quarta-feira, 18 fevereiro, 2026
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Governo publica lei que torna comunicação institucional mais simples

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Governo publica lei que torna comunicação institucional mais simples


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Começa a vigorar nesta segunda-feira (17) a Política Nacional de Linguagem Simples. A Lei nº 15.263/2025 determina que a comunicação de poderes da União, voltados à população, seja feita de forma “clara, direta e acessível”, de forma a fortalecer o direito à informação e à participação social.Governo publica lei que torna comunicação institucional mais simples | Cidade AC News – Notícias do AcreGoverno publica lei que torna comunicação institucional mais simples | Cidade AC News – Notícias do Acre

Pela proposta, os órgãos da administração pública direta e indireta deverão adotar, nas suas comunicações, procedimentos para a transmissão objetiva de informações, com técnicas de linguagem simples na redação de textos dirigidos, de modo que as palavras, a estrutura e o leiaute (layout) da mensagem permitam ao cidadão facilmente encontrar a informação, compreendê-la e usá-la.

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Entre os procedimentos estão a adoção da redação de frases em ordem direta, frases curtas; o uso palavras comuns, de fácil compreensão; o uso de sinônimos de termos técnicos e de jargões ou explicá-los no próprio texto; evitar a utilização de palavras estrangeiras que não sejam de uso corrente e não usar termos pejorativos, entre outros.

De acordo com o Planalto, a nova legislação representa um avanço histórico na relação entre Estado e sociedade, ao colocar no centro das políticas públicas a compreensão das cidadãs e dos cidadãos, inclusive pessoas com deficiência e comunidades tradicionais.

A lei define padrões que todos os órgãos e entidades públicas deverão seguir na redação de comunicados, formulários, orientações, portais de serviços e qualquer outro conteúdo dirigido à população.

“O objetivo é garantir que qualquer pessoa consiga encontrar a informação que precisa, entender o que está sendo comunicado e usar essa informação para resolver sua demanda”, acrescentou.

Gonzaga visita cooperativas rurais no Juruá e reforça apoio à agricultura familiar no Acre

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Gonzaga visita cooperativas rurais no Juruá e reforça apoio à agricultura familiar no Acre

Assessoria

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, cumpriu uma extensa agenda política com representantes de cooperativas de produtores rurais na região do Juruá neste final de semana. Os encontros tiveram como objetivo buscar incentivos para a produção agrícola no estado.

No sábado (15), o parlamentar se reuniu com representantes da Cooperfam, Cooperativa de Agricultura Familiar e Economia Solidaria do Vale do Juruá, em Rodrigues Alves. Gonzaga conversou com produtores rurais da região e colocou o Legislativo acreano à disposição dos trabalhadores para buscar melhorias para o setor agrícola na região do Juruá. O parlamentar também anunciou a destinação de emenda para fortalecer o trabalho da cooperativa.

Ainda no sábado, Gonzaga se reuniu com representantes da Cooperativa Juruá Alimentos, que também trabalha com incentivo a produtores rurais e agricultura familiar, em Cruzeiro do Sul.

Gonzaga, que tem como uma de suas bandeiras de mandato o apoio ao homem do campo, afirmou que está à disposição para buscar apoio e incentivar cooperativas que têm o compromisso de gerar emprego e renda aos acreanos.

“Acredito que o cooperativismo representa uma solução promissora para o nosso estado e país. A Aleac tem sido fundamental nesse processo. Nossa presença aqui visa, também, ouvir as demandas dos cooperados, pois em breve teremos a oportunidade de destinar emendas para ajudar o homem do campo. A produção agrícola é essencial para o nosso estado, pois sem produção não há desenvolvimento. O município e o estado necessitam produzir para gerar empregos, renda e riqueza. A riqueza provém, em grande parte, do agronegócio, da terra. Por isso, é imprescindível valorizar e apoiar aqueles que trabalham nesse setor”, disse o deputado.

A presidente da Cooperfam, Maria Cordélia, agradeceu ao deputado Gonzaga pelo apoio ao cooperativismo e afirmou que o incentivo do Legislativo vai beneficiar centenas de famílias em Rodrigues Alves.

“Quero aproveirar para agradecer ao deputado Gonzaga pelo apoio que tem nos dado e tenho certeza que com essa emenda vamos crescer ainda mais e ajudar mais famílias em Rodrigues Alves”, disse Cordélia.

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Aleac debate enfrentamento da prematuridade no Acre em audiência pública proposta pelo deputado Eduardo Ribeiro

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Aleac debate enfrentamento da prematuridade no Acre em audiência pública proposta pelo deputado Eduardo Ribeiro

A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), realizou na manhã da sexta-feira (14), uma audiência pública dedicada ao debate sobre o enfrentamento da prematuridade no Estado, reunindo especialistas, gestores, representantes de instituições públicas e profissionais da saúde. O encontro, proposto pelo deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), buscou discutir os desafios da assistência maternoinfantil e construir políticas públicas sustentáveis voltadas à prevenção e ao cuidado com gestantes e recém-nascidos.

Ao longo da audiência, pesquisadores, médicos, enfermeiros, gestores e membros de entidades ligadas à saúde materna e neonatal apresentaram dados recentes, relataram experiências práticas e apontaram medidas urgentes para reduzir a taxa de prematuridade no Acre, uma das mais altas do país. Pais de crianças prematuras e representantes de organizações sociais também participaram, trazendo relatos sobre a realidade vivida antes e depois do nascimento.

Ao dar início à solenidade, o deputado Eduardo Ribeiro destacou a urgência de políticas públicas eficazes para enfrentar os altos índices de prematuridade no estado. Ele lembrou que o Acre registra cerca de 14% de nascimentos prematuros, percentual acima da média nacional, que gira em torno de 12%, e que a situação exige ação imediata e coordenada do poder público. Ao agradecer a presença de alunos, famílias e profissionais da área, o parlamentar ressaltou que o debate promovido pela Aleac busca identificar encaminhamentos concretos para reduzir esses números e fortalecer o cuidado maternoinfantil.

Paula Augusta de Barros abriu sua fala na audiência pública com um relato profundo e sensível sobre a experiência de ser mãe de um bebê prematuro. Ela lembrou que nenhuma mulher está preparada para essa realidade, por mais que busque informação e se dedique ao máximo. Seu filho, Benjamim, nasceu abruptamente com apenas 25 semanas de gestação, cinco meses e meio, medindo 33 centímetros e pesando 776 gramas. Com menos de 5% de chance de sobrevivência, ele enfrentou os primeiros meses de vida em uma UTI neonatal, onde permaneceu por 295 dias. Paula contou que só pôde tocar o filho pela primeira vez após 19 dias de internação, período marcado por isolamento, medo, incertezas e pela dura constatação de que o sistema de saúde não está preparado para lidar com bebês que não estão doentes, mas sim imaturos e vulneráveis.

Mostrando imagens da longa jornada do filho, ela descreveu o impacto emocional e físico da prematuridade, ressaltando que o cuidado vai muito além da alta hospitalar. Benjamim passou por intubação por mais de um mês, alimentação por sonda e inúmeras limitações decorrentes do peso e da fragilidade extrema. Mesmo cercado por uma equipe dedicada e humanizada, cada avanço era seguido pelo temor constante do inesperado. Ao mostrar a foto do dia da alta, Paula pediu que todos observassem a quantidade de profissionais envolvidos ao redor da criança, reforçando que a sobrevivência de um bebê prematuro depende de uma verdadeira legião de cuidadores.

“Hoje, meu filho está com quatro anos, ela pesa quase 16 quilos, ele está saudável crescendo em Rio Branco no Acre”, disse. Paula também se colocou à disposição para colaborar com a construção de políticas públicas, defendendo que a sociedade e o poder público enxerguem com urgência a complexidade e a invisibilidade das famílias que enfrentam a prematuridade no Estado.

Os dados apresentados durante a audiência mostram a dimensão da atuação da ONG Prematuridade.com e a gravidade do tema tratado. A organização, fundada em 2014, possui presença nacional, com 280 voluntários distribuídos em 24 estados, oferecendo apoio mensal a mais de 600 famílias por meio de ações de sensibilização, educação em saúde, projetos colaborativos, pesquisas e articulação em políticas públicas.

Já o painel sobre prematuridade reforça que o nascimento antes das 37 semanas é uma epidemia silenciosa e muitas vezes invisibilizada, cujas causas variam desde estresse, doenças prévias e idade materna até desigualdades sociais e crises humanitárias. O fenômeno é a primeira causa de mortalidade infantil no mundo e pode gerar sequelas graves, com impacto intersetorial de longo prazo. Segundo a ONG, um a cada dez bebês no mundo nasce prematuro e, no Brasil, o índice chega a aproximadamente 12%, o que representa cerca de 300 mil prematuros por ano.

O médico Dr. Osvaldo Leal, que participou da audiência representando a Coordenação Estadual de Imunização, destacou o trabalho desenvolvido pelo Estado na investigação e acompanhamento de eventos adversos pós-vacinação, ressaltando também a importância da presença dos estudantes de enfermagem da Ufac no debate. Ele explicou que atua no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais e que o ambulatório atende remotamente e presencialmente famílias que precisam de esclarecimento ou avaliação após qualquer reação temporalmente associada a imunizantes.

“Nosso papel é investigar com rigor científico todos os eventos que surgem nos 30 dias após a vacinação, oferecendo suporte, segurança e informação clara às famílias”, afirmou. “Também realizamos vacinação assistida para pacientes com condições específicas, como imunossupressão ou alergias, garantindo que todos tenham acesso ao cuidado adequado”, pontuou.

A pediatra Simone Chaves, representante da Sociedade Acreana de Pediatria, destacou durante a audiência pública a importância do trabalho desenvolvido nas unidades de referência do Acre e os avanços no cuidado neonatal. Em sua fala, ela ressaltou o compromisso das equipes da Maternidade Bárbara Heliodora e do Hospital Santa Juliana, reconhecendo o esforço dos profissionais que atuam diretamente na assistência aos recém-nascidos prematuros.

“Estamos reunidos para lembrar o Novembro Roxo e reforçar que, apesar das nossas limitações, alcançamos índices semelhantes aos de países desenvolvidos, graças ao trabalho técnico e humano dessas equipes”, afirmou. A médica enfatizou ainda a necessidade de acompanhamento contínuo, vacinação e estímulo ao aleitamento materno como pilares essenciais para garantir qualidade de vida: “Algumas crianças sobrevivem com sequelas, outras surpreendem como a pequena Vitória, que nasceu com menos de 600 gramas e venceu. Independentemente das dificuldades, o amor que essas crianças oferecem e nos permitem retribuir é o que nos move”.

Joelda Paz, da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), destacou na audiência que “o enfrentamento à prematuridade precisa ser visto como uma responsabilidade compartilhada entre diversas políticas públicas, porque o custo desse problema é econômico, social, psicológico e emocional para todos os envolvidos”. Ela ressaltou a urgência de o Acre elaborar um plano estadual alinhado ao plano nacional em construção, afirmando que “não é só a saúde; a atenção básica precisa ser fortalecida, mas também educação, assistência social, segurança alimentar, planejamento familiar e o combate às ISTs, às drogas e ao álcool”.

Joelda lembrou ainda que a prevenção da gravidez não planejada na adolescência e a responsabilidade paterna são pontos críticos, destacando que “a ausência do pai agrava ainda mais a situação dessas famílias”. Para ela, é essencial a intersetorialização das ações e “estabelecer metas claras para reduzir o índice de 14% de prematuridade no Acre, que hoje é maior que o nacional”.

Durante o encerramento da audiência, o deputado Eduardo Ribeiro destacou a relevância do debate sobre a prematuridade e afirmou que o tema, apesar de afetar diretamente a principal causa de mortalidade infantil, ainda é pouco discutido pelo poder público. O parlamentar agradeceu a presença de estudantes, profissionais e representantes de entidades e reforçou que a audiência resultará em ações concretas: “Nessa audiência pública, nós identificamos situações que serão trabalhadas por meio de projetos de lei e também vamos destinar emenda para capacitar profissionais de saúde no interior, porque, se tivermos equipes mais preparadas lá na ponta, vamos salvar mais vidas. Esse foi apenas o início de uma boa caminhada”, finalizou.

Texto: Andressa Oliveira e Micléia Magalhães
Fotos: Ismael Medeiros

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Crise nas torneiras: falta d’água deixa famílias de Rio Branco há uma semana sem solução

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(Reprodução/ PixaBay)
(Reprodução/ PixaBay)

Nos bairros Mocinha Magalhães, Joafra, Tucumã e Rui Lino 1, 2 e 3, moradores relatam estar há sete dias sem água nas torneiras. A falta prolongada de abastecimento tem gerado frustração e preocupação entre as famílias, especialmente aquelas que não têm condições financeiras de contratar caminhão-pipa.

A comunidade afirma que o fornecimento, antes realizado a cada três dias, foi interrompido desde a última quinta-feira. Para moradores antigos, que vive no Mocinha Magalhães há mais de sete anos, a situação extrapolou o habitual. Segundo relatos, a falta d’água sempre ocorreu, mas nunca por tanto tempo consecutivo.

De acordo com o Saerb, a interrupção é consequência direta do aumento da turbidez da água após episódios recentes de chuva. O presidente do órgão, Enoque Pereira, explica que a estação precisou reduzir a vazão de 1.600 para 1.300 litros por segundo para evitar que a água chegasse à população com impurezas, já que os níveis de turbidez atingiram marcas elevadas.

Na estação ETA 2, responsável pela região da Bio-Tabu, as tentativas de aumentar a produção para atender a demanda resultaram em piora na qualidade da água, obrigando a equipe a suspender o tratamento temporariamente. Com a turbidez ainda acima do limite considerado seguro, o sistema opera por menos horas e alguns bairros acabam ficando totalmente sem abastecimento.

O Saerb reforça que o desperdício também contribui para a falta d’água e pede mais colaboração da população. Enquanto a turbidez não apresenta queda e o sistema não estabiliza, o órgão afirma que segue monitorando continuamente os indicadores para retomar a normalidade do abastecimento assim que as condições permitirem.

Na COP 30, Mailza participa de podcast e destaca potencial produtivo sustentável do Acre

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Na COP 30, Mailza participa de podcast e destaca potencial produtivo sustentável do Acre

Durante visita à AgriZone, espaço dedicado à inovação, agricultura sustentável e tecnologias de baixo carbono na COP30, em Belém (PA), a vice-governadora Mailza Assis participou nesta terça-feira, 18, do podcast da Carreta Agro pelo Brasil, iniciativa do Sistema CNA/Senar, que percorre o país levando capacitação e informação ao produtor rural.

A conversa foi conduzida pelo apresentador Estevão Damazio e contou com a participação do vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Muni Lourenço, e do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Antônio de Salvo.

Na COP 30, Mailza participa de podcast e destaca potencial produtivo sustentável do Acre | Cidade AC News – Notícias do AcreVice-governadora Mailza participou de podcast ao lado do vice-presidente da CNA, Muni Lourenço e do presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais, Antônio Pitangui de Salvo. Foto: Neto Lucena/Secom

” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/IMG-20251118-WA0305-300×200.jpg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/IMG-20251118-WA0305-1024×683.jpg” class=”wp-image-897941 size-large” alt=”” width=”800″ height=”534″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>

Vice-governadora Mailza participou de podcast ao lado do vice-presidente da CNA, Muni Lourenço e do presidente da Federação da Agricultura de Minas Gerais, Antônio de Salvo. Foto: Neto Lucena/Secom

A Carreta Agro pelo Brasil está instalada na AgriZone e possui 98 m² de área útil, com espaços multiusos para cursos, treinamentos, palestras, cozinha experimental, sala de imersão e um estúdio de podcast.

Desafios da produção sustentável no Acre

Sobre os principais desafios enfrentados pela gestão estadual, Mailza destacou o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

“Preservar dá muito trabalho. Mas estamos aqui para transformar isso em oportunidade: gerar emprego, melhorar a vida de ribeirinhos, indígenas, agricultores e de quem vive na floresta. Nosso desafio é desenvolver com responsabilidade, gerar riqueza e garantir mais qualidade de vida para quem protege essa riqueza natural”, disse.

Na COP 30, Mailza participa de podcast e destaca potencial produtivo sustentável do Acre | Cidade AC News – Notícias do AcreMailza visitou espaço da CNA/Senar na AgriZone. Foto: Neto Lucena/Secom

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Mailza visitou espaço da CNA/Senar na AgriZone. Foto: Neto Lucena/Secom

Ao falar sobre a compatibilidade entre produção de alimentos e conservação da floresta, a vice-governadora citou experiências bem-sucedidas no estado. “O Acre tem 84% de sua área preservada. O café, o açaí, o cacau e outras cadeias produtivas já provam que temos solo de qualidade. Nosso gargalo é a logística e o acesso à tecnologia, mas estamos trabalhando para superar isso”, afirmou.

Sobre sistemas agroflorestais e tecnologias de baixa emissão, Mailza ressaltou que “com assistência técnica e tecnologia aplicada, o Acre tem saída e vocação no sistema lavoura-pecuária-floresta”.

A vice-governadora também falou do crescimento do Acre com a cafeicultura: “O café é uma experiência recente, mas já com qualidade reconhecida. Precisamos avançar, para transformar todas essas potencialidades em renda para o produtor”.

Regularização fundiária: entrave histórico para o desenvolvimento

Outro tema também ganhou destaque no diálogo: Mailza enfatizou que a regularização fundiária é condição essencial para crédito e para a produção sustentável. “Sem a legalização da terra, o produtor não acessa crédito e não viabiliza sua produção. Precisamos avançar para deixar o Acre pronto para acessar todos os benefícios e políticas de baixa emissão”, enfatizou.

Tanto Antônio de Salvo quanto Muni Lourenço reforçaram a importância do tema e se colocaram à disposição para apoiar o Acre com experiências e conhecimento técnico.

Reconhecimento ao Acre e ao setor produtivo

Lourenço elogiou a postura da vice-governadora e destacou o papel estratégico do Acre no aspecto agroambiental. “É falsa a ideia de antagonismo entre produção e sustentabilidade. O Brasil e especialmente a Amazônia mostram que é possível unir alta produtividade e responsabilidade ambiental. A presença da vice-governadora aqui na COP30, visitando a AgriZone e o Pavilhão AgroBrasil, revela visão de futuro e compromisso com emprego, renda e qualidade de vida para seu povo”, avaliou.

O gestor também prestou homenagem ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre, Assuero Veronez, apontando sua “liderança histórica”.

Ao longo do episódio, os convidados reforçaram que o Brasil é hoje uma potência agroambiental, energética e produtiva, mantendo mais de 70% de sua área preservada.

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Sesacre promove encontro para alinhamento e fortalecimento da educação permanente em saúde

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Sesacre promove encontro para alinhamento e fortalecimento da educação permanente em saúde

Reafirmando o compromisso com a formação contínua dos profissionais do Acre, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) promoveu nesta terça-feira, 18, o Encontro dos Núcleos de Educação Permanente em Saúde (NEPs), na Estácio Unimeta, em Rio Branco.

A iniciativa integra a estratégia da Sesacre de ampliar e consolidar a educação permanente como ferramenta essencial para elevar a qualidade da assistência e garantir um atendimento cada vez mais eficiente à população acreana.

O evento reuniu coordenadores estaduais e municipais para alinhar práticas, fortalecer a qualificação das equipes e aprimorar os processos de trabalho nas unidades de saúde, e promoveu orientações sobre protocolos, organização burocrática, responsabilidades dos núcleos, fluxo de entrada e saída de documentos, além de debates sobre motivação profissional e os novos caminhos da formação técnica em saúde no Acre.

Sesacre promove encontro para alinhamento e fortalecimento da educação permanente em saúde | Cidade AC News – Notícias do Acre
Evento reuniu coordenadores estaduais e municipais para alinhar práticas. Foto: Tiago Araújo/Sesacre

Para Ana Flávia Rodrigues, coordenadora de Ensino e Serviço do Departamento de Ensino e Pesquisa da Sesacre, o momento representa avanço para a organização dos NEPs e para a qualidade da assistência. “Estamos trazendo inovação e qualificação para esses profissionais, discutindo motivação, questões jurídicas, documentação, protocolos e toda a estrutura necessária para que os núcleos funcionem com mais segurança e organização, alinhados ao que a saúde pública exige”, destacou.

A criação recente da Escola de Saúde Pública do Acre, decretada em 24 de outubro, também foi um dos temas centrais da programação. O novo espaço será responsável por ampliar e sistematizar a oferta de cursos, capacitações e especializações para trabalhadores da saúde. Segundo Ivan Santana, chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa e gerente-geral da Escola de Saúde Pública, o encontro reforça o compromisso do estado com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sesacre promove encontro para alinhamento e fortalecimento da educação permanente em saúde | Cidade AC News – Notícias do Acre
Encontro trouxe esclarecimentos e direcionamento para o trabalho dos núcleos dentro das unidades. Foto: Tiago Araújo/Sesacre

“Hoje é um dia marcante, porque estamos contribuindo para fortalecer o SUS. As palestras da tarde são voltadas à motivação e ao papel da educação permanente no Acre. Com a criação da Escola de Saúde Pública, abrimos portas para trabalhadores da rede estadual, municipal e até de estados vizinhos que busquem capacitação e especialização dentro do processo de trabalho em saúde”, afirmou Ivan Santana.

Para os participantes, o encontro trouxe esclarecimentos e direcionamento para o trabalho dos núcleos dentro das unidades. Tatiane Cavalcante, coordenadora do NEP de Senador Guiomard, destacou a importância das discussões. “O núcleo da minha unidade começou a funcionar recentemente, então participar desse encontro é essencial. Aqui entendemos melhor nossas funções, a importância do NEP e como ele contribui para atualizar e qualificar nossos profissionais. Estamos levando muitas novidades para aplicar no município”, relatou.

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Espetáculo Tons da Resistência celebra cultura afrodescendente e fortalece política de educação antirracista na Escola Serafim da Silva Salgado

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Espetáculo Tons da Resistência celebra cultura afrodescendente e fortalece política de educação antirracista na Escola Serafim da Silva Salgado

A Escola Estadual Serafim da Silva Salgado, localizada no bairro Aeroporto Velho, em Rio Branco, recebeu nesta terça-feira, 18, o espetáculo Tons da Resistência, apresentado pela Divisão MultiArte da Secretaria de Estado de Educação (SEE). A iniciativa integra a programação da Semana da Consciência Negra e reafirma o compromisso da rede estadual em promover ações educativas que valorizem a identidade afro-brasileira e combatam o racismo estrutural.

Artistas da Divisão MultiArte apresentam espetáculo Tons da Resistência na Escola Serafim da Silva Salgado. Foto: Jorge William/SEE Durante a manhã e a tarde, estudantes dos anos finais do ensino fundamental participaram de um encontro que uniu música, poesia, performances e reflexões sobre ancestralidade e diversidade. Com aproximadamente 45 minutos de duração, o espetáculo apresentou repertório de artistas consagrados da música brasileira, como Caetano Veloso, Paulinho Camafeu, Wilson Simonal e Jorge Aragão, dentre outros. Entre as canções executadas, Olhos Coloridos, Beleza Pura, Identidade e Sorriso Negro embalaram momentos de sensibilização e diálogo.

De acordo com a equipe MultiArte, a apresentação busca reconhecer a trajetória e a força do povo negro, reforçando valores fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa. “Tons da Resistência é mais que um show: é um convite para sentir as vozes e histórias que moldam a nossa cultura e fortalecem a luta por igualdade, respeito e liberdade”, destacaram os artistas.

Vinícius de Castro, estudante do 6º ano, destaca importância do espetáculo para ampliar o conhecimento sobre consciência negra. Foto: Jorge William/SEE O estudante Vinícius de Castro, do 6º ano, relatou a importância da experiência. “Achei muito legal e importante para a gente aprender mais sobre consciência negra. As músicas e poesias trouxeram algo novo para mim”, contou.

Escola reafirma compromisso com o enfrentamento ao racismo A coordenadora de Ensino da instituição, Regina Rodrigues, ressaltou que a iniciativa reforça as ações permanentes da unidade escolar no enfrentamento ao racismo e na promoção da diversidade. “Fala-se muito sobre cultura afro-brasileira no mês de novembro, mas aqui trabalhamos esse tema durante todo o ano. Essa vivência faz os alunos reconhecerem a riqueza da nossa cultura e suas raízes africanas e indígenas. É um processo contínuo de conscientização e valorização”, informou.

A gestora destacou também que a escola mantém projetos voltados ao combate ao bullying e ao respeito às diferenças, alinhados às diretrizes da SEE para a promoção de uma educação inclusiva e cidadã. “Temos uma comunidade plural. Trabalhar o respeito e a valorização da cultura é essencial para formar cidadãos conscientes”, completou.

Coordenadora de Ensino, Regina Rodrigues destaca ações da escola em promoção da educação antirracista. Foto: Jorge William/SEE A parceria com a Divisão MultiArte foi celebrada pela coordenadora, que reforçou a importância do acesso a atividades culturais na escola. “O espetáculo abrilhantou nossa semana. Queremos recebê-los outras vezes, porque muitos estudantes não têm acesso a eventos culturais fora da escola. Aqui, esse direito é garantido”, ressaltou.

Arte como instrumento pedagógico de pertencimento A artista Sandra Buh, integrante da equipe MultiArte, explicou que o espetáculo foi concebido para fortalecer a identidade cultural brasileira e valorizar a ancestralidade negra. “Tons da Resistência fala sobre brasilidade, sobre orgulho e pertencimento. Selecionamos músicas com textos potentes, que contam histórias e fortalecem a autoestima dos estudantes”, destacou.

Atriz Sandra Buh conduz momento de reflexão e celebração da ancestralidade negra. Foto: Jorge William/SEE A Semana da Consciência Negra na Escola Serafim da Silva Salgado segue com atividades pedagógicas diversas, incluindo apresentações culturais, rodas de conversa, projeto Parada pela Leitura e ações transversais realizadas entre todas as áreas do conhecimento, em alinhamento às políticas públicas estaduais e federais de promoção da igualdade racial.

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Acre participa de painel sobre segurança alimentar na Amazônia e firma apoio à carta do CAL pela agricultura tropical sustentável na COP30

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Acre participa de painel sobre segurança alimentar na Amazônia e firma apoio à carta do CAL pela agricultura tropical sustentável na COP30

Em cumprimento às agendas durante a COP30, realizada em Belém (PA), o Acre esteve presente em mais um importante painel intitulado “Assistência Técnica e Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia Brasileira”, realizado pelo Consórcio da Amazônia Legal (CAL), com participação do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer). Na oportunidade, também foi feita a apresentação e entrega da carta da Câmara Setorial de Agricultura e Economia Verde.

Painel com foco na Assistência Técnica e Segurança Alimentar e Nutricional na Amazônia Brasileira teve grande participação do público. Foto: Pedro Devani/Secom O evento foi apresentado no Hub Amazônia, do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL), na Zona Verde.

Os painelistas foram: a diretora executiva do CAL, Vanessa Duarte, o consultor da Coordenação Regional Sul do IICA, Caio Rocha, o secretário de Agricultura de Rondônia, Luiz Paulo Batista, e o presidente da Asbraer, Otávio Martins.

Moderação do painel ficou por conta do secretário adjunto de Agricultura do Acre (Seagri), Edivan Azevedo. Foto: Pedro Devani/Secom A moderação do painel ficou por conta do secretário adjunto da Secretaria de Agricultura do Acre (Seagri), Edivan Azevedo.

“Essa temática é importante para que a gente consiga segurança nutricional para todos, mas trabalhando, produzindo e desenvolvendo nossas regiões. Precisamos focar em tecnologia de forma gratuita para que nós consigamos produzir alimentos de qualidade, preservando o meio ambiente”, disse o secretário.

Foram abordadas temáticas relacionadas à construção de políticas públicas eficazes para a Amazônia com foco em um diagnóstico claro sobre a oferta de assistência técnica rural e as condições de segurança alimentar e nutricional das populações que vivem no território. Foram discutidos ainda os principais desafios e oportunidades para fortalecer esses dois pilares fundamentais para o desenvolvimento sustentável da região.

Diretora executiva do CAL, Vanessa Duarte, falou sobre a importância da segurança alimentar. Foto: Pedro Devani/Secom “Estamos aqui hoje na COP30, nesse importante painel que une desenvolvimento sustentável, produção agrícola e com um foco específico, que é a segurança alimentar. Um tempo muito importante para os dias atuais onde precisamos resguardar a saúde das nossas populações, mas também desenvolver nossas regiões”, enfatizou a diretora executiva do CAL.

Entre os pontos apresentados, ganharam destaque iniciativas que integram a assistência técnica com cadeias produtivas sustentáveis, incentivo ao manejo florestal comunitário, apoio à agroecologia, valorização da sociobiodiversidade e programas de compras públicas que priorizam a produção local. De acordo com os especialistas, tais ações contribuem para gerar renda, ampliar a oferta de alimentos de qualidade e reduzir a vulnerabilidade social em áreas remotas.

Consultor internacional do IICA, Caio Rocha, enfatizou a importância de aliar desenvolvimento com sustentabilidade. Foto: Pedro Devani/Secom “Garantir segurança alimentar na Amazônia exige enxergar o território em sua complexidade. Não se trata apenas de produzir mais, mas de fortalecer assistência técnica, valorizar os conhecimentos tradicionais e promover sistemas produtivos sustentáveis que respeitem as realidades locais. O IICA tem atuado para apoiar os estados amazônicos na construção de políticas públicas integradas, capazes de gerar autonomia, qualidade de vida e resiliência climática para as comunidades. A COP30 é um espaço essencial para mostrar que segurança alimentar é, acima de tudo, uma agenda estratégica para o presente e para o futuro da região”, afirmou o consultor internacional do IICA, Caio Rocha.

Ao final do evento, o secretário-adjunto da Seagri presenteou os painelistas com a famosa farinha de Cruzeiro do Sul que, por meio da Lei nº 15.051, de 20 de dezembro de 2024, que conferiu à cidade acreana o título de Capital Nacional da Farinha de Mandioca.

Ao final do evento, foi entregue uma carta do CAL, da Câmara Técnica de Agricultura. Foto: Pedro Devani/Secom Carta Ainda durante o painel, foi apresentada a carta de apoio do CAL em apoio às propostas do Fórum Brasileiro da Agricultura Tropical para a COP30 e a agenda de ação climática global.

A Câmara Setorial de Agricultura e Economia Verde do Consórcio da Amazônia Legal declarou apoio ao documento “Agricultura Tropical Sustentável: Cultivando Soluções para Alimentos, Energia e Clima”, elaborado pelo Fórum Brasileiro da Agricultura Tropical. O Consórcio destaca que as propostas estão alinhadas à agenda amazônica de desenvolvimento sustentável, reforçando a agricultura tropical como solução estratégica para enfrentar as mudanças climáticas, garantir segurança alimentar e impulsionar a transição energética.

Secretário adjunto de Agricultura, Edivan Azevedo, entregou a famosa farinha de Cruzeiro do Sul aos painelistas. Foto: Pedro Devani/Secom O documento também enfatiza o papel da Amazônia Legal como epicentro das soluções tropicais globais, defendendo a expansão de práticas regenerativas, bioeconomia, agrofloresta e assistência técnica territorializada. Para o Consórcio, a agricultura tropical representa um caminho concreto para conciliar produção, conservação e inclusão social, demonstrando que a experiência amazônica pode inspirar políticas climáticas e produtivas em escala mundial.

A Câmara Setorial de Agricultura e Economia Verde do Consórcio da Amazônia Legal declarou apoio ao documento “Agricultura Tropical Sustentável: Cultivando Soluções para Alimentos, Energia e Clima”, elaborado pelo Fórum Brasileiro da Agricultura Tropical.

O consórcio destaca que as propostas estão alinhadas à agenda amazônica de desenvolvimento sustentável, reforçando a agricultura tropical como solução estratégica para enfrentar as mudanças climáticas, garantir segurança alimentar e impulsionar a transição energética. A carta ressalta a convergência entre as diretrizes apresentadas e as prioridades regionais, como adaptação climática, fortalecimento da ciência e inovação, valorização de modelos produtivos sustentáveis e acesso a financiamento climático, especialmente no âmbito do novo NCQG.

A carta também enfatiza o papel da Amazônia Legal como epicentro das soluções tropicais globais, defendendo a expansão de práticas regenerativas, bioeconomia, agrofloresta e assistência técnica territorializada.

O documento foi assinado pelos secretários das pastas ligadas à agricultura dos nove estados da Amazônia Legal.

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Para o Bradesco, mercado vai reagir mais a juro que a eleição em 2026

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NOVA YORK – A política monetária é o principal fator que vai influenciar o preço dos ativos em 2026, na visão do Bradesco.

“O impacto será dois terços juro e um terço eleição,” Fernando Honorato, o economista-chefe do banco, disse ao Brazil Journal durante o CEO Forum que o Bradesco BBI realiza aqui em Nova York esta semana.

O time de Honorato prevê um corte de 0,25 ponto percentual em janeiro e projeta uma Selic de 12% no fim de 2026 – o que, para os estrategistas do banco, muda o cenário para empresas e investidores.

Ben Laidler, o head da estratégia de ações do Bradesco, disse que essa queda na Selic pode elevar os lucros de algumas empresas entre 30% e 40% – uma perspectiva ainda não precificada pelo mercado.

“Temos cerca de seis meses de boa visibilidade para a Bolsa. O catalisador está claro: são os juros. É isso que o investidor estrangeiro vai olhar,” disse Laidler.

Na América Latina, os top picks do Bradesco são Brasil, Argentina e Chile, com a perspectiva de vitória do candidato de direita, José Antonio Kast.

No Brasil, os dois executivos acreditam que os preços dos ativos só refletirão o cenário eleitoral de fato a partir de julho – e isso, se houver alguma clareza sobre o próximo presidente e seu programa econômico (especialmente no que diz respeito à trajetória da dívida pública) antes da eleição de fato.

“Até lá, teremos volatilidade, obviamente. Mas fica difícil para o investidor se posicionar em meio a uma disputa eleitoral tão apertada,” disse Honorato.

Para ele, uma vez conhecido o resultado da eleição, o preço dos ativos vai depender do que será anunciado no campo fiscal e também da boa vontade dos investidores de continuar financiando o governo.

“Mas mesmo que haja boa vontade, não dá para brincar com a questão fiscal. É preciso resolver.”

Numa perspectiva de mais longo prazo, olhando os últimos 45 anos, o PIB brasileiro cresceu 2,2% ao ano, em média – enquanto o mundial teve uma expansão de 3,3%.

Isto significa que a economia poderia ser 70% maior se tivesse crescido (apenas) em linha com a média global.

Segundo Honorato, nesses 45 anos, quando o País “fez a lição de casa” – reformas, contenção de gastos, desvio de maluquices etc. – o PIB cresceu perto da média global. Nos demais períodos, contraiu 1,7%.

Para o economista, se o governo der um rumo para a situação fiscal, a economia pode crescer perto de 3% por um período longo. E apesar de toda a complacência nos últimos anos, ele não acredita que seja tão difícil assim.

Mas se nada mudar, a projeção informal nos corredores desta conferência é que a queda pós-eleição deve ser significativa.

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Polícia Civil apreende segundo adolescente suspeito de homicídio e ocultação de cadáver em Cruzeiro do Sul

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Polícia Civil apreende segundo adolescente suspeito de homicídio e ocultação de cadáver em Cruzeiro do Sul | Cidade AC News – Notícias do Acre
Jovem é apontado como o executor da vítima, que foi brutalmente assassinada. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC) deu mais um passo significativo na elucidação do homicídio ocorrido no início de novembro em Cruzeiro do Sul. Nesta terça-feira,18, a equipe do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Nepatri) cumpriu o mandado de internação contra o segundo adolescente suspeito de participação no crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

O crime aconteceu na madrugada do dia 4 de novembro. De acordo com as investigações conduzidas pela PCAC, o jovem apreendido é apontado como o executor da vítima.

As apurações indicam que a vítima foi atraída para as proximidades da Ponte da União e, em seguida, levada à força até a Comunidade Olivença, localizada às margens do Rio Juruá.

As investigações apontam que a motivação do assassinato estaria ligada a um “julgamento” sumário imposto por integrantes de uma organização criminosa atuante na região, pois à vítima era acusada pelo grupo de envolvimento em furtos e outros delitos patrimoniais.

O adolescente apreendido foi encaminhado ao Instituto Socioeducativo (ISE), onde ficará à disposição da Justiça para as medidas cabíveis.

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