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Estrela do K-pop detém ladrão em casa, mas vai parar no hospital

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Estrela do K-pop detém ladrão em casa, mas vai parar no hospital

A cantora e atriz sul-coreana Nana, conhecida por seu trabalho no K-pop, sofreu ferimentos e está se recuperando no hospital após um incidente em sua residência no sábado (15).

Por Jornal Portal do Paraná em 16/11/2025 às 14:24:26

Estrela do K-pop detém ladrão em casa, mas vai parar no hospital | Cidade AC News – Notícias do Acre

“A Globo Rural nasceu em conversas de bar”, diz primeiro diretor da revista

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“A Globo Rural nasceu em conversas de bar”, diz primeiro diretor da revista

“Globo Rural continua sendo uma revista necessária e oportuna.” Palavras de um de seus criadores e seu primeiro diretor, Humberto Pereira. O jornalista, que trabalhou por 41 anos no Grupo Globo, tem seu nome vinculado ao programa Globo Rural, que completa 45 anos em 2025, e à revista, a mais nova “quarentona” da empresa, que acaba de completar 100 anos.
Pereira abriu as portas de sua casa, em São Paulo, para a reportagem e contou como a ideia de criar a revista como complemento do programa de televisão surgiu não em salas de reuniões, mas em conversas de bar. E, em um mundo de tantas mudanças, na tecnologia, na sociedade e na própria imprensa, ele não hesita em dizer: “O brasileiro ama o Globo Rural e a Globo Rural”.
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Globo Rural: Como você chegou ao Globo Rural?
Humberto Pereira: Na redação da Globo, em São Paulo, eu fazia Jornal Hoje, Jornal Nacional. E trabalhava com a editora Rio Gráfica em um projeto de teleducação. Quiseram me propor exclusividade nesse projeto. Fui até o diretor da Rede Globo São Paulo, Luiz Fernando Mercadante, e falei que ia trabalhar só com o Telecurso. “De maneira nenhuma. Eu tenho três coisas para te oferecer, você não vai sair daqui.” Eu disse: “Então, me fala só o terceiro, porque os outros dois eu já sei’”. “O terceiro é um programa rural, em rede para o Brasil inteiro.” Eu disse ‘Me dá’.
GR: De pronto, assim, na hora?
Pereira: De pronto. Era o primeiro programa em rede que não iria ser comandado do Rio de Janeiro. Então, a autonomia de quem fosse fazer o Globo Rural em São Paulo era do Brasil inteiro. E a temática me seduzia muito. Porque era uma coisa pioneira. O comercial da Globo fez uma pesquisa de viabilidade, constatou que tinha um grande desenvolvimento de energia elétrica e sinal de televisão para o campo. E que não tinha nenhum produto da Globo voltado para aquele público. O sucesso foi enorme. O programa Globo Rural foi uma explosão, a descoberta de um mundo bonito, mas laborioso. Um programa de uma força de trabalho: a produção de alimentos, fibras, energia.
GR: E tratar disso de um modo jornalístico.
Pereira: O que o Globo Rural não poderia ser? Vale também para a revista. Um telecurso. Tinha que ter todos os fundamentos do jornalismo baseando qualquer coisa. E a gente tem que fazer um programa bonito. A televisão tem que ser bonita também. “Qual é o público-alvo de vocês?’” me perguntaram inúmeras vezes. Eu falava: “Não é apenas o agricultor. É o público que tem televisão em casa”. E foi o que aconteceu. A audiência do programa extrapolou o mundo rural, foi para a cidade. A cidade tem a ver com o campo. O que não havia era uma consciência dessa ligação, que a gente procurou salientar.
GR: Essa consciência está maior hoje?
Pereira: Eu acho que houve um progresso enorme. A comunicação chegou ao campo e está vindo do campo para a cidade, pela internet. E, nesses 40, 45 anos, o desenvolvimento econômico e financeiro do campo foi extraordinário. Esse progresso acabou com uma imagem preconceituosa do homem do campo. É outra realidade.
GR: E como surgiu a ideia da revista, cinco anos depois do programa?
Pereira: A Globo foi procurada por duas empresas, com propostas de fazer a revista. Não conheciam o ramo, e a coisa esfriou. Em 1985, o João Noro, que era funcionário da Rio Gráfica, nos procurou, mas trouxe um projeto similar aos outros. Eu disse: ‘Não é nada disso. Quero dizer a você que agora fomos procurados por uma pessoa que faz parte do Grupo Globo. Você tem tudo que precisar. Agora, é o dr. Roberto que tem que fazer essa revista.” Ignoramos aquilo. “Vamos conversar depois do expediente. A gente vai para o bar, aí vamos conversar.”
Eu e o João Noro fomos várias vezes. Era filé-mignon picadinho e a gente imaginando a revista, e eu falando como era o mundo rural, as reportagens. Ele incluiu o Mario Rubial, e eu, o Zé Hamilton Ribeiro. Então, começou em uma mesa deliciosa de bar, e a ideia foi crescendo. E o que tinha nesse projeto? Primeiro, herdava, do ponto de vista de conteúdo, tudo que a gente já tinha assimilado do programa da televisão. Segundo, tinha que estar intimamente ligado ao programa.
Aí, teve uma carta muito importante. O Globo Rural recebia 200, 300 cartas por dia. Teve uma que o telespectador dizia: “Eu vejo toda semana o programa, mas é tudo muito ligeiro. Precisamos de alguma coisa que possa pegar. Dá para imprimir?”. Fizemos uma revista para ser complementar ao programa, e vice-versa. Teve uma decisão também muito importante, que é a parte comercial.
Humberto Pereira: “a cidade tem a ver com o campo. O que não havia era uma consciência dessa ligação, que a gente procurou salientar”
Thiago de Jesus
GR: Em algum momento teve que se tratar do aspecto empresarial desse projeto.
Pereira: Foi tratado conjuntamente. “Vai vender na banca, mas vai ter que ter assinatura também.” Eu disse: “Tenho uma ideia mais concreta: vamos fazer mala-direta. O Globo Rural guardou todas as cartas que recebeu até hoje. Cinco anos. As instituições para onde a gente remeteu o nosso telespectador e responderam, tem assuntos que renderam 100.000 cartas”. Nós juntamos mais de 1 milhão de endereços de agricultores. E ficaram mandando uma chamada de assinatura. No primeiro ano da revista, o que ela recebeu em pedido de assinatura para o Brasil inteiro fez com que a tiragem tivesse um crescimento vertiginoso. No final do primeiro ano, era a terceira revista mais vendida do Brasil.
“O ser humano é o que há de mais importante em cada fazenda”
GR: A quantos exemplares chegou?
Pereira: Eu falo de 400.000 exemplares por mês. Para você ter uma ideia, o que a revista Globo Rural pôs de dinheiro dentro da Rio Gráfica no primeiro ano deu para ela comprar papel na Finlândia para um ano para todas as revistas dela.
GR: Como foi o trabalho para adaptar a linguagem da TV para a revista?
Pereira: A experiência de pessoas que já tinham trabalhado em impresso ajudou. Se você pegar repórteres que trabalharam na televisão e na revista, no meu tempo e depois, Ricardo Kotscho, Zé Hamilton, Carlos Azevedo, Ricardo Gontijo. Todo mundo autor de livro. O texto tem que ser muito bom. Não tem que diminuir nada para falar com o agricultor. Eu propus: “Vamos convidar o Carlos Drummond de Andrade para ser o padrinho do nosso texto. O padrão vai ser o de um dos maiores poetas do Brasil”. E acabou ensejando que a gente colocasse, na última página da revista, todo mês, um grande escritor brasileiro. Dias Gomes, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Álvaro Rezende, Raquel de Queiroz, e por aí afora.
GR: Mas a lógica era a mesma do programa. Jornalismo: informação e prestação de serviço.
Pereira: Exatamente a mesma. O forte da revista tem que ser reportagem. O repórter vai para o campo, entra na fazenda, conversa com todo mundo. O ser humano é o que há de mais importante em cada fazenda. E esse ser humano não pode ter hierarquia.Tem que falar com o dono da fazenda, o peão, o retireiro do leite. E, hoje, agronegócio não é só o que está dentro da fazenda. É o que vem de fora, entra na fazenda e o que a fazenda gera.
GR: Você disse “o dr. Roberto tem que fazer a revista”. Como é que foi essa entrada dele?
Pereira: As revistas da Editora Globo não mencionavam no expediente o nome do dr. Roberto. Eu falei que o dr. Roberto tem que assumir que é o editor e convenci que ele tinha que apresentar a revista. O editorial de apresentação dele, assinatura dele, a fotografia dele. Quando saiu, ele ficava “namorando” isso na sala dele, todo mundo que chegava ele mostrava. Então, ficou um expediente de quem assume o que está publicando. Então foi assim que o dr. Roberto entrou aqui.
GR: Você tem o seu próprio arquivo da Globo Rural. Costuma revisitar sempre?
Pereira: Quando eu tenho que ir atrás de algum assunto que eu sei que está em algum lugar, eu vou lá, abro e consulto ou revejo. A gente tem uma memória que fica grudada. Isso é uma obra de vida da gente. Fico muito honrado de estar sendo lembrado agora. E até feliz que eu estou bem, que eu ainda estou bem da cuca.
GR: Que histórias ou casos curiosos você se lembra?
Pereira: A gente tinha reunião de pauta e de avaliação. Tanto na televisão quanto na revista. A reunião de pauta tinha uma dificuldade de peneirar tanta sugestão que aparecia nas cartas e os próprios repórteres quando viajavam. Reuniões riquíssimas, livres, onde se falava de tudo.
Nas reuniões de avaliação, em geral, a gente era impiedoso com o que via na televisão ou fazia na revista. Crítico. E jornalista, você tem que ser crítico. Pode ser um gênio. Se não puser um mecanismo crítico, vai caminhando para a mediocridade. Lá fora, todo mundo pode falar bem. Houve alguns casos, assim, icônicos. A gente mostrou para o Brasil a acerola. E um agrônomo em Pernambuco tinha um viveiro de muda de acerola enorme e propôs mandar as mudas para quem pedisse no Brasil inteiro. Foi um fenômeno lá no departamento dele na universidade.
GR: E como você vê essa Globo Rural de hoje?
Pereira: Continua necessária. Por mais que o agricultor tenha evoluído, ele ainda tem uma realidade muito dispersa. Muita liderança que se confronta, muita liderança espalhada. O meio profissional da agricultura precisa de elementos de aglutinação. E a revista pode fazer esse papel. Eu acho que ela é necessária e oportuna. Quando a gente começou a revista Globo Rural, o agro não era essa coisa que é hoje no Brasil. Não tinha essa importância. Mas houve uma evolução tremenda nesses 40 anos de revista e 45 anos de programa da televisão. Você vai me dizer “ah, mas a edição de papel continua?” Eu vou dizer: é oportuna, amigável, não é ligeira, te dá facilidade de ler a hora que você quiser.
GR: A revista Globo Rural, hoje, como produto de comunicação, é o centro de uma plataforma de cobertura de agropecuária da Editora Globo que integra o Valor Econômico, a rádio CBN, o jornal O Globo…
Pereira: É o espírito do início. Palavra do campo. Não é a palavra da Globo, não é a palavra do jornalista da Globo, do repórter, do editor, é a palavra do campo. É o campo que tem que falar. O campo está acontecendo no Brasil de uma maneira extraordinária. Deixa o campo falar. O campo fica orgulhoso disso.
GR: Como você avalia e resume a relação que a Globo Rural construiu com a agropecuária brasileira?
Pereira: Só tem um jeito de falar: o maior afeto, o maior carinho, o maior apreço, o maior amor. Você fala a palavra Globo Rural e abre qualquer porteira do Brasil. O brasileiro ama o Globo Rural e a Globo Rural.

Enem 2025: candidatos fazem prova de matemática e ciências da natureza

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Enem 2025: candidatos fazem prova de matemática e ciências da natureza


Logo Agência Brasil

As provas da segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 serão realizadas, a partir de 13h30 (horário de Brasília) deste domingo (16), em 1.805 municípios nas 27 unidades da Federação. De acordo com o edital do Enem 2025, Os portões dos locais de provas serão abertos às 12h e, fechados, às 13h, no horário de Brasília. Enem 2025: candidatos fazem prova de matemática e ciências da natureza | Cidade AC News – Notícias do AcreEnem 2025: candidatos fazem prova de matemática e ciências da natureza | Cidade AC News – Notícias do Acre

No último domingo (9), mais de 4,81 milhões inscritos confirmados no Exame, 3,5 milhões (73%) participaram do primeiro dia de provas. Os candidatos faltantes do primeiro domingo podem comparecer no segundo dia de provas.

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Por causa da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), excepcionalmente, os inscritos para fazer o exame em três municípios do Pará (Belém, Ananindeua e Marituba) prestarão as provas nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro..

Provas de hoje

Neste segundo dia de provas, os inscritos confirmados vão testar os conhecimentos em 45 questões de múltipla escolha de matemática e mais 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia).

Reaplicação

Os participantes afetados por problemas logísticos, como desastres naturais, a exemplo do município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, atingido por um tornado na tarde de sexta-feira (7), ou acometidos por doenças infecciosas listas no edital do Enem 2025, terão reaplicação do exame garantida. As provas serão reaplicadas em 16 e 17 de dezembro. O pedido de reaplicação deve ser a partir desta segunda-feira (17) até sexta-feira (21), na Página do Participante.

>>Enem 2025: entenda quem pode solicitar a reaplicação das provas

Provas de hoje

Neste segundo dia de provas, os inscritos confirmados vão testar os conhecimentos em 45 questões de múltipla escolha de matemática e mais 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia).

Horários e fusos


Brasília (DF) 09/11/2025 - Candidatos chegam para fazer a prova nesse primeiro dia de Enem Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Duração do exame neste domingo, segundo dia do Enem 2025, será de cinco horas e o término regular está agendado para as 18h30 –  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Todos os horários do Enem seguem o horário oficial de Brasília. Candidatos que moram em estados com fuso horário diferente da capital federal devem converter os horários locais e se ajustar ao fuso oficial.

A duração do exame neste domingo, segundo dia do Enem 2025, será de cinco horas e o término regular está agendado para as 18h30.

O tempo mínimo de permanência na sala de provas é de duas horas. Somente depois de transcorrido esse tempo, ou seja, a partir de 15h30, será permitida a assinatura da lista de presença para a saída do participante sem a prova.

Para quem teve a solicitação de tempo adicional aprovada, o exame será encerrado 60 minutos após o tempo regular, às 19h30.

Por fim, o candidato que usar o recurso de videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) poderá concluir a prova até 20h30.

O Inep esclarece que não haverá prorrogação do tempo previsto para a realização das provas ou para o preenchimento do cartão-resposta ou da folha de redação.

Itens permitidos e proibidos

Os participantes precisam ficar atentos aos objetos permitidos dentro da sala de provas.

Embora não seja item obrigatório, o Inep recomenda levar impresso o Cartão de Confirmação de Inscrição, disponível também na Página do Participante, com login único da plataforma Gov.br.

A única caneta aceita para preencher o cartão-resposta é a esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Nenhum outro tipo poderá permanecer sobre a mesa.

A apresentação do documento de identificação oficial com foto é obrigatória. Este precisa ser original, válido em todo território nacional e pode ser nos formatos físico ou digital.

Saiba o que é permitido levar para a sala de aplicação de provas.

Declaração de Comparecimento

O participante que precisar comprovar sua presença no Enem 2025 deve acessar a Declaração de Comparecimento na mesma Página do Participante, no site do Inep, com login único e senha no portal Gov.Br.

O documento é personalizado. Se o candidato necessitar do ateste, deverá levar a declaração de comparecimento impressa nos dias da prova e deverá entregá-la ao aplicador na porta da sala do exame.

Novidades e destaques

Pela primeira vez, nesta edição, os alunos concluintes de escola pública tiveram a inscrição pré-preenchida no sistema, uma forma de simplificar o processo e estimular a participação.

A estratégia deu resultado. De 1,9 milhão de concluintes do ensino médio da rede pública, 1,34 milhão confirmaram a inscrição no exame (72,6%), conforme dados do Painel Enem 2025, divulgado pelo Ministério da Educação.

Outra novidade da edição 2025: os resultados do Enem voltaram a certificar a conclusão do ensino médio, depois desta opção ter sido descontinuada em 2017. A certificação é destinada aos participantes maiores de 18 anos que indicaram essa modalidade no momento da inscrição no exame e que atingiram a pontuação mínima exigida (450 pontos em cada área e 500 pontos na redação).

Mais um ineditismo do Enem de 2025: o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2026 aceitará notas das edições deste ano, de 2024 e 2023, para ingresso no ensino superior público.

Enem

As notas finais do Enem podem ser usadas para acesso a universidades públicas, em diversas modalidades; para concorrer a bolsas de estudo integrais e parciais em universidades privadas; para pleitear o crédito estudantil para o pagamento das mensalidades de faculdades privadas; para ingresso sem vestibular em faculdades; para estudar em Portugal; para autoavaliação pelo treineiros; e para certificação de conclusão do ensino médio ou declaração parcial de proficiência nessa etapa do ensino básico.

Acre reforça compromisso com o Código Florestal em painel na COP30

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Acre reforça compromisso com o Código Florestal em painel na COP30

O Acre participou da mobilização nacional voltada à implementação efetiva do Código Florestal Brasileiro no painel “Mutirão COP30 pela Implementação do Código Florestal”, realizado no Pavilhão Brasil, auditório Jandaíra, na Zona Verde, durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) neste sábado, 15.

A iniciativa representa um esforço conjunto para acelerar a regularização ambiental de imóveis rurais e consolidar o Código Florestal como um instrumento estratégico para o desenvolvimento sustentável do meio rural brasileiro.

Acre reforça compromisso com o Código Florestal em painel na COP30. Foto: Uêslei Araújo/Sema O evento contou com a participação de gestores ambientais, representantes do governo federal, de instituições internacionais e da sociedade civil.

Representando o Acre, o secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, destacou o compromisso do governo acreano com a implementação do Código Florestal e com o fortalecimento do Cadastro Ambiental Rural.

Evento contou com a participação de gestores ambientais, representantes do governo federal, de instituições internacionais e da sociedade civil. Foto: Uêslei Araújo/Sema Estiveram presentes no painel, o diretor de biodiversidade e recursos naturais para a América Latina do Banco Alemão KfW, Jens Mackensen; o diretor de Cadastro Ambiental Rural do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), Henrique Dolabella; a coordenadora de Mobilização da Presidência da COP30, Luciana Abade; e o produtor rural Elder Vieira da Silva.

Em sua fala, o secretário destacou que o estado tem avançado de forma consistente na implementação do Código Florestal, trabalhando para melhorar a integração dos dados e ampliar o alcance das ações de regularização ambiental.

O secretário também reforçou que o Estado possui um fluxo bem estruturado para a regularização ambiental, o que tem facilitado as análises do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ressaltou que os mutirões se tornaram uma das principais estratégias do governo para acelerar a regularização ambiental.

Secretário Leonardo Carvalho ressaltou que os mutirões se tornaram uma das principais estratégias do governo para acelerar a regularização ambiental. Foto: Uêslei Araújo/Sema “Nos últimos três anos, realizamos em média 20 mutirões por ano, com apoio de diversos parceiros. Essas iniciativas se consolidaram como nosso principal instrumento, e trouxemos essa experiência para a COP como demonstração do nosso compromisso com a implementação do Código Florestal”.

A mobilização nacional do Mutirão do Código Florestal também contribui para o cumprimento das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) do Brasil, impulsionando ações de restauração florestal, redução de emissões de gases de efeito estufa e promoção do desenvolvimento sustentável no território nacional.

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Governo do Acre distribui DIU Mirena e Implanon de forma gratuita nos municípios

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Governo do Acre distribui DIU Mirena e Implanon de forma gratuita nos municípios

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), em parceria com as secretarias municipais de saúde, está executando o programa “Adolescência primeiro, gravidez depois”. A ação tem como principal objetivo reduzir o índice de gravidez não intencional na adolescência e ofertar contraceptivos de longa duração. O Acre é pioneiro na distribuição gratuita dos métodos DIU Hormonal Mirena e Implanon para o público-alvo de 14 a 19 anos.

O projeto surgiu no setor de Saúde de Adolescentes da Sesacre, em parceria com o Comitê do Orçamento da Criança e do Adolescente (OCAD), presidido pela vice-governadora Mailza Assis. O programa, desenvolvido com recursos do comitê, está em execução há um ano no estado e iniciou o projeto-piloto nos municípios de Jordão, Tarauacá, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Rio Branco e Porto Walter, regiões que registraram os maiores índices de gestação não intencional entre jovens.

Segundo Luciana Freire, coordenadora de Saúde de Adolescentes e Jovens da Sesacre, a iniciativa colocou o Acre como referência nacional em prevenção e conscientização sobre gravidez precoce. “Enquanto no restante do país a oferta de Implanon começou apenas em 2025, o governo do Acre já distribuía o Implanon e o DIU Mirena. O Estado comprou os contraceptivos, capacitou os profissionais e, em parceria com as secretarias municipais, passou a disponibilizar o serviço nas unidades básicas. Pensando também na média e alta complexidade, o projeto realiza o implante em mães da Maternidade Bárbara Heliodora, prevenindo futuras gestações”, destacou Luciana.

Projeto está sendo executado há 1 ano no estado, com investimento inicial superior a R$ 2,4 milhões. Foto: Ingrid Kelly/Secom Com investimento inicial superior a R$ 2,4 milhões, o programa busca reduzir os índices de gravidez na adolescência, garantindo o direito à saúde sexual e reprodutiva de jovens de 14 a 19 anos.

A adolescente Maria Ferreira (nome fictício), de 16 anos, relatou o quanto o acesso gratuito ao método contraceptivo traz mais segurança. “É muito bom poder implantar o DIU Mirena de forma gratuita, porque evita a gravidez e muitas meninas falam que ele é eficaz e de longa duração. Antes de vir, conversei com a minha mãe, que me orientou. Aqui na unidade também recebi explicações sobre o DIU e os riscos de não se prevenir. E o melhor é que tudo é gratuito”, enfatizou.

O médico Pedro Gomes explicou o funcionamento e os benefícios do método. “O DIU é um dispositivo inserido no útero para prevenir a gravidez. Ele permite que a mulher escolha quando deseja engravidar, aguardando o momento certo. O DIU Mirena também controla o sangramento, podendo ser usado como tratamento por mulheres com fluxo menstrual intenso, entre outras situações. É importante ressaltar que o DIU evita a gestação, mas não previne outras doenças. Por isso, incentivamos a proteção combinada: usar o DIU e manter o uso do preservativo para prevenir infecções sexualmente transmissíveis”, reforçou o médico.

“O DIU evita a gestação, mas não previne outras doenças. Por isso, incentivamos a proteção combinada”. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom Diante da dificuldade de acesso de parte da população à capital ou ao serviço em municípios que ainda não ofertam o programa, a Sesacre iniciará mutirões em parceria com as prefeituras, garantindo que adolescentes sejam contempladas com o DIU Mirena e o Implanon. Além disso, novas capacitações serão realizadas para qualificar equipes de saúde responsáveis pelos implantes.

Contraceptivos O DIU Mirena, método contraceptivo altamente eficaz e de longa duração, utiliza hormônio liberado continuamente (levonorgestrel) diretamente no útero, com duração de até 8 anos.

O Implanon é um implante subdérmico flexível, inserido com anestesia local, que libera continuamente o hormônio etonogestrel na corrente sanguínea, garantindo proteção por até 3 anos.

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Morre o médico Celso Barros, ex-presidente da Unimed

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Morre o médico Celso Barros, ex-presidente da Unimed


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Morreu neste sábado (15), no Rio, vítima de infarto, o médico pediatra Celso Barros, 73 anos, ex-presidente da Unimed Rio, e pré-candidato à presidência do Fluminense Futebol Clube, na eleição do próximo dia 29 deste mês. Ficou conhecido no futebol, no período em que a cooperativa de saúde médica foi patrocinadora do Fluminense, entre 1999 e 2014.Morre o médico Celso Barros, ex-presidente da Unimed | Cidade AC News – Notícias do AcreMorre o médico Celso Barros, ex-presidente da Unimed | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ele foi diretor do Sindicato dos Médicos do Rio, conselheiro do Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) e também diretor da Associação Médica Brasileira (AMB).

Em nota, o Fluminense Football Club manifesta profundo pesar pelo falecimento do grande tricolor Celso Barros. Personagem de grande expressão na história do clube;
 

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“Celso teve papel preponderante como presidente da patrocinadora do time que levantou títulos de relevância nacional, como a Copa do Brasil de 2007 e os Campeonatos Brasileiros de 2010 e 2012, além do vice-campeonato da Copa Libertadores de 2008”.

Apaixonado desde sempre, o médico pediatra viveu intensamente a discussão sobre os destinos do clube. Mantinha-se atuante na política do Fluminense e era, neste momento, pré-candidato à presidência para o próximo triênio.

O texto diz ainda que “o Fluminense se solidariza nesse momento de tristeza com sua família, seus amigos e todos os tricolores que o admiraram por todos esses anos. O clube decreta luto oficial por seu falecimento e coloca o Salão Nobre de Laranjeiras à disposição de seus familiares para o velório e devidas homenagens.

Federação

Com profundo pesar, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) lamenta a morte de Celso Barros, ex-dirigente do Fluminense, aos 73 anos.

Em nota, a Ferj informa que “no âmbito esportivo, Celso ganhou destaque como presidente da Unimed durante o período em que a empresa foi parceira do time das Laranjeiras, de 1999 a 2014. O dirigente também “ficou conhecido por viabilizar a contratação de grandes nomes para compor o elenco tricolor, incluindo jogadores como Romário, Edmundo, Fred, Conca, Deco e outros craques que deixaram sua marca no time ao longo dos anos”, conclui a nota.

 

Flamengo goleia Sport e assume liderança do Campeonato Brasileiro

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Flamengo goleia Sport e assume liderança do Campeonato Brasileiro


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O Flamengo goleou o Sport por 5 a 1, na noite deste sábado (15) na Arena Pernambuco, e assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro conseguiu garantir a ponta da classificação porque o Palmeiras foi derrotado por 1 a 0 na Vila Belmiro.Flamengo goleia Sport e assume liderança do Campeonato Brasileiro | Cidade AC News – Notícias do AcreFlamengo goleia Sport e assume liderança do Campeonato Brasileiro | Cidade AC News – Notícias do Acre

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Com a vitória na partida atrasada da 12ª rodada da competição nacional, o time da Gávea chegou aos 71 pontos. Já o Leão, que permaneceu na lanterna da classificação com apenas 17 pontos, teve o rebaixamento para a Série B matematicamente confirmado.

Apesar de encerrar a partida com vitória, o Flamengo começou a partida perdendo. Aos 14 minutos o atacante Pablo abriu o placar. Porém, aos 35 minutos o lateral Matheus Alexandre acabou sendo expulso por acúmulo de cartões amarelos e o Rubro-Negro assumiu o comando das ações. Assim, aos 40 minutos Luiz Araújo acertou um belo chute para deixar tudo igual.

E qualquer possibilidade de vitória do Sport foi por água abaixo aos 41 minutos, quando o zagueiro Ramon Menezes também recebeu o segundo cartão amarelo na partida e foi expulso. Assim, na etapa final o time da Gávea não teve dificuldades para se impor e golear graças ao faro de gol de Juninho, Bruno Henrique, Ayrton Lucas e Douglas Telles.

Santos respira

Quem acompanhou com atenção a vitória do Flamengo foi o Palmeiras, que, mesmo cheio de desfalques, precisava vencer o Santos na Vila Belmiro para permanecer na liderança do Brasileiro. Porém, o Verdão acabou derrotado por 1 a 0 na partida atrasada da 13ª rodada da competição.

Com o tropeço no clássico, a equipe do técnico português Abel Ferreira permaneceu com 68 pontos, agora na vice-liderança. Já para o Peixe os três pontos conquistados em casa representaram um respiro na luta para fugir do rebaixamento. Graças à vitória, obtida com um gol do argentino Rollhseirer aos 45 minutos do segundo tempo, o Santos agora está na 16ª posição, com 36 pontos.

Ancelotti diz que Brasil fez um jogo muito bonito diante de Senegal

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Ancelotti diz que Brasil fez um jogo muito bonito diante de Senegal


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O italiano Carlo Ancelotti elogiou a atuação da seleção brasileira na vitória de 2 a 0 sobre o Senegal, em partida amistosa disputada neste sábado (15) no Emirates Stadium, em Londres. Segundo o comandante do Brasil, a equipe fez um “jogo muito bonito”.Ancelotti diz que Brasil fez um jogo muito bonito diante de Senegal | Cidade AC News – Notícias do AcreAncelotti diz que Brasil fez um jogo muito bonito diante de Senegal | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Foi um jogo muito bonito, com sacrifício e concentração a nível defensivo. Gostei do trabalho feito, do sacrifício, dessa ideia do jogo que queríamos fazer bem com qualidade, concentrados defensivamente, e todos os jogadores trabalharam muito bem. Muita pressão na primeira parte, controle na segunda parte, porque não precisamos da pressão muito alta como na primeira parte. A qualidade dos jogadores na frente fez a diferença”, declarou o italiano.

Na entrevista coletiva após a vitória brasileira, Carlo Ancelotti destacou o ótimo momento do atacante Estêvão. O jogador do Chelsea (Inglaterra), que marcou o primeiro gol da vitória deste sábado, marcou quatro vezes em seis jogos pela seleção brasileira: “É uma surpresa ver um jogador tão jovem com esse tipo de talento. É muito preciso e muito contundente. O Brasil com ele tem um futuro garantido”.

Na próxima terça-feira (18) a equipe de Carlo Ancelotti terá mais uma oportunidade de realizar testes para a Copa do Mundo de 2026, quando enfrentará a Tunísia, a partir das 16h30, no Decathlon Stadium, em Lille (França).

Hosmac: o que não te contaram sobre essa possibilidade!

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hosmac acre jornal rio branco sesacre crise
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Sem portaria, estudo ou rede pronta, crise se formou na narrativa — não na gestão.

O debate sobre o futuro do Hosmac ganhou força após declarações soltas da Sesacre — o que — feitas em Rio Brancoonde — durante a semana de 12 a 16 de novembro — quando. As falas, atribuídas ao secretário Pedro Pascoal — quem — criaram a percepção de fechamento imediato sem que houvesse portaria, estudo ou rede substituta — como. O caos público, antes de ser técnico, foi consequência direta de um processo mal comunicado — por quê.

O governo nunca fechou o Hosmac, mas deixou parecer que fecharia

A crise envolvendo o Hosmac não nasceu de um documento, e sim de um vazio.
Nenhuma definição formal foi publicada.
Nenhum plano foi mostrado.
Nenhuma rede substituta foi apresentada.

Mesmo assim, o sentimento público foi de encerramento iminente.
É a primeira verdade fora da curva:
o Acre viveu uma crise de percepção, não de portaria.

A Sesacre falou antes de pensar, e o Hosmac virou símbolo de desorganização

O caso do Hosmac expôs um padrão perigoso: declarações que deveriam ser internas acabam moldando políticas públicas na interpretação da sociedade.
A fala vira fato.
O rumor vira verdade.
E o pânico vira manchete.

O estado desmentiu o que nunca assumiu oficialmente.
Mas também não explicou por que a população entendeu o que entendeu.

O caos não nasceu no povo; nasceu dentro da gestão

hosmac acre jornal rio branco sesacre crise
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Aqui está a frase que nenhum veículo publicou:
o caos do Hosmac veio de dentro da própria Sesacre.

O cidadão apenas reagiu.
Servidores apenas se precaveram.
Quem provocou a instabilidade foi quem deveria ter prevenido.

É um caso clássico de comunicação pública mal calibrada: fala solta → pânico → recuo.

A verdade incômoda: a rede não existe pronta

O Hosmac só não fechou por um motivo central:
a rede que substituiria o serviço ainda não existe estruturada.

Sem CAPS fortalecidos,
sem equipes suficientes,
sem fluxo definido,
sem leitos clínicos adequados.

Ou seja: o fechamento nunca foi possível — mas quase ocorreu na narrativa.

Existe nessa história toda algo que nao foi dito, e eu vou explicar.

A adoção do um modelo da Dra. Ana Nery no Acre poderia dar certo porque entrega um cuidado mais humano, de porta aberta, com acolhimento imediato, menos internações longas e uma abordagem multiprofissional que devolve autonomia ao paciente. O atendimento no território aproxima família, reduz o estigma e fortalece vínculos que o modelo hospitalocêntrico não oferece. Com protocolos modernos, acompanhamento contínuo e reinserção social como foco, o modelo tem potencial para elevar a qualidade da saúde mental no estado e alinhar o Acre às melhores práticas nacionais.

Por outro lado, poderia não dar certo porque a realidade operacional do Acre ainda não suporta a mudança. A rede de CAPS não está ampliada, faltam psiquiatras, terapeutas ocupacionais e psicólogos, e muitos bairros e comunidades têm dificuldade de acesso e transporte, especialmente nos ramais. A ausência de programas sólidos de reinserção social, somada à sobrecarga dos CRAS, CREAS e da assistência social, prejudica a sustentação do modelo. Sem equipe suficiente, recursos estáveis e fluxo organizado, o modelo corre o risco de virar apenas discurso — e não prática.

No fim, a síntese é simples e verdadeira:
O modelo da Dra. Ana Nery funciona onde existe rede estruturada, equipe completa e gestão contínua.
No Acre, ele só daria certo se a base estivesse pronta.
Se for implantado antes da hora, não funciona — e pode até piorar o que já é frágil.

A pergunta que ninguém fez: afinal, o que é a BASE?

No Acre, o modelo da Dra. Ana Nery só daria certo se a BASE estivesse pronta.
Mas o que é, exatamente, essa BASE que todos falam e ninguém explica?

A BASE é o conjunto mínimo de condições que permitem substituir um hospital psiquiátrico por um modelo psicossocial moderno, seguro e humanizado. Sem essa fundação, qualquer mudança vira improviso, risco e caos.

E no Acre, essa BASE ainda não existe.
Ela é formada por cinco pilares indispensáveis:

1. Rede substitutiva funcionando de verdade
CAPS I, II, III, CAPSi e CAPS AD com equipes completas, porta aberta e atendimento contínuo.
Não no papel — na prática.

2. Equipe multiprofissional estável
Psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, educadores, enfermeiros especializados e equipe de rua.
Hoje, o déficit é estrutural.

3. Leitos clínicos integrados à rede hospitalar
O modelo não elimina internações — ele reorganiza.
Sem leitos, crises graves sobrecarregam os serviços comunitários.

4. Rede de proteção social articulada
CRAS, CREAS, programas de reinserção, escolas, visitas domiciliares e transporte público funcional.
Sem esse suporte, o paciente volta para o abandono.

5. Protocolos, fluxo e gestão contínua
Fluxos padronizados, prontuário unificado, supervisão técnica e continuidade do cuidado.
Não há modelo que sobreviva à instabilidade administrativa.

6. Cogitou-se a abertura de dois leitos na nova maternidade?

A informação circulou em discussões internas e conversas preliminares da Sesacre, quando se buscava — de forma emergencial — alternativas para absorver pacientes em crise caso o Hosmac viesse a reduzir atividades.
A ideia ventilada foi:

👉 abrir dois leitos psiquiátricos de retaguarda dentro da nova Maternidade Bárbara Heliodora.

Mas é fundamental deixar claro:

  • nunca houve portaria,

  • nunca houve ato administrativo,

  • não há projeto estruturado,

  • não há equipe designada,

  • e a maternidade não tem perfil para esse tipo de atendimento.

Ou seja:

foi cogitado, sim — mas nunca oficializado.
E tecnicamente, seria inadequado e inviável.

7. A pergunta que ninguém respondeu: o que aconteceria com os funcionários?

Segundo a Lei Complementar nº 39/1993, que regulamenta o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Acre, nenhum servidor efetivo pode perder salário-base ou vantagens permanentes, mesmo que o HOSMAC fosse fechado; eles seriam realocados para atividades compatíveis na rede. No entanto, gratificações específicas do HOSMAC poderiam ser extintas, já que dependem da existência da função. Para temporários e terceirizados, o risco é maior, pois a lei não garante estabilidade e o desligamento pode ocorrer caso a unidade deixe de existir.


Em uma frase que resume tudo:

A BASE significa ter CAPS fortes, equipe completa, leitos adequados, rede social ativa e gestão estável. Sem isso, o modelo não se sustenta. Com isso, funciona.


O que se sabe até agora

  • O Hosmac não tem data de fechamento.

  • A rede alternativa não foi apresentada.

  • A confusão nasceu de falas truncadas.

  • O MPAC condiciona qualquer mudança a critérios técnicos.

  • O caos foi causado internamente, não externamente.

  • A população reagiu ao que foi dito — e ao que não foi dito.


Leia Mais — Links internos

Externo: Política Nacional de Saúde Mental — gov.br


FAQ Otimizado

O Hosmac ia fechar?
Não oficialmente. Mas a narrativa criou essa percepção.

Por que a crise surgiu?
Porque houve fala sem estudo, e silêncio onde deveria haver explicação.

O atendimento muda?
Não por enquanto. A rede não está pronta.

Quem causou o caos?
A própria comunicação interna.


Conclusão 

O caso do Hosmac mostrou que, no Acre, uma frase solta pode gerar mais impacto que um decreto.
Política pública não pode ser conduzida no improviso.

👉 Compartilhe esta análise — informação clara ainda é a melhor ferramenta contra o caos.


Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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Editorial Institucional

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Alckmin diz que exportação sem alíquotas adicionais chega a 26% e fala em corrigir ‘distorções’

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Alckmin diz que exportação sem alíquotas adicionais chega a 26% e fala em corrigir ‘distorções’

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse neste sábado (15) que a porcentagem de exportações para os Estados Unidos sem alíquotas adicionais subiu de 23% para 26% com a nova isenção das “tarifas recíprocas” anunciadas pelo governo de Donald Trump na sexta-feira (14). Alckmin afirmou que ainda há uma “avenida” de trabalho pela frente, para corrigir o que ele chamou de “distorções” nas tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos.

Os três pontos percentuais a mais equivalem a US$ 1,2 bilhão aproximadamente. Tarifas adicionais são aquelas impostas por Trump desde o início do segundo mandato. A declaração foi feita em entrevista coletiva no Palácio do Planalto após o governo dos EUA anunciar uma lista de produtos agrícolas que serão isentos das tarifas de 10% impostas em abril.
Alckmin reconheceu que a ordem executiva de Trump foi “positiva e na direção correta”, mas que o Brasil ainda vai trabalhar para excluir mais ou reduzir totalmente as chamadas “tarifas punitivas” de 40%, impostas pelo governo de Donald Trump em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) por uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.
Alckmin disse que a retirada das “tarifas recíprocas” de 10% beneficia café, carnes e frutas. Também ressaltou que um setor muito atendido foi o de suco de laranja, cuja taxação foi zerada. Contudo, segundo o vice-presidente, ainda é necessário trabalhar para excluir mais ou reduzir totalmente as chamadas “tarifas punitivas” de 40%, que foram impostas pelo governo de Donald Trump em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) opr uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.
A jornalistas, o vice-presidente destacou a “força” do comércio exterior brasileiro, considerando que a decisão do governo norte-americano foi “positiva” e “na direção correta”. Alckmin ainda ressaltou a importância da conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, além do encontro entre o chanceler Mauro Vieira e secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
O vice-presidente seguiu dizendo que o Brasil é o maior fornecedor de café dos EUA e, por isso, enxerga espaço para um “bom trabalho”. Por fim, afirmou que vai aguardar os próximos passos, mas ressaltou o otimismo de que haverá novos avanços.
“O presidente Lula sempre orientou diálogo e negociação, não tem tema proibido. Também teve a sensibilidade do governo americano. A iniciativa privada, do Brasil e dos EUA, também tem ajudado”, completou Alckmin.
Nova isenção
O anúncio do governo americano feito na última sexta-feira (14) ocorre em meio à insatisfação dos americanos com os altos preços dos alimentos no país.
Entre os produtos divulgados pela Casa Branca estão a carne bovina e o café, importantes itens de exportação do Brasil para os EUA e que estão sendo duramente afetados pelas tarifas impostas por Trump ao país.
As isenções reduzirão as tarifas comerciais sobre essas commodities agrícolas que, segundo a Casa Branca, não podem ser produzidas em quantidade suficiente nos EUA para atender à demanda interna.
Além de café e carne bovina, centenas de produtos alimentícios — como abacate, abacaxi, banana, castanhas e tomate — foram listados pelo governo como beneficiários da medida, que entrou em vigor retroativamente às 02h01 (horário de Brasília).
Em 2 de abril, Trump anunciou uma taxa de 10% sobre as exportações do Brasil aos EUA, além de alíquotas específicas sobre outros vários países.
Posteriormente, porém, o presidente norte americano aplicou uma “tarifa punitiva” de 40% sobre os produtos brasileiros, atribuindo a alíquota extra ao julgamento de Bolsonaro, condenado pelo STF por uma tentativa de golpe de Estado.
Com isso, a tarifa aplicada ao Brasil subiu para 50%. A Casa Branca recuou um pouco na ocasião ao divulgar uma lista com 700 exceções. Ainda assim, importantes itens do comércio entre os dois países ainda ficaram com alíquotas mais altas.

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