domingo, 15 março, 2026
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Equipe técnica conhece potencial produtivo do feijão, de baixo carbono, na Reserva Extrativista Chico Mendes

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Atendendo uma reivindicação do Fórum de Mulheres do Alto Acre e de membros da Câmara Temática de Mulheres (CTM), instância de governança do Sistema de Incentivo a Serviços Ambientais (Sisa), a equipe da Unidade de Coordenação do Programa REM Acre e do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC) realizou uma visita técnica para conhecer o potencial produtivo do feijão de baixo carbono realizado pelas famílias da comunidade Pedro Horácio, no Ramal Santa Luzia, Seringal Amapá, às margens do rio Iaco, na Reserva Extrativista Chico Mendes.

Equipe técnica conhece potencial produtivo do feijão, de baixo carbono, na Reserva Extrativista Chico Mendes. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

A agenda realizada na quinta-feira, 8, foi coordenada pela presidente da Cooperativa de Produtores Agroflorestais e Agricultores Familiares de Brasileia (Coopergrãos) e suplente da regional Alto Acre na CTM, Jaira da Silva, e contou com a participação da engenheira florestal e especialista em monitoramento socioambiental, Érica Lima; consultora em agricultura familiar, Dinah Borges, ambas da Unidade de Coordenação do Programa REM Acre, na Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan); do chefe de regulação, Leonardo Ferreira e da secretaria executiva da governança do Sisa, Andreia Reis, ambos no IMC.

Na oportunidade, Jaira da Silva apresentou o forte potencial produtivo do feijão de praia e ‘rosinha’, que conta com a participação das mulheres da comunidade tanto no processo de produção, quanto no processamento da colheita.

Presidente da Coopergrãos de Brasileia e suplente da regional Alto Acre na CTM, Jaira da Silva, levou a equipe para conhecer o plantio de feijão de praia às margens do rio Iaco. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

Ao apresentar a equipe técnica, Jaira da Silva ressaltou a importância de estreitar as relações e inserir a comunidade nos espaços de governança do Sisa e da coordenação do Programa REM.

A reunião foi oportuna para ouvir as demandas e anseios das comunidades, que pediram para serem contempladas numa possível fase três do Programa REM Acre.

 

Presidente da Coopergrãos e suplente da regional Alto Acre na CTM, Jaira da Silva, apresentou o mapeamento da produção agrícola da comunidade. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

Nos últimos anos, as famílias do Ramal Santa Luzia têm aumentado sua capacidade produtiva, de forma sustentável, de baixo impacto ambiental, ou seja, zero desmatamento.

No ano passado, eles produziram 28 toneladas do feijão, sendo 17 do branco e 11 do ‘rosinha’. Para esse ano, a expectativa é de 37 toneladas [22 branco e 15 do ‘rosinha’].

Para 2024, produtores da comunidade Pedro Horácio, no Ramal Santa Luzia, estimam uma produção de 37 toneladas de feijão de praia branco e rosinha. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

A comunidade planeja realizar, no mês de outubro, o Festival da Colheita. O evento será uma oportunidade de promover a produção, atrair investimentos, projetos, valorizar o conhecimento e as tradições locais.

Programa REM Acre apresenta pioneirismo em projetos de baixo carbono

No encontro, a engenheira florestal e técnica do Programa REM Acre, Érica Lima, apresentou um breve panorama das ações e projetos implementados na fase dois do programa e dos esforços do governo do Acre para que seja firmado uma fase três.

O REM reúne uma série de projetos de baixo impacto ambiental que beneficiam os territórios indígenas, a produção familiar, os extrativistas, pecuária diversificada e desenvolve ações voltadas para o fortalecimento das instâncias de governança, comunicação, transparência e metas para Redução do Desmatamento e Degradação florestal (REDD+).

técnica do Programa REM Acre, Érica Lima, apresentou um breve panorama das ações e projetos implementados pelo Programa REM Acre. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

A especialista esclareceu ainda algumas dúvidas das famílias interessadas em ampliar a produção também do cacau nativo, subsídio da borracha, segmentos produtivos muito forte naquela região que pode gerar um incremento significativo na renda das famílias dos Seringais Guanabara e Amapá.

IMC convoca comunidade para escutas participativas

O chefe de regulação do IMC, Leonardo Ferreira, aproveitou a oportunidade para convidar a comunidade e fez um apelo para que as mulheres e os jovens também participem da escuta participativa, que marca a etapa inicial de construção das metodologias das consultas públicas, que será realizada na capital acreana, a partir de outubro.

Leonardo Ferreira reforçou a importância da participação das mulheres e dos jovens na escuta participativa sobre repartição de benefícios do Sisa. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

Leonardo Ferreira detalhou como se dará o processo e a importância da participação dos produtores rurais, ribeirinhos, extrativistas e povos indígenas na definição do processo de repartição de recursos referente a novas captações de fundos climáticos.

A secretária executiva da Comissão Estadual de Validação e Acompanhamento (Ceva) do Sisa, Andréia Reis, ressaltou os avanços obtidos pelo governo do Acre no fortalecimento das instâncias de governança, a exemplo da CTM, que promove a igualdade de gênero dando voz ativa às mulheres e garantindo a participação efetiva nas decisões referentes às políticas públicas socioambientais.

Secretária executiva da Ceva, Andreia Reis, reforçou importância da participação efetiva das mulheres nos espaços de governança. Foto: Ângela Rodrigues/IMC

Saiba mais

Composta por cinco representantes da sociedade civil, das regionais do Acre, e outros cinco do poder público, a CTM é uma instância de governança do Sisa, que promove a igualdade de gênero dando voz ativa às mulheres e garantindo a participação efetiva nas decisões referentes às políticas públicas socioambientais. O IMC atua como coordenador técnico do Sisa e contribui, de forma estratégica, para o fortalecimento das instâncias de governança.

Foi a política do Sisa que possibilitou a cooperação entre o Acre e a Alemanha para implementação do REM (na tradução: REDD+ para pioneiros). A iniciativa reúne uma série de projetos voltados para conservação das florestas e melhoria de vida de milhares de produtores rurais, ribeirinhos, extrativistas e indígenas.

O REM é uma iniciativa da Alemanha, por meio do Ministério Federal de Cooperação e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ) e do Banco KfW. Na segunda fase conta também com apoio financeiro do Reino Unido, por meio do Departamento de Segurança Energética e Net Zero (DESNZ).

Universidades federais enfrentam dificuldades financeiras depois de governo Lula bloquear verbas

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Leão Lobo é o novo apresentador do “TV Fama”

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Com o fim do “Vou te Contar”, a RedeTV! convidou Leão Lobo para integrar o time de apresentadores do “TV Fama”. A partir da próxima segunda-feira (12), ele já ocupará o posto ao lado de Flávia Noronha, Nelson Rubens e Fefito.

De segunda a sexta-feira, o quarteto trará curiosidades, flagras e os bastidores do mundo da fama, além de entrevistas exclusivas e a cobertura completa dos eventos mais badalados do momento. 

Leão Lobo possui uma ampla carreira no jornalismo, atuando nas mais diversas coberturas de cultura e entretenimento ao longo de mais de 50 anos. No início de sua trajetória, trabalhou como repórter no extinto Jornal da Tarde e Folha de São Paulo. Nos anos 1990, despontou como colunista de televisão e, posteriormente, como apresentador ao lado de Claudete Troiano no programa ‘Mulheres’, da TV Gazeta. 

Ao longo da profissão, Leão Lobo registrou passagens também pela Band, CNT e SBT. Recentemente, o jornalista esteve à frente do quadro ‘Nas Garras do Leão’, do programa matinal ‘Vou Te Contar’, apresentado por Claudete Troiano na RedeTV!. 

O ‘TV Fama’ é exibido de segunda a sexta-feira, às 21h30, ao vivo, pela RedeTV!

Morre a ativista pelos direitos indígenas Tuíre Kayapó, aos 54 anos

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Queda de avião: autoridades dizem ser cedo para falar sobre fim de trabalhos de busca

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Representantes dos órgãos federais e do estado de São Paulo que participam dos trabalhos de retirada e identificação dos corpos das vítimas da queda do avião da empresa aérea Voepass (antiga Passaredo) disseram ainda ser cedo para falar em prazos para a conclusão dos trabalhos.

“Ainda não há previsão de término dos trabalhos”, disse, hoje (10), o chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro Marcelo Moreno, durante um rápido pronunciamento a jornalistas reunidos no acesso ao condomínio residencial onde a aeronave, um turbohélice ATR-72, caiu por volta das 13h20 de ontem (9), em Vinhedo, no interior de São Paulo.

“Em função da importância destas informações, estamos priorizando a qualidade ao invés de celeridade”, acrescentou Moreno ao explicar que as “caixas-pretas”, ou seja, os gravadores de vozes e dados técnicos como a velocidade em que a aeronave voava no momento em que os pilotos perderam o controle, já estão sendo analisados por técnicos, em Brasília.

“Iniciamos primeiro a tentativa de degravação dos registros de voz e, na sequência, dos de dados”, comentou o brigadeiro que, ontem, já tinha explicado que recuperar os registros das conversas entre piloto e co-piloto e dados técnicos do voo são fundamentais para que os investigadores consigam entender a ocorrência e, assim, tentar evitar acidentes semelhantes.

Resgatados
Até por volta das 13h30, ao menos 31 das 62 vítimas fatais da queda do avião que fazia o voo 2283, de Cascavel (PR) a Guarulhos (SP), já tinham sido localizados. Embora os servidores de órgãos de segurança e resgate federais e paulistas estejam trabalhando ininterruptamente, concentrados em uma pequena área residencial, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cássio Araújo de Freitas, destacou a dificuldade das buscas.

“Vamos completar 24 horas desse episódio. A primeira viatura chegou aqui cinco minutos após sermos acionados. Na sequência, chegaram as viaturas do Corpo de Bombeiros. E temos, aqui, homens e mulheres experientes, mas não é fácil o que eles estão fazendo”, comentou o comandante, relatando problemas com a presença de drones não autorizados na área do acidente. “Tivemos problemas com isso e utilizaremos os equipamentos que temos para, se necessário, tirarmos fora de ação os drones que não pertençam a alguma agência envolvida na operação”.

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O superintendente da Polícia Federal (PF) em São Paulo, Rodrigo Luis Sanfurgo, reforçou ser difícil falar quando os trabalhos serão concluídos. “Não podemos falar em prazo. Da parte da PF, o que podemos afirmar é que estamos trabalhando incansavelmente para finalizarmos este trabalho, identificando todas as vítimas, e que realizamos todos os procedimentos para preservar o local e colher os elementos necessários à instrução de nossa investigação”, comentou o superintendente.

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