sexta-feira, 20 fevereiro, 2026
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Estudo mostra que inflamação no cérebro pode ser chave do Alzheimer

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Estudo mostra que inflamação no cérebro pode ser chave do Alzheimer


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Um estudo liderado pelo laboratório do neurocientista Eduardo Zimmer, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sugere que o cérebro precisa estar inflamado para que o Alzheimer se estabeleça e progrida. Segundo o artigo publicado na revista Nature Neuroscience, o acúmulo da proteína tau e beta-amiloide só provoca a reação dos astrócitos que participam da sinapse (comunicação entre um neurônio e outra célula) quando a microglia, célula de defesa do cérebro, também está ativada.Estudo mostra que inflamação no cérebro pode ser chave do Alzheimer | Cidade AC News – Notícias do AcreEstudo mostra que inflamação no cérebro pode ser chave do Alzheimer | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Quando se diz que essas proteínas se acumulam no cérebro, queremos dizer que elas formam grumos insolúveis no cérebro, ou seja, umas pedrinhas mesmo. Essas duas células [astrócitos e microglias] coordenam a resposta imune do cérebro e nós já sabíamos que essas pedrinhas de proteínas fazem com que essas células respondam mudando para um estado reativo. Quando essas células estão reativas, o cérebro está inflamado”, explicou Zimmer.

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Segundo o professor, essas evidências já haviam sido encontradas em animais e em cérebros pós-mortem, mas os cientistas nunca haviam visto essa comunicação entre as células em pacientes vivos. Esse achado foi possível devido à utilização de marcadores como exames de imagem de última geração e biomarcadores ultrassensíveis.

“Nós já sabíamos que a placa beta-amilóide [as pedrinhas que causam a inflamação] fazia o astrócito ficar reativo. O que não sabíamos é que para a doença se estabelecer a microglia também tinha que estar reativa. Então, com esses dois ativos, o astrócito se associa à placa beta-amilóide. Se o astrócito estiver reativo e a microglia não, nada acontece. Nesse contexto das duas células ativas, conseguimos explicar toda a progressão da doença com os outros marcadores, de amiloide e de tau até 76% da variância na cognição”, disse.

Zimmer ressaltou que ainda não se sabe exatamente o que causa o aparecimento da placa beta-amilóide, entretanto sabe-se que há vários fatores de risco e que a combinação de genética com as exposições durante a vida (expossoma) influenciam. Quanto mais exposições boas, menores as chances de desenvolver Alzheimer no futuro.

Entre os fatores de risco para o Alzheimer estão o tabagismo, o alcoolismo, o sedentarismo, a obesidade, entre outros. Já ao contrário, contribuem para evitar, a prática de atividades físicas, boa alimentação, qualidade do sono, estímulo intelectual.

A descoberta contribui para uma visão nova de tratamento para a doença, já que nos últimos anos a ideia era a de desenvolver fármacos que agissem nas placas beta-amilóides. A nova perspectiva sugere que pode ser necessário desenvolver medicamentos que consigam interromper a comunicação entre os astrócitos e as microglias. 

“Então a ideia é a de que, além de tirar as ‘pedrinhas’, vamos precisar acalmar essa informação no cérebro, acalmar esse diálogo entre as duas células”, explicou.

O estudo é apoiado pelo Instituto Serrapilheira.

FUP pede participação dos trabalhadores em transição energética

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FUP pede participação dos trabalhadores em transição energética


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Os trabalhadores da indústria de petróleo e gás querem uma participação efetiva nas discussões de políticas para uma transição energética justa, soberana e popular. As propostas para viabilizar o processo foram apresentadas pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), durante a COP30,  em Belém (PA).FUP pede participação dos trabalhadores em transição energética | Cidade AC News – Notícias do AcreFUP pede participação dos trabalhadores em transição energética | Cidade AC News – Notícias do Acre

Entre as principais sugestões estão a construção de um plano estratégico de transição, elaborado em conjunto com os trabalhadores, com a garantia de capacitação profissional e geração de empregos de qualidade; a ampliação de investimentos em tecnologias de baixo carbono e a promoção do desenvolvimento regional.

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“É importante uma transição energética que fortaleça a negociação coletiva, o respeito aos direitos dos trabalhadores, afastando ameaças de precarização do trabalho, e que garanta o desenvolvimento sustentável”, destacou o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar

Ele participou do painel A ação sindical no Sul Global por uma transição energética justa e popular, que contou com a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

Para Bacelar, as mudanças climáticas trazem a oportunidade de um novo projeto de desenvolvimento para o país, associando o progresso técnico industrial à promoção de garantias sociais e ambientais sólidas. 

“Para construir uma alternativa ao modelo ineficiente da economia de mercado é preciso garantir que a transição energética seja socialmente justa, economicamente viável e eficaz para atingir as metas climáticas”, avaliou.

Margem Equatorial

A FUP considera a exploração da Margem Equatorial importante para a segurança energética nacional e redução da dependência de importação de derivados de petróleo no longo prazo, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste.

“A região precisa ser reconhecida como área estratégica, implementando o modelo de partilha da produção”, ressalta Bacelar.

Agenda Emurb – 14 de novembro de 2025

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Agenda Emurb – 14 de novembro de 2025

PROG. 14 DE NOVEMBRO DE 2025 (SEXTA FEIRA)

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STF forma maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu no tarifaço

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STF forma maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu no tarifaço


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A maioria dos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (14) tornar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) réu pelo crime de coação no curso do processo.STF forma maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu no tarifaço | Cidade AC News – Notícias do AcreSTF forma maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu no tarifaço | Cidade AC News – Notícias do Acre

Em setembro, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e ministros da Corte. A investigação foi conduzida pela Polícia Federal que indiciou o parlamentar.

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Com a decisão, o próximo passo será a abertura de uma ação penal contra o deputado. Durante a instrução do processo, ele poderá indicar testemunhas, apresentar provas de inocência e pedir diligências específicas que sejam interessantes para sua defesa. 

Eduardo deixou o Brasil em fevereiro deste ano e está nos Estados Unidos (EUA). O parlamentar pediu licença do mandato de 120 dias. Desde dia 20 de julho, quando a licença terminou, o deputado não comparece às sessões e poderá ser cassado por faltas. 

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Julgamento

O julgamento virtual começou às 11h de hoje. Até o momento, o relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram pelo recebimento da denúncia e para transformar o deputado em réu.

Para o relator, existem provas de que Eduardo Bolsonaro participou das articulações para o governo dos Estados Unidos sancionar as exportações brasileiras e aplicar a Lei Magnitsky contra ele e outras autoridades do Brasil.

 “A grave ameaça materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entradas de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação dos efeitos da Lei Magnitsky a este ministro relator”, disse Moraes.

A votação ficará aberta até o dia 25 de novembro. Falta o voto da ministra Cármen Lúcia.

Somente os quatro ministros vão votar sobre a questão. Com saída de Luiz Fux para a Segunda Turma do STF, uma cadeira está vaga e só será preenchida após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicar um ministro para suceder Luís Roberto Barroso, que se aposentou.

Defesa

Pelas redes sociais, Eduardo Bolsonaro classificou o voto de Moraes como “caça às bruxas”. 

“Moraes vota para me tornar réu. Outros candidatos anti-establishment, como o próprio Jair Bolsonaro, e favoritos ao Senado sofrerão a mesma perseguição. É o sistema se reinventando para sobreviver. Tudo que sei é via imprensa, já que jamais fui citado. Por que Moraes não usa os canais oficiais com os EUA?”, escreveu.

A defesa de Eduardo Bolsonaro foi feita pela Defensoria Pública da União (DPU). Durante a investigação, Moraes determinou a notificação do deputado, mas ele não constituiu advogado nem apresentou defesa.

No fim de outubro, a DPU pediu a rejeição da denúncia, argumentando que o deputado não é autor das sanções e que suas manifestações são “exercício legítimo da liberdade de expressão e do mandato parlamentar”.

PF sugere a Moraes incluir Cid em programa de proteção a testemunhas

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PF sugere a Moraes incluir Cid em programa de proteção a testemunhas


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A Polícia Federal (PF) sugeriu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, seja incluído no programa federal de proteção a testemunhas.PF sugere a Moraes incluir Cid em programa de proteção a testemunhas | Cidade AC News – Notícias do AcrePF sugere a Moraes incluir Cid em programa de proteção a testemunhas | Cidade AC News – Notícias do Acre

A sugestão foi feita ao ministro após Cid iniciar o cumprimento da pena de dois anos de prisão em regime aberto pela condenação na ação penal do núcleo 1 da trama golpista. 

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No início deste mês, ao determinar a execução da pena do militar, que assinou acordo de delação premiada com a PF, Moraes determinou diversas medidas, como recolhimento noturno, proibição de portar armas, de utilizar as redes sociais e de se comunicar com investigados nos processos sobre a trama golpista.

Além disso, o ministro autorizou a PF a realizar ações para manter a segurança de Mauro Cid e seus familiares.

Após receber a determinação, a corporação sugeriu que Cid e sua família sejam incluídos Programa Federal de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas.

Diante da manifestação, Moraes pediu nesta quinta-feira (13) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) envie ao Supremo, no prazo de cinco dias, um parecer sobre a sugestão da PF. 

Por ter delatado os fatos que presenciou durante o período em que trabalhou com Bolsonaro, Mauro Cid passou a usufruir dos benefícios da delação.

Dessa forma, ele retirou a tornozeleira e não ficará preso. Ele também poderá ter escolta de agentes da Polícia Federal para fazer a sua segurança e de familiares e permanecerá com os bens desbloqueados.

A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Mauro Cid para perguntar se o militar vai aceitar a inclusão no programa, mas ainda não obteve retorno. O espaço está aberto para manifestação. 

Aposta de Porto Alegre acerta Mega-Sena e leva prêmio de R$ 99 milhões

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Aposta de Porto Alegre acerta Mega-Sena e leva prêmio de R$ 99 milhões

Uma aposta de Porto Alegre (RS) acertou as seis dezenas do concurso 2.940 da Mega-Sena, realizado nesta sexta-feira (14). O vencedor irá receber prêmio de mais de R$ 99 milhões.Aposta de Porto Alegre acerta Mega-Sena e leva prêmio de R$ 99 milhões | Cidade AC News – Notícias do AcreAposta de Porto Alegre acerta Mega-Sena e leva prêmio de R$ 99 milhões | Cidade AC News – Notícias do Acre

Os números sorteados foram: 07 – 08 – 09 – 13 – 22 – 53

  • 170 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 28.007,64
  • 13.794 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 568,96

O próximo sorteio será realizado na terça-feira (18), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões. 

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país. Para o bolão, o sistema fica disponível até às 20h30 no portal Loterias Caixa e no aplicativo Loterias Caixa. 

O valor de uma aposta simples é R$ 6.

COP30: quarto leilão do Eco Invest terá foco exclusivo na Amazônia

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COP30: quarto leilão do Eco Invest terá foco exclusivo na Amazônia


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Programa do governo que pretende mobilizar capital privado para projetos sustentáveis, o Eco Invest Brasil terá foco exclusivo na Amazônia na próxima rodada. O edital do quarto leilão do programa foi lançado nesta sexta-feira (14) em Belém, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).COP30: quarto leilão do Eco Invest terá foco exclusivo na Amazônia | Cidade AC News – Notícias do AcreCOP30: quarto leilão do Eco Invest terá foco exclusivo na Amazônia | Cidade AC News – Notícias do Acre

Previsto para o início de 2026, o novo leilão do programa pretende mobilizar até US$ 4 bilhões, combinando recursos públicos e privados por meio de um modelo de financiamento misto (blended finance). Por meio do capital catalítico, o governo e instituições financeiras privadas aportam recursos de forma filantrópica, com maior tolerância a riscos de mercado.

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Nesse sistema, o capital catalítico considera não apenas o retorno de mercado, mas o retorno social dos projetos. Esse dinheiro consegue alavancar recursos para investimentos convencionais.

Coordenado pelos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Embaixada do Reino Unido, o programa integra o Plano de Transformação Ecológica, estratégia que busca posicionar o Brasil como líder na economia de baixo carbono.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Foco na “floresta em pé”

Pela primeira vez, o Eco Invest Brasil destinará recursos exclusivamente para a região amazônica. A quarta edição do programa pretende reforçar cadeias produtivas sustentáveis que gerem renda, inclusão social e competitividade diante de atividades associadas ao desmatamento.

A próxima rodada do Eco Invest Brasil foi desenhada para alcançar pequenas empresas, cooperativas, comunidades tradicionais e produtores locais, segmentos que costumam ter dificuldade de acessar financiamentos de maior porte.

Os projetos deverão ser apresentados em três setores prioritários:

  • Bioeconomia: inclui cadeias da sociobiodiversidade, bioindústrias, insumos sustentáveis e restauração ecológica e produtiva;
  • Turismo ecológico sustentável: iniciativas de ecoturismo voltadas à atração internacional de visitantes;
  • Infraestrutura habilitante: investimentos em energia renovável descentralizada, conectividade digital, transporte e logística para apoiar cadeias produtivas locais.

Modelo financeiro e incentivo extra

O Tesouro Nacional emprestará recursos às instituições financeiras vencedoras a juros de 1% ao ano. Em contrapartida, essas instituições deverão captar um volume de capital privado quatro vezes maior que o valor recebido, sendo pelo menos 60% de origem estrangeira.

Os recursos poderão ser repassados aos projetos por meio de crédito direto ou via fundos, sempre combinados a instrumentos destinados a reduzir o risco para os financiadores.

Esta edição tem uma inovação: um incentivo adicional do Tesouro equivalente a 20% do valor levantado. O dinheiro deverá ser aplicado em finalidades específicas, como assistência técnica e capacitação em projetos mais complexos e arriscados, com foco em pequenos produtores.

O programa também contará com um instrumento de hedge (proteção) cambial. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Banco Central, oferecerá US$ 3,4 bilhões em derivativos (instrumentos no mercado futuro) para reduzir riscos de variação cambial, como alta excessiva do dólar, com operação prevista para começar no primeiro semestre de 2026.

Metas, cronograma e critérios

A expectativa do governo é mobilizar até US$ 1 bilhão em recursos públicos, incluindo o Fundo Clima e o BID, e até US$ 3 bilhões em capital privado. A documentação do leilão será publicada nos próximos dias. As propostas deverão ser apresentadas no início de 2026, quando também está previsto o anúncio dos vencedores.

Em caso de empate, serão considerados critérios como capacidade de alavancagem (capacidade de levantar valores além do montante recebido), potencial de bioindustrialização (indústria que converte matéria prima renovável em outros produtos) e volume de capital estrangeiro.

Histórico e resultados anteriores

Criado na COP28, em 2023, o Eco Invest Brasil integra o Plano de Transformação Ecológica

O programa realizou três leilões, o primeiro em 2024. Juntos, mobilizaram mais de R$ 75 bilhões (cerca de US$ 13,16 bilhões), dos quais R$ 46 bilhões (US$ 8 bilhões) vieram de investidores estrangeiros. Segundo o Tesouro Nacional, o programa já gerou US$ 14 bilhões em compromissos de captação internacional.

Repercussão

Representantes do governo e de organismos internacionais destacaram o papel estratégico da nova rodada. Por meio de participação em vídeo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o leilão mostra que “a floresta em pé gera mais valor e mais oportunidades do que a devastação”.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou que a iniciativa fortalece cadeias da sociobiodiversidade e do turismo sustentável, “criando oportunidades que gerem renda, inclusão e conservação da floresta”.

Para o presidente do BID, Ilan Goldfajn, o novo leilão completa a “arquitetura” pensada para o programa, ao reunir financiamento misto, liquidez, preparação de projetos e hedge cambial.

A enviada especial para o clima do Reino Unido, Rachel Kyte, afirmou que o Brasil demonstra liderança global ao “converter patrimônio natural em prosperidade sustentável”.

O governo prevê que, em 2026, o ritmo do programa seja menor, com um ou dois leilões. A prioridade, informou o Ministério da Fazenda, será o aprimoramento da governança dos projetos beneficiados, com um portal público de transparência dos resultados.

Governo do Acre e Ministério do Trabalho promovem 1ª Feira do Emprego no fim de novembro em Rio Branco

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Governo do Acre e Ministério do Trabalho promovem 1ª Feira do Emprego no fim de novembro em Rio Branco

Alavancar o número de postos formais de emprego, intermediar as várias necessidades de empregadores ou profissionais em busca de recolocação, capacitar mão de obra em diversas áreas e facilitar o acesso da população ao mercado. Esses são os objetivos do governo do Acre, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) no estado, com a 1ª Feira do Emprego, que será realizada em Rio Branco nos dias 28 e 29 de novembro.

O evento contará com a parceria das secretarias de Estado de Saúde (Sesacre), de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), de Habitação e Urbanismo (Sehurb) e da Mulher (Semulher), além da Prefeitura de Rio Branco, Federação das Indústrias (Fieac), Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa) e diversas outras instituições que darão apoio com vários serviços.

Além da intermediação direta de mão de obra e o encaminhamento de candidatos às empresas com vagas disponíveis nos mais variados setores econômicos, as equipes do Sine também realizarão orientações sobre o mercado de trabalho, impressão de currículos, cadastro de trabalhadores, emissão de Carteira de Trabalho e encaminhamentos relativos a seguro-sesemprego, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e cursos do Polo Digital da Seict.

Evento será realizado nos dias 28 e 29 de novembro, com serviços de diversas instituições. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac Atendimento oftalmológico, ortopédico, odontológico, testes rápidos, aferição de pressão-glicemia, vacinação, programa Guarda-Roupa Solidário e corte de cabelo também serão oferecidos pelos parceiros. Secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita afirma que a mobilização institucional conjunta para realizar a Feira do Emprego é reflexo do trabalho desenvolvido pelo governo para garantir o desenvolvimento socioeconômico.

“É uma atividade estratégica, para aproximar a população das oportunidades reais de trabalho e qualificação. Unir governo federal, estadual, prefeitura e setor produtivo para criar um ambiente que facilite a contratação e fortaleça a economia acreana é fundamental. É determinação do governador Gladson Camelí e da vice-governadora Mailza Assis investir em políticas públicas que valorizem o trabalhador, ampliem a renda das famílias e estimulem o crescimento”, diz.

Coordenadora do Sine Acre, Jaqueline Castro informa que a expectativa é que haja um grande número de vagas disponíveis durante os dois dias de evento. Segundo a gestora, haverá uma forte mobilização das equipes do Sine perante as empresas de Rio Branco, para que haja contratação ou encaminhamento de entrevistas do maior número possível de pessoas: “Teremos vagas para todos os públicos, desde o jovem aprendiz até as destinadas às pessoas com necessidades especiais”.

Realizadores e parceiros definiram serviços que serão oferecidos em reunião na sede da Seict, em Rio Branco. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac O superintendente regional do Trabalho e Emprego no Acre, Leonardo Lani, lembra que é essencial que as empresas interessadas em agilizar o processo de contratação de mão de obra pelo evento façam seu cadastro, caso não tenham, e das vagas no Sine Acre. “Será uma grande oportunidade, tanto para trabalhadores quanto para empregadores, principalmente aqueles que buscam profissionais para atuar de forma temporária nesse período de fim de ano”, completa.

Já a presidente da Acisa, Patrícia Dossa, analisa que a Feira do Emprego será uma oportunidade única para profissionais e empresas movimentarem a economia acreana e fortalecerem os índices de empregabilidade no estado, que têm apresentado crescimento mês após mês, ao longo de 2025: “É importante que as empresas que têm necessidade de contratação procurem o Sine e informem o tipo de vaga que possuem. Essa ação movimentará o comércio e ajudará a trazer renda às pessoas”.

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Redução de tarifas dos EUA a produtos agrícolas é de 10%, diz secretário

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Redução de tarifas dos EUA a produtos agrícolas é de 10%, diz secretário

A ordem executiva que o governo dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira (14/11) tem alcance limitado. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, disse, na prática, a medida vale apenas para a “tarifa reciproca” de 10% que o presidente americano Donald Trump anunciou ainda no primeiro semestre do ano. Rua afirmou que recebeu a informação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).
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Vale ressaltar que, em agosto, entrou um vigor uma sobretaxa de 50% dos EUA contra produtos brasileiros. O anúncio divulgado nesta sexta-feira (14/11) pelo governo americano sobre as tarifas recíprocas faz com que a sobretaxa vá para 40%.
Fonte a par do assunto afirmou, no entanto, que ainda há chances de a tarifa de 40% cair em breve. Segundo a fonte, integrantes do USTR vão alertar a Casa Branca de que a Ordem Executiva 14323, de 30 de julho de 2025, que impôs a sobretaxa ao Brasil, foi “esquecida” na medida.
A possibilidade de “esquecimento” é levada em consideração por conta de vários produtos listados pelos EUA cujo principal ou único fornecedor é o Brasil. Dessa forma, não faria sentido baixar as tarifas do restante do mundo e permanecer uma sobretaxa nas exportações brasileiras. É o caso do açaí, da água de coco, do café arábica e até da carne bovina.
Há outra vertente que acredita em uma retirada dos 40% apenas quando houver acordo provisório entre Brasil e EUA, diretamente.

Ministro comemora decisão
Logo depois que a Casa Branca divulgou a ordem executiva, ainda havia dúvidas sobre sua abrangência no setor privado e no próprio governo brasileiro. A partir da informação que o USTR passou ao Ministério da Agricultura, os segmentos beneficiados pela redução de tarifas poderão avaliar suas consequências sobre os negócios com o mercado americano.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, comemorou a decisão. Disse que é prova de que “faltava diálogo” entre as partes. Ele salientou que, apesar de a medida beneficiar exportadores de todo o mundo, a isenção ocorre por conta da “provocação” do Brasil ao governo americano.
“Uma boa notícia para fechar a semana. Eu acho que é a prova de que o que faltava era diálogo entre os grandes líderes da América do Sul, o presidente do Brasil e o presidente dos EUA, para manter os laços diplomáticos de mais de 200 anos de amizade. A partir do momento que eles começaram a dialogar, tudo volta ao normal. A divergência é natural, mas se resolve a divergência sentando à mesa e negociando”, afirmou à reportagem.
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“Por mais que a notícia sirva para todo mundo, não tenho a menor dúvida de que é graças à provocação [brasileira], afinal de contas quem vai poder ofertar café aos EUA e levar carne de qualidade, como está escrito, a preços competitivos aos EUA senão o Brasil?”, argumentou Fávaro. “E todos os outros produtos, a imensa maioria é da agropecuária. É um dia muito feliz mostrando que a boa diplomacia voltou a imperar entre brasil e EUA par ao bem da América do Sul e do mundo todo”, disse.

Flop 30: Apenas 31 líderes aparecem e deixam a cúpula menor que o discurso

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flop 30 reuniao separando lideres e indigenas na cop30 belém acre jornal jornais do acre
flop 30 reuniao separando lideres e indigenas na cop30 belém acre jornal jornais do acre

Baixa presença global expõe o esvaziamento político da COP30 em Belém.

Belém — PA | 14/11/2025 | 09h30

flop 30 lideres em reuniao e povos indigenas excluidos cop30 acre jornal jornais do acre
flop 30 lideres em reuniao e povos indigenas excluidos cop30 acre jornal jornais do acre

A COP30 reuniu apenas 31 líderes nesta sexta (14), em Belém (PA), onde chefes de Estado e delegações oficiais compareceram em número abaixo do esperado devido a pressões internas, instabilidade internacional e à baixa prioridade política atribuída ao clima, com ausências justificadas por agendas conflitantes, crises domésticas e um claro desinteresse diplomático — cenário que consolidou o flop 30 e reduziu o peso político de um encontro que deveria ser histórico.

Flop 30: a cúpula climática que prometeu protagonismo, mas recebeu cadeiras vazias

O flop 30 se tornou visível logo nas primeiras horas da conferência. A expectativa era de uma presença robusta de líderes globais, reforçando compromissos climáticos e ampliando a pressão política sobre países emissores. O que se viu foi o oposto: cadeiras vazias, delegações técnicas substituindo chefes de Estado e um ambiente diplomático muito mais tímido que o discurso apresentado nas últimas semanas.

Para muitos observadores internacionais, o esvaziamento da COP30 é um sinal de que o clima segue sendo prioridade apenas no discurso público, não na agenda real das principais potências. Países que lideram emissões de carbono enviaram representantes de nível intermediário, deixando claro que disputas internas, conflitos regionais e debates eleitorais pesaram mais do que compromissos ambientais globais.

Belém, preparada para receber um dos maiores encontros climáticos da década, enfrentou a frustração política de ter uma COP menor do que se planejou. A cidade, que ganhou visibilidade mundial pela localização estratégica na Amazônia, viu o protagonismo brasileiro ser parcialmente comprometido pela ausência de líderes internacionais que poderiam fortalecer acordos e destravar negociações travadas há anos.

O que se sabe até agora

  • Apenas 31 líderes compareceram, número abaixo das previsões da ONU.

  • Grandes emissores optaram por delegações técnicas.

  • A ausência de chefes de Estado enfraquece acordos e compromissos finais.

  • A Amazônia continua central, mas sem a pressão política global necessária.

  • O Brasil manteve diplomacia ativa, mas perdeu impacto internacional.


Como o Flop 30 afeta o debate climático global

A presença de líderes em conferências climáticas não é mero protocolo — ela define o peso das decisões. Quando chefes de Estado participam pessoalmente, as negociações avançam mais rapidamente, as metas são mais ambiciosas e as alianças se tornam mais sólidas. Sem essa presença, acordos tendem a virar documentos protocolares com pouca força para alterar políticas reais nos países signatários.

Além disso, o flop 30 pode influenciar negativamente o ritmo das próximas negociações. Uma COP esvaziada envia ao mundo a mensagem de que o clima deixou de ser prioridade nas mesas de decisão das grandes potências. Em um momento em que eventos extremos, secas históricas e queimadas se multiplicam, a ausência de líderes parece ainda mais dissonante.

O Brasil, que apostava na COP30 como vitrine global, acabou assumindo um protagonismo mais solitário. A diplomacia brasileira fez sua parte, mas sem a presença dos países mais influentes, o impacto político da conferência diminuiu.


FAQ — Perguntas que o público realmente faz

1. Por que só 31 líderes foram à COP30?
Por baixa prioridade política, agendas internas e disputas domésticas.

2. O esvaziamento compromete as decisões?
Sim. Sem chefes de Estado, os acordos perdem força.

3. O Brasil perde relevância?
Não totalmente, mas perde impacto diplomático global.

4. A Amazônia segue no centro do debate?
Sim, mas com menos peso político internacional.

5. Isso prejudica futuras COPs?
Enfraquece o simbolismo, mas não paralisa o processo.


Conclusão

O flop 30 expôs mais do que um salão esvaziado: revelou a distância crescente entre as ambições climáticas e a presença política real necessária para viabilizá-las. Para acompanhar como esse contraste impacta o Acre, o Brasil e a agenda ambiental global, compartilhe esta matéria.

Links Internos 

Link Externo

ONU – Conferências Climáticas: https://unfccc.int

Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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