domingo, 15 fevereiro, 2026
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Governador Gladson Cameli pede apoio do governo federal para intensificar combate às queimadas no Acre

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Governador Gladson Cameli pede apoio do governo federal para intensificar combate às queimadas no Acre

Com a presença de vários ministros, o governo federal reuniu governadores dos estados da Amazônia e do Pantanal para discutir medidas para intensificar o combate aos incêndios florestais e propor soluções emergenciais à seca severa que atinge as duas regiões.

O encontro ocorreu na noite desta quarta-feira, 21, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Na oportunidade, o governo federal apresentou as ações que estão sendo desenvolvidas, além de novas estratégias para reforçar o trabalho contra os ilícitos ambientais.

Governador Gladson Cameli pede apoio do governo federal para intensificar combate às queimadas no Acre | Cidade AC News – Notícias do Acre
Governo federal reuniu governadores da Amazônia e Pantanal para discutir ações de enfrentamento aos incêndios florestais. Foto: Diego Gurgel/Secom

Juntos, os dois biomas têm registrado os maiores aumentos no números de queimadas dos últimos anos. Somente na Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, já foram registrados mais de 59 mil focos de calor.

O governador Gladson Cameli participou da reunião, citou os esforços do governo do Estado no combate aos incêndios e aproveitou o momento para pedir mais ajuda federal.

“O Acre tem enfrentado uma seca severa e isso tem contribuído com o aumento das queimadas. O governo tem colocado toda a sua estrutura para combater o fogo, mas a situação pede a união de esforços para que o trabalho seja ainda maior. Um dos meus pedidos é a prorrogação da permanência da Força Nacional no nosso estado”, enfatizou.

Governador Gladson Cameli pede apoio do governo federal para intensificar combate às queimadas no Acre | Cidade AC News – Notícias do Acre
Governador Gladson Cameli pediu mais apoio federal para o combate às queimadas no Acre. Foto: Diego Gurgel/Secom

O governo federal propôs a instalação de frentes de ação multiagências interfederativas, mais fiscalizações intensivas e reforço nas investigações de incêndios criminosos. Já os governadores pediram a instalação de um comitê permanente para enfrentamento às queimadas e mais agilidade na liberação dos recursos do Fundo Amazônia, para que possam ser empregados na compra de equipamentos para combater o fogo. 

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BC lidera discussões da Trilha de Finanças do G20

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BC lidera discussões da Trilha de Finanças do G20
Durante a semana de 22 a 26 de julho, o Rio de Janeiro recebeu delegações com vice-presidentes e presidentes de bancos centrais e ministros de finanças dos países-membros do Grupo dos 20 (G20), grupo das dezenove maiores economias do mundo, além da União Europeia e da União Africana. O Banco Central do Brasil (BC) e o Ministério da Fazenda conduziram as discussões de temas da Trilha de Finanças.
As reuniões resultaram na aprovação de um comunicado de doze páginas com oito temas, entre eles: economia global e os desafios atuais; desenvolvimento sustentável; reformas de bancos multilaterais de desenvolvimento; vulnerabilidades fiscais; questões do setor financeiro; e inclusão financeira.

 

“Como já temos um consenso sobre a maioria das questões, podemos começar deste ponto nas próximas reuniões e encontrar formas de avançarmos ainda mais naquilo com o que já concordamos”, frisou Roberto Campos Neto, Presidente do BC, no encerramento da última sessão ministerial.
Sustentabilidade e riscos climáticos
Pela primeira vez, a presidência do G20 é exercida pelo Brasil, que tem como slogan “Construindo um mundo justo e um planeta sustentável”. Logo na abertura da primeira sessão, Campos Neto destacou a importância de se discutir a sustentabilidade na Trilha de Finanças.
“É bom que comecemos discutindo os desafios mais urgentes que enfrentamos no horizonte. O G20 tem trabalhado para promover o crescimento acelerado, sustentável, equilibrado e inclusivo; e estamos fazendo bons progressos nessa agenda neste ano, com discussões sobre como enfrentar a desigualdade e sobre os impactos macroeconômicos e distributivos das mudanças climáticas e das políticas de transição para uma economia de baixo carbono”, disse o Presidente do BC.
Campos Neto destacou o risco de eventos climáticos extremos no mundo se tornarem cada vez mais frequentes, o que pode gerar choques significativos de oferta em toda a cadeia produtiva e trazer grandes impactos humanitários. Ele asseverou, diante de seus pares internacionais, que a transição energética exige investimentos e que isso provoca aumentos nos custos de produção. Ele destacou que existe uma crescente pressão para se pensar nas questões climáticas e de sustentabilidade.
O presidente do BC também compartilhou a experiência da instituição no enfrentamento à inundação histórica que atingiu o Rio Grande do Sul e causou graves perdas e danos. Também afirmou que o BC, além de adotar diversas medidas regulatórias para mitigar os efeitos econômicos da tragédia, monitora a intermediação financeira na região e, se necessário, adotará outras medidas, para manter o sistema financeiro sólido e eficiente.
Inclusão financeira
Campos Neto ressaltou ainda a importância de melhorar a qualidade da inclusão financeira, além de priorizar o bem-estar financeiro dos indivíduos. Ele ressaltou que a Parceria Global para a Inclusão Financeira (GPFI), grupo de trabalho do G20, está discutindo como medir o bem-estar financeiro.
Para isso, seria feito o monitoramento contínuo dos resultados de medidas de inclusão financeira, o que permitiria construir as bases para orientar políticas públicas melhores, fomentar futuros estudos do ambiente acadêmico e estimular iniciativas de provedores de serviço financeiro.
“Para que essa inclusão seja efetiva, não basta simplesmente abrir contas-correntes ou realizar algumas transações. Para torná-la mais concreta, devemos também pensar na qualidade da inclusão. Vale a pena compartilhar com vocês o Programa Aprender Valor, desenvolvido pelo BC, que fornece aos professores da rede pública recursos educacionais para integrar a educação financeira ao conteúdo das disciplinas escolares regulares, visando a desenvolver habilidades financeiras essenciais nos alunos e, ao longo do tempo, na população. Até o final de 2023, o programa havia proporcionado educação financeira a 5,6 milhões de alunos matriculados em 22.000 escolas em mais de 3.000 municípios brasileiros”, ressaltou Campos Neto.
O tema inclusão financeira também esteve presente em seminário dos BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e que, recentemente, teve a adesão de cinco novos membros: Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã.
“Eu quero enfatizar que tanto a educação financeira quanto a inclusão financeira desempenham papel fundamental na presidência brasileira do G20. O acesso a serviços financeiros de qualidade não apenas capacita os indivíduos e promove o empreendedorismo, mas também pode ser impulsionador do crescimento econômico”, disse o Diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do BC, Paulo Picchetti.
Inovações no Sistema Financeiro
Em evento organizado pelo BC, Campos Neto e os presidentes dos bancos centrais da África do Sul, da Suíça e da Holanda (o holandês também é presidente do Comitê de Estabilidade Estrangeira, Financial Stability Board – FSB, em inglês) compartilharam opiniões e experiências no evento Inovações Digitais e o Futuro do Sistema Financeiro.
O BC está liderando a implementação de reformas estruturais por meio da Agenda BC#, que inclui iniciativas como o Pix, a internacionalização do real, o Open Finance e o desenvolvimento do Drex, a moeda digital do Brasil.
Essas iniciativas visam a aumentar a inclusão financeira, a eficiência e a transparência. No entanto, desafios como a governança e a harmonização de regras internacionais ainda precisam ser resolvidos para integrar os sistemas de pagamento internacionais. Campos Neto destacou que o G20 tem papel importante nesse processo, e o Brasil está aproveitando a presidência para promover tais discussões.
“Os países hoje têm regras diferentes, por exemplo, para tributação e prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Precisamos estabelecer uma taxonomia com um conjunto mínimo de regras para os pagamentos transfronteiriços. Além disso, é importante promover condições de concorrência equitativas. Qualquer jurisdição que queira participar terá que aderir a esse conjunto de regras”, ressaltou Campos Neto.
Trilha de Finanças
O BC participa, além das sessões relativas aos assuntos do setor financeiro, dos seguintes grupos de trabalho da Trilha de Finanças do G20: Arquitetura Financeira Internacional, Finanças Sustentáveis, Economia Global e Parceria Global para Inclusão Financeira.
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Sobre o G20
O G20 está organizado em duas trilhas de atuação paralela que conversam entre si. A Trilha de Sherpas, comandada pelo Itamaraty, trata de temas como emprego, educação e saúde.
Nas trilhas, há diversos grupos de trabalho temáticos que se reúnem regularmente, e o Brasil, em sua posição de presidente, tem o papel de propor prioridades para cada grupo e levá-las para discussão entre os membros e os organismos internacionais. O consenso é necessário em todo o processo de trabalho do G20.
As discussões lideradas pela presidência brasileira do G20 seguem até 18 e 19 de novembro, quando haverá a Cúpula de Líderes, no Rio de Janeiro.
Os países convidados pela presidência brasileira foram Angola, Egito, Nigéria, Noruega, Portugal, Singapura, Espanha e Emirados Árabes Unidos.
Para mais informações, acesse: http://www.g20.org/.
O Comunicado da 3ª Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Bancos Centrais do G20 pode ser acessado, em inglês, aqui.

O Retorno de Simone Biles: Parte Dois estreia em outubro

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O Retorno de Simone Biles: Parte Dois estreia em outubro

Os episódios 3 e 4 de O Retorno de Simone Biles chegam globalmente na Netflix em 25 de outubro.

Preta Gil dá entrada no hospital, em São Paulo. Saiba tudo!

A segunda parte do documentário acompanha sua participação nas seletivas de ginástica dos EUA de 2024, onde ela se qualifica oficialmente para a equipe olímpica dos EUA, até suas performances incríveis em Paris, compartilhando pensamentos e momentos pessoais de sua jornada para se tornar a ginasta mais vencedora da história.

Os episódios oferecem um acesso íntimo a Biles enquanto ela conquista três medalhas de ouro e uma de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

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Rafael Infante estreia comédia ‘Terapia Infernal’

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Rafael Infante estreia comédia ‘Terapia Infernal’

No teatro, Rafael Infante estreia a comédia “Terapia Infernal” no Rio de Janeiro, no Teatro Casa Grande (21 e 22 de setembro), antes de seguir em turnê pór Bragança Paulista (Casa de Cultura, 12/10), Sorocaba (Cine Play, 13/10), Campinas (Teatro Iguatemi, 18 e 25/10) e São Paulo (Teatro Gazeta, 19/10).

A peça – uma mistura de teatro com stand-up comedy – propõe uma perspectiva inusitada sobre a figura do diabo, que desce à Terra com permissão divina para observar e analisar a sociedade. Em uma sessão de terapia pouco convencional, ele se vê no divã, questionando a sua própria função e o comportamento das pessoas no mundo contemporâneo.

“A peça surgiu de angústias pessoais, principalmente durante a pandemia, quando observei a maldade humana e comecei a questionar o que o ser humano consome, fala, teme e deseja”, explica o ator. “O espetáculo não tem a intenção de julgar, mas sim de observar e entender as ações humanas, além de oferecer ao público uma oportunidade de refletir sobre temas como moralidade, escolhas e o impacto das nossas ações no mundo​. A gente tá ocupando tanto o lugar do diabo, desse arquétipo que criaram dele, que ele começa a ficar sem função. Então ele desce na Terra para entender quem é essa galera que tá ocupando o espaço dele.”

A partir de uma sequência de esquetes que se desenvolve de forma dinâmica, explorando as contradições e paradoxos da natureza humana através dos olhos do diabo, o ator revisita uma variedade de personagens icônicos de sua carreira. A música é outro elemento importante da narrativa. Desde o início da peça, estabelece uma conexão rítmica com o público, criando uma combinação em que todos batem palmas juntos, o que se torna um elemento recorrente ao longo do espetáculo. Ao interagir musicalmente com a plateia, brinca com sotaques e estilos de cantores, como na versão de “Asa Branca” com sotaque americanizado, em que parodia os realities musicais estrangeiros. Na troca constante com o público, o humorista mantém o tom leve e a preocupação de jamais constranger os espectadores.

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Rafael não apenas protagoniza o espetáculo, mas também assina a dramaturgia, ao lado de Tatiana Infante e do diretor Moisés Bittencourt. A produção é liderada por Renata Galvão Miklos e Eduardo Nóbrega. Enquanto se dedica ao teatro, o humorista também tem se envolvido em diversos outros projetos criativos. Ele atualmente está participando de novas produções na televisão e no cinema, além de explorar novos conteúdos digitais.

“O que mais me encanta é a possibilidade de transitar entre diferentes plataformas e formatos. Cada projeto traz um desafio novo, e eu busco sempre me reinventar”, comenta.

No cinema, Infante viveu recentemente uma experiência profundamente pessoal ao atuar pela primeira vez ao lado de sua filha Lara, de 8 anos, no filme “Mamãe saiu de férias”. O ator sempre quis compartilhar o set com ela, e o projeto trouxe uma conexão ainda mais forte entre os dois, além de permitir que ele explorasse a dinâmica familiar através de seu trabalho.

Na televisão e streaming, o humorista continua a se destacar com suas colaborações no Porta dos Fundos, está envolvido em novas temporadas da série “Rensga Hits!”, e está perto de estrear um novo quadro com vários episódios no Fantástico. Para o futuro, Infante também revela seu desejo de continuar expandindo sua carreira para além da atuação. Além do trabalho cênico, Infante vem se dedicando à direção. Ele prepara a estreia de uma nova peça com os alunos da Escola de Atores Wolf Maya, marcada para novembro, e vê esse papel como uma extensão natural de sua carreira artística.

“A direção me permite ter uma visão mais ampla do processo criativo e experimentar novas formas de contar histórias. Quero continuar me envolvendo em direção e produção. Esses papéis me permitem contribuir de maneira mais completa para as obras que realizo”, conclui.

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Consumir pão francês desta forma reduz até 45% das calorias; aprenda

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Consumir pão francês desta forma reduz até 45% das calorias; aprenda

Pão de sal, pão francês, cacetinho ou filão. Independentemente da forma como é conhecido, o alimento que protagoniza o café da manhã do brasileiro costuma ser condenado, injustamente, por quem faz dieta. Por se tratar de um alimento rico em carboidratos, há quem tema ingeri-lo diariamente. Mas verdades sejam ditas: é possível, sim, consumir o pão e ainda assim manter a forma (e a saúde).

A primeira regra que irá influenciar como o pão repercutirá no metabolismo é ditada pelo acompanhamento que vai nele. Quando associado a uma fonte de proteína magra, é uma há uma redução no impacto glicêmico.

Além disso, evitar consumir o alimento em excesso ou exagerar nas demais fontes de carboidratos da refeição também colaboram com a ingestão equilibrada do carboidrato. Mas as dicas não param por aí. Uma alternativa que também é válida para quem está controlando as calorias é retirar o miolo. Se você tem esse hábito, não irá se arrepender.

pão francês
O pãozinho francês é certamente o mais consumido no país

De acordo com a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos (TACO), uma unidade do pão tem aproximadamente 134 calorias. Quando você retira o miolo, o valor calórico dele cai em cerca de 37% a 45%, resultando em uma estimativa de 75 a 85 kcal.

Técnica promissora, não? Assim, fica evidente que mais importante do que comer o pão é a forma como comemos. O item não é o “vilão” da dieta, contanto que você o insira em um contexto equilibrado.

Indivíduos que sofrem de doença celíaca, que necessitam se abster do consumo de alimentos com glúten, esses, sim, podem ter problemas ao ingerir. Se você é saudável, siga em paz com o seu pãozinho. Ah, e retire o miolo!

10 alimentos que auxiliam na perda de peso

Consumir pão francês desta forma reduz até 45% das calorias; aprenda | Cidade AC News – Notícias do Acre
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No entanto, quando combinados com boas práticas, certos alimentos podem auxiliar na perda de peso graças ao alto teor de fibras e/ou poder termogênico e anti-inflamatório

Esses alimentos são aqueles capazes de combater a retenção de líquidos, melhorar o trânsito intestinal, acelerar o metabolismo ou queimar calorias
O abacate, apesar de calórico, é rico em gorduras boas, possui propriedades anti-inflamatórias e é um alimento que incentiva digestão mais lenta. Logo, é uma fruta que ajuda a prolongar a saciedade do corpo
A pimenta é outro alimento que auxilia na perda de peso. Por elevar a temperatura corporal e ser capaz de aumentar a frequência cardíaca, as pimentas fazem com que queimemos mais calorias
O salmão é um dos alimentos que prolongam a sensação de saciedade. Além de ser uma ótima fonte de proteína, também contém ácidos graxos anti-inflamatórios

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Perder peso de forma saudável não é algo que acontece da noite para o dia. É necessário ter bons hábitos de vida, fazer exercícios, manter dieta e ter persistência

Francesco Carta fotografo/Getty Images

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No entanto, quando combinados com boas práticas, certos alimentos podem auxiliar na perda de peso graças ao alto teor de fibras e/ou poder termogênico e anti-inflamatório

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Esses alimentos são aqueles capazes de combater a retenção de líquidos, melhorar o trânsito intestinal, acelerar o metabolismo ou queimar calorias

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O abacate, apesar de calórico, é rico em gorduras boas, possui propriedades anti-inflamatórias e é um alimento que incentiva digestão mais lenta. Logo, é uma fruta que ajuda a prolongar a saciedade do corpo

Irene Kredenets/ Unsplash

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A pimenta é outro alimento que auxilia na perda de peso. Por elevar a temperatura corporal e ser capaz de aumentar a frequência cardíaca, as pimentas fazem com que queimemos mais calorias

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O salmão é um dos alimentos que prolongam a sensação de saciedade. Além de ser uma ótima fonte de proteína, também contém ácidos graxos anti-inflamatórios

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A maçã verde é uma das frutas mais indicadas para quem procura por alimentos que auxiliem na perda de peso. Além de conter pouco açúcar, se comparada a outros tipos de maçãs, ela também é rica em pectina, que auxilia na redução do colesterol e no bom funcionamento digestivo

Inacio Pires / EyeEm/Getty Images

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Além de possuírem efeito termogênico, os ovos têm 6 gramas de proteína por porção. Quando consumidos pela manhã, promovem saciedade por várias horas no dia

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Apesar de ser calórico, o coco traz sensação de saciedade, é rico em gorduras boas e disponibiliza energia para o organismo de forma mais rápida que outros tipos de gordura

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Brócolis, couve, couve-flor, couve de Bruxelas, repolho e rúcula, os vegetais crucíferos, possuem baixa caloria e são poderosas fontes de fibras

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Peito de frango é uma excelente fonte de proteína e possui baixo teor de gordura e calorias

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Segundo especialistas, o vinagre de maçã prolonga a sensação de saciedade e ajuda a controlar os níveis de insulina no corpo. Há duas maneiras de consumir esse alimento: colocando na salada ou diluindo em água e tomando antes das refeições

Aniko Hobel/ Getty Images

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Frutas vermelhas são outro grande trunfo. Elas possuem propriedades rejuvenescedoras, atuam na redução dos níveis de inflamação e pressão arterial, são ricas em antioxidantes e deliciosas. Morango, cereja, groselhas vermelhas e mirtilos são exemplos

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Para conseguir ver os números diminuindo na balança e garantir uma boa saúde, não deixe de procurar orientação profissional

 

Consumir pão francês desta forma reduz até 45% das calorias; aprenda | Cidade AC News – Notícias do Acre(*) Thaiz Brito é nutricionista pós-graduanda em Nutrição Esportiva Clínica

Segurança Pública do Acre registra aumento de 35,6% no atendimento de denúncias de violência contra a mulher em 2024

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Segurança Pública do Acre registra aumento de 35,6% no atendimento de denúncias de violência contra a mulher em 2024

Com uma atuação integrada, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) registra aumento de 35,6% no atendimento das denúncias pelo canal telefônico 180, de proteção às mulheres, se comparado ao mesmo período de 2023, segundo dados do Ministério das Mulheres divulgados nesta segunda-feira, 19. O número refere-se à Central de Atendimento à Mulher, um serviço brasileiro destinado a receber denúncias de violência doméstica e familiar, oferecendo orientações e encaminhamentos necessários.

Segurança Pública do Acre registra aumento de 35,6% no atendimento de denúncias de violência contra a mulher em 2024 | Cidade AC News – Notícias do Acre
Segurança Pública do Acre aumenta 35,6% das denúncias de violência contra a mulher pelo 180, em 2024. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

Em 2024, o Estado do Acre registrou, de janeiro a julho, 213 denúncias no canal 180, sendo que 88 dessas denúncias de violência foram realizadas na casa da própria vítima. No mesmo período do ano passado, foram registradas 157 denúncias. O aumento das denúncias registradas pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) refletem os esforços conjuntos das forças policiais em conscientizar a população sobre os canais de denúncias.

Segurança Pública do Acre registra aumento de 35,6% no atendimento de denúncias de violência contra a mulher em 2024 | Cidade AC News – Notícias do Acre
Ligue 180 refere-se à Central de Atendimento à Mulher, recepcionado pelo Centro Integrado de Operações Aéreas (CICC). Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

O secretário de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, destaca que o aumento nas denúncias registradas por meio do 180 indica que um número maior de mulheres está buscando ajuda e reportando situações de violência, o que é resultado de uma série de medidas implementadas para fortalecer o combate à violência contra a mulher.

Segurança Pública do Acre registra aumento de 35,6% no atendimento de denúncias de violência contra a mulher em 2024 | Cidade AC News – Notícias do Acre
Secretário de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

“Como campanhas educativas, maior presença policial em áreas vulneráveis, capacitação dos agentes de segurança para lidar com casos de violência de gênero e politicas de pactuação, como a assinatura do acordo entre diversas secretarias para zerar os índices de feminicídio. Além disso, o aumento nas denúncias pode indicar que mais mulheres estão se sentindo seguras para denunciar, sabendo que suas queixas serão atendidas de forma rápida e eficaz. Isso reforça a importância de uma resposta integrada e contínua das forças de segurança para manter essa tendência e, consequentemente, reduzir os índices de violência de gênero no estado”, afirma Gaia.

O Ligue 180, que funciona gratuitamente, registrou até julho 84,3 mil denúncias de violência contra a mulher em todo o Brasil, evidenciando um aumento de 33,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Acre possui várias políticas de segurança para combater a violência no estado. Uma delas é a Patrulha Maria da Penha, da Polícia Militar (PMAC), que atua com medidas protetivas em todos os 22 municípios, bem com delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deams), unidades de atendimento e investigação da Polícia Civil e operações policiais especializadas no tema, como a Átria e a Shamar, durante todo o ano.

Reduções no Acre

Os números de feminicídio no Acre obtiveram uma redução de 29%, em um comparativo realizado de 1º de janeiro a 20 de agosto do ano passado, quando foram registradas sete vítimas. No mesmo período, também foi apresentada uma redução dos números de homicídio de mulheres, que diminuiu 60% em 2024, registrando duas vítimas.

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Governo do Estado intercede pela reabertura de ramal que tira Porto Walter do isolamento terrestre

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Governo do Estado intercede pela reabertura de ramal que tira Porto Walter do isolamento terrestre

O governador Gladson Cameli participou de audiência virtual com a desembargadora Ana Carolina Roman, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), nesta quarta-feira, 21, em Brasília (DF), para tratar da reabertura do ramal que liga os municípios de Porto Walter e Rodrigues Alves. Desde julho deste ano, uma liminar da justiça impede a realização de obras e a operação de balsas em rios e igarapés que cortam a estrada.

Governo do Estado intercede pela reabertura de ramal que tira Porto Walter do isolamento terrestre | Cidade AC News – Notícias do Acre
Governo do Estado intercedeu, nesta quarta-feira, 21, pela reabertura de ramal que tira Porto Walter do isolamento terrestre. Foto: Diego Gurgel/Secom

Durante a reunião com a magistrada, o governante relatou as dificuldades enfrentadas pelos moradores da região. O estado passa por uma seca severa, o que tem comprometido a navegabilidade, por conta dos baixos níveis dos rios. Porto Walter é um dos quatros municípios acreanos que não possuem acesso terrestre.

“A população daquela cidade tem sofrido muito por causa da seca. A realidade da Amazônia é completamente diferente das outras regiões do nosso país. Como governador, venho interceder para que a justiça analise a situação e tome uma decisão que nos ajude a superar as dificuldades dos moradores de Porto Walter”, afirmou o chefe do Poder Executivo.

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Governador Gladson Cameli relatou dificuldades enfrentadas pelos moradores da região por conta da seca severa que afeta o Acre. Foto: Diego Gurgel/Secom

Principal meio de acesso ao município, o Rio Juruá, em alguns trechos está com um nível de apenas 20 centímetros. Embarcações levam até uma semana para chegar a Porto Walter. A cidade, que utiliza termoelétricas para a geração de energia elétrica, corre risco de apagão, devido a dificuldade de abastecimento de óleo diesel. A seca tem impactado ainda a subida no preço dos alimentos. O quilo do frango, por exemplo, chega a custar R$ 22 no comércio local.

O deputado federal Zezinho Barbary também acompanhou a reunião. O parlamentar, que já foi prefeito do município, reforçou o pedido feito pelo governador. “O que desejamos é a sensibilidade da justiça em favor dos moradores de Porto Walter. Seja na zona urbana ou na zona rural, o povo tem sofrido bastante com essa situação”, pontuou.

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Deputado Federal Zezinho Barbary reforçou a necessidade de reabertura do ramal para a população de Porto Walter. Foto: Diego Gurgel/Secom

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE-AC) já apresentou uma contraminuta à ação interposta pelo Ministério Público Federal. Conforme explicou a desembargadora Ana Carolina Roman, dentro de 30 dias, uma das turmas do TRF1 decidirá pela suspensão ou continuidade da liminar judicial.

Participaram da reunião o procurador João Paulo Setti e o chefe do Gabinete do Governador, José Messias.

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BC aprova Nova Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática

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O Comitê de Governança, Riscos e Controles (GRC) do Banco Central (BC) aprovou, no mês passado, a nova Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC). A fim de direcionar os esforços promovidos pela instituição para reduzir riscos sociais, ambientais e climáticos na atuação do próprio BC e dos demais agentes do Sistema Financeiro Nacional (SFN), a política estabelece recomendações para a atuação estratégica da autoridade monetária.
Cinco novas diretrizes foram adicionadas nesta atualização, sendo que três delas possuem um foco interno à instituição, para a atuação do próprio BC, e duas trazem um olhar para fora do Banco. Confira quais são elas.
Internas ao BC:
  • preparar a governança para adotar critérios sociais, ambientais e climáticos nos processos internos de tomada de decisão;
  • aplicar requisitos de sustentabilidade nas instalações e atividades administrativas;
  • desenvolver e aperfeiçoar continuamente metodologias e instrumentos de monitoramento dos resultados sociais, ambientais e climáticos.
Externas ao BC:
  • apoiar e contribuir para o aprimoramento contínuo das políticas sob competência do BC, incorporando critérios de sustentabilidade;
  • desenvolver parcerias para promoção do desenvolvimento sustentável e da responsabilidade social, ambiental e climática, fortalecendo o diálogo com partes interessadas e a participação cidadã.
“O comprometimento do BC com o desenvolvimento sustentável está no cerne de sua atuação e na forma como geramos valor para a sociedade. A sustentabilidade, um dos nossos objetivos estratégicos, ainda está expressa em nossa visão de futuro e nos nossos valores, orientando a integração de aspectos de natureza social, ambiental e climática em nossas atividades e norteando a tomada de decisões em todos os níveis”, destacou Leticia Maia, da Gerência de Sustentabilidade e de Relacionamento com Investidores Internacionais de Portfólio do BC.
A primeira versão da política havia sido lançada em 2017 e, ao longo desses sete anos, várias iniciativas foram implementadas no BC, como a criação da dimensão de sustentabilidade na Agenda BC# e do Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticos (RIS), além da ampliação do escopo do Banco em temas de sustentabilidade. Como regulador, cabe ao BC refletir sobre suas próprias políticas, que tendem a ser um instrumento de orientação estratégica e transformação tanto internas quanto no âmbito do SFN.
A atualização da PRSAC está em conformidade com as exigências para instituições reguladas, incluindo a ótica climática no arcabouço prudencial para manter um sistema financeiro sólido e capaz de absorver impactos de eventos climáticos indesejados.
Objetivos
Entre os objetivos específicos da PRSAC do BC estão o de contribuir para o desenvolvimento sustentável do país em suas três dimensões: social, ambiental e econômica; de fomentar a cultura de sustentabilidade na instituição; e de estimular as instituições integrantes do SFN a participarem do processo de desenvolvimento equilibrado do país, promovendo as finanças sustentáveis, a responsabilidade e o gerenciamento adequado dos riscos sociais, ambientais e climáticos do sistema.
A próxima revisão está prevista para acontecer em até três anos. Para mais informações sobre a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática do BC e a Agenda de Sustentabilidade do BC, clique aqui.

LiveBC detalhou os resultados da nova pesquisa do BC, a Firmus

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Diferentemente do Boletim Focus, relatório produzido pelo Banco Central (BC) que traz as projeções dos analistas e economistas do mercado para o futuro da inflação, do Produto Interno Bruto (PIB), do câmbio e da Taxa Selic, o BC acaba de publicar os primeiros resultados da etapa-piloto de uma nova pesquisa, a Firmus, que vai reunir as expectativas dos setores não financeiros da economia: a indústria, a agricultura, o varejo, os serviços, entre outros. Na LiveBC de agosto, o Diretor de Política Econômica do BC, Diogo Guillen, explicou a importância de conhecer essas percepções e tirou dúvidas. A live está disponível no canal do BC do YouTube.
“As percepções e as expectativas são elementos cruciais no processo de tomada de decisão das empresas não financeiras e devem ser levadas em consideração pelos bancos centrais, tendo em vista que influenciam a dinâmica da atividade econômica e da formação de preços de bens e serviços e, por conseguinte, a inflação”, frisou Guillen.
Importância da Firmus
De acordo com o diretor, os dados coletados das empresas na Firmus serão incorporados pelo BC para análise e formulação de política econômica. A pesquisa, apontou, vai ajudar no entendimento e na análise da conjuntura econômica, e se constituir como um instrumento relevante de informação.
O diretor destacou que a iniciativa faz parte do esforço de maior aproximação do BC com empresas não financeiras, que inclui também o aumento do número de reuniões periódicas do Departamento Econômico (Depec) com representantes da chamada “economia real” e associações empresariais para ouvir sobre as percepções em relação ao negócio da empresa, do setor e da economia em geral.
Além disso, Guillen observou ainda que a pesquisa permite ao BC se alinhar a outros bancos centrais, que já coletam essas percepções em pesquisas recorrentes.
Principais resultados 
Ao fazer uma análise das respostas às questões numéricas das três rodadas realizadas até o momento, o diretor do BC explicou que a mediana das expectativas de inflação informadas pelas empresas na Firmus foi consistentemente maior do que a mediana correspondente do Focus, com predominância de respostas indicando expectativa de inflação de 4,0% (para os anos de 2024 a 2026, na última rodada e para os períodos de 12 meses à frente nas duas primeiras rodadas – de novembro de 2023 a fevereiro de 2024).
Outro resultado importante, na opinião dele, é que os desvios-padrão – medida de variabilidade da amostra – das respostas à Firmus são maiores do que os de seus correspondentes no Focus. Com relação à atividade, ele apontou que as medianas das expectativas para o crescimento do PIB em 2024 ficaram virtualmente iguais nas duas pesquisas.
Como a pesquisa é feita
Guillen explicou, durante o programa, que as coletas são feitas por meio de questionário. Ele ressaltou que se trata de um formulário simples, que tem, na versão mais recente deste terceiro trimestre, apenas dez questões. Não há sistema, como no caso do Focus, pontuou. A ideia central, segundo o diretor, é coletar informações e percepções de dirigentes de empresas utilizando perguntas qualitativas e quantitativas sobre as condições da economia e do negócio da empresa.
Na live, Guillen mencionou ainda que a pesquisa conta com questões sobre a evolução da economia e dos negócios da empresa. Para a economia, elencou, há perguntas sobre atividade e inflação. Já em relação à empresa, segundo ele, o BC procurou capturar as percepções relacionadas à demanda pelos produtos da empresa, à variação dos custos de mão de obra, à variação dos preços dos produtos e à margem de resultado da empresa.
Próximos passos
O diretor afirmou que, neste momento, o BC está priorizando reuniões com associações e a própria divulgação da pesquisa para aumentar o número de empresas participantes. À medida que a pesquisa avançar, disse, se tornará mais conhecida entre as próprias empresas, e isso ajudará a ampliar o rol de respondentes.
Etapas
A etapa-piloto da pesquisa Firmus, que já teve dados coletados de novembro de 2023 a maio de 2024, é destinada exclusivamente para uso interno e aperfeiçoamento do questionário. Assim, e conforme haja progresso da pesquisa e melhor entendimento e aprendizado por parte do BC, oportunamente a pesquisa passará do estágio inicial para uma pesquisa de periodicidade trimestral, que então terá seus resultados quantitativos agregados divulgados. Não há, entretanto, previsão para o início de uma publicação recorrente, com datas definidas.
Clique aqui para ver (ou rever) a LiveBC #36.

Conheça a nova plataforma do Aprender Valor

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O Aprender Valor, programa gratuito do Banco Central (BC) que ajuda professores, escolas e redes de ensino a levarem educação financeira a estudantes do ensino fundamental, está de cara nova. A nova plataforma é mais simples e fácil de navegar, e reúne todas as informações e ferramentas em um só lugar: https://aprendervalor.bcb.gov.br/.
“O Aprender Valor ajuda educadores, crianças e jovens a lidar melhor com o dinheiro e, com isso, a usar o dinheiro para realizar seus sonhos. Vamos, juntos, levar educação financeira para essa nova geração de brasileiros”, destaca Ana Márcia Fonseca, chefe da Divisão de Educação Financeira do BC.
A partir de agora, o Aprender Valor, que esteve focado em ajudar escolas públicas, abrirá as portas do programa também para as escolas particulares e cidadãos, de forma a incentivar que esse tema chegue a todas as salas de aula, de todas as escolas do país, e à população em geral.
Ainda de acordo com Ana Márcia, o BC aproveitou a mudança para abrir o programa também para os demais cidadãos, porque sabe que pais que fazem homeschooling e educadores financeiros também podem se interessar pelos materiais disponibilizados.
Nova plataforma
Estão no novo espaço todos os 68 projetos escolares do Aprender Valor, para os nove anos do ensino fundamental. Cada projeto apresenta uma sequência de 5 a 10 aulas, integrando o tema da educação financeira aos conteúdos de Língua Portuguesa, Matemática, Geografia ou História. Três projetos são específicos para Educação de Jovens e Adultos (EJA). Agora, todos os projetos estão disponíveis na versão completa, com os anexos no mesmo arquivo, para qualquer usuário cadastrado, independentemente de trabalhar em escola ou não. Os educadores são incentivados a registrarem na própria plataforma a aplicação dos projetos escolares, até o fim do ano letivo.
Outra praticidade são os links para formações do Aprender Valor, que agora estão hospedadas no site da Escola Virtual de Governo (EV.G) e são certificadas pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap):
  • Educação Financeira Pessoal – 40 horas;
  • Formação de professores – com carga horária reduzida para 40 horas;
  • Formação de gestores escolares – 40 horas;
  • Elaboração de projetos escolares com educação financeira – 30 horas.
Se tiver dúvidas sobre o programa ou o processo de mudança, acesse a FAQ do Aprender Valor.
Próximos passos
Para o futuro, o Aprender Valor pretende ampliar o programa para o ensino médio e ofertar projetos escolares direcionados para escolas indígenas, quilombolas e que atendam estudantes com necessidades educacionais específicas.
Números
Hoje, o Aprender Valor já está em mais de 24 mil escolas de ensino fundamental, de mais de 3,1 mil municípios brasileiros (56% das cidades do país), em todas as unidades da Federação.
Recursos didáticos ofertados gratuitamente:
  • 68 projetos escolares com aulas prontas para levar educação financeira para sala de aula;
  • quatro cursos on-line para formação de professores e gestores, disponíveis na EV.G e certificados pela Enap;
  • dois testes por ano para avaliação do letramento financeiro dos estudantes.
Inscreva-se no canal do Aprender Valor no Telegram e fique por dentro de tudo o que acontece no programa. Acesse https://t.me/aprendervaloroficial.
  • https://wms5.webradios.com.br:18904/8904
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