quinta-feira, 19 fevereiro, 2026
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Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção

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Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção


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Por 370 a 110 votos, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) o texto-base projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/2025). Os deputados acataram o texto apresentado pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que alterou trechos da proposta original encaminhada pelo governo federal. O relator apresentou cinco versões. Câmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção | Cidade AC News – Notícias do AcreCâmara aprova texto-base do projeto de lei antifacção | Cidade AC News – Notícias do Acre

O projeto prevê penas mais duras para integrantes de facções criminosas e apreensão de bens de investigados

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Derrite defendeu que “o enfrentamento do crime organizado no Brasil exige legislação de guerra em tempo de paz”. Os parlamentares governistas, contrários ao parecer de Derrite, dizem que o projeto Antifacção foi desconfigurado e descapitaliza a Polícia Federal.  

Deputados analisam agora os destaques, que podem mudar trechos do texto-base. O projeto segue depois para o Senado. 

“Vamos retomar texto original no Senado”

“Nós vamos lutar para retomar esse texto original. Vamos modificar no Senado para recuperar o propósito original do governo de combate à facção criminosa”, disse o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ).

O parlamentar destacou que o projeto foi elaborado depois de mais de seis meses de estudo. 

A deputada Jandira Feghali (PCdoB -RJ) argumenta que o texto de Derrite acaba protegendo as organizações criminosas.

“O relatório inova com uma ação civil pública que acaba protelando o confisco de bens do crime organizado”, criticou. Para ela, prejudica a investigação da Polícia Federal ao descapitalizar a corporação. No parecer, relator encaminhou “o quinhão cabível à PF ao Fundo Nacional de Segurança Pública”. 

Outra crítica do governo federal é que o parecer de Derrite só permitia ao Estado assumir o patrimônio do crime após o término da ação penal, o que poderia levar anos.

O deputado Kim Kataguiri (União Brasil – SP) concordou com o texto do relator de que a ação é necessária para recuperar os bens a serem apreendidos pela PF. “A gente ainda escuta discurso aqui de que nós estamos defendendo corruptos de colarinho branco, de que nós estamos defendendo o banqueiro”, criticou.

O texto aprovado prevê a apreensão prévia de bens do investigado em certas circunstâncias, com a possibilidade de perdimento dos bens antes da decisão final da Justiça.

Penas de 40 anos

O texto aumenta as penas para membros de facção ou milícia para 20 a 40 anos, podendo chegar a 66 anos para os líderes das organizações criminosas. 

O substitutivo também aumenta em 85% da pena o tempo necessário para progressão de regime. Fica proibida graça, anistia, indulto ou liberdade condicional para membros dessas organizações.

Autonomia do MP

O texto prevê a participação do Ministério Público nos casos de forças-tarefas que investiguem facções, por meio de Procedimentos Investigatórios Criminais liderados por Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).

Organização ultraviolenta

O projeto traz a definição de organização criminosa ultraviolenta, apesar das críticas que apontaram que a criação de um novo tipo criminal poderia gerar um caos jurídico nos processos judiciais que tendem a beneficiar os criminosos.

Sobre audiência de custódia e julgamento de homicídios cometidos por membros de facção criminosa, o projeto prevê que as audiências de custódia sejam realizadas, “em regra, por videoconferência, salvo decisão judicial fundamentada em sentido contrário”.

Os homicídios cometidos por facções serão julgados, no primeiro grau de jurisdição, por um colegiado e não por um tribunal do júri.

Apoio de Motta

Antes da votação, os deputados federais governistas chegaram a solicitar que o Projeto de Lei Antifacção (PL 5582/25) fosse retirado da pauta de votação na Câmara, em vista de que o texto original teria sido “desconfigurado” pelo parecer do relator Guilherme Derrite. No entanto, foi mantida a votação por 316 votos favoráveis contra 110. 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos -PB), argumentou que o texto seria a resposta “mais dura” da história da Câmara dos Deputados no enfrentamento ao crime organizado.

“Nós estamos dizendo que chefes de facções criminosas agora irão direto para os presídios federais, que os encontros com advogados serão gravados, que não terão visitas íntimas”, exemplificou. 

Motta afirmou que o projeto original do governo federal trouxe pontos positivos, mas que foram necessários mais olhares de outros setores e bancadas.

A Câmara denominou o substitutivo como “Marco legal de enfrentamento ao crime organizado”.  

Lula defende o estado do Pará após declaração de chanceler alemão

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Lula defende o estado do Pará após declaração de chanceler alemão


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu nesta terça-feira (18) uma declaração dada pelo primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, no último dia 13 de novembro, que fazia uma comparação depreciativa de Belém (PA), com Berlim, capital da Alemanha.Lula defende o estado do Pará após declaração de chanceler alemão | Cidade AC News – Notícias do AcreLula defende o estado do Pará após declaração de chanceler alemão | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará e a cidade de Belém”, afirmou o presidente brasileiro durante a cerimônia de inauguração da Ponte que liga Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA).

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A afirmação ocorreu depois que o chanceler alemão Merz, declarou publicamente que ninguém de sua equipe quis permanecer em Belém para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), porque Berlim é uma cidade muito bonita.

O presidente Lula lembrou em discurso que quando decidiu fazer a COP no Pará muitos reclamaram e disseram que deveria ser no Rio de Janeiro ou em São Paulo. Reclamaram de muitas coisas como o preço do refrigerante, mas nunca reclamaram do preço de uma água em um aeroporto internacional.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Ao citar a declaração de Friedrich Merz, o presidente brasileiro reforçou que faltou conhecimento por parte dos visitantes.

“Ele, na verdade, devia ter ido em um boteco no Pará. Ele, na verdade, deveria ter dançado no Pará. Ele deveria ter provado a culinária do Pará. Porque ele ia perceber que Berlim não oferece para ele 10% da qualidade que oferece o estado do Pará, a cidade de Belém”, concluiu.

Deputada Michelle Melo critica deboche do governo e cobra envio imediato do PCCR da Saúde

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Deputada Michelle Melo critica deboche do governo e cobra envio imediato do PCCR da Saúde

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (18), a deputada Michelle Melo (PDT) fez um pronunciamento em defesa dos trabalhadores da saúde presentes na Aleac, afirmando que a categoria acumula 25 anos de espera por um Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) atualizado. A parlamentar destacou que todas as etapas técnicas já foram concluídas, desde estudos, tabelas salariais e impacto financeiro, e classificou como falta de vontade política a demora do governo em enviar o projeto ao Parlamento.

A deputada afirmou que reuniões, escutas e contratos com fundações já foram realizados diversas vezes ao longo dos dois mandatos do governador, Gladson Cameli (PP). “O que falta, desde o começo desse novo mandato e também no anterior, é vontade. Nos arrastam pelo tecnicismo, fazem tabela, refazem tabela, contratam fundação, apresentam impacto financeiro, e no final dizem que só vão enviar no dia 31 de dezembro”, declarou. Ela classificou a postura como um deboche típico da articulação do governo.

Michelle Melo reforçou que nenhuma autoridade ou servidor da área pode ser responsabilizado pela demora. “Não há deputado culpado, não há categoria culpada, não há secretário culpado. Há um governo culpado de não querer corrigir a injustiça de 25 anos do PCCR da Saúde”, disse. A parlamentar destacou ainda, situações que considera intoleráveis. “É o governo que mantém trabalhadores fazendo plantão de 12 horas por 100 reais, um valor que não compra nem um remédio”, lamentou.

A parlamentar disse que, por diversas vezes, a própria Secretaria de Estado da Saúde teria sido utilizada para defender a manutenção da demora. “Eles nos cozinham. Não adianta tentar nos dividir, colocar trabalhador contra secretaria ou categoria contra categoria. A culpa é do governo e pronto. E dizer que o plano só chegará no dia 31 de dezembro, quando a Casa já está em recesso, é um deboche com toda a paciência e gentileza de vocês”, criticou.

Michelle Melo afirmou que a resposta da categoria pode vir na votação do Orçamento de 2026. “Se o plano não chegar até lá, vamos apresentar uma emenda garantindo o orçamento necessário para que no próximo ano a lei possa ser votada. A saúde é empática, trabalha com cuidado, deixa a própria dor em casa para cuidar da dor do outro, mas trouxa ela não é. Somos resilientes e vamos vencer se esta Casa nos ajudar a aprovar a emenda”, afirmou.

A deputada também criticou episódios de desrespeito e exposição de trabalhadores da saúde. “Tenho visto enfermeiros, médicos e servidores sendo expostos e ninguém cuida da categoria como deveria. A minha solidariedade é total. A dor de vocês é a minha dor”, concluiu.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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Líder do governo, Manoel Moraes, rebate críticas e afirma que Plano da Saúde será executado “com responsabilidade e respeito”

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Líder do governo, Manoel Moraes, rebate críticas e afirma que Plano da Saúde será executado “com responsabilidade e respeito”

Em resposta ao discurso do deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), o líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Manoel Moraes (Progressistas), saiu em defesa da gestão estadual e afirmou que o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR),da Saúde será concluído e executado, mas “com responsabilidade e sem práticas de má fé”. A fala ocorreu durante a sessão desta terça-feira (18), acompanhada por dezenas de trabalhadores da saúde que lotaram as galerias.

“Falar é fácil. Difícil é resolver”, diz Manoel Moraes

O progressista iniciou saudando os servidores e enfatizando que a categoria sempre será bem-vinda na Aleac. Ele reconheceu a importância do diálogo, mas rebateu críticas feitas pela deputada Michelle Melo (PDT) e por Edvaldo Magalhães (PCdoB).

Segundo o líder, embora a categoria tenha enfrentado demora na conclusão do plano, isso não se deve à falta de vontade política: “Governar não é tão fácil. Falar é bom, criticar é fácil. Difícil é resolver. E nós estamos aqui tentando resolver”.

Ele justificou que a Saúde é a única área para a qual o governo contratou uma empresa especializada, justamente pela complexidade da estrutura: “Dentro da saúde tem mais de 300 subcategorias. Não se faz um plano desses do dia para a noite. Só pessoas de má fé dizem que é simples”.

Governo e deputados não são “covardes”, afirma líder

Dirigindo-se a Edvaldo Magalhães, Manoel Moraes afirmou que respeita o colega, mas rejeitou sua fala sobre “covardia” e sobre a suposta possibilidade de parlamentares votarem contra o plano. “Aqui dentro dessa Assembleia, na hora que chegar o Plano da Saúde, todos os deputados vão votar. Não tem nenhum contra. Então não queira jogar deputados contra o público por seu interesse”.

O líder defendeu também o governo: “Nem os deputados, nem o governo, são covardes. Isso nós não somos”, disse.

Processo está na Procuradoria, e execução é garantida, diz Moraes

Segundo o deputado, todas as etapas técnicas já foram cumpridas: estudo financeiro finalizado; estudo político concluído; análise administrativa pronta.

Atualmente, o PCCR está na Procuradoria-Geral do Estado e no Ministério Público, que analisam a legalidade da proposta. “Se fizer errado, depois vai ser questionado na Justiça. Por isso está na Procuradoria. Quando voltar, vamos para a última fase, que é executar. E vai ser executado”, explicou.

Ele insistiu que o governo não recuará: “Mesmo que vocês digam que não, vai ser executado. Porque temos respeito pelos funcionários da saúde e por todos os servidores do Estado”.

Uso da Justiça é parte da democracia, diz líder

Respondendo às críticas feitas sobre judicialização do movimento grevista, Manoel Moraes afirmou: “A Justiça faz parte da democracia. Qualquer um pode recorrer. Democracia é Executivo, Judiciário e Legislativo funcionando”, complementou.

O líder reforçou ainda que o governo continua comprometido com a categoria, mas pediu compreensão para os trâmites legais: “Não se faz um plano da saúde do dia para a noite. Com boa fé, não se faz. Com má fé, dizem que faz”, finalizou.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

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Headscon Acre 2025 inicia programação com destaque para tecnologia e economia criativa

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Headscon Acre 2025 inicia programação com destaque para tecnologia e economia criativa

A quarta edição do Headscon Acre 2025 teve início na manhã desta terça-feira, 18, com uma coletiva de imprensa, no auditório do Sesi Bosque, em Rio Branco. Os organizadores do evento apresentaram a programação e os resultados do maior evento de inovação, games e economia criativa da Região Norte.

Coletiva de imprensa sobre o Headscon. Foto: Ingrid Kelly A iniciativa é realizada em parceria com o governo do estado, Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) e Sesi, a programação segue até o dia 20 de novembro, reunindo oficinas, palestras, competições de games, maratonas de desenvolvimento e mostra de projetos.

Nesta edição, o evento dá destaque ao caráter educativo, oferecendo atividades para todas as classes e idades, com foco no desenvolvimento de competências e na inserção de jovens no mercado criativo e tecnológico. Durante a coletiva, Marcelo Minutti, curador e professor da área de tecnologia, destacou o crescimento do programa e sua capacidade de transformar vidas.

“Quando olhamos para esses três anos, vemos números: mais de 13 mil pessoas passaram pelas trilhas formativas e alcançamos quase 300 mil pessoas no digital. Mas o mais importante são as histórias. Pessoas que nunca imaginaram trabalhar com games desenvolveram projetos, aprenderam a fazer programação, viajaram para a Alemanha, conheceram grandes eventos mundiais e descobriram novas possibilidades de futuro”, destacou Minutti.

Marcelo Minutti, curador e professor da área de tecnologia,destacou o crescimento do programa e sua capacidade de transformar vidas. Foto: Ingrid Kelly Minutti lembrou que o DNA do Headscon é essencialmente formativo, oferecendo trilhas, oficinas, mentorias e experiências práticas que desenvolvem competências técnicas e criativas, desde programação até confecção de fantasias para cosplay.

Olímpio Neto, desenvolvedor de games e palestante do evento, falou sobre o papel estratégico da indústria de games para o desenvolvimento sustentável da região:

“Temos pouca exposição à ideia de que existe um negócio por trás dos games. A Amazônia precisa encontrar novas formas de movimentar sua economia preservando a floresta. O Headscon entrega isso: formação, aceleração e oportunidades reais. Não existe um evento similar no Brasil, fora do eixo Rio-São Paulo, entregando tanto valor”, ressaltou Olímpio.

Olímpio Neto, desenvolvedor de games e palestante do evento. Foto: Ingrid Kelly De acordo com o Olímpio, nas três edições, mais de 50 jovens foram alcançados e que alguns vencedores viajaram para a Alemanha com tudo pago, experimentando a realidade dos maiores eventos de games do mundo.

Os desenvolvedores de game do Acre André Siqueira e Vinicius Barros fazem parte de uma equipe com oito integrantes que criaram o jogo Carbon Zero.

Desenvolvedores de game do Acre, André Siqueira e Vinicius Barros. Foto: Ingrid Kelly “É um jogo onde tem o objetivo atravessar um cenário sem ser percebido e pra coletar informações e poder assim progredir na história do jogo. A maioria da nossa equipe é formada por alunos da Ufac e Ifac. Já tivemos a oportunidade de viajar para Vitória/Espírito Santo, onde participamos do evento da Hadscon de lá”, destacou Siqueira.

Taciana Neto Leme, coordenadora-geral de fortalecimento de capacidades dos entes federados do MIDR, reforçou que o evento está alinhado às políticas nacionais de desenvolvimento.

Ministério destaca redução de desigualdades e aposta na economia criativa. Foto: Ingrid Kelly “Acreditamos na economia criativa como instrumento para reduzir desigualdades sociais e regionais. Historicamente, o setor de games é concentrado no eixo Rio-São Paulo. Com iniciativas como o Headscon, ampliamos oportunidades para jovens da Amazônia, gerando renda e novas perspectivas profissionais”, destacou Leme.

Ítala Mota, comerciante de artigos geeks, conta que é a terceira vez que participa do evento, mas com o estande é a segunda vez.

Ítala Mota, comerciante de artigos geeks. Foto: Ingrid Kelly “Trouxe a minha loja pro evento e gosto muito de fazer parte desse mundo nerd tanto gamer quanto anime e a gente consegue trazer produtos de cada público e alguns as pessoas conseguem relembrar a sua infância em muitas coisas, então é muito divertido participar desses eventos e financeiramente estou conseguindo muitos clientes, mesmo que a gente não faça uma venda grande as pessoas pegam nosso contato, aí já conhece vai lá na minha loja e isso para mim é ótimo, ter essa visibilidade”, relata Mota.

Ana Paula Rocha, CEO da Headscon, disse que o evento conta com o apoio do senador Márcio Bittar, que garantiu continuidade das ações e anunciou que, no próximo ano, será instalado um hub físico do Headscon no Acre, possibilitando formação contínua e permanente ao longo do ano.

Ana Paula Rocha, CEO da Headscon. Foto: Ingrid Kelly “O Acre entendeu que games também são cultura, educação e futuro. O que começou como um evento local virou uma plataforma de inovação que inspira ações em outros estados. Nesta edição teremos desenvolvimento de jogos para administração pública: mais de R$ 300 mil em premiações no programa GovTech, que selecionou desafios reais do governo que podem ser solucionados por meio de jogos. Em breve, será lançado edital para desenvolvimento de seis novos games para uso público”, destacou.

A mostra de projetos desenvolvidos ao longo do ano estará disponível ao público nos próximos dias, e a equipe anunciou que, em 2026, será realizada uma grande exposição com os jogos produzidos nas trilhas formativas desta edição.

Para conhecer a programação completa do Headscon Acre 2025, acesse o site: https://gamecon.games/

Feira geek movimenta a economia criativa. Foto: Ingrid Kelly A postagem Headscon Acre 2025 inicia programação com destaque para tecnologia e economia criativa apareceu primeiro em Notícias do Acre.

Saúde do Acre e Ufac iniciam curso para qualificar profissionais no manejo de lesões em pés diabéticos

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Saúde do Acre e Ufac iniciam curso para qualificar profissionais no manejo de lesões em pés diabéticos

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), em parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac), realizou nesta terça-feira, 18, a abertura do Curso de Qualificação no Manejo de Lesões nos Pés de Pessoas com Diabetes. A atividade ocorreu no Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco, reunindo enfermeiros e acadêmicos de enfermagem de todo o estado.

Voltada ao fortalecimento da assistência e à prevenção de complicações decorrentes do diabetes, a capacitação está sendo ofertada em formato híbrido, com aulas teóricas ministradas online e atividades práticas desenvolvidas presencialmente.

O curso integra as ações da Sesacre para qualificar profissionais da Atenção Primária à Saúde, ampliando a capacidade das equipes em realizar avaliação, cuidado e manejo adequado das lesões nos pés, uma das principais causas de internações e amputações evitáveis entre pessoas com diabetes.

“A ciência e a saúde pública caminham juntas, precisamos evoluir e incorporar novas tecnologias ao cuidado. Nosso compromisso é qualificar profissionais gabaritados no tratamento de feridas, para que toda a rede esteja apta a acolher o paciente de forma integral e oferecer um cuidado capaz de evitar complicações graves, como as amputações, que deixam sequelas importantes para a vida dessas pessoas”, afirmou Ana Cristina Moraes, secretária adjunta de Atenção à Saúde.

Ana Cristina Moraes, secretária adjunta de Atenção à Saúde, destacou o compromisso de qualificar os profissionais de saúde. Foto: Tiago Araújo/Sesacre A abertura do curso coincidiu com as ações de conscientização pelo Dia Mundial do Diabetes, reforçando a importância do cuidado especializado e da prevenção das complicações causadas pela doença.

“O curso traz uma abordagem atualizada para o manejo das pessoas com lesões nos membros inferiores decorrentes do diabetes, com foco nas inovações e nas tecnologias voltadas para curativos e coberturas especiais. Nosso objetivo é qualificar os profissionais e estender esse conhecimento ao interior, por meio de um formato híbrido ofertado através do Núcleo de Telessaúde”, explicou Liliane Maia, coordenadora da Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas.

Ao todo, serão 60 horas de curso, com teoria em EaD, e cerca de 12 horas de prática presencial. “Queremos alcançar os profissionais que estão nos municípios, levando referência e suporte para regiões de difícil acesso. Hoje, na capital, já contamos com esse serviço, inclusive com um ambulatório especializado na Fundação Hospitalar, mas a nossa maior meta é expandir essa assistência para todo o Acre”, salientou Liliane Maia.

A proposta do curso nasceu da percepção conjunta entre Sesacre e Ufac sobre a urgência de fortalecer a prevenção das lesões nos pés em pessoas com diabetes, especialmente no âmbito da Atenção Primária.

Capacitação está sendo ofertada em formato híbrido, com aulas teóricas ministradas online e atividades práticas desenvolvidas presencialmente. Foto: Tiago Araújo/Sesacre “Há muito tempo identificamos a importância de trabalhar a prevenção com os enfermeiros da Atenção Primária, porque, quando a ferida já está instalada, o tratamento se torna mais complexo e prolongado. Nosso objetivo é fornecer aos profissionais ferramentas que contribuam para reduzir esse tipo de desfecho, preservando a autonomia e a qualidade de vida das pessoas com diabetes”, reforçou Ionar Cosson, professora do curso de enfermagem da Ufac.

O curso também chamou atenção para a urgência de fortalecer o acompanhamento clínico das pessoas com diabetes, destacando que a prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para evitar complicações graves, entre elas, o pé diabético.

A identificação precoce de alterações, mesmo com avaliações simples e de baixo custo, pode reduzir drasticamente intervenções dolorosas, internações e perdas funcionais que comprometem a qualidade de vida dos pacientes.

Serão 60 horas de curso, com teoria em EaD, e cerca de 12 horas de prática presencial. Foto: Tiago Araújo/Sesacre “Muitas avaliações essenciais, especialmente relacionadas ao pé diabético, demandam pouca tecnologia e podem ser feitas anualmente, mas fazem enorme diferença no desfecho clínico. Prevenir é possível, é acessível e evita que o sistema de saúde seja sobrecarregado por complicações que poderiam ter sido evitadas. A detecção precoce reduz sofrimento, evita perdas de membros e garante um cuidado mais humano e resolutivo”, explicou Ângela Magalhães, angiologista e cirurgiã vascular.

Rosineide de Souza, da coordenação de Doenças crônicas não-transmissíveis do município de Acrelândia, é uma das participantes do curso e destacou como a qualificação impacta diretamente o cuidado ao paciente. “Vejo essa capacitação como algo fundamental, porque prevenir é sempre melhor do que tratar complicações já instaladas. Quando conseguimos evitar que o paciente desenvolva feridas, poupamos dor, desconforto e todo o processo demorado de cicatrização, que muitas vezes o debilita. A prevenção garante mais qualidade de vida e reduz o risco de problemas mais graves no futuro.”

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Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros

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Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros


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A participação de ultraprocessados na alimentação dos brasileiros mais que dobrou desde os anos 80, passando de 10% para 23%. O alerta vem de uma série de artigos publicados nesta terça-feira (18) por mais de 40 cientistas, liderados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros | Cidade AC News – Notícias do AcreUltraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros | Cidade AC News – Notícias do Acre

A coletânea publicada na revista Lancet mostra que este não é um fenômeno isolado do Brasil. Dados de 93 países mostram que o consumo de ultraprocessados aumentou ao longo dos anos em todos, à exceção do Reino Unido, onde se manteve estável em 50%. O país europeu só é superado nessa proporção pelos Estados Unidos, onde os ultraprocessados perfazem mais de 60% da dieta. 

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Carlos Monteiro, pesquisador do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP e líder do trabalho, alerta que esse consumo crescente está reestruturando as dietas em todo o mundo, e não ocorre por acaso:

”Essa mudança na forma como as pessoas se alimentam é impulsionada por grandes corporações globais, que obtêm lucros extraordinários priorizando produtos ultraprocessados, apoiadas por fortes estratégias de marketing e lobby político que bloqueiam políticas públicas de promoção da alimentação adequada e saudável.”

Em trinta anos, esse consumo triplicou na Espanha e na Coreia do Norte, alcançando índices de aproximadamente 32% também na China, onde a participação dos ultraprocessados nas compras familiares era de apenas 3,5% passando a 10,4%. Já na Argentina, o aumento foi menor, ao longo do mesmo período, mas saiu de 19% para 29%.

Os artigos destacam que o aumento foi percebido nos países de baixa, média e alta renda, sendo que os últimos já partiram de patamares altos, enquanto as nações com renda menor registraram altas mais expressivas.

De acordo com os pesquisadores, isso reproduz um padrão percebido também dentro dos países: os ultraprocessados começaram a ser consumidos por pessoas de maior renda, mas depois se espalharam entre outros públicos. 

Os pesquisadores ressalvam, no entanto, que o problema é multifatorial, influenciado pela renda, mas também por questões culturais. Alguns países de alta renda têm taxa de consumo expressivo, como o Canadá, com 40%, enquanto outras nações, com padrão semelhante, como Itália e Grécia se mantém abaixo de 25%.

O relatório lembra que esses produtos passaram a ser comuns em alguns países de alta renda após a Segunda Guerra Mundial, mas se tornaram um fenômeno global, e seu consumo se acelerou, a partir da década de 80, com a globalização. Em paralelo, também cresceram as taxas globais de obesidade e de doenças como diabetes tipo 2, câncer colorretal e doença inflamatória intestinal.

As evidências científicas produzidas ao longo desse tempo apontam que dietas ricas em ultraprocessados estão associadas à ingestão excessiva de calorias, pior qualidade nutricional e maior exposição a aditivos e substâncias químicas nocivas. Além disso, os pesquisadores fizeram uma revisão sistemática de 104 estudos de longo prazo e 92 deles relataram risco aumentado de uma ou mais doenças crônicas, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e metabólicas. 

“O conjunto das evidências apoia a tese de que a substituição de padrões alimentares tradicionais por ultraprocessados é um fator central no aumento global da carga de múltiplas doenças crônicas relacionadas à alimentação”, explicam os cientistas. Eles dizem que a pesquisa sobre efeitos na saúde humana continuará, mas isso não deve atrasar as políticas e ações de saúde pública em todos os níveis “destinadas a restaurar, preservar, proteger e promover dietas baseadas em alimentos integrais e em seu preparo como pratos e refeições, que já estão atrasadas”, enfatizam os cientistas.

O que são ultraprocessados?

O termo “ultraprocessados” começou a se popularizar, após a criação da classificação nova, por pesquisadores brasileiros, em 2009. Ela divide os alimentos em quatro grupos, de acordo com o grau de modificação, após passarem por processos industriais:

  • Alimentos não processados ou minimamente processados são vendidos em sua forma natural, ou apenas após algum processo que mantém sua estrutura básica, como congelamento, fracionamentos, moagem, embalo e etc. Exemplos: frutas e legumes; carnes e peixes, grãos e cereais embalados. 
  • Ingredientes processados. São produzidos a partir de alimentos in natura e geralmente usados na preparação de outros alimentos. Exemplos: óleo de soja, açúcar e sal.
  • Alimentos processados: São os produtos do grupo 1, adicionados a ingredientes do grupo 2 ou modificados através de métodos semelhantes aos caseiros. Por exemplo: legumes e peixes enlatados, macarrão, sucos 100% feitos com frutas e etc.
  • Alimentos ultraprocessados: produtos comerciais resultantes da mistura de alimentos in natura baratos com aditivos químicos, altamente modificados por processos industriais. Esses aditivos têm a função de torná-los altamente duráveis, prontos para consumo e super palatáveis. Exemplo: biscoitos recheados, refrigerantes, macarrão instantâneo e iogurtes saborizados. 

A criação da classificação nova também foi encabeçada por Carlos Monteiro, líder do relatório global publicado nesta terça-feira. Ele reforça que o objetivo da classificação é facilitar o entendimento sobre “como o processamento afeta a qualidade da nossa dieta e a nossa saúde” e contribuir para a criação de diretrizes, como o Guia Alimentar da População Brasileira, criado pelo Nupens para o Ministério da Saúde, que incorporou a classificação nova na sua segunda edição.

“Há 20 anos estudando as mudanças na produção de alimentos no Brasil, ligadas ao aumento da obesidade, nós percebemos que o processamento de alimentos tinha mudado de propósito. Deixou de ser para preservação de alimentos e passou a ser a criação de substitutos para os alimentos, feitos de ingredientes baratos e aditivos”, destaca. 

Recomendações

Os pesquisadores também apresentam propostas para diminuir o consumo desses produtos e pedem que as grandes empresas sejam responsabilizadas pelo papel que desempenham na promoção de dietas não saudáveis. Uma das principais recomendações é que os aditivos usados, como corantes e aromatizantes, sejam sinalizados nas embalagens, assim como o excesso de gordura, sal e açúcar. 

Outra medida considerada essencial é a proibição desses produtos em instituições públicas, como escolas e hospitais. Nesse ponto, o Brasil é citado como exemplo, por causa do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do Brasil, que vem reduzindo a oferta desses produtos e estabeleceu que 90% dos alimentos oferecidos nas escolas devem ser frescos ou minimamente processados, a partir do ano que vem. 

Os autores também propõem restrições mais rigorosas à publicidade, especialmente às que são direcionadas ao público infantil e destacam que, em paralelo a redução da oferta de ultraprocessados, é preciso aumentar a disponibilidade de alimentos in natura. Uma estratégia sugerida é a sobretaxação de determinados ultraprocessados para financiar alimentos frescos destinados a famílias de baixa renda.

A série de publicações também reforça que o aumento no consumo desses alimentos não é culpa de decisões individuais, mas responsabilidade das grandes corporações globais. De acordo com os autores, essas empresas utilizam ingredientes baratos e métodos industriais para reduzir custos, e impulsionam o consumo com marketing agressivo e designs atraentes. 

Com vendas anuais globais de US$ 1,9 trilhão, os ultraprocessados representam o setor mais lucrativo da indústria alimentícia. Esses lucros, segundo os pesquisadores “alimentam o crescimento do poder corporativo nos sistemas alimentares, permitindo que essas empresas ampliem sua produção, influência política e presença de mercado, moldando dietas em escala global.”

STJ transfere para 3 de dezembro o julgamento do governador Gladson Cameli

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Governador do Estado do Acre, Gladson Cameli (Foto Diego Gurgel Secom)
Governador do Estado do Acre, Gladson Cameli (Foto Diego Gurgel Secom)

O julgamento da ação penal que envolve o governador do Acre, Gladson Cameli, ganhou uma nova data no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Corte Especial decidiu reagendar a análise do caso para o próximo dia 3 de dezembro, após suspender a sessão que estava prevista para ocorrer nesta quarta-feira, 19. A mudança ocorreu em razão de um pedido da defesa, que afirmou não ter tido acesso a documentos considerados fundamentais para o processo.

Segundo a equipe jurídica do governador, os formulários SEI-C utilizados na elaboração dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) não estavam disponíveis nos autos, o que, na avaliação dos advogados, comprometia o direito ao contraditório e à ampla defesa. O ministro Gilmar Mendes acolheu o argumento e determinou que o julgamento só aconteça após a inclusão desses documentos e a manifestação das partes sobre o novo material. A Polícia Federal já foi acionada para providenciar a juntada das informações pendentes.

O caso que será analisado pelo STJ é um dos desdobramentos da Operação Ptolomeu, investigação iniciada em 2019 pela Polícia Federal. As apurações apontam possíveis irregularidades em um contrato de R$ 24,3 milhões firmado entre o governo do Acre e a Murano Engenharia, empresa de Brasília contratada para serviços de manutenção predial. A denúncia indica que a Murano aderiu a uma ata de outro estado para evitar licitação e, logo após a assinatura, subcontratou a empresa Rio Negro, do Acre, que tem entre os sócios um irmão do governador. Laudos da Controladoria-Geral da União identificaram sobrepreço e superfaturamento no contrato.

Produtores de cana do Nordeste falam em crise após queda no preço do açúcar

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Produtores de cana do Nordeste falam em crise após queda no preço do açúcar

Os produtores de cana-de-açúcar do Nordeste afirmam que o momento é delicado para a atividade na região após queda no preço da matéria-prima pago aos produtores neste ano. De acordo com a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), a queda nas cotações é resultado da desvalorização internacional do açúcar e do tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
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“A crise é grande, os produtores não vão conseguir honrar seus pagamentos sem ajuda porque a conta não fecha. Estamos sendo remunerados abaixo do que investimos e a continuar assim, o produtor não terá condições nem de adubar sua cana”, afirmou, em nota, o presidente da Asplan, José Inácio.
Ele lembra que em 2024, neste mesmo período, o valor da cana era de R$ 175 por tonelada e que a projeção para novembro é de R$ 134,31, equivalente ao valor negociado há quatro anos atrás.
Para o enfrentamento da crise, o setor está pleiteando ajuda dos governos federal e estadual. Segundo a Asplan, em Pernambuco, segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Nordeste, já há uma audiência pública marcada para o próximo dia 1º de dezembro para debater a crise.
Na Paraíba, diretores da associação buscam apoio de parlamentares em Brasília na aprovação de uma subvenção de R$ 12 por tonelada de cana e já solicitaram audiência com o governador João Azevêdo para expor a situação e discutir soluções que minimizem a situação, principalmente de micro e pequenos produtores que são os que mais sofrem e representam 80% do segmento no Estado.
Além das tratativas com os governos locais, o setor se articula no Congresso para incluir na Medida Provisória 1.309, que instituiu o Plano Brasil Soberano, o auxílio emergencial, a título de equalização, de R$ 12 por tonelada.
“Esse valor não acaba a crise, mas ameniza a situação do produtor que, na atual conjuntura, é, de fato, desesperadora. Imagine você investir para produzir uma tonelada de cana e receber muito menos do que você investiu. É isso que está acontecendo”, pontuou José Inácio.
Segundo cálculos do Valor Data, os preços do açúcar na bolsa de Nova York, que balizam os valores no mercado interno, caíram 17% neste ano. Analistas reiteram que o momento é de baixa para as cotações devido à expectativa de uma produção favorável. Nesta semana, a International Sugar Organization (ISO) estimou superávit de 1,625 milhão de toneladas na safra global 2025/2026.

Maíra Cardi anuncia que vai apagar rede social com 9,1 milhões de seguidores

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Maíra Cardi anuncia que vai apagar rede social com 9,1 milhões de seguidores

Maíra Cardi usou os Stories de seu perfil no Instagram na última segunda-feira (17) para anunciar que está prestes a deixar a rede social.

Maíra Cardi anuncia que vai apagar rede social com 9,1 milhões de seguidores | Cidade AC News – Notícias do Acre

Maíra Cardi usou os Stories de seu perfil no Instagram na última segunda-feira (17) para anunciar que está prestes a deixar a rede social. A influenciadora, que já se afastou outras vezes da plataforma onde reúne 9,1 milhões de seguidores, afirmou que agora a decisão é definitiva. “De modo geral, não me agrega. Hoje eu não trabalho mais no Instagram, não faço publicidade há muito tempo, porque para mim não faz sentido nenhum. Eu nego todas as publicidades que me chegam”, explicou.

Segundo ela, o ambiente digital tóxico também pesou na decisão. “O Instagram está uma terra de ninguém, um negócio ácido, poluído. Não me faz bem. Acho que vou me liberar quando eu excluir meu Instagram.”

Maíra contou ainda que a escolha foi tomada ao lado do marido, o influenciador Thiago Nigro. A ideia é permanecer apenas no TikTok, onde costuma publicar vídeos com frequência. “Vou continuar trabalhando, óbvio. Tenho minha vida em off, meus mentorandos e mentorandas, e sigo atuando com eles – mas fora do Instagram. Eu vou continuar na plataforma que eu amo, que é a vizinha [TikTok]”, disse.

A influenciadora agradeceu o carinho do público que a segue e afirmou que manterá o perfil ativo por mais alguns dias antes de encerrar a conta, para se despedir. “Então, se você quiser me ver, é só no TikTok, meu bem, porque aqui não ficarei mais.”

“Eu tô amando a outra plataforma, a abordagem que escolhi ter lá. Lá me faz bem, aqui não. A vida é assim: às vezes o que fazia sentido pra gente deixa de fazer, e é preciso saber a hora de sair em grande estilo”, finalizou.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Publicado por Nátaly Tenório 

Fonte: Jovem Pan

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