Polícia Civil do Acre promove capacitação focada no atendimento a vítimas de violência doméstica
A Polícia Civil do Acre, por meio da Academia de Polícia (Acadepol), promoveu nesta segunda-feira, 24, uma capacitação voltada à Atualização em Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica. A ação integra o conjunto de atividades dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, reforçando o compromisso institucional com a proteção de grupos vulneráveis.
Mais de 60 profissionais da PCAC participaram da formação focada em atendimento humanizado e técnico a mulheres e crianças vítimas.. Foto: assessoria/ PCAC
A formação contou com apoio da Secretaria da Mulher (Semulher), com a psicóloga Luzivera Batista, que ministrou o tema “Violência Psicológica”, ampliando o conhecimento dos profissionais sobre a identificação, acolhimento e abordagem sensível às vítimas deste tipo de agressão.
Já a Juíza de Direito Dra. Louise Kristina Lopes, titular da 2ª Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco e coordenadora estadual das mulheres em situação de violência doméstica e familiar, conduziu a palestra “Revisitação da Lei Maria da Penha e Formulário Nacional de Avaliação de Risco (FONAR)”, reforçando a importância da correta aplicação do instrumento para prevenção de feminicídios e agravamentos de casos de violência doméstica.
Juíza Louise Kristina Lopes abordou a Lei Maria da Penha e o uso do FONAR na capacitação realizada pela Acadepol. Foto: assessoria/ PCAC
A delegada Juliana De Angelis, responsável pela articulação da capacitação, destacou que a iniciativa reforça a atuação integrada da Polícia Civil em defesa dos direitos das mulheres e crianças.
“Atuamos em parceria, como representação institucional de proteção aos grupos vulneráveis, e nosso compromisso é fortalecer cada vez mais a capacidade de acolhimento e resposta da Polícia Civil. A violência doméstica exige técnica, sensibilidade e alinhamento às melhores práticas, e essa capacitação é mais um passo nessa direção”, afirmou a delegada.
O Oficial Investigador Marcos Aurélio Pina recebeu certificado de reconhecimento da Acadepol pelos relevantes serviços prestados à Polícia Civil. Foto: assessoria/ PCAC
O diretor da Acadepol, delegado Fabrizzio Sobreira, destacou que esta é mais uma formação fruto do esforço permanente da instituição em profissionalizar e qualificar seu efetivo.
“A Acadepol tem trabalhado continuamente para oferecer cursos que atendam às necessidades reais do trabalho policial, especialmente em áreas sensíveis como o atendimento às mulheres e crianças vítimas. Essa atualização representa mais um passo na consolidação de uma Polícia Judiciária moderna, preparada e capacitada para atuar com firmeza e responsabilidade na proteção das vítimas de violência”, destacou o delegado.
A capacitação integra o conjunto de ações da Polícia Civil do Acre voltadas ao enfrentamento à violência doméstica e familiar, reforçando o compromisso da instituição com a proteção das vítimas e com um atendimento cada vez mais técnico, eficiente e humanizado.
“Somos herdeiros de uma luta histórica”, dizia Luiza Bairros.
A intelectual negra, que faleceu em 2016, tem sua trajetória revisitada na exposição Luiza Bairros: Lentes e Voz, inaugurada nesta segunda-feira (24), na Fundação Palmares, em Brasília.
“A mostra nasce como uma ‘feminagem’”, diz a curadora Martha Rosa, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
“A exposição traça um panorama da vida e obra de Luiza Bairros, por meio de registros da sua atuação no movimento negro, cronologia da sua vida, com fotos, destaque na sua participação na formulação de políticas públicas, sua atuação em instituições de movimentos sociais, entre outros”.
Ela destaca ainda que é simbólico que a mostra seja lançada na véspera da segunda Marcha Nacional das Mulheres Negras, lembrando que Luiza foi uma das maiores articuladoras da Marcha e sempre foi uma referência central do feminismo negro.
Na exposição, as pessoas vão ver, inclusive, registros sobre a participação da ex-ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Brasil entre 2011 e 2014.
A mostra ainda conta com peças produzidas por artistas plásticas de diferentes cidades do país, expressando suas visões sobre Luiza Bairros.
A sobrinha de Luiza, Fernanda Bairros, estava na inauguração da mostra e afirmou que não é somente a sobrinha da intelectual, mas “fruto do projeto político construído” por ela. Fernanda lembrou que a tia dedicou a vida inteira para a causa de combate ao racismo e ao sexismo.
Já o presidente da Fundação Palmares, João Jorge, ressaltou o legado deixado por Luiza e sua atuação na política institucional.
“Todas as mulheres que estão na politica hoje, são descendentes da Luiza Bairros, de Lélia Gonzales, de Beatriz Nascimento todas que vieram antes”, afirmou.
Presente no evento, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, lembrou que conheceu Luiza em sua atuação na Fundação Palmares, lugar que foi, durante muito anos, referência para que artistas negros e negras tivessem a oportunidade de realizar trabalhos em âmbito nacional.
“Essa exposição abre possibilidade para as novas gerações se aproximarem e conhecerem [a Luiza]. Fazer esse movimento um dia antes da Marcha das Mulheres Negras é um ponto de força muito importante”, completou a ministra.
Amizade e saudade
Amiga de longa data de Luiza Bairros, a filósofa Sueli Carneiro destacou a saudade que sente da ativista.
“Nós estamos aqui porque amávamos e amamos Luiza, seu legado e sua história. Sinto falta da minha amiga, sinto falta da inteligência, sinto falta da companheira, especialmente num momento tão terrível como a gente está vivendo. Nunca uma mente poderosa e uma reflexão potente como a de Luiza, fez tanta falta como num momento tão difícil que a gente atravessa, em que o fascismo nos espreita o tempo todo”, declarou Sueli.
Sueli agradeceu a curadoria de Martha Rosa e destacou que a exposição não é apenas uma rememoração de Luiza, mas uma forma de manter vivo o legado, a inteligência, a bravura e a coragem da intelectual.
“Que essa exposição seja um canal para que essa luta histórica, travada por Luiza e por cada um de nós que estamos aqui chegue a mais e mais brasileiros, de todas as raças e etnias, de todo território nacional. Como Luiza dizia, e nós defendemos, a gente não tem um projeto do movimento negro para o negro. A gente tem um projeto negro para o Brasil”, finalizou a curadora Martha Rosa.
Com apoio da FEM, Beatriz Cameli lança nesta segunda-feira, 24, a biografia de Orleir Cameli
Sob o apoio da Fundação Elias Mansour (FEM), a escritora Beatriz Barroso Cameli lança, em quatro municípios do Acre, a biografia “Orleir Cameli – Um homem à frente de seu tempo”, que narra a trajetória de vida do ex-governador que se transformou em referência no Acre, em especial, para o povo do Juruá.
O primeiro evento de lançamento ocorre nesta segunda-feira, 24, no Centro Cultural Sebastião Joaquim Dantas Barroso, Rua Vitória Salvatiera, nº 100, em Brasileia.
Lançamento ocorre em quatro municípios do Acre. Foto: cedida Já em Rio Branco, o evento acontecerá em noite de autógrafos com dona Beatriz, dia 26, às 19h30, no Centro Cultural do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, situado à Rua Benjamim Constant – Centro.
Mais que um simples biografia, a obra de fôlego literário de dona Beatriz traz um panorama da civilização amazônica, do Ciclo da Borracha, do sonho do ouro branco da floresta, da Revolução Acreana sob o ponto de vista pouco citado dos moradores pioneiros do Vale do Juruá, que enfrentaram desafios próprios na defesa do Acre brasileiro.
O livro usa esse resgate histórico para lembrar a saga dos sírio-libaneses se espalhando pela Amazônia, chegando ao Acre, da importância dos regatões e, assim, alcançando as origens da família Cameli, uma das pioneiras dos altos rios do Juruá.
Dona Beatriz conta a história da vida de Orleir e de seus irmãos, Chiquinho e Eládio. Foto: cedida Lembra também a importância dos nordestinos na formação acreana, mostrando as origens e a contribuição da família Messias, desde o pioneiro Manoel Messias, as sucessivas uniões matrimoniais com os Cameli, uma aliança indissolúvel que marcou a história de Cruzeiro do Sul e se refletiu em todo o estado.
Dona Beatriz conta a história da vida de Orleir e seus irmãos, Chiquinho e Eládio, desde o nascimento no seringal, a formação, o trabalho duro ao lado do pai Marmud e da mãe Marieta, que passaram aos filhos os valores da ética, do respeito e do trabalho, até a construção, passo a passo, do grande grupo econômico e dos caminhos de cada um deles na vida empresarial.
Mostra o pensamento de progresso e compromisso de Orleir com seu povo e sua terra. Conta a bela história de amor que uniu indissoluvelmente Orleir e Beatriz, desde o primeiro encontro em Lima, no Peru. Abre espaço para heroica trajetória da família Barroso, a união do casal, a mudança para o Acre e a chegada em cruzeiro do Sul.
Relata com minúcias e zelo histórico a entrada de Orleir na política, como prefeito de Cruzeiro do Sul e sua campanha avassaladora para a vitória ao governo do seu estado. Sem revanchismo, mostra as dificuldades e empecilhos que foram postos em seu governo e como ela venceu os desafios com integridade e apoio popular.
Orleir Cameli – Um homem à frente de seu tempo mostra a capacidade de construir os sonhos, de acreditar que as utopias podem ser realizadas, que o desejo histórico de integração do Acre encontrou naquele filho do Juruá um realizador ousado e consciente. Foto: cedida Longe da política, Orleir se voltou aos negócios, se firmando como um dos maiores empresários acreanos de todos os tempos, sempre com um componente humanitário, sempre se dedicando à filantropia, de forma anônima e solidária.
Também mostra um aspecto pouco difundido de Orleir, o homem de família, pai e avô orgulhoso. Finalmente, mostra o impacto da súbita doença que o levaria tão prematuramente, o impacto de sua morte no Acre, as homenagens de seu povo, que não se esquece de seu governador tão querido.
Orleir Cameli – Um homem à frente de seu tempo mostra a capacidade de construir os sonhos, de acreditar que as utopias podem ser realizadas, que o desejo histórico de integração do Acre encontrou naquele filho do Juruá um realizador ousado e consciente.
Um livro fundamental para o estudo da história do Acre, para o resgate de um personagem gigante da vida acreana, um documento imprescindível para a atual e para as próximas gerações.
Com sua erudição e simplicidade, Beatriz Barroso Cameli apresenta uma obra seminal para se conhecer e entender, não só a trajetória magnífica da vida de Orleir, como também um hino de amor e de respeito ao povo do Acre, sua história e suas tradições.
Em Sena Madureira, o lançamento será na sexta-feira, 28 de novembro no auditório Professora Francisca Souza da Silva, da Escola Professor Messias Rodrigues de Souza localizada na Travessa Guilherme, Bairro Pista.
No município de Tarauacá, o evento será no dia 29 de novembro, no Teatro Municipal José Potyguara, localizado na Rua Coronel Juvêncio Menezes, 396 – Centro.
Confira a programação:
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Tratativas estratégicas na COP30 ampliam oportunidades de recursos para políticas ambientais no Acre
O governo do Acre encerrou sua participação na COP30 com uma agenda voltada à articulação de financiamentos internacionais e à projeção de novos investimentos para ampliar políticas ambientais e climáticas no estado. Por meio do governador Gladson Camelí, da vice-governadora Mailza Assis, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e os demais entes que fazem parte da agenda ambiental, realizaram tratativas com organismos multilaterais, parceiros internacionais e fundos de cooperação, apresentando resultados que reforçam a credibilidade institucional e criam condições para captar recursos destinados ao combate ao desmatamento, à adaptação climática e ao fortalecimento da governança ambiental.
Governador Gladson Camelí destacou participação exitosa do Acre na COP30. Foto: Diego Gurgel/Secom. A participação do governador e da vice-governadora reforçou a agenda institucional do Acre, assegurando diálogo político com organismos internacionais, governos parceiros e fundos multilaterais voltados ao financiamento de ações ambientais e climáticas. Sua atuação também fortaleceu a articulação para ampliar mecanismos de cooperação e garantir que os resultados apresentados se traduzam em políticas efetivas para as populações amazônicas.
“A participação do Acre na COP30 marcou um novo capítulo na nossa política climática. Voltamos com resultados concretos: fortalecemos a imagem do Estado no cenário internacional, avançamos em tratativas para captação de recursos e abrimos novas frentes de cooperação para financiar programas de combate ao desmatamento, controle de queimadas e adaptação às mudanças climáticas. Esse reconhecimento é fruto de um trabalho técnico sério, liderado por toda a equipe de governo que faz parte da agenda ambiental, que apresentou dados, entregas e projetos consistentes”, disse Gladson Camelí.
Gestora enfatizou que o Acre é modelo de Governança Verde. Foto: Pedro Devani/Secom A vice-governadora, Mailza Assis, reafirmou que o Acre saiu da COP30 com perspectivas reais de novos investimentos, especialmente em iniciativas voltadas às populações mais vulneráveis, comunidades indígenas e à proteção dos territórios. “O Acre mostrou que tem planejamento, governança e capacidade de transformar recursos em políticas públicas eficientes. Nosso compromisso é seguir ampliando parcerias, garantindo desenvolvimento sustentável, oportunidades econômicas.”
Mailza, que também é secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Acre, evidenciou ainda, como exemplo de governança e união entre órgãos de governo, o Programa Juntos Pelo Acre.
Um dos projetos já efetivados foi o da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas do Acre (Sepi), elencado pela secretária Francisca Arara, que também é coordenadora da Câmara Técnica dos Povos Indígenas do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal (CAL). Ela apresentou o “Projeto Regional das Secretarias de Povos Indígenas”, que pleiteou a prospecção de R$ 125 milhões junto a instituições financeiras para fortalecer cadeias produtivas da sociobiodiversidade em comunidades indígenas, valorizar a cultura originária e apoiar a gestão territorial das secretarias ligadas aos povos indígenas.
Projeto Regional das Secretarias de Povos Indígenas tem objetivo de pleitear R$ 125 milhões com instituições financeiras. Foto: Pedro Devani/Secom O projeto levou um diagnóstico técnico profundo e participativo, consolidando as secretarias indígenas como atores centrais da governança amazônica.
“Conseguimos esse aporte financeiro para fortalecer nossos povos, nossa cultura e agregar às necessidades de todas a secretarias que compõem a Amazônia Legal. Ainda vamos definir como vai ser feita essa repartição, pois dependerá da necessidade de cada secretaria. Captar esse recurso é fundamental para levar políticas públicas a territórios indígenas, qualificando a iniciativa como uma oportunidade histórica”, explicou Arara.
Entre os principais destaques técnicos e estratégicos apresentados pela Secretaria de Meio Ambiente do Acre (Sema) está o desempenho do Plano Estadual de Combate ao Desmatamento e Queimadas (PPCDQ).
“Apresentamos a redução de 27,62% no desmatamento em 2025, superando antecipadamente as metas previstas do PPCDQ até 2027, que projetavam queda anual de 10%. No mesmo período, houve redução de 74% nos focos de calor, com 840 registros entre outubro de 2024 e outubro de 2025, frente aos 3.855 contabilizados no ano anterior”, falou.
O governo, juntamente às instituições ambientais também apresentou iniciativas voltadas à adaptação climática e à proteção de populações vulneráveis diante de eventos extremos, como alagações e secas severas. Entre os programas citados estavam o Saúde na Floresta, da Sema, que leva atendimento e educação ambiental a comunidades em Unidades de Conservação, e o Programa de Resiliência Socioambiental, financiado com cerca de R$ 15 milhões do Fundo Brasil – ONU para a Amazônia, destinado ao fortalecimento das Áreas de Proteção Ambiental do Lago do Amapá e do Igarapé São Francisco.
Leonardo Carvalho frisou o trabalho do governo em dialogar as políticas ambientais em conjunto com os povos originários. Foto: Neto Lucena/Secom Outro avanço Acre pela Sema foi a apresentação da Plataforma Acre Climate , desenvolvida em parceria com a empresa Codex, que integra dados climáticos, socioeconômicos e ambientais para mapear riscos e prever impactos de inundações, subsidiando decisões estratégicas do poder público e aprimorando o monitoramento ambiental.
Com resultados concretos na redução de desmatamento, controle de queimadas, captação de recursos e modernização das ferramentas de gestão ambiental, o Acre levou à COP30 um modelo considerado robusto de governança climática, reafirmando seu compromisso com a conservação da Amazônia e o fortalecimento das políticas públicas ambientais.
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CCXP anuncia painel de “O Cavaleiro dos Sete Reinos”
Com a expansão do universo de “Game of Thrones”, a CCXP e a HBO Max fizeram a alegria dos fãs ao anunciarem um painel de O “Cavaleiro dos Sete Reinos”.
Com a expansão do universo de “Game of Thrones”, a CCXP e a HBO Max fizeram a alegria dos fãs ao anunciarem um painel de O “Cavaleiro dos Sete Reinos”. A série estreia dia 19 de janeiro de 2026, e os atores Peter Claffey e Dexter Sol Ansell desembarcam no Brasil para contarem um pouco sobre os bastidores da produção, que explora a relação de Sor Duncan e seu escudeiro Egg.
A série é produzida e assinada por George R. R Martin e Ira Parker, além de Ryan Condal, showrunner de “A Casa do Dragão”. A atração estreia dia 19 de janeiro na HBO Max.
Governo entregará nesta semana escola rural Monte Alegre, juntamente com anúncio de pacote de obras que transforma a educação no campo e em territórios indígenas
O governo do Acre, por meio da secretaria de Educação (SEE), reafirmará o compromisso de levar educação pública de qualidade a todos os territórios do estado, por mais distantes que sejam. Nesta semana será entregue à comunidade da Transacreana, em Rio Branco, a revitalização completa da Escola Estadual Rural Monte Alegre; símbolo de um amplo pacote de obras que, em 2025, alcançou 126 escolas rurais e indígenas, com investimentos que ultrapassam R$ 30,6 milhões.
Foto: cedida
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.41.39-1-300×169.jpeg6924d7fa9b711.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.41.39-1-1024×576.jpeg6924d7fac050f.jpeg” class=”size-large wp-image-899402″ alt=”” width=”800″ height=”450″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Governo entregará nesta semana Escola Rural Monte Alegre juntamente com anúncio de pacote de obras que transforma a educação no campo e em territórios indígenas. Foto: cedida
A unidade de sala única, que atenderá 17 alunos da região, foi totalmente reconstruída para oferecer segurança e conforto: recebeu reforço estrutural, manutenção elétrica e hidráulica, cozinha adequada às normas sanitárias, instalação de rampas acessíveis, extintores e pintura geral.
Foto: cedida
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.39.37-300×169.jpeg6924d7fc40e0f.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.39.37-1024×576.jpeg6924d7fc65f58.jpeg” class=”size-large wp-image-899393″ alt=”” width=”800″ height=”450″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Unidade de sala única, que atenderá 17 alunos da região, foi totalmente reconstruída para oferecer segurança e conforto. Foto: cedida
O governador Gladson Camelí destaca que fortalecer a educação rural é garantir dignidade às famílias que vivem do campo e da floresta. “Nosso governo está presente onde o povo está. Essa escola nova representa o compromisso de cuidar das pessoas, independente da distância. Cada aluno do campo merece a mesma qualidade de ensino que qualquer outro da capital”, afirmou o governador.
O chefe do Executivo ressaltou, ainda, que as intervenções vão continuar, especialmente em áreas de difícil acesso: “Vamos seguir ampliando e modernizando escolas rurais e indígenas. Educação é prioridade e é com trabalho que mostramos isso.”
Foto: cedida
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.41.39-300×169.jpeg6924d7fe24e6c.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.41.39-1024×576.jpeg6924d7fe4fbee.jpeg” class=”size-large wp-image-899403″ alt=”” width=”800″ height=”450″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Governador Gladson Camelí destaca que fortalecer a educação rural é garantir dignidade às famílias que vivem do campo e da floresta. Foto: cedida
A vice-governadora Mailza Assis reforça que as obras representam um avanço profundo na inclusão educacional de comunidades que, por décadas, enfrentam dificuldades estruturais. “É assim que combatemos desigualdades históricas: garantindo condições reais de aprendizagem, perto de casa e com respeito à identidade de cada território. A nova Monte Alegre é mais que um prédio bonito, é uma vitória da comunidade”, declarou Mailza.
Para ela, o pacote de obras demonstra sensibilidade social e visão estratégica: “Quando investimos na educação do campo, fortalecemos famílias agricultoras, povos indígenas e todo o desenvolvimento sustentável da região.”
Foto: cedida
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.41.38-1-300×169.jpeg6924d7ffe9aa1.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.41.38-1-1024×576.jpeg6924d80028cdb.jpeg” class=”size-large wp-image-899399″ alt=”” width=”800″ height=”450″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Secretário de Educação, Aberson Carvalho, comenta que apresentará o panorama das intervenções realizadas em 2025, que é o maior ciclo de obras na educação rural e indígena dos últimos anos. Foto: cedida
O secretário de Educação, Aberson Carvalho, comenta que apresentará o panorama das intervenções realizadas em 2025, que é o maior ciclo de obras na educação rural e indígena dos últimos anos: “Há um esforço contínuo para chegar a cada comunidade. Estamos levando qualidade e segurança a regiões que antes estavam invisíveis para as políticas públicas.”
Os avanços alcançados em detalhes mostram que 76 escolas rurais foram atendidas, com 48 já concluídas e 26 em execução; 50 escolas indígenas revitalizadas, sendo que 24 já foram entregues; e investimentos que somam mais de 30 milhões; tendo como fonte de recursos próprios.
Foto: cedida
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.39.37-1-300×169.jpeg6924d8027116e.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-13.39.37-1-1024×576.jpeg6924d8029e22d.jpeg” class=”size-large wp-image-899392″ alt=”” width=”800″ height=”450″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Avanços alcançados, em detalhes mostram que 76 escolas rurais foram atendidas, com 48 já concluídas e 26 em execução; 50 escolas indígenas revitalizadas, sendo que 24 já foram entregues; e investimentos que somam mais de 30 milhões tendo como fonte de recursos próprios. Foto: cedida
A entrega da escola representa esperança e desenvolvimento. A comunidade celebrará o retorno de um espaço que, além da função educacional, serve como ponto de apoio para ações de saúde, cidadania e encontros comunitários.
Com o pacote de obras, a SEE fortalece estruturas em aldeias das etnias Ashaninka, Huni Kuin, Shanenawa, Kulina, Kampa, Jaminawa e tantas outras. Em todos esses territórios, as intervenções ampliam o ensino bilíngue, preservam culturas e melhoram o cotidiano das comunidades.
O governo do Acre reforça que o planejamento contempla novas etapas de manutenção e revitalização para garantir escolas adequadas em toda a rede.
Estudantes de Cruzeiro do Sul participam de atividades do projeto DNA do Brasil
O projeto DNA do Brasil iniciou as atividades em Cruzeiro do Sul na manhã desta segunda-feira, 24, com uma ação realizada na Escola Craveiro Costa. No turno da tarde, o trabalho seguiu na Escola Flodoardo Cabral. Na terça-feira, 25, a programação será destinada aos estudantes da Escola Dom Henrique Ruth.
O projeto é desenvolvido em parceria entre o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE), e Idecace [Instituto para o Desenvolvimento da Criança e do Adolescente pela Cultura e Esporte]. A iniciativa inclui avaliação física, psicológica e vocacional de estudantes, além de ações voltadas à descoberta de talentos esportivos. O atleta olímpico Jadel Gregório participa das atividades nas escolas.
Estudantes da Escola Craveiro Costa participam das atividades do Projeto DNA do Brasil em Cruzeiro do Sul. Foto: Glédisson Albano/SEE
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-11.21.24-300×203.jpeg6924d811bb00e.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-11.21.24.jpeg” class=”wp-image-899414 size-full” alt=”” width=”1024″ height=”692″ sizes=”(max-width: 1024px) 100vw, 1024px”>Estudantes da Escola Craveiro Costa participam das atividades do Projeto DNA do Brasil, em Cruzeiro do Sul. Foto: Glédisson Albano/SEE
Entre os estudantes que acompanharam as ações nesta segunda-feira está Nátaly França, 16 anos, aluna da Escola Craveiro Costa. Para ela, o projeto contribui para a prática esportiva. “Eu sou atleta e achei importante trazerem esses equipamentos, como bolas de vôlei e handebol, que a escola precisava. A palestra ajudou a motivar quem tem o sonho de seguir no esporte. Ele contou a história dele e mostrou que é possível alcançar os objetivos”, afirmou.
O assessor do Ensino Médio Integral da Representação da SEE em Cruzeiro do Sul, Rodrigo Moreira Andrade, destacou que o programa identifica o perfil biológico dos alunos e auxilia na orientação esportiva. “O DNA do Brasil analisa o potencial dos estudantes que possam seguir carreira no esporte. A presença do Jadel Gregório é importante porque ele compartilha a trajetória que viveu e mostra que os desafios podem ser superados. Hoje ele esteve na Escola Craveiro Costa, à tarde segue para a Escola Flodoardo Cabral e amanhã estará na Escola Dom Henrique Ruth”, explicou.
Atleta olímpico Jadel Gregório conduz palestra sobre trajetória esportiva durante ação do Projeto DNA do Brasil. Foto: Glédisson Albano/SEE
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-11.21.24-5-300×200.jpeg6924d8127176e.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-11.21.24-5.jpeg” class=”wp-image-899409 size-full” alt=”” width=”1024″ height=”681″ sizes=”(max-width: 1024px) 100vw, 1024px”>Atleta olímpico Jadel Gregório conduz palestra sobre trajetória esportiva durante ação do Projeto DNA do Brasil. Foto: Glédisson Albano/SEE
Rodrigo informou que o projeto está sendo aplicado inicialmente nas escolas integrais, mas a expectativa é de ampliação. “A parceria entre o governo e o DNA do Brasil deve alcançar outras unidades. Nossas escolas têm potencial e muitos estudantes com perfil esportivo”, completou.
O presidente do Instituto Idecace, Wilson Cardoso, apresentou as etapas do trabalho que será realizado com os estudantes. Segundo ele, o projeto atende atualmente 350 mil crianças no país. “O DNA do Brasil permite fazer um rastreamento do desenvolvimento do aluno, tanto na área esportiva quanto na saúde. Avaliamos indicadores como peso, resistência à insulina e autoestima. Também fazemos avaliação vocacional. Essas informações servem de base para o trabalho educacional nas escolas”, explicou.
Wilson afirmou que o Acre está recebendo uma metodologia aplicada em centros de referência do país. “Nós já formamos campeões e colaboramos com a preparação de atletas para os Jogos Olímpicos. Agora, trazemos essa experiência para as escolas do Acre. A meta é contribuir para a evolução educacional e esportiva dos estudantes”, disse.
O estudante Pedro Arthur, 15 anos, da Escola Craveiro Costa, ressaltou a importância da ação. “Eu gosto de corrida, futebol e boxe. A palestra incentiva quem não tem apoio. Eles fazem testes físicos e ajudam a descobrir talentos”, comentou. O projeto segue em execução nas escolas integrais de Cruzeiro do Sul e deve ser ampliado para outras unidades da rede estadual.
Agro Jangada aposta em modernização e reduz custos no agronegócio com Tria Empilhadeiras
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São Paulo, novembro de 2025 – Com forte presença no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, a Agro Jangada, distribuidora de insumos agrícolas, deu mais um passo em sua jornada de modernização logística ao adotar empilhadeiras elétricas de lítio da Tria. A decisão veio diante do desafio de manter a agilidade, a segurança e a eficiência nas operações de movimentação de insumos, sementes, fertilizantes e defensivos, principalmente durante os períodos de safra, quando o volume de carga cresce de forma exponencial.
A empresa enfrentava gargalos logísticos ligados à velocidade na reposição de materiais, custos crescentes de manutenção e combustível, além da necessidade de operar com confiabilidade em diferentes estruturas, de centros de distribuição a pátios externos. Para atender a essas demandas, a Agro Jangada adquiriu duas paleteiras elétricas à lítio Tria F4 e duas empilhadeiras contrabalançadas elétricas à lítio Tria CPD38, fornecidas pela Forte Empilhadeiras, distribuidor da marca em Dourados (MS).
Os equipamentos passaram a operar nas etapas de recebimento, armazenagem e expedição, bem como na movimentação em pátios e rampas externas. Desde a implementação, a empresa vem registrando ganhos expressivos em produtividade e redução de custos com a eliminação do consumo de GLP e a adoção das baterias de lítio que resultaram em economia direta de combustível e maior previsibilidade operacional. Além disso, a manutenção praticamente nula dos equipamentos reduziu o tempo de máquina parada, fortalecendo a confiabilidade da operação.
“O setor agro exige equipamentos que unam força, precisão e durabilidade. A Agro Jangada é um exemplo de como a eletrificação da frota pode elevar o padrão logístico sem comprometer o ritmo do campo. A transição para empilhadeiras de lítio trouxe ganhos operacionais e sustentáveis, que tendem a se ampliar com o tempo. Essa é a tendência das operações logísticas”, destaca Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras.
Outro benefício percebido foi a melhoria na segurança e na fluidez do processo logístico. Conforme Everton Lima, Técnico em Segurança do Trabalho da Agro Jangada, houve redução de danos a produtos, falhas operacionais e incidentes, o que se refletiu em menor retrabalho e mais eficiência nas rotinas diárias.
“A tecnologia trouxe avanços notáveis com sistemas de frenagem mais precisos e responsivos. Além disso, o design compacto proporciona melhor visibilidade durante as operações. Do ponto de vista da produtividade, observa-se menor tempo de parada para manutenção e redução significativa de acidentes e incidentes. A precisão nas operações aumentou consideravelmente, resultando em melhor aproveitamento do espaço de armazenagem e otimização do fluxo logístico. Os benefícios se estendem também aos aspectos ambientais, com zero emissão de gases e operação mais silenciosa, criando um ambiente de trabalho mais saudável. A interface mais intuitiva das empilhadeiras elétricas facilita o treinamento e adaptação dos operadores, que contam com recursos de segurança mais avançados e maior facilidade de operação. Estas melhorias tecnológicas têm se mostrado fundamentais para a construção de um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente, alinhado às melhores práticas de segurança do trabalho e gestão de operações logísticas modernas.”, conclui Everton Lima.
Parceria entre Educação e Ifac fortalece ensino de Ciências e Astronomia em escolas de Cruzeiro do Sul
A parceria firmada entre o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE), e o Instituto Federal do Acre (Ifac) ao longo de 2025 levou atividades de Astronomia, Ciências e experimentação a escolas de Cruzeiro do Sul, nas áreas urbana e rural. O projeto foi encerrado na sexta-feira, 22, com a entrega de telescópios às dez unidades de ensino participantes.
O assessor de Ensino das escolas integrais da SEE em Cruzeiro do Sul, Rodrigo Andrade, destacou que a iniciativa consolidou ações voltadas ao incentivo ao estudo de Física, Química e Biologia: “Esse foi um ano de resultados concretos para a educação científica no Acre. A Secretaria de Estado da Educação, em parceria com o Campus Cruzeiro do Sul do Ifac, levou às nossas escolas de tempo integral formação qualificada para professores, doação de equipamentos e atividades práticas de astronomia, física, química e biologia. Tudo o que planejamos foi entregue.”, afirmou.
Entrega de telescópios às escolas participantes do projeto de Ciências e Astronomia da SEE e do IFAC. Foto: Glédisson Albano/SEE
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-12.41.23-3-300×225.jpeg6924d815d5a17.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-12.41.23-3-1024×768.jpeg6924d81606314.jpeg” class=”wp-image-899306 size-large” alt=”” width=”800″ height=”600″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Momento da entrega de telescópios às escolas participantes do projeto de Ciências e Astronomia da SEE e do Ifac. Foto: Glédisson Albano/SEE
Os trabalhos envolveram oficinas, práticas experimentais e preparação para olimpíadas científicas. De acordo com o professor de Física do Ifac e coordenador do curso, Gedeel dos Santos, o projeto abrangeu três ações de extensão voltadas à democratização das olimpíadas de conhecimento.
“Fizemos visitas às escolas, oferecemos aulas preparatórias para a Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) e para a Mostra de Foguetes. Também auxiliamos na construção dos foguetes e realizamos os lançamentos na Arena do Juruá. A recepção foi positiva e nossa intenção é ampliar o alcance em 2025, incluindo o ensino fundamental”, explicou.
As escolas participantes receberam telescópios de alcance lunar, que terão uso pedagógico nas aulas de Ciências e Física. Para a coordenadora de Ensino da Escola Integral Maria Lima de Sousa, Élida Teles, a doação amplia as possibilidades de aprendizagem.
“O equipamento será mais uma ferramenta no processo de ensino, que os professores e alunos poderão explorar. Somos gratos ao Ifac pela parceria, que já proporcionou experiências importantes aos nossos estudantes”, declarou.
Equipe da SEE e do IFAC acompanha ações do projeto que levou atividades de astronomia a escolas urbanas e rurais de Cruzeiro do Sul. Foto: Glédisson Albano/SEE
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-12.41.24-1-300×225.jpeg6924d817a2b76.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-12.41.24-1-1024×768.jpeg6924d817d4a0f.jpeg” class=”wp-image-899309 size-large” alt=”” width=”800″ height=”600″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Equipe da SEE e do Ifac acompanham ações do projeto que levou atividades de Astronomia a escolas urbanas e rurais de Cruzeiro do Sul. Foto: Glédisson Albano/SEE
O coordenador-geral da Representação da Secretaria de Educação em Cruzeiro do Sul, Aderlan Gomes, afirmou que o governo do Estado vem investindo em laboratórios de Física, Matemática e Química nas escolas e ressaltou a importância das ações conjuntas: “Parcerias que agregam ao processo de ensino são sempre bem-vindas. Essa colaboração com o Ifac soma-se à estrutura que já temos implantada”.
Equipe da SEE e do IFAC acompanha ações do projeto que levou atividades de astronomia a escolas urbanas e rurais de Cruzeiro do Sul. Foto: Glédisson Albano/SEE
” data-medium-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-12.41.23-2-300×225.jpeg6924d81980881.jpeg” data-large-file=”https://cidadeacnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/localimages/WhatsApp-Image-2025-11-24-at-12.41.23-2-1024×768.jpeg6924d819aae5e.jpeg” class=”wp-image-899307 size-large” alt=”” width=”800″ height=”600″ sizes=”(max-width: 800px) 100vw, 800px”>Professores e estudantes se preparam para olimpíadas científicas promovidas pelo Ifac, em parceria com a SEE. Foto: Glédisson Albano/SEE
A SEE e o Ifac devem ampliar as atividades em 2025, com novas formações e ações práticas voltadas ao estímulo do ensino de Ciências no Vale do Juruá.
Escolas públicas iniciam nesta segunda escolha de obras para o Programa Nacional do Livro Literário 2025
As escolas de anos finais do ensino fundamental da rede pública de todo o Brasil iniciam nesta segunda, 24, o processo oficial de escolha das obras do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) Literário, destinado aos estudantes do 6º ao 9º ano.
No Acre, escolas da rede, tanto rurais como urbanas, de todos os municípios, já podem fazer o registro das escolhas no Sistema PNLD Digital, que prosseguirá aberto até 8 de dezembro, conforme o cronograma nacional do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Livros são destinados a escolas que oferecem anos finais do ensino fundamental. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Além disso, o governo federal disponibilizou para as escolas o Guia Digital do PNLD Literário, que reúne todas as obras aprovadas, resenhas, textos completos e orientações pedagógicas. O guia já está disponível para consulta e deve ser utilizado como referência central para análise e seleção dos títulos que comporão os acervos literários das escolas.
Seguindo as diretrizes nacionais, a escolha deve ser realizada de forma coletiva e democrática, envolvendo professores, gestores e equipe pedagógica. As decisões devem considerar o projeto pedagógico da escola, o perfil dos estudantes e as características da comunidade escolar. Após a escolha das obras, a unidade de ensino deve preencher a Ata de Escolha, disponível no próprio Guia Digital, e anexá-la ao sistema no momento do registro.
As obras estão organizadas em duas categorias:
Categoria 1: para estudantes do 6º e 7º anos;
Categoria 2: para estudantes do 8º e 9º anos.
A quantidade de acervos que cada escola receberá será proporcional ao número de estudantes matriculados em cada categoria.
A chefe da Divisão de Livro Escolar da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), Carmem Braga, destaca que esta é uma etapa essencial para a construção de práticas de leitura mais significativas nas escolas. “O PNLD Literário é uma oportunidade de as escolas escolherem obras que dialogam com seus projetos e com os interesses dos estudantes. Esse processo democrático fortalece a formação de leitores e amplia o repertório cultural dos nossos alunos”, afirma.
Para o secretário de Estado de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, é importante que todas as equipes escolares estejam engajadas desde o primeiro dia do processo: “Queremos que cada escola participe ativamente, analisando o Guia Digital, debatendo as obras e fazendo escolhas conscientes. A literatura tem um papel essencial no desenvolvimento integral dos estudantes, e essa decisão deve refletir o compromisso da rede com a aprendizagem e com a construção de uma educação mais humana e plural”.