também destacou a importância do sábado anterior à prova como um momento de descanso e leveza. “Recomendamos que eles façam algo que gostem muito, que tenham um sábado leve, para chegarem no domingo mais relaxados e confiantes.”

Antônio e Sylmara falam sobre metodologia diferenciada no Pré-Enem Legal. Foto: Alice Leão/Secom Impacto nos alunos O estudante Antônio Carlos Gadelha, de 17 anos, avaliou a primeira prova do Enem como desafiadora, especialmente por conta de conteúdos que não estavam frescos na memória.

“A primeira prova foi um pouco complicada, porque são coisas que a gente não estuda há muito tempo. Esse ano foi meio corrido na escola, teve muita coisa acontecendo”, contou.

Apesar das dificuldades, ele destacou o papel do projeto Pré-Enem Legal na sua preparação. “Essas aulas ajudaram bastante. Trouxeram conteúdos e conseguimos aprender rápido, com macetes e dicas que facilitaram muito.”

Com a segunda etapa do exame se aproximando, Antônio está mais confiante. “Acho que vai ser um pouco mais fácil, porque é a parte de matemática e exatas, que eu gosto mais. ”Mesmo com afinidade pelas ciências exatas, seu objetivo profissional está em outra área. “Pretendo fazer medicina veterinária. Gosto bastante.”

Sobre as metodologias diferenciadas adotadas pelos professores, como o uso de paródias musicais nas aulas de biologia, Antônio acredita que elas fazem diferença.“É muito interessante. A música ajuda bastante a relembrar os conteúdos. Fica mais fácil de memorizar.”

Aulão de véspera faz revisão dos conteúdos que vão cair no Enem. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom Para Sylmara Carvalho, de 18 anos, a metodologia descontraída adotada pelo professor Mábio Castro nas aulas de biologia foi essencial para lidar com um conteúdo extenso e imprevisível. “Biologia é bem complexo. É um componente extenso, e muitas vezes a gente não sabe o que realmente vai cair na prova”, explicou.

Ela reconhece o valor de projetos como o Pré-Enem Legal, que extrapolam os limites da sala de aula tradicional. “É muito relevante trazer esse tipo de iniciativa para fora da sala, no auditório, com outros professores. Ajuda a gente a pensar de forma mais ampla, mais aberta.”

Sylmara também compartilhou como se sentiu antes da primeira prova e como os aulões ajudaram a reduzir a ansiedade. “Eu estava nervosa no primeiro dia, mas eles vieram com esse projeto e deram uma luz pra gente. Ajudaram a entender o que fazer.”

Com a segunda etapa se aproximando, ela mantém a esperança de alcançar seus objetivos. “Espero que com esse aulão de véspera a gente consiga conquistar o que estamos buscando.”

Sobre o futuro, Sylmara já tem um plano definido. “Pretendo seguir enfermagem. É a área que eu quero.”

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Banco Central rejeita mudanças no IOF; Haddad desmente negociações com Galípolo
Para proporcionar ainda mais segurança e eficiência ao Sistema Financeiro Nacional (SFN), o Banco Central (BC) regulamentou a autorização e a prestação de serviços de ativos virtuais, e criou as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSVAs). Além disso, normatizou quais atividades ou operações com ativos virtuais se inserem no mercado de câmbio e quais situações estão sujeitas à regulamentação de capitais internacionais.
Banco Central detalha regras sobre ativos virtuais
Banco Central detalha regras sobre ativos virtuais
Ativos virtuais, como criptomoedas, são representações digitais de valor que podem ser negociadas, transferidas ou utilizadas em transações eletrônicas. Eles existem apenas em formato digital, não têm uma forma física, não são tangíveis (existem apenas em sistemas eletrônicos) e podem ser usados como meio de troca, reserva de valor ou para acessar serviços.
Clique para assistir à entrevista coletiva que detalhou as Resoluções BCB 519, 520 e 521.
“As normas tratam basicamente da prestação de serviços de ativos virtuais, o processo de autorização para prestar o serviço de ativos virtuais e como que isso será tratado, tanto no mercado de câmbio quanto nas informações relativas a capitais internacionais”, disse
Gilneu Vivan, Diretor de Regulação do BC
Prestação de Serviços  
A Resolução BCB 520 disciplina a prestação de serviços de ativos virtuais, quem poderá prestar esse serviço e a constituição e o funcionamento das SPSAVs.
A regulação estende às entidades que prestarem serviços de ativos virtuais exigências que já são cobradas de outras instituições integrantes do SFN, tais como: proteção e transparência nas relações com os clientes; prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo; requisitos de governança; segurança; controles internos; prestação de informação; entre outras obrigações e responsabilidades.
Esses serviços poderão ser prestados por algumas das instituições autorizadas a funcionar pelo BC e pelas SPSAVs criadas exclusivamente para essa finalidade. As SPSAVs atuarão conforme sua classificação: intermediária, custodiante e corretora de ativos virtuais.
“As novas regulamentações vão trazer mais segurança para quem investe em ativos virtuais no Brasil, já que essas empresas passam a estar dentro do perímetro regulatório do BC e sujeitas ao nosso processo de autorização, supervisão e acompanhamento. O objetivo é trazer mais confiança e proteção ao usuário desses ativos”, reforçou o Diretor de Regulação.
A Resolução BCB 520 entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026.
Autorização 
A Resolução BCB 519, por sua vez, estabelece as regras para a autorização de funcionamento das SPSAVs. A norma também atualiza os processos de autorização relacionados a alguns segmentos antes regulados pelo CMN, como sociedades corretoras de câmbio, corretoras de títulos e valores mobiliários, e distribuidoras de títulos e valores mobiliários. A norma traz ainda regras gerais comuns a todos esses segmentos e regras específicas para assegurar uma transição segura e organizada para o segmento das SPSAVs.
Vivan ressaltou que as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais devem seguir padrões rígidos de proteção de dados e ativos digitais, além de realizar testes de estresse e responder por falhas e perdas causadas por eventuais negligências nessa área
Segundo ele, a estrutura que está sendo criada vai permitir a rastreabilidade adequada dos ativos virtuais negociados no país, sendo possível saber quem negociou determinado ativo virtual, por onde ele passou e para onde ele foi.
A Resolução BCB 519 entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026.
Câmbio e capitais internacionais  
Já a Resolução BCB 521 estabelece regras para algumas atividades das prestadoras de serviço de ativos virtuais (PSAVs), que passam a ser tratadas como operações do mercado de câmbio e capitais internacionais.
Passam a ser consideradas operações no mercado de câmbio as seguintes atividades realizadas com ativos virtuais:
– pagamento ou transferência internacional usando ativos virtuais;
– transferência de ativo virtual para cumprir obrigações decorrente do uso internacional de cartão ou outro meio de pagamento eletrônico;
– transferência de ativo virtual para ou a partir de carteira autocustodiada, que não envolva pagamento ou transferência internacional com ativos virtuais, observando que a PSAV deve identificar o proprietário da carteira autocustodiada e manter processos documentados para verificar a origem e o destino dos ativos virtuais;
– compra, venda ou troca de ativos virtuais referenciados em moeda fiduciária.
Desde que autorizadas a operar no mercado de câmbio, as PSAVs podem prestar serviços de ativos virtuais nesse mercado.
Para instituições autorizadas a operar no mercado de câmbio que possuem limites de valor por operação de câmbio com clientes, tais como corretoras e distribuidoras, os pagamentos e as transferências internacionais com ativos virtuais passam a observar os mesmos limites quando a contraparte não for instituição autorizada a operar nesse mercado.
A norma está de acordo com as melhores práticas internacionais sobre o assunto, recomendadas pelo Grupo de Ação Financeira sobre Lavagem de Dinheiro (Gafi) e pelo Financial Stability Board (FSB), e também aborda questões relacionadas a transparência e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT).
A Resolução BCB 521 entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026.
Marco  
“São regras muito relevantes para a segurança do SFN. Trazemos normas explícitas para que as prestadoras de serviço tenham mecanismos para identificar o mau uso e práticas espúrias desse mercado, evitando prejuízos para os clientes. O grande desafio foi equilibrar o incentivo à inovação com a segurança da negociação de ativos virtuais para o sistema financeiro”, concluiu o Diretor de Regulação.
Saiba mais sobre o assunto aqui. A coletiva de imprensa que detalhou todas essas regras pode ser conferida aqui​.

 

Após protesto, indígenas Munduruku são recebidos por presidente da COP

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Após protesto, indígenas Munduruku são recebidos por presidente da COP


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Lideranças do povo Munduruku foram recebidas, na manhã desta sexta-feira (14), em Belém, pelo presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), André Corrêa do Lago, após um protesto pacífico na entrada principal do evento.Após protesto, indígenas Munduruku são recebidos por presidente da COP | Cidade AC News – Notícias do AcreApós protesto, indígenas Munduruku são recebidos por presidente da COP | Cidade AC News – Notícias do Acre

A manifestação transcorreu sem incidentes, e apenas impactou em um tempo maior de entrada dos participantes da COP.

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A reunião ocorreu em um edifício anexo ao Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), que fica nas proximidades da Zona Sul, a área oficial de negociações da COP30.

Além de Corrêa do Lago, o encontro contou com as presenças das ministras Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima).

“Nós trouxemos eles aqui para ter um diálogo com as duas ministras e comigo, e foi um diálogo muito construtivo, muito positivo, mas realmente eles têm preocupações muito fortes e muito legítimas e nos transmitiram dois documentos que nós recebemos formalmente e que vamos procurar levar adiante todas as preocupações que eles têm.”

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Os indígenas pedem que Lula revogue o Decreto nº 12.600/2025 que prevê a privatização de empreendimentos públicos federais do setor hidroviário, incluindo no Rio Tapajós.

Eles também criticam a construção da Ferrogrão, uma ferrovia que ligará o Mato Grosso ao Pará, para escoamento de produção agrícola, com impactos sobre o modo de vida dos indígenas e pressão sobre suas terras.

Em nota, o Movimento Munduruku Ipereg Ayu denunciou que o corredor Tapajós-Arco Norte é um dos principais vetores de avanço do agronegócio sobre a Amazônia, de acordo com dados do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

O povo Munduruku também protesta contra as negociações climáticas internacionais que, segundo eles, tratam as matas nativas como meros ativos de crédito de carbono.

Em alguns dos cartazes do grupo, era possível ler frases como “Nossa Floresta não Está à Venda” e “Não Negociamos a Mãe Natureza”.
 


Brasília (DF) 14/11/2025 – Protesto na entrada principal da COP30.
Foto: Gabriel Corrêa/Rádio Nacional

Belém 14/11/2025 – Protesto na entrada principal da COP30 – Gabriel Corrêa/Rádio Nacional

Respostas do governo

A jornalistas, a ministra Sônia Guajajara classificou a manifestação como legítima e informou que os indígenas cobraram esclarecimentos sobre processos demarcatórios envolvendo duas áreas tradicionalmente ocupadas por eles, a Sawre Ba’pim e a Sawré Muybu, ambas no município de Itaituba, na bacia do Rio Tapajós.

“O processo demarcatório do Sawré Muybu já foi assinado pelo ministro [Ricardo] Lewandowski [da Justiça e Segurança Pública], ainda no ano passado. Está agora com a Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas], que já está contratando uma empresa para fazer o processo da demarcação física, que é a instalação dos marcos, das placas nos limites do território.”

Sobre a demarcação do território Sawre Ba’pim, a ministra informou que o processo está no Ministério da Justiça, com o ministro Lewandowski para que seja assinada a portaria declaratória.

A ministra do Marina Silva disse ainda que não há pedido de licenciamento da Ferrogrão em análise pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

“Esse processo está judicializado. Quando foi apresentado o EIA/RIMA [Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental], estava muito ruim, o Ibama devolveu. Desde então, não foi reapresentado, mas a preocupação deles continua e é uma preocupação legítima.”

Sobre a privatização das hidrovias, Marina Silva disse que encaminhará a demanda dos indígenas para o Ministério dos Transportes.

Sobre a participação na COP30, a ministra Sônia Guajajara afirmou que 360 lideranças indígenas de todo o Brasil estão credenciadas para acompanhar as negociações na Zona Azul, sendo 150 de povos da Amazônia.

“Lógico que não houve ali a contemplação de todos os povos da Amazônia, uma vez que é uma diversidade imensa. [Mas] a Alessandra [Munduruku] está credenciada na zona azul. Ela está representando os Mundurukus nesse credenciamento. A gente conseguiu ampliar pela primeira vez na história a participação indígena. Essa participação nunca houve na história das COPs”, observou.

“Queremos ser ouvidos”

Segundo Alessandra Munduruku, o grupo mantém o pedido de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente para revogar o decreto que autoriza concessão de hidrovia na bacia do Tapajós: “A gente quer uma resposta do Lula, principalmente [sobre] o decreto.”

“A nossa preocupação é o decreto e a Ferrogrão, isso vai nos prejudicar bastante. Mas estar aqui com a Sônia, com a ministra, já é um avanço, e agora com o presidente da COP. Só que a gente precisa ser mais ouvido, precisa ser mais consultado dentro do território. Eu não posso falar pelo meu povo sozinha, eu tenho que consultar meu povo, sempre foi falado isso. A decisão é coletiva, a decisão é quando está todo mundo junto e decidimos juntos”, afirmou Alessandra.

 

Fundhacre recebe visita do MEC para habilitação da primeira residência em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial do Acre

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A Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) está prestes a realizar mais um feito histórico. Nesta quinta-feira, 13, o complexo hospitalar de Rio Branco recebeu uma visita técnica do Ministério da Educação (MEC) para avaliação e possível habilitação do Programa de Residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.

A iniciativa representa um passo decisivo para ampliar a formação especializada na área da saúde no estado, atendendo a uma demanda histórica por profissionais qualificados. Durante a visita, a equipe do MEC percorreu as instalações da unidade, conheceu a estrutura destinada ao ensino, analisou o projeto pedagógico e avaliou os requisitos necessários para o funcionamento da residência, como parte do processo formal de autorização do programa, que será a primeira residência da especialidade no Acre.

Visita técnica foi realizada nesta quinta-feira, 13, à Fundhacre. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

Representando o MEC, o avaliador Darlisom Ferreira destacou a relevância da proposta e o papel da Fundação na consolidação da formação especializada.

“Neste momento, a gente conhece as instalações, se apropria do projeto pedagógico e de todas as tendências que o programa irá assumir na formação dessa especialidade e, quiçá, na condução do novo cenário da especialidade de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial no Acre. A Fundação tem um papel pioneiro, de abrir o primeiro programa da área neste estado, com a necessidade social e extrema de capacitar os profissionais da área de odontologia nesse campo de especialidade. É um prazer muito grande estar aqui, conhecendo o projeto e abrindo essas portas em nome do Ministério da Educação”, afirmou.

“Um grande passo”, enfatizou Soron Steiner, presidente da Fundhacre. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

A presidente da Fundhacre, Soron Steiner, celebrou o avanço, reforçando o compromisso do governo do Estado com a qualificação profissional e o fortalecimento da rede pública de saúde.

“Estamos dando um grande passo em relação à nossa residência multiprofissional. Dessa vez, a pauta é a residência em Bucomaxilo, uma das especialidades de que nós temos carência no estado, e a Fundhacre entrará mais uma vez como apoiadora e fortalecedora de novos profissionais habilitados e capacitados para atuar em todo o estado, em mais uma demonstração do compromisso do governo do Estado com a ampliação da nossa rede de saúde”, frisou a presidente.

A coordenadora da Rede de Saúde Bucal da Sesacre, Christiane Lopes, explicou que esta é a primeira residência submetida exclusivamente pela Comissão de Residência Médica da Fundhacre e que agora o processo segue para análise final.

“Estamos com grande expectativa de que tudo vai dar certo e em breve, a Fundação será habilitada”, disse a coordenadora da Rede de Saúde Bucal da Sesacre, Christiane Lopes. Foto: Gleison Luz/Fundhacre

“Nos últimos anos, o governo do Estado tem investido bastante na rede de saúde bucal e a habilitação da residência bucomaxilofacial chegará para coroar esse trabalho feito a muitas mãos. Estamos com grande expectativa de que tudo vai dar certo e, em breve, a Fundação será habilitada, dando um salto importante na qualificação profissional e, consequentemente, nos serviços prestados pelo SUS no Acre”, ressaltou a gestora.

A criação do programa representa um reforço estratégico para o sistema de saúde, ampliando a capacidade de o Estado formar especialistas e atender demandas complexas na área bucomaxilofacial, reduzindo a dependência de outros centros e fortalecendo a assistência prestada à população acreana.

Agora, a Fundhacre aguarda o parecer final do MEC, que deverá confirmar a habilitação do programa e autorizar o início das atividades formativas.

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