Controladoria-Geral do Estado realiza capacitação sobre as leis LGPD e LAI para ouvidorias-setoriais
Com o objetivo de fortalecer a proteção de dados pessoais e garantir o direito à informação, a Controladoria-Geral do Estado do Acre (CGE) realizou na última sexta-feira, 23, uma capacitação direcionada às ouvidorias setoriais dos órgãos estaduais. O evento, que aconteceu no auditório da Biblioteca Pública, contou com a palestra do advogado e especialista em direito digital, Leonardo Bandeira, que abordou as principais diretrizes da Lei-Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e da Lei de Acesso à Informação (LAI).
Leonardo Bandeira, advogado e especialista em direito digital, abordou as diretrizes da suas leis. Foto: Cedida
A capacitação reuniu ouvidores setoriais de diversos órgãos do Estado do Acre e servidores da CGE, que tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre as novas legislações e suas implicações para a gestão pública. O especialista Leonardo Bandeira, apresentou os principais conceitos, princípios e práticas relacionadas à LGPD e à LAI, além de esclarecer dúvidas dos participantes sobre a aplicação das leis no dia a dia das ouvidorias.
Controladora-geral, Mayara Bandeira, destacou a importância da capacitação constante dos servidores. Foto: Cedida
A controladora-geral, Mayara Bandeira, afirma que diante das constantes mudanças no cenário digital e das novas tecnologias, é fundamental que os servidores estejam atualizados sobre as melhores práticas para garantir a conformidade com essas legislações. “A LGPD e a LAI são leis recentes e complexas, que exigem um constante aprimoramento dos conhecimentos dos servidores públicos. A pedido do governador Gladson Cameli, estamos buscando melhorar o atendimento ao cidadão e essa capacitação é um passo efetivo para garantir a segurança dos dados pessoais e a transparência nas ações do governo” disse.
Um total de 40 servidores participaram da capacitação. Foto: Cedida
Para a ouvidora-geral, Márcia Cristina Portela, “essa iniciativa faz parte da nossa proposta de capacitação e do fortalecimento das ouvidorias setoriais. Acreditamos que o conhecimento muda realidades e que, a medida que capacitamos nossos ouvidores, estamos agindo respeitando o direito de todos os cidadãos, no que se refere ao acesso a um serviço prestado com qualidade. Para isso, é fundamental nos aprofundarmos no conhecimento das normas que utilizamos diariamente, como a LAI e LGPD.
A Amazônia, com sua vastidão e diversidade biológica, representa uma das últimas grandes fronteiras para a implementação de uma bioeconomia sustentável. Esta região abriga cerca de 20% da biodiversidade mundial, o que a posiciona como um território estratégico para o desenvolvimento de produtos e serviços baseados em recursos biológicos (Gomes & Reis, 2021). No entanto, a viabilidade da bioeconomia na Amazônia não depende apenas de seu imenso capital natural, mas também de uma série de pressupostos e elementos fundamentais que devem ser cuidadosamente considerados e desenvolvidos.
1. Pressupostos e elementos essenciais para a bioeconomia Amazônica
Para que a bioeconomia na Amazônia seja viável, é necessário garantir que os recursos produtivos sejam utilizados de maneira sustentável. A região possui uma vasta gama de recursos florestais, com destaque para produtos florestais não madeireiros (PFNMs), como óleos essenciais e alimentos funcionais, que já demonstram potencial econômico significativo. Em 2022, a exportação de açaí, um dos superalimentos da Amazônia, gerou mais de US$ 1 bilhão, destacando o valor econômico dos produtos da biodiversidade regional (Associação Brasileira de Exportadores de Frutas [ABRAF], 2023) [Link: http://abraf.org.br].
No entanto, a exploração desses recursos deve ser acompanhada de uma política sólida de direitos de propriedade. A regularização fundiária e o reconhecimento dos direitos das comunidades indígenas e locais são essenciais para evitar conflitos e garantir que os benefícios da bioeconomia sejam distribuídos de maneira justa. A falta de clareza sobre os direitos de propriedade na Amazônia tem sido um dos principais obstáculos para o desenvolvimento sustentável, agravando problemas como o desmatamento e a degradação ambiental (Silva, 2020).
A infraestrutura econômica na Amazônia também precisa ser fortalecida. A região ainda sofre com a falta de conectividade, o que dificulta o escoamento de produtos e a integração dos mercados locais com o mercado global. Investimentos em transportes e comunicações são cruciais para melhorar a competitividade dos produtos amazônicos. Além disso, o desenvolvimento de uma infraestrutura energética baseada em fontes renováveis pode apoiar as atividades produtivas e reduzir o impacto ambiental, promovendo a sustentabilidade (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento [PNUD], 2022) [Link: https://www.br.undp.org].
2. Nichos de mercado e oportunidades na bioeconomia Amazônica
A bioeconomia na Amazônia oferece uma variedade de nichos de mercado que podem ser explorados de maneira sustentável. Um dos setores mais promissores é o de biofármacos e fitoterápicos. A bioprospecção na Amazônia já resultou na descoberta de várias moléculas bioativas, e o potencial para novos medicamentos é enorme. Por exemplo, a pilocarpina, derivada do jaborandi, é amplamente utilizada em tratamentos oftalmológicos e representa uma importante contribuição da biodiversidade amazônica para a medicina (Nascimento et al., 2021).
Outro nicho relevante é o da agrofloresta, que combina o cultivo agrícola com a preservação florestal. Esse sistema não apenas aumenta a produtividade agrícola, mas também contribui para a recuperação de áreas degradadas. Estudos indicam que a adoção de sistemas agroflorestais pode aumentar a renda dos produtores locais em até 50%, ao mesmo tempo em que reduz a pressão sobre as florestas (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia [IPAM], 2023) [Link: https://ipam.org.br].
A pesca e aquicultura sustentáveis também são áreas de grande potencial. O manejo do pirarucu, um peixe nativo da Amazônia, já se provou economicamente viável e ecologicamente sustentável. Em 2023, a pesca manejada do pirarucu gerou uma receita de mais de R$ 60 milhões para comunidades ribeirinhas, demonstrando que é possível combinar conservação ambiental com desenvolvimento econômico (Instituto Mamirauá, 2023) [Link: https://mamiraua.org.br].
3. Desafios e considerações finais
Apesar das inúmeras oportunidades, a viabilidade da bioeconomia na Amazônia enfrenta desafios significativos. A falta de políticas públicas adequadas, a pressão por desmatamento e o conflito fundiário são obstáculos que precisam ser superados para que a bioeconomia possa prosperar. Além disso, é crucial garantir que o desenvolvimento econômico na região seja inclusivo, respeitando os direitos das comunidades locais e promovendo a equidade social.
A construção de uma bioeconomia sólida na Amazônia requer um esforço conjunto entre governo, setor privado e sociedade civil. É necessário investir em pesquisa e desenvolvimento, capacitação técnica e infraestrutura, além de promover políticas que incentivem a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais.
Em conclusão, a bioeconomia na Amazônia é viável e pode se tornar um motor de desenvolvimento sustentável para a região. No entanto, seu sucesso depende da implementação de políticas robustas, do fortalecimento das instituições e da garantia de que os benefícios econômicos sejam distribuídos de forma equitativa. Com os investimentos e as estratégias corretas, a Amazônia pode se tornar um modelo global de bioeconomia, combinando crescimento econômico com conservação ambiental e justiça social.
Referências
Associação Brasileira de Exportadores de Frutas. (2023). Relatório Anual de Exportações de Frutas. Disponível em: http://abraf.org.br
Gomes, R. & Reis, F. (2021). Bioeconomia e Sustentabilidade na Amazônia: Potenciais e Desafios. São Paulo: Editora Verde.
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia. (2023). Agrofloresta na Amazônia: Benefícios Econômicos e Ambientais. Disponível em: https://ipam.org.br
Instituto Mamirauá. (2023). Manejo Sustentável do Pirarucu: Resultados de 2023. Disponível em: https://mamiraua.org.br
Nascimento, A. P., Costa, J. S., & Souza, M. L. (2021). Bioprospecção na Amazônia: Avanços e Perspectivas. Manaus: Editora UEA.
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. (2022). Relatório sobre Infraestrutura e Desenvolvimento Sustentável na Amazônia. Disponível em: https://www.br.undp.org
Silva, L. (2020). Desafios da Regularização Fundiária na Amazônia Brasileira. Revista de Direito Agrário, 25(3), 67-89.
*José Luiz Gondim dos Santos é gestor de Políticas Públicas, advogado especialista em Constitucional, Mudanças Climáticas e Negócios Ambientais
Rádio Aldeia FM de Brasileia ganhará nova sede na parte alta da cidade em setembro
Nos últimos anos, a Rádio Aldeia FM de Brasileia, uma emissora importante, não só para a comunicação pública, mas para o jornalismo da região do Alto Acre, foi atingida quatro vezes pela alagação do rio Acre que deixou a cidade, literalmente, debaixo d’água. E neste ano, a situação não foi diferente.
Mas graças à determinação do governador Gladson Cameli, da secretária de Estado de Comunicação, Nayara Pessoa Lessa, com o apoio da Secretaria Estadual de Obras Públicas (Seop) e dos servidores, alguns com mais de 30 anos de casa, o medo de uma nova enchente faz parte do passado, já que a rádio ganhará um novo prédio na parte alta da cidade.
E a melhor notícia foi dada nesse final de semana pelos responsáveis pela obra: 90% das ações de adequação do prédio já estão concluídas, o que inclui toda a parte de piso, forro, instalação elétrica e parte da pintura do prédio.
Nova sede da Aldeia FM em Brasileia será na parte alta da cidade. Foto: Neto Lucena
No próximo mês, toda a estrutura da rádio estará em pleno funcionamento no prédio do Centro da Juventude (Ceja), que passa desde maio, por um processo de obra de adequação e revitalização para que possa receber o Sistema Público de Comunicação do Vale do Acre. A obra está orçada em R$ 190.964,23 e tem apoio, via emenda parlamentar, da deputada federal Socorro Neri.
“Sofremos muito com as quatro alagações, com equipamentos e material de escritório danificado e muita aflição dos servidores, pois estávamos bem em frente à ponte. Vínhamos há muito tempo sonhando em tirar a rádio dali e agora, com o apoio do nosso governador Gladson Cameli e da secretária Nayara Lessa, este sonho está se tornando realidade”, comemora o coordenador da rádio, Léo Costa.
Léo Costa, coordenador da Aldeia FM, agradece apoio do governador Gladson Cameli. Foto: Neto Lucena/Secom
Segundo Costa, esta é a maior vitória da equipe, pois garante o pleno funcionamento da rádio na parte alta da cidade.
“E aqui, com a instalação de transmissores mais potentes, vamos chegar muito mais longe e alcançar novos ouvintes”, destaca o coordenador, que também expressou sua gratidão à deputada federal Socorro Neri e ao deputado estadual Tadeu Hassem que alocaram emendas para a obra.
“Uma das prioridades que elencamos para essa gestão foi a mudança dos prédios públicos de regiões de risco para áreas que não alagam, pois não podemos deixar a nossa população sem os serviços públicos. Não seria diferente com a Rádio Aldeia, que é um importante meio de comunicação do nosso Estado, para levar a informação de forma rápida e transparente a todos os cidadãos”, enfatizou o governador Gladson Cameli em recente viagem à região, oportunidade em que visitou as obras acompanhado da secretária Nayara Lessa e do secretário de Obras Públicas, Ítalo Lopes.
Secretária de Comunicação, Nayara Lessa, destacou que a manutenção dos serviços públicos de comunicação é imprescindível. Foto: Diego Gurgel/Secom
Novo transmissor digital
A secretária Nayara Lessa lembra que uma das novidades da rádio é o transmissor digital e a nova estrutura de equipamentos. “Esse é um trabalho que estamos realizando em todo o estado: a modernização dos equipamentos do Sistema Público de Comunicação, graças ao apoio do governador Gladson Cameli e da nossa bancada federal e estadual. Em Brasileia, teremos em breve uma rádio moderna e adequada à realidade atual e faremos uma linda inauguração para comemorar com toda a comunidade este grande presente para Brasileia e o Alto Acre”, destaca Nayara.
Trabalhos já estão em fase de conclusão nas instalações da nova Aldeia FM de Brasileia. Foto: Neto Lucena/Secom
Nayara Lessa vai além e lembra que a manutenção dos serviços públicos de comunicação é imprescindível, principalmente em situações de calamidade pública.
“Passamos dois meses com a rádio fora do ar por conta da enchente, justamente em um momento de calamidade, quando mais deveríamos comunicar. Por isso, a gestão do governador Gladson Cameli decidiu mudar o prédio para outro endereço, para que os serviços da rádio não sejam mais interrompidos. Agradeço ao governador e toda equipe da Seop pelo grande empenho para que essa obra seja entregue do jeito que sonhamos”, destacou.
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Gustavo Petro mantiveram ontem e hoje (23 e 24/8) conversas telefônicas sobre a questão das eleições presidenciais na Venezuela.
Ambos os presidentes permanecem convencidos de que a credibilidade do processo eleitoral somente poderá ser restabelecida mediante a publicação transparente dos dados desagregados por seção eleitoral e verificáveis.
A normalização política da Venezuela requer o reconhecimento de que não existe uma alternativa duradoura ao diálogo pacífico e à convivência democrática na diversidade.
Os dois presidentes conclamam todos os envolvidos a evitar recorrer a atos de violência e à repressão.
Como países vizinhos diretamente interessados na estabilidade da Venezuela e da região, e testemunhas dos Acordos de Barbados, Brasil e Colômbia mantêm abertos seus canais de comunicação com as partes e reiteram sua disposição de facilitar o entendimento entre elas.
Brasil e Colômbia tomam nota da decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela sobre o processo eleitoral. Reiteram que continuam a aguardar a divulgação, pelo CNE, das atas desagregadas por seção de votação. E relembram os compromissos assumidos pelo governo e pela oposição mediante a assinatura dos Acordos de Barbados, cujo espírito de transparência deve ser respeitado.
Manifestam também sua total oposição à continuada aplicação de sanções unilaterais como instrumento de pressão. Compartilham o entendimento de que sanções unilaterais são contrárias ao direito internacional e prejudicam a população dos países sancionados, em especial as camadas mais vulneráveis.
Declaración conjunta de Brasil y Colombia
Los presidentes Luiz Inácio Lula da Silva y Gustavo Petro sostuvieron ayer y hoy (23 y 24/8) conversaciones telefónicas sobre el tema de las elecciones presidenciales en Venezuela.
Ambos presidentes siguen convencidos de que la credibilidad del proceso electoral sólo podrá restablecerse mediante la publicación transparente de datos desglosados y verificables.
La normalización política de Venezuela requiere el reconocimiento de que no existe una alternativa duradera al diálogo pacífico y a la convivencia democrática en la diversidad.
Los dos presidentes llaman a todos los involucrados a evitar recurrir a actos de violencia y represión.
Como países vecinos directamente interesados en la estabilidad de Venezuela y de la región, y testigos de los Acuerdos de Barbados, Brasil y Colombia mantienen abiertos sus canales de comunicación con las partes y reiteran su disposición a facilitar el entendimiento entre ellas.
Brasil y Colombia toman nota de la decisión del Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) de Venezuela sobre el proceso electoral. Reiteran que siguen aguardando la difusión, por parte del Consejo Nacional Electoral, de las actas desglosadas por mesa de votación. Cabe recordar los compromisos asumidos por el gobierno y la oposición mediante la firma de los Acuerdos de Barbados, cuyo espíritu de transparencia debe ser respetado.
Manifiestan también su total oposición a la continuada aplicación de sanciones unilaterales como instrumento de presión. Comparten el entendimiento de que sanciones unilaterales son contrarias al derecho internacional y perjudican la población de los países sancionados, en especial a los sectores más vulnerables.
Acreanos do Curso de Oficiais em Minas Gerais recebem o Espadim Tiradentes
Os alunos oficiais da Polícia Militar do Acre (PMAC) alcançaram uma das etapas mais importantes no Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Os militares acreanos passaram da condição de alunos oficiais para cadetes, marcada pela entrega do Espadim Tiradentes. A formatura contou com a presença do comandante-geral da PMAC, coronel Luciano Dias Fonseca. A solenidade ocorreu na Escola de Oficiais da PMMG, nesta sexta-feira, 23.
Cadetes acreanos com o comandante-geral da PMAC. Foto: Jhonatan Santos/PMAC
Os acreanos ingressaram no CFO da Polícia Militar de Minas Gerais em fevereiro deste ano. Após seis meses de curso, os alunos oficiais tornaram-se cadetes, recebendo o Espadim Tiradentes, que simboliza o início das atividades de comando na Polícia Militar. No total, 233 cadetes receberam o espadim, incluindo 25 acreanos. Para o cadete Wellington Mota, a formatura do espadim representa a oportunidade de absorver novos conhecimentos a serem aplicados na PMAC.
Cadete acreana em forma durante solenidade. Foto: Jhonatan Santos/PMAC
“Este é um momento único em nossas vidas, pois a Polícia Militar de Minas Gerais é referência em todo o Brasil. Todos os conhecimentos adquiridos aqui nos ajudarão a entregar o nosso melhor quando estivermos comandando as fileiras da nossa instituição”, disse o cadete.
O espadim
O espadim tem origem na Rússia, durante o período imperial. As primeiras armas foram construídas sob ordem do Czar Alexandre III e eram entregues aos príncipes do império russo até que estivessem prontos para assumir integralmente as funções de comando, quando então trocariam seus espadins pelas espadas tradicionais. No Brasil, a denominação “Espadim Tiradentes” homenageia Joaquim José da Silva Xavier, o Alferes Tiradentes, patrono de todas as polícias militares brasileiras.
Parceria entre coirmãs
A Polícia Militar de Minas Gerais é conhecida nacionalmente por formar oficiais altamente qualificados para exercerem atividades de liderança e comando. A integração entre as polícias militares do Acre e de Minas Gerais busca aprimorar o quadro de oficiais da PMAC, proporcionando aos cadetes um curso com grade atualizada e um período de formação mais longo, totalizando três anos.
Comandante-geral da PMAC ao lado dos cadetes acreanos e dos oficiais superiores de Minas Gerais. Foto: Jhonatan Santos/PMAC
O comandante da Escola de Formação de Oficiais, tenente-coronel Lúcio Ferreira, destaca que a nova grade curricular do CFO de Minas Gerais visa oferecer um leque maior de conhecimentos. “Ampliamos nossa grade curricular de um ano e meio para três anos. Nosso objetivo é fornecer um CFO mais completo, com mais atividades que capacitarão ainda mais os oficiais para atuarem nas diversas situações exigidas dentro das instituições policiais militares”, ressaltou o oficial.
Para o comandante-geral da PMAC, coronel Luciano Dias Fonseca, o momento é de grande importância na vida de um oficial. “A entrega do Espadim Tiradentes aos cadetes simboliza não apenas a entrega de um armamento, mas também a transferência do dever de zelar pela paz e pela ordem pública. Tenho certeza de que eles sairão da Escola de Oficiais de Minas Gerais altamente qualificados, e todo o conhecimento que levarão para a Polícia Militar do Acre nos tornará uma corporação ainda mais forte e capacitada. Também gostaria de deixar um agradecimento especial ao governador do Acre, Gladson Cameli, que não mediu esforços para que nossos militares pudessem aprender numa das melhores escolas de oficiais do Brasil”, enfatizou o comandante. A solenidade também contou com a presença de autoridades locais, militares e familiares.
Momento de interação entre cadetes. Foto: Jhonatan Santos/PMAC
A entrega do espadim foi marcada por entusiasmo e comoção. A transição de aluno para cadete representa uma nova fase na formação desses militares e é apenas uma das muitas etapas que os acreanos terão de enfrentar até a conclusão do Curso de Formação de Oficiais na Escola de Minas Gerais.
Segurança Pública do Acre realiza primeiro treinamento com equipamento próprio de auxilio às queimadas no Estado
Fixado a um cabo sob o helicóptero, o Bambi Bucket é um equipamento utilizado em operações de combate a incêndios florestais, que consiste em um grande balde flexível que pode ser carregado por helicópteros para transportar e lançar grandes quantidades de água diretamente sobre áreas em chamas.
Bambi Buckt otimiza o tempo das forças de segurança, levando cinco minutos para encher e chegar até o local de ocorrência em qualquer parte de Rio Branco. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O Bambi é uma aquisição que veio somar forças aos operadores de Segurança Pública do Acre no combate às queimadas no Estado. Para o sucesso das operações, foi realizado nesta sexta-feira, 23, o primeiro treinamento promovido pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), no loteamento Ypê, em Rio Branco. Buckut vai auxiliar nos trabalhos do Corpo de Bombeiro Militar do Acre (CBMAC) em apagar incêndios, que nos meses de julho a setembro tem registrado picos nos números de queimadas na Amazônia brasileira, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Segurança Pública do Acre realiza primeiro treinamento com equipamento próprio de auxilio às queimadas no Estado nesta sexta-feira, 23. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O equipamento de uso operacional funciona com ajuda do helicóptero, que voa até uma fonte de água (como um lago, rio ou reservatório) e submerge o balde na água, enchendo-o. Depois de carregado, o helicóptero transporta o balde até o local do incêndio. Devido ao seu design, o balde tem capacidade de 820 litros de água, o que permite a realização de lançamentos eficazes. Quando o helicóptero atinge o local desejado, o piloto pode liberar a água do Bambi Bucket sobre as chamas. O balde é projetado para liberar a água de forma controlada, garantindo que ela seja distribuída uniformemente sobre a área afetada pelo fogo, podendo ser recarregado repetidamente até que o incêndio seja controlado ou extinto.
Balde tem capacidade de 820 litros de água, o equivalente a 40 bombeiros com bolsas de 20 litros nas costas. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O treinamento contou com todo o corpo do Ciopaer, formado por: pilotos, copilotos, operadores de equipamentos, que na oportunidade realizaram revezamento para a prática de todos os 10 pilotos do centro de operações aéreas. No treinamento a tripulação desempenha funções altamente especializadas e coordenadas para garantir o sucesso da operação e a segurança de todos os envolvidos. Onde o piloto é responsável por operar o helicóptero, manobrando com precisão a aeronave sobre o foco do incêndio, com livre comunicação com a tripulação a bordo e em solo, o copiloto auxilia o piloto na navegação, comunicação e monitoramento dos sistemas de voo e o operador é o responsável por operar o sistema de liberação do Bambi, decidindo o momento exato para liberar a agua.
Treinamento contou com todo o corpo do Ciopaer, formado por: pilotos, copilotos, operadores de equipamentos. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, coronel José Américo Gaia, destaca que o equipamento é bastante eficaz em áreas de difícil acesso terrestre, onde o uso de caminhões de bombeiros é inviável, permitindo que grandes áreas sejam cobertas rapidamente.
“O treinamento com o Bambi Bucket é de extrema importância para a segurança pública, especialmente no combate a incêndios florestais, que são uma ameaça significativa tanto para o meio ambiente, quanto para a população. Ele nos permite uma resposta rápida e eficiente aos incêndios florestais, que podem se espalhar rapidamente e causar destruição em larga escala. Como o balde pode ser transportado por helicópteros, ele permite que as equipes de combate a incêndios atinjam áreas remotas e de difícil acesso, onde as equipes terrestres teriam dificuldades em chegar. Ele é especialmente útil em operações de evacuação, onde o controle rápido do fogo pode ser a diferença entre a segurança e o desastre”, afirma o gestor da pasta.
“O Bambi permite que as equipes de combate a incêndios atinjam áreas remotas e de difícil acesso, onde as equipes terrestres teriam dificuldades em chegar”, destaca o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, coronel José Américo Gaia. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O coordenador do Ciopaer, Sergio Albuquerque, explica que o Buckt chegou este ano para as forças aéreas acreanas, e que o equipamento vai ser fundamental para uma atuação integrada com o Corpo de Bombeiros Militar do Acre e com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). “Esse treinamento com todos os nossos tripulantes, com todos os nossos pilotos que temos à disposição, é muito importante pois iniciamos novamente a temporada de incêndios. A partir desse treinamento nós estaremos aptos a fazer operações de combate a queimadas. Cada combatente florestal carrega na sua mochila 20 litros de água, então nós fazemos um descarrego de água em cima do incêndio de 820 litros, o que seria equivalente a 40 homens combatentes de incêndio florestal”, afirma.
Coordenador do Ciopaer, Sergio Albuquerque explica que o Buckt chegou este ano para o Centro. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
“Essa aquisição reforça nossa capacidade operacional, garantindo que estejamos preparados para enfrentar as adversidades que as queimadas estão provocando no Estado. Com essa nova ferramenta, a Sejusp, através do Ciopaer, proporciona um apoio ainda mais eficiente e preparado ao Corpo de Bombeiros contribuindo para a proteção do nosso bem mais precioso: o nosso meio ambiente. Nosso agradecimento ao Governador pelo apoio incondicional às forças de segurança e ao Secretário de Segurança, que tem, de forma efetiva, apoiado as ações do CBMAC voltadas ao bem-estar da população acreana”, destaca o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Acre, coronel Charles da Silva Santos.
Comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Acre, coronel Charles da Silva Santos. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
“O Bambi é o que há de mais rápido, eficiente e eficaz no combate a incêndio, tanto em florestas quanto em áreas de pastagens. A gente tem um recurso que hoje tem condições de ser empregado, tem condições de atuar no combate a incêndio, tal qual outros estados da federação do mesmo porte ou de maior porte também. A gente não perde em nada para nenhum deles. O Ciopaer hoje se torna parceiro do Corpo de Bombeiro e da Sema nas ações de combate a incêndio com o uso do Bambi Bucket”, destaca o instrutor de Operações de Carga Externa, o piloto e coronel Cleyton Almeida que tem mais de 3,5 mil horas de voo em helicópteros.
Instrutor de Operações de Carga Externa, o piloto e coronel Cleyton Almeida que tem mais de 3,5 mil horas de voo em helicópteros. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
A secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, falou sobre a importância de o Estado investir em mais reforço no enfrentamento às queimadas. “Diante desse cenário de seca prolongada, com baixa umidade do ar, atuar de forma preventiva e combativa às queimadas é essencial. O emprego do Bambi Bucket possibilita maior rapidez e eficiência por permitir lançar grandes volumes de água em áreas de difícil acesso, aumentando nossa capacidade de proteger as florestas e as comunidades locais”, afirmou.
Secretária do Meio Ambiente, Julie Messias. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O uso do Bambi Bucket pode ajudar a reduzir os custos e recursos necessários para combater incêndios. Além de apagar incêndios, o Bambi pode ser utilizado para despejar água em áreas onde há risco de explosões ou para criar barreiras de proteção contra o fogo, ajudando em operações de resgate e evacuação em situações de emergência.
Bambi pode ser utilizado para despejar água em áreas onde há risco de explosões ou para criar barreiras de proteção contra o fogo. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
Investimento
O Bambi Buckt faz parte de um montante de investimentos entregues em dezembro do ano passado pelo governador Gladson Cameli, que somaram mais de R$ 24 milhões. No investimento estava incluso uma aeronave e equipamentos como: kit rapel sem os cabos e o Bambi Buckut.
Rodeio com shows gratuitos promete movimentar parque de exposições a partir do primeiro dia da Expoacre
A Expoacre 2024, a maior feira de negócios do estado do Acre, que acontecerá de 31 de agosto a 8 de setembro, traz novidades que prometem aquecer a economia local, atrair um público recorde e agitar a capital, Rio Branco. O tradicional rodeio, que acontecerá entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, sempre a partir das 19h, contará com shows gratuitos, patrocinados pelo governo federal, por meio do Ministério do Turismo (MTur) e pelo Serviço Social do Comércio (Sesc/AC).
Entre as atrações confirmadas, a cantora Marília Tavares se apresentará no dia 2 de setembro, enquanto a banda Limão com Mel encerrará o rodeio no dia 3 de setembro. Ambos os shows, que serão realizados na Arena de Rodeio, no Parque de Exposições Wildy Viana, prometem lotar o espaço, garantindo o sucesso do evento.
Marília Tavares se apresentará no dia 2 de setembro. Foto: Divulgação
Também são parceiros no rodeio a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio) e as empresas Sem Fronteiras, Honda e Recol.
O secretário de Agricultura do Estado, José Luís Tchê, destacou as mudanças positivas para a Expoacre 2024, enfatizando a determinação do governador Gladson Cameli em tornar a feira um sucesso. “Por determinação do governador, buscamos uma saída para que a feira tenha recordes de público em todas as noites. O rodeio é uma das atrações que mais mobiliza o público na feira. Com os shows, a mobilização está mais que garantida. Os shows serão 100% gratuitos, pagos pelo governo federal, por meio do Ministério do Turismo, com a ajuda do senador Alan Rick”, afirmou o secretário.
“Por determinação do governador, buscamos uma saída para que a feira tenha recordes de público em todas as noites”, afirmou o secretário de Agricultura, José Luís Tchê. Foto: José Caminha/Secom
Entre as atividades programadas para a Expoacre 2024, destacam-se as competições de rodeio, esportes equestres e motocross. O rodeio será realizado na Arena de Rodeio entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, sempre a partir das 19h. Outras atividades incluem provas de tambor, team roping, motocross e vaquejada, que acontecerão em diferentes dias e horários, garantindo entretenimento para todos os gostos.
Além das atrações musicais e do rodeio, a Expoacre 2024 oferecerá uma programação diversificada, com feiras, exposições, cursos e capacitações. O evento reunirá expositores, desde ambulantes até grandes empresários, que terão a oportunidade de expor seus produtos e fechar negócios importantes. A feira de negócios é um ponto de encontro para produtores rurais, empresários, empreendedores e visitantes de diversas regiões do Brasil, trazendo resultados econômicos significativos para o estado.
Os workshops também serão uma parte importante da programação, abordando temas como sociobiodiversidade, cafeicultura, produção de mel, pecuária e olericultura, oferecendo capacitação e conhecimentos aos participantes.
Em 2023, Expoacre movimentou R$ 325 milhões em negócios. Foto: Pedro Devani/Secom
A expectativa para este ano é que o volume de negócios supere o de 2023, quando a Expoacre gerou R$ 325 milhões, representando um aumento de 55% em relação ao ano anterior.
A Expoacre 2024 promete ser um evento memorável, com atrações para todos os públicos e grandes oportunidades de negócios, consolidando-se como a maior feira de negócios do estado e um importante motor para a economia local.
Acre participa do lançamento da Mobilização Nacional pelo Feminicídio Zero
A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) participou do lançamento da Mobilização Nacional do Feminicídio Zero, promovida pelo Ministério das Mulheres. O Acre foi o primeiro estado mencionado entre os que assinaram o pacto pela prevenção dos feminicídios. O evento aconteceu nesta sexta-feira, 23, no auditório do Edifício Matriz II da Caixa Econômica, em Brasília.
Ministros, autoridades e representantes do governo federal. Foto: Ascom/Semulher
Na oportunidade, também foi firmada a adesão à carta-compromisso, em que autoridades se comprometem a atuar conforme as possibilidades de recursos, estrutura e público-alvo, para contribuir nas ações de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres. Entre os signatários estão órgãos do governo federal e governos estaduais, como a Secretaria de Estado da Mulher do Acre e de outras localidades, empresas públicas e privadas, entidades empresariais, organizações da sociedade civil e clubes de futebol.
Carta-compromisso das autoridades que se comprometeram a atuar no enfrentamento à violência contra mulher. Foto: Ascom/Semulher
A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, a ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, foram algumas das autoridades que se fizeram presentes, além de representantes de todas as regiões do país.
Secretária de Estado da Mulher do Acre, Márdhia El-Shawwa, durante evento de lançamento da Mobilização Nacional Feminicídio Zero. Foto: Ascom/Semulher
De acordo com a secretária da Mulher do Acre, Márdhia El-Shawwa, “o nosso estado tem participado ativamente do Agosto Lilás. No começo do mês, nós iniciamos a campanha com 31 dias de trabalho, atendimentos, informações, ampliando e intensificando os serviços que já realizamos, para que dessa forma, mais mulheres sejam alcançadas. Esse evento é um marco na defesa dos direitos delas e utilizo desse encontro para reafirmar o compromisso do governo do Acre com cada menina e mulher, para que vivam em uma sociedade mais justa e livres da violência de gênero e do feminicídio”, finalizou.
O Agosto Lilás é uma campanha estabelecida pelo governo brasileiro em 2022, definindo esse período como o de conscientização sobre o combate à violência contra a mulher. Ao longo do mês, diversas iniciativas são promovidas com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a importância de combater e erradicar a violência contra as mulheres.
No Acre, essas ações ganham uma dimensão especial por meio do trabalho integrado e transversal da Rede de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência, que busca, primordialmente, a erradicação do feminicídio.
Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, incentiva a união de todos pelo fim da morte de mulheres. Foto: Ascom/Semulher
“Se quisermos avançar para mudar a realidade, precisamos da ajuda de cada indivíduo, da iniciativa, da reação de cada um e cada uma. Nenhuma violência contra a mulher deve ser tolerada. Para que juntos e juntas cheguemos ao Feminicídio Zero”, disse a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.
Em parceria com governo federal, Educação levará internet às escolas rurais e indígenas
Em parceria com o governo federal, por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) e do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) levará conectividade a 234 escolas indígenas e rurais do Estado somente nesta primeira fase da estratégia.
De acordo com o chefe do Departamento de Tecnologia Educacional e Informação (Detei), Fábio Moreira, trata-se de um objetivo ousado por parte do governo em chegar ao final de 2026 com todas as escolas do Brasil conectadas. No Acre, ao todo, serão contempladas 430 escolas.
“De fato é uma estratégia ousada porque 430 escolas do nosso Estado são escolas rurais e indígenas e isso é praticamente dois terços de nossas escolas que estão nessas áreas de difícil acesso e de difícil atendimento de sinal de internet pelas operadoras”, explica.
Escolas Indígenas serão contempladas com internet. Foto: Mardilson Gomes/Arquivo SEE
Com o apoio do governo federal, por meio desses programas, ele acredita que o Acre poderá atingir também 100% da cobertura de internet nas escolas. Ainda de acordo com Fábio Moreira, são recursos diversos, mas o principal deles, que garante conectividade das escolas vem do leilão do 5G.
“Uma parte dos recursos vem do leilão do 5G, outra parte dos recursos vem do Fust, que é o fundo de tecnologia, e por último uma parte dos recursos vem do tesouro estadual para poder complementar, porque tem ações do governo federal, mas tem ações do governo estadual”, disse.
Meta é que 100% das escolas estejam conectadas até o final de 2026. Foto: Mardilson Gomes/Arquivo SEE
Em outras regiões onde as escolas são de mais fácil acesso, o programa do governo federal está na segunda fase, mas aqui no Acre entrará na primeira fase, que atenderá 234 escolas. “No Acre, é a primeira vez que essa conectividade das escolas indígenas e rurais está chegando”, destaca.
Entre os municípios contemplados com a conectividade estão Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Cruzeiro do Sul, Feijó, Jordão e Santa Rosa. “São municípios onde estão a maior parte das nossas escolas indígenas que serão contempladas com a conectividade”, ressalta.
Nota pública sobre a morte de um detento no hospital de Cruzeiro do Sul
O governo do Estado, por meio do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), informa a morte do detento Helder Emídio Cunha de Oliveira Júnior, de 31 anos, em Cruzeiro do Sul.
Hélder Emídio estava internado no Hospital do Juruá, para tratamento de saúde, desde o dia 19 de junho, e foi diagnosticado, segundo laudo médico, com Abdome Agudo Cirúrgico, posteriormente submetido a procedimento cirúrgico de Laparotomia Exploradora, para tratamento de abcesso intra-abdominal, mas morreu nessa sexta-feira, 23.
O Iapen se solidariza com a família de Hélder Emídio neste momento de profunda dor.