A cantora e atriz sul-coreana Nana, conhecida por seu trabalho no K-pop, sofreu ferimentos e está se recuperando no hospital após um incidente em sua residência no sábado (15).
Por Jornal Portal do Paraná em 16/11/2025 às 14:24:26

Por Jornal Portal do Paraná em 16/11/2025 às 14:24:26

“Globo Rural continua sendo uma revista necessária e oportuna.” Palavras de um de seus criadores e seu primeiro diretor, Humberto Pereira. O jornalista, que trabalhou por 41 anos no Grupo Globo, tem seu nome vinculado ao programa Globo Rural, que completa 45 anos em 2025, e à revista, a mais nova “quarentona” da empresa, que acaba de completar 100 anos.
Pereira abriu as portas de sua casa, em São Paulo, para a reportagem e contou como a ideia de criar a revista como complemento do programa de televisão surgiu não em salas de reuniões, mas em conversas de bar. E, em um mundo de tantas mudanças, na tecnologia, na sociedade e na própria imprensa, ele não hesita em dizer: “O brasileiro ama o Globo Rural e a Globo Rural”.
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Globo Rural: Como você chegou ao Globo Rural?
Humberto Pereira: Na redação da Globo, em São Paulo, eu fazia Jornal Hoje, Jornal Nacional. E trabalhava com a editora Rio Gráfica em um projeto de teleducação. Quiseram me propor exclusividade nesse projeto. Fui até o diretor da Rede Globo São Paulo, Luiz Fernando Mercadante, e falei que ia trabalhar só com o Telecurso. “De maneira nenhuma. Eu tenho três coisas para te oferecer, você não vai sair daqui.” Eu disse: “Então, me fala só o terceiro, porque os outros dois eu já sei’”. “O terceiro é um programa rural, em rede para o Brasil inteiro.” Eu disse ‘Me dá’.
GR: De pronto, assim, na hora?
Pereira: De pronto. Era o primeiro programa em rede que não iria ser comandado do Rio de Janeiro. Então, a autonomia de quem fosse fazer o Globo Rural em São Paulo era do Brasil inteiro. E a temática me seduzia muito. Porque era uma coisa pioneira. O comercial da Globo fez uma pesquisa de viabilidade, constatou que tinha um grande desenvolvimento de energia elétrica e sinal de televisão para o campo. E que não tinha nenhum produto da Globo voltado para aquele público. O sucesso foi enorme. O programa Globo Rural foi uma explosão, a descoberta de um mundo bonito, mas laborioso. Um programa de uma força de trabalho: a produção de alimentos, fibras, energia.
GR: E tratar disso de um modo jornalístico.
Pereira: O que o Globo Rural não poderia ser? Vale também para a revista. Um telecurso. Tinha que ter todos os fundamentos do jornalismo baseando qualquer coisa. E a gente tem que fazer um programa bonito. A televisão tem que ser bonita também. “Qual é o público-alvo de vocês?’” me perguntaram inúmeras vezes. Eu falava: “Não é apenas o agricultor. É o público que tem televisão em casa”. E foi o que aconteceu. A audiência do programa extrapolou o mundo rural, foi para a cidade. A cidade tem a ver com o campo. O que não havia era uma consciência dessa ligação, que a gente procurou salientar.
GR: Essa consciência está maior hoje?
Pereira: Eu acho que houve um progresso enorme. A comunicação chegou ao campo e está vindo do campo para a cidade, pela internet. E, nesses 40, 45 anos, o desenvolvimento econômico e financeiro do campo foi extraordinário. Esse progresso acabou com uma imagem preconceituosa do homem do campo. É outra realidade.
GR: E como surgiu a ideia da revista, cinco anos depois do programa?
Pereira: A Globo foi procurada por duas empresas, com propostas de fazer a revista. Não conheciam o ramo, e a coisa esfriou. Em 1985, o João Noro, que era funcionário da Rio Gráfica, nos procurou, mas trouxe um projeto similar aos outros. Eu disse: ‘Não é nada disso. Quero dizer a você que agora fomos procurados por uma pessoa que faz parte do Grupo Globo. Você tem tudo que precisar. Agora, é o dr. Roberto que tem que fazer essa revista.” Ignoramos aquilo. “Vamos conversar depois do expediente. A gente vai para o bar, aí vamos conversar.”
Eu e o João Noro fomos várias vezes. Era filé-mignon picadinho e a gente imaginando a revista, e eu falando como era o mundo rural, as reportagens. Ele incluiu o Mario Rubial, e eu, o Zé Hamilton Ribeiro. Então, começou em uma mesa deliciosa de bar, e a ideia foi crescendo. E o que tinha nesse projeto? Primeiro, herdava, do ponto de vista de conteúdo, tudo que a gente já tinha assimilado do programa da televisão. Segundo, tinha que estar intimamente ligado ao programa.
Aí, teve uma carta muito importante. O Globo Rural recebia 200, 300 cartas por dia. Teve uma que o telespectador dizia: “Eu vejo toda semana o programa, mas é tudo muito ligeiro. Precisamos de alguma coisa que possa pegar. Dá para imprimir?”. Fizemos uma revista para ser complementar ao programa, e vice-versa. Teve uma decisão também muito importante, que é a parte comercial.
Humberto Pereira: “a cidade tem a ver com o campo. O que não havia era uma consciência dessa ligação, que a gente procurou salientar”
Thiago de Jesus
GR: Em algum momento teve que se tratar do aspecto empresarial desse projeto.
Pereira: Foi tratado conjuntamente. “Vai vender na banca, mas vai ter que ter assinatura também.” Eu disse: “Tenho uma ideia mais concreta: vamos fazer mala-direta. O Globo Rural guardou todas as cartas que recebeu até hoje. Cinco anos. As instituições para onde a gente remeteu o nosso telespectador e responderam, tem assuntos que renderam 100.000 cartas”. Nós juntamos mais de 1 milhão de endereços de agricultores. E ficaram mandando uma chamada de assinatura. No primeiro ano da revista, o que ela recebeu em pedido de assinatura para o Brasil inteiro fez com que a tiragem tivesse um crescimento vertiginoso. No final do primeiro ano, era a terceira revista mais vendida do Brasil.
“O ser humano é o que há de mais importante em cada fazenda”
GR: A quantos exemplares chegou?
Pereira: Eu falo de 400.000 exemplares por mês. Para você ter uma ideia, o que a revista Globo Rural pôs de dinheiro dentro da Rio Gráfica no primeiro ano deu para ela comprar papel na Finlândia para um ano para todas as revistas dela.
GR: Como foi o trabalho para adaptar a linguagem da TV para a revista?
Pereira: A experiência de pessoas que já tinham trabalhado em impresso ajudou. Se você pegar repórteres que trabalharam na televisão e na revista, no meu tempo e depois, Ricardo Kotscho, Zé Hamilton, Carlos Azevedo, Ricardo Gontijo. Todo mundo autor de livro. O texto tem que ser muito bom. Não tem que diminuir nada para falar com o agricultor. Eu propus: “Vamos convidar o Carlos Drummond de Andrade para ser o padrinho do nosso texto. O padrão vai ser o de um dos maiores poetas do Brasil”. E acabou ensejando que a gente colocasse, na última página da revista, todo mês, um grande escritor brasileiro. Dias Gomes, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Álvaro Rezende, Raquel de Queiroz, e por aí afora.
GR: Mas a lógica era a mesma do programa. Jornalismo: informação e prestação de serviço.
Pereira: Exatamente a mesma. O forte da revista tem que ser reportagem. O repórter vai para o campo, entra na fazenda, conversa com todo mundo. O ser humano é o que há de mais importante em cada fazenda. E esse ser humano não pode ter hierarquia.Tem que falar com o dono da fazenda, o peão, o retireiro do leite. E, hoje, agronegócio não é só o que está dentro da fazenda. É o que vem de fora, entra na fazenda e o que a fazenda gera.
GR: Você disse “o dr. Roberto tem que fazer a revista”. Como é que foi essa entrada dele?
Pereira: As revistas da Editora Globo não mencionavam no expediente o nome do dr. Roberto. Eu falei que o dr. Roberto tem que assumir que é o editor e convenci que ele tinha que apresentar a revista. O editorial de apresentação dele, assinatura dele, a fotografia dele. Quando saiu, ele ficava “namorando” isso na sala dele, todo mundo que chegava ele mostrava. Então, ficou um expediente de quem assume o que está publicando. Então foi assim que o dr. Roberto entrou aqui.
GR: Você tem o seu próprio arquivo da Globo Rural. Costuma revisitar sempre?
Pereira: Quando eu tenho que ir atrás de algum assunto que eu sei que está em algum lugar, eu vou lá, abro e consulto ou revejo. A gente tem uma memória que fica grudada. Isso é uma obra de vida da gente. Fico muito honrado de estar sendo lembrado agora. E até feliz que eu estou bem, que eu ainda estou bem da cuca.
GR: Que histórias ou casos curiosos você se lembra?
Pereira: A gente tinha reunião de pauta e de avaliação. Tanto na televisão quanto na revista. A reunião de pauta tinha uma dificuldade de peneirar tanta sugestão que aparecia nas cartas e os próprios repórteres quando viajavam. Reuniões riquíssimas, livres, onde se falava de tudo.
Nas reuniões de avaliação, em geral, a gente era impiedoso com o que via na televisão ou fazia na revista. Crítico. E jornalista, você tem que ser crítico. Pode ser um gênio. Se não puser um mecanismo crítico, vai caminhando para a mediocridade. Lá fora, todo mundo pode falar bem. Houve alguns casos, assim, icônicos. A gente mostrou para o Brasil a acerola. E um agrônomo em Pernambuco tinha um viveiro de muda de acerola enorme e propôs mandar as mudas para quem pedisse no Brasil inteiro. Foi um fenômeno lá no departamento dele na universidade.
GR: E como você vê essa Globo Rural de hoje?
Pereira: Continua necessária. Por mais que o agricultor tenha evoluído, ele ainda tem uma realidade muito dispersa. Muita liderança que se confronta, muita liderança espalhada. O meio profissional da agricultura precisa de elementos de aglutinação. E a revista pode fazer esse papel. Eu acho que ela é necessária e oportuna. Quando a gente começou a revista Globo Rural, o agro não era essa coisa que é hoje no Brasil. Não tinha essa importância. Mas houve uma evolução tremenda nesses 40 anos de revista e 45 anos de programa da televisão. Você vai me dizer “ah, mas a edição de papel continua?” Eu vou dizer: é oportuna, amigável, não é ligeira, te dá facilidade de ler a hora que você quiser.
GR: A revista Globo Rural, hoje, como produto de comunicação, é o centro de uma plataforma de cobertura de agropecuária da Editora Globo que integra o Valor Econômico, a rádio CBN, o jornal O Globo…
Pereira: É o espírito do início. Palavra do campo. Não é a palavra da Globo, não é a palavra do jornalista da Globo, do repórter, do editor, é a palavra do campo. É o campo que tem que falar. O campo está acontecendo no Brasil de uma maneira extraordinária. Deixa o campo falar. O campo fica orgulhoso disso.
GR: Como você avalia e resume a relação que a Globo Rural construiu com a agropecuária brasileira?
Pereira: Só tem um jeito de falar: o maior afeto, o maior carinho, o maior apreço, o maior amor. Você fala a palavra Globo Rural e abre qualquer porteira do Brasil. O brasileiro ama o Globo Rural e a Globo Rural.
As provas da segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 serão realizadas, a partir de 13h30 (horário de Brasília) deste domingo (16), em 1.805 municípios nas 27 unidades da Federação. De acordo com o edital do Enem 2025, Os portões dos locais de provas serão abertos às 12h e, fechados, às 13h, no horário de Brasília. 

No último domingo (9), mais de 4,81 milhões inscritos confirmados no Exame, 3,5 milhões (73%) participaram do primeiro dia de provas. Os candidatos faltantes do primeiro domingo podem comparecer no segundo dia de provas.
Por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), excepcionalmente, os inscritos para fazer o exame em três municípios do Pará (Belém, Ananindeua e Marituba) prestarão as provas nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro..
Neste segundo dia de provas, os inscritos confirmados vão testar os conhecimentos em 45 questões de múltipla escolha de matemática e mais 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia).
Os participantes afetados por problemas logísticos, como desastres naturais, a exemplo do município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, atingido por um tornado na tarde de sexta-feira (7), ou acometidos por doenças infecciosas listas no edital do Enem 2025, terão reaplicação do exame garantida. As provas serão reaplicadas em 16 e 17 de dezembro. O pedido de reaplicação deve ser a partir desta segunda-feira (17) até sexta-feira (21), na Página do Participante.
>>Enem 2025: entenda quem pode solicitar a reaplicação das provas
Neste segundo dia de provas, os inscritos confirmados vão testar os conhecimentos em 45 questões de múltipla escolha de matemática e mais 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia).
Todos os horários do Enem seguem o horário oficial de Brasília. Candidatos que moram em estados com fuso horário diferente da capital federal devem converter os horários locais e se ajustar ao fuso oficial.
A duração do exame neste domingo, segundo dia do Enem 2025, será de cinco horas e o término regular está agendado para as 18h30.
O tempo mínimo de permanência na sala de provas é de duas horas. Somente depois de transcorrido esse tempo, ou seja, a partir de 15h30, será permitida a assinatura da lista de presença para a saída do participante sem a prova.
Para quem teve a solicitação de tempo adicional aprovada, o exame será encerrado 60 minutos após o tempo regular, às 19h30.
Por fim, o candidato que usar o recurso de videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) poderá concluir a prova até 20h30.
O Inep esclarece que não haverá prorrogação do tempo previsto para a realização das provas ou para o preenchimento do cartão-resposta ou da folha de redação.
Os participantes precisam ficar atentos aos objetos permitidos dentro da sala de provas.
Embora não seja item obrigatório, o Inep recomenda levar impresso o Cartão de Confirmação de Inscrição, disponível também na Página do Participante, com login único da plataforma Gov.br.
A única caneta aceita para preencher o cartão-resposta é a esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Nenhum outro tipo poderá permanecer sobre a mesa.
A apresentação do documento de identificação oficial com foto é obrigatória. Este precisa ser original, válido em todo território nacional e pode ser nos formatos físico ou digital.
Saiba o que é permitido levar para a sala de aplicação de provas.
O participante que precisar comprovar sua presença no Enem 2025 deve acessar a Declaração de Comparecimento na mesma Página do Participante, no site do Inep, com login único e senha no portal Gov.Br.
O documento é personalizado. Se o candidato necessitar do ateste, deverá levar a declaração de comparecimento impressa nos dias da prova e deverá entregá-la ao aplicador na porta da sala do exame.
Pela primeira vez, nesta edição, os alunos concluintes de escola pública tiveram a inscrição pré-preenchida no sistema, uma forma de simplificar o processo e estimular a participação.
A estratégia deu resultado. De 1,9 milhão de concluintes do ensino médio da rede pública, 1,34 milhão confirmaram a inscrição no exame (72,6%), conforme dados do Painel Enem 2025, divulgado pelo Ministério da Educação.
Outra novidade da edição 2025: os resultados do Enem voltaram a certificar a conclusão do ensino médio, depois desta opção ter sido descontinuada em 2017. A certificação é destinada aos participantes maiores de 18 anos que indicaram essa modalidade no momento da inscrição no exame e que atingiram a pontuação mínima exigida (450 pontos em cada área e 500 pontos na redação).
Mais um ineditismo do Enem de 2025: o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2026 aceitará notas das edições deste ano, de 2024 e 2023, para ingresso no ensino superior público.
As notas finais do Enem podem ser usadas para acesso a universidades públicas, em diversas modalidades; para concorrer a bolsas de estudo integrais e parciais em universidades privadas; para pleitear o crédito estudantil para o pagamento das mensalidades de faculdades privadas; para ingresso sem vestibular em faculdades; para estudar em Portugal; para autoavaliação pelo treineiros; e para certificação de conclusão do ensino médio ou declaração parcial de proficiência nessa etapa do ensino básico.
O Acre participou da mobilização nacional voltada à implementação efetiva do Código Florestal Brasileiro no painel “Mutirão COP30 pela Implementação do Código Florestal”, realizado no Pavilhão Brasil, auditório Jandaíra, na Zona Verde, durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) neste sábado, 15.
A iniciativa representa um esforço conjunto para acelerar a regularização ambiental de imóveis rurais e consolidar o Código Florestal como um instrumento estratégico para o desenvolvimento sustentável do meio rural brasileiro.
Acre reforça compromisso com o Código Florestal em painel na COP30. Foto: Uêslei Araújo/Sema O evento contou com a participação de gestores ambientais, representantes do governo federal, de instituições internacionais e da sociedade civil.
Representando o Acre, o secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, destacou o compromisso do governo acreano com a implementação do Código Florestal e com o fortalecimento do Cadastro Ambiental Rural.
Evento contou com a participação de gestores ambientais, representantes do governo federal, de instituições internacionais e da sociedade civil. Foto: Uêslei Araújo/Sema Estiveram presentes no painel, o diretor de biodiversidade e recursos naturais para a América Latina do Banco Alemão KfW, Jens Mackensen; o diretor de Cadastro Ambiental Rural do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), Henrique Dolabella; a coordenadora de Mobilização da Presidência da COP30, Luciana Abade; e o produtor rural Elder Vieira da Silva.
Em sua fala, o secretário destacou que o estado tem avançado de forma consistente na implementação do Código Florestal, trabalhando para melhorar a integração dos dados e ampliar o alcance das ações de regularização ambiental.
O secretário também reforçou que o Estado possui um fluxo bem estruturado para a regularização ambiental, o que tem facilitado as análises do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ressaltou que os mutirões se tornaram uma das principais estratégias do governo para acelerar a regularização ambiental.
Secretário Leonardo Carvalho ressaltou que os mutirões se tornaram uma das principais estratégias do governo para acelerar a regularização ambiental. Foto: Uêslei Araújo/Sema “Nos últimos três anos, realizamos em média 20 mutirões por ano, com apoio de diversos parceiros. Essas iniciativas se consolidaram como nosso principal instrumento, e trouxemos essa experiência para a COP como demonstração do nosso compromisso com a implementação do Código Florestal”.
A mobilização nacional do Mutirão do Código Florestal também contribui para o cumprimento das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) do Brasil, impulsionando ações de restauração florestal, redução de emissões de gases de efeito estufa e promoção do desenvolvimento sustentável no território nacional.
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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), em parceria com as secretarias municipais de saúde, está executando o programa “Adolescência primeiro, gravidez depois”. A ação tem como principal objetivo reduzir o índice de gravidez não intencional na adolescência e ofertar contraceptivos de longa duração. O Acre é pioneiro na distribuição gratuita dos métodos DIU Hormonal Mirena e Implanon para o público-alvo de 14 a 19 anos.
O projeto surgiu no setor de Saúde de Adolescentes da Sesacre, em parceria com o Comitê do Orçamento da Criança e do Adolescente (OCAD), presidido pela vice-governadora Mailza Assis. O programa, desenvolvido com recursos do comitê, está em execução há um ano no estado e iniciou o projeto-piloto nos municípios de Jordão, Tarauacá, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Rio Branco e Porto Walter, regiões que registraram os maiores índices de gestação não intencional entre jovens.
Segundo Luciana Freire, coordenadora de Saúde de Adolescentes e Jovens da Sesacre, a iniciativa colocou o Acre como referência nacional em prevenção e conscientização sobre gravidez precoce. “Enquanto no restante do país a oferta de Implanon começou apenas em 2025, o governo do Acre já distribuía o Implanon e o DIU Mirena. O Estado comprou os contraceptivos, capacitou os profissionais e, em parceria com as secretarias municipais, passou a disponibilizar o serviço nas unidades básicas. Pensando também na média e alta complexidade, o projeto realiza o implante em mães da Maternidade Bárbara Heliodora, prevenindo futuras gestações”, destacou Luciana.
Projeto está sendo executado há 1 ano no estado, com investimento inicial superior a R$ 2,4 milhões. Foto: Ingrid Kelly/Secom Com investimento inicial superior a R$ 2,4 milhões, o programa busca reduzir os índices de gravidez na adolescência, garantindo o direito à saúde sexual e reprodutiva de jovens de 14 a 19 anos.
A adolescente Maria Ferreira (nome fictício), de 16 anos, relatou o quanto o acesso gratuito ao método contraceptivo traz mais segurança. “É muito bom poder implantar o DIU Mirena de forma gratuita, porque evita a gravidez e muitas meninas falam que ele é eficaz e de longa duração. Antes de vir, conversei com a minha mãe, que me orientou. Aqui na unidade também recebi explicações sobre o DIU e os riscos de não se prevenir. E o melhor é que tudo é gratuito”, enfatizou.
O médico Pedro Gomes explicou o funcionamento e os benefícios do método. “O DIU é um dispositivo inserido no útero para prevenir a gravidez. Ele permite que a mulher escolha quando deseja engravidar, aguardando o momento certo. O DIU Mirena também controla o sangramento, podendo ser usado como tratamento por mulheres com fluxo menstrual intenso, entre outras situações. É importante ressaltar que o DIU evita a gestação, mas não previne outras doenças. Por isso, incentivamos a proteção combinada: usar o DIU e manter o uso do preservativo para prevenir infecções sexualmente transmissíveis”, reforçou o médico.
“O DIU evita a gestação, mas não previne outras doenças. Por isso, incentivamos a proteção combinada”. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom Diante da dificuldade de acesso de parte da população à capital ou ao serviço em municípios que ainda não ofertam o programa, a Sesacre iniciará mutirões em parceria com as prefeituras, garantindo que adolescentes sejam contempladas com o DIU Mirena e o Implanon. Além disso, novas capacitações serão realizadas para qualificar equipes de saúde responsáveis pelos implantes.
Contraceptivos O DIU Mirena, método contraceptivo altamente eficaz e de longa duração, utiliza hormônio liberado continuamente (levonorgestrel) diretamente no útero, com duração de até 8 anos.
O Implanon é um implante subdérmico flexível, inserido com anestesia local, que libera continuamente o hormônio etonogestrel na corrente sanguínea, garantindo proteção por até 3 anos.
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Morreu neste sábado (15), no Rio, vítima de infarto, o médico pediatra Celso Barros, 73 anos, ex-presidente da Unimed Rio, e pré-candidato à presidência do Fluminense Futebol Clube, na eleição do próximo dia 29 deste mês. Ficou conhecido no futebol, no período em que a cooperativa de saúde médica foi patrocinadora do Fluminense, entre 1999 e 2014.

Ele foi diretor do Sindicato dos Médicos do Rio, conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) e também diretor da Associação Médica Brasileira (AMB).
Em nota, o Fluminense Football Club manifesta profundo pesar pelo falecimento do grande tricolor Celso Barros. Personagem de grande expressão na história do clube;
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“Celso teve papel preponderante como presidente da patrocinadora do time que levantou títulos de relevância nacional, como a Copa do Brasil de 2007 e os Campeonatos Brasileiros de 2010 e 2012, além do vice-campeonato da Copa Libertadores de 2008”.
Apaixonado desde sempre, o médico pediatra viveu intensamente a discussão sobre os destinos do clube. Mantinha-se atuante na política do Fluminense e era, neste momento, pré-candidato à presidência para o próximo triênio.
O texto diz ainda que “o Fluminense se solidariza nesse momento de tristeza com sua família, seus amigos e todos os tricolores que o admiraram por todos esses anos. O clube decreta luto oficial por seu falecimento e coloca o Salão Nobre de Laranjeiras à disposição de seus familiares para o velório e devidas homenagens.
Com profundo pesar, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) lamenta a morte de Celso Barros, ex-dirigente do Fluminense, aos 73 anos.
Em nota, a Ferj informa que “no âmbito esportivo, Celso ganhou destaque como presidente da Unimed durante o período em que a empresa foi parceira do time das Laranjeiras, de 1999 a 2014. O dirigente também “ficou conhecido por viabilizar a contratação de grandes nomes para compor o elenco tricolor, incluindo jogadores como Romário, Edmundo, Fred, Conca, Deco e outros craques que deixaram sua marca no time ao longo dos anos”, conclui a nota.
O Flamengo goleou o Sport por 5 a 1, na noite deste sábado (15) na Arena Pernambuco, e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro conseguiu garantir a ponta da classificação porque o Palmeiras foi derrotado por 1 a 0 na Vila Belmiro.

VENCEEEEE O MENGÃO ANIVERSARIANTE! O FLAMENGO DERROTA O SPORT POR 5 A 1, COM GOLS DE LUIZ ARAÚJO, JUNINHO, DOUGLAS, AYRTON E BH!#FimDeJogo #SPTxFLA pic.twitter.com/mupeykX2H6
— Flamengo (@Flamengo) November 15, 2025
Com a vitória na partida atrasada da 12ª rodada da competição nacional, o time da Gávea chegou aos 71 pontos. Já o Leão, que permaneceu na lanterna da classificação com apenas 17 pontos, teve o rebaixamento para a Série B matematicamente confirmado.
Apesar de encerrar a partida com vitória, o Flamengo começou a partida perdendo. Aos 14 minutos o atacante Pablo abriu o placar. Porém, aos 35 minutos o lateral Matheus Alexandre acabou sendo expulso por acúmulo de cartões amarelos e o Rubro-Negro assumiu o comando das ações. Assim, aos 40 minutos Luiz Araújo acertou um belo chute para deixar tudo igual.
ELE VIBRA. LA 🎯#lancedojogo pic.twitter.com/XJozIw258w
— Flamengo (@Flamengo) November 15, 2025
E qualquer possibilidade de vitória do Sport foi por água abaixo aos 41 minutos, quando o zagueiro Ramon Menezes também recebeu o segundo cartão amarelo na partida e foi expulso. Assim, na etapa final o time da Gávea não teve dificuldades para se impor e golear graças ao faro de gol de Juninho, Bruno Henrique, Ayrton Lucas e Douglas Telles.
Quem acompanhou com atenção a vitória do Flamengo foi o Palmeiras, que, mesmo cheio de desfalques, precisava vencer o Santos na Vila Belmiro para permanecer na liderança do Brasileiro. Porém, o Verdão acabou derrotado por 1 a 0 na partida atrasada da 13ª rodada da competição.
FINAL DE JOGO E VITÓRIA DO PEIXÃO! ⚪⚫
COM GOL DE ROLLHEISER, NO FINALZINHO, SANTOS VENCE O PALMEIRAS POR 1 A 0 NA VILA BELMIRO. pic.twitter.com/xWqsjiVtTP
— Santos FC (@SantosFC) November 16, 2025
Com o tropeço no clássico, a equipe do técnico português Abel Ferreira permaneceu com 68 pontos, agora na vice-liderança. Já para o Peixe os três pontos conquistados em casa representaram um respiro na luta para fugir do rebaixamento. Graças à vitória, obtida com um gol do argentino Rollhseirer aos 45 minutos do segundo tempo, o Santos agora está na 16ª posição, com 36 pontos.
O italiano Carlo Ancelotti elogiou a atuação da seleção brasileira na vitória de 2 a 0 sobre o Senegal, em partida amistosa disputada neste sábado (15) no Emirates Stadium, em Londres. Segundo o comandante do Brasil, a equipe fez um “jogo muito bonito”.

“Foi um jogo muito bonito, com sacrifício e concentração a nível defensivo. Gostei do trabalho feito, do sacrifício, dessa ideia do jogo que queríamos fazer bem com qualidade, concentrados defensivamente, e todos os jogadores trabalharam muito bem. Muita pressão na primeira parte, controle na segunda parte, porque não precisamos da pressão muito alta como na primeira parte. A qualidade dos jogadores na frente fez a diferença”, declarou o italiano.
Na entrevista coletiva após a vitória brasileira, Carlo Ancelotti destacou o ótimo momento do atacante Estêvão. O jogador do Chelsea (Inglaterra), que marcou o primeiro gol da vitória deste sábado, marcou quatro vezes em seis jogos pela seleção brasileira: “É uma surpresa ver um jogador tão jovem com esse tipo de talento. É muito preciso e muito contundente. O Brasil com ele tem um futuro garantido”.
Na próxima terça-feira (18) a equipe de Carlo Ancelotti terá mais uma oportunidade de realizar testes para a Copa do Mundo de 2026, quando enfrentará a Tunísia, a partir das 16h30, no Decathlon Stadium, em Lille (França).
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse neste sábado (15) que a porcentagem de exportações para os Estados Unidos sem alíquotas adicionais subiu de 23% para 26% com a nova isenção das “tarifas recíprocas” anunciadas pelo governo de Donald Trump na sexta-feira (14). Alckmin afirmou que ainda há uma “avenida” de trabalho pela frente, para corrigir o que ele chamou de “distorções” nas tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos.
Os três pontos percentuais a mais equivalem a US$ 1,2 bilhão aproximadamente. Tarifas adicionais são aquelas impostas por Trump desde o início do segundo mandato. A declaração foi feita em entrevista coletiva no Palácio do Planalto após o governo dos EUA anunciar uma lista de produtos agrícolas que serão isentos das tarifas de 10% impostas em abril.
Alckmin reconheceu que a ordem executiva de Trump foi “positiva e na direção correta”, mas que o Brasil ainda vai trabalhar para excluir mais ou reduzir totalmente as chamadas “tarifas punitivas” de 40%, impostas pelo governo de Donald Trump em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) por uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.
Alckmin disse que a retirada das “tarifas recíprocas” de 10% beneficia café, carnes e frutas. Também ressaltou que um setor muito atendido foi o de suco de laranja, cuja taxação foi zerada. Contudo, segundo o vice-presidente, ainda é necessário trabalhar para excluir mais ou reduzir totalmente as chamadas “tarifas punitivas” de 40%, que foram impostas pelo governo de Donald Trump em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) opr uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.
A jornalistas, o vice-presidente destacou a “força” do comércio exterior brasileiro, considerando que a decisão do governo norte-americano foi “positiva” e “na direção correta”. Alckmin ainda ressaltou a importância da conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, além do encontro entre o chanceler Mauro Vieira e secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
O vice-presidente seguiu dizendo que o Brasil é o maior fornecedor de café dos EUA e, por isso, enxerga espaço para um “bom trabalho”. Por fim, afirmou que vai aguardar os próximos passos, mas ressaltou o otimismo de que haverá novos avanços.
“O presidente Lula sempre orientou diálogo e negociação, não tem tema proibido. Também teve a sensibilidade do governo americano. A iniciativa privada, do Brasil e dos EUA, também tem ajudado”, completou Alckmin.
Nova isenção
O anúncio do governo americano feito na última sexta-feira (14) ocorre em meio à insatisfação dos americanos com os altos preços dos alimentos no país.
Entre os produtos divulgados pela Casa Branca estão a carne bovina e o café, importantes itens de exportação do Brasil para os EUA e que estão sendo duramente afetados pelas tarifas impostas por Trump ao país.
As isenções reduzirão as tarifas comerciais sobre essas commodities agrícolas que, segundo a Casa Branca, não podem ser produzidas em quantidade suficiente nos EUA para atender à demanda interna.
Além de café e carne bovina, centenas de produtos alimentícios — como abacate, abacaxi, banana, castanhas e tomate — foram listados pelo governo como beneficiários da medida, que entrou em vigor retroativamente às 02h01 (horário de Brasília).
Em 2 de abril, Trump anunciou uma taxa de 10% sobre as exportações do Brasil aos EUA, além de alíquotas específicas sobre outros vários países.
Posteriormente, porém, o presidente norte americano aplicou uma “tarifa punitiva” de 40% sobre os produtos brasileiros, atribuindo a alíquota extra ao julgamento de Bolsonaro, condenado pelo STF por uma tentativa de golpe de Estado.
Com isso, a tarifa aplicada ao Brasil subiu para 50%. A Casa Branca recuou um pouco na ocasião ao divulgar uma lista com 700 exceções. Ainda assim, importantes itens do comércio entre os dois países ainda ficaram com alíquotas mais altas.