Após anunciar pausa na carreira, ingressos para show de Adele chegam aos R$ 104 mil
A despedida de Adele dos palcos por “um longo tempo”, como ela mesma declarou, está próxima de acontecer. Diante disso, os ingressos para os últimos shows de uma das maiores cantoras da atualidade aumentaram absurdamente, alguns deles ultrapassando os R$ 100 mil.
Em 1° de setembro, a artista se emocionou ao se despedir da breve residência em Munique, Alemanha, após 10 apresentações em um espaço montado só para ela. Sem aceitar propostas bilionárias para aumentar suas apresentações e residência em Los Angeles, Estados Unidos, restam agora apenas alguns shows na Terra do Tio Sam, até novembro.
Veja as fotos
Adele diz que fará pausa ‘longa’ na carreira: ‘Preciso descansar’ (Divulgação)
Adele diz que fará pausa ‘longa’ na carreira: ‘Preciso descansar’
Adele diz que fará pausa ‘longa’ na carreira: ‘Preciso descansar’
Adele diz que fará pausa ‘longa’ na carreira: ‘Preciso descansar’
Adele diz que fará pausa ‘longa’ na carreira: ‘Preciso descansar’
Segundo o site internacional da Billboard, os ingressos para a residência no The Colosseum, no Caesars Palace, famoso por receber estrelas internacionais, os valores, antes do anúncio definitivo da pausa, variavam de 400 a 1000 dólares (R$ 2,3 mil a R$ 5,5 mil, na cotação atual).
Agora, sites de revenda apresentam variações para o primeiro lugar ou pontos privilegiados com valores que chegam aos 18.766, mais de R$ 104 mil.
Governo divulga ações sobre Segurança Alimentar e Nutricional, benefícios sociais e políticas LGBTQIA+ no 7º dia de Expoacre
No sétimo dia da Expoacre, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), realizou nesta sexta-feira, 6, uma exposição de hortas comunitárias que farão parte, futuramente, de uma ação com o Projeto Vita em prol da segurança alimentar do Estado, além da orientação da população sobre políticas públicas da pasta.
Mudas de hortaliças são destaque no estande da SEASDH. Foto: Carolina Torres/Secom.
A novidade apresentou mudas de hortaliças em espaços alternativos, acessíveis para qualquer família. A ação também fará parte de uma atividade futura em parceria com o Projeto Vita, a ser executada em alguns municípios do Acre.
Mudas farão parte projeto piloto a ser implementado no estado. Foto: Carolina Torres/Secom.
A coordenadora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional, Nilcy Vilaço, destaca: “A implementação do projeto de hortas comunitárias fortalecerá a política de segurança alimentar e nutricional no estado do Acre, com o objetivo de assegurar às pessoas em situação de vulnerabilidade social o direito a uma alimentação saudável e adequada”, relata a gestora.
A engenheira agrônoma do departamento, Camila Pedrosa, ressalta que a ação das hortas solidárias é um projeto “em fase de projeção e captação de recursos. Vamos trabalhar com hortas comunitárias para comunidades carentes, moradores em situação de rua, entre outros. Também vamos aliar o projeto das hortas solidárias às cozinhas solidárias. A ideia do projeto é que cada cozinha solidária tenha uma horta para abastecer essa própria cozinha”, destaca.
Benefícios
Ainda no estande da SEASDH, outros assuntos foram abordados, como a orientação ao público sobre direitos garantidos por lei, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e os benefícios eventuais.
O BPC, previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), é a garantia de um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. Foto: Carolina Torres/Secom.
A chefe da Divisão de Benefícios da SEASDH, Marilcia Oliveira, explica: “As pessoas que recebem o BPC precisam atualizar o cadastro. Nosso objetivo é divulgar essa informação para alcançar um número maior de pessoas e evitar que tenham seus benefícios cancelados”, realça.
Pessoas que visitam a feira agropecuária são orientadas sobre os benefícios. Foto: Carolina Torres/Secom.
A responsável pelo lar, Iderlandia da Costa Souza, relata sua experiência sobre a abordagem e divulgação do BPC: “Eu achei ótimo, porque muitas pessoas não sabem que realmente não podem estar com o cadastro desatualizado e não sabem que é necessário renovar o cadastro.”
LGBTQIA+
A conscientização da população sobre a lei federal que configura a homofobia e a transfobia como crimes no Brasil também foi apresentada, assim como as políticas afirmativas, instituídas em parceria com o Conselho Estadual de Direitos Humanos e as políticas públicas LGBT.
Orientação visa divulgar e prevenir os crimes de racismo, transfobia e homofobia. Foto: Carolina Torres/Secom.
“Desde 2016, não registramos mais crimes violentos com requintes de crueldade no estado do Acre. Isso é resultado das políticas públicas de direitos humanos fortalecidas pelo governador Gladson Cameli, especialmente pela atuação da secretária Mailza Assis. Através da divisão de promoção da diversidade sexual, ela tem trabalhado no enfrentamento à LGBTfobia, promovendo a conscientização de gestores públicos para aplicar a lei que criminaliza a homofobia e a transfobia”, explica o chefe da Divisão de Promoção da Diversidade Sexual, Germano Marino.
Em meio a tantos estandes que expõe produtos acreanos na Expoacre, em Rio Branco, é preciso ter criatividade para chamar atenção do público. Quem passava pelo Galpão da Indústria nesta sexta-feira, 6, pôde ter uma experiência bem divertida e ainda ter a chance de levar um brinde para casa.
Isso porque a empresa Acrepan Pães Finos trouxe para a feira deste ano uma roleta que atraiu os visitantes. A brincadeira era simples: quem seguia a página da empresa nas redes sociais, tinha a chance de participar e levar um pão ou chaveiro para casa.
Diretor comercial da Acrepan. Foto: Diego Gurgel/Secom
O diretor comercial da Acrepan, Carlos Rocha, conta que este é o terceiro ano da empresa na Expoacre e dessa vez eles queriam inovar. “Cada ano tentamos fortalecer nossa marca e este ano tivemos essa ideia para divulgar o nosso pão e nossas redes sociais. Percebemos, nos anos anteriores, que no máximo 10% das pessoas que passavam pelo nosso estande conheciam a nossa marca. Não somos uma padaria, mas uma indústria de pães”, explicou.
“Para o cliente nos alcançar ele precisa ir até o supermercado, onde existem outras diversas marcas de pães. Então, a roleta foi uma maneira de atrair o cliente para fazer ele lembrar da Acrepan na hora de ir ao supermercado e, então, levar nosso produto para casa”, continou.
A professora Micheli Braga foi uma das ganhadoras da roleta. Ela não conhecia a marca, mas ficou muito feliz pois já garantiu o pão do café da manhã deste sábado. “Eu estava passando pelo espaço, ele falou para seguir a página, segui e rolei a roleta. Achei a ideia muito divertida e criativa o para esse momento. A gente vê o quanto o acreano cria várias estratégias para fazer seu empreendimento crescer cada vez mais. É uma forma de ganhar mais um cliente e atrair seguidores”.
Roleta foi destaque no espaço. Foto: Diego Gurgel/Secom
Os visitantes encontram uma infinidade de produtos locais, tem farofa gourmet, doces, mel de abelha 100% natural, cafés, palmito, refrigerantes, polpa de frutas e muito mais.
A intitulada Cachaça Mineira é outro produto que tem atraído curiosidade. Quem passa pela feira pode inclusive degustar vários sabores, como a cachaça tradicional, a cerejeira, ouro e a curtida na castanheira, sendo esta última uma novidade trazida à feira para ver de perto a aceitação da clientela para, no futuro, ser lançada oficialmente no mercado. Além das cachaças, o estande oferece caldo de cana 100% natural, licor de café e maracujá. Todos esses produtos fazem parte da Ligeirinho Agroindústria.
Cachaça mineira foi muito procurada no galpão. Foto: Diego Gurgel/Secom
Um dos sócios da empresa, Marcos Antônio, explica que os produtos têm recebido grande aceitação na Expoacre. “A Ligeirinho Agroindústria tem ainda chocolate e produção de milho verde. Todos os nossos produtos são fabricados aqui no estado. Fazemos desde o plantio de cana até o processo da produção da cachaça. As pessoas estão gostando bastante”.
O sócio conta ainda que no futuro a empresa pretende mudar o nome da cachaça. “Nossa cachaça se chama Mineira por conta do nosso mestre alambiqueiro [profissional que produz a cachaça], o Aloísio Oliveira, que é mineiro e iniciou toda a produção. Mas pretendemos mudar o nome para Aquiry Cachaçaria, em homenagem ao primeiro nome do Acre”.
Carne é feita de pernil suíno e está pronta para o consumo. Foto: Diego Gurgel/Secom.
A Carne na Lata é um dos outros produtos que você também encontra na Expoacre, no estande da Wurst – Casa da Linguiça. O nome chama atenção e segundo o empresário catarinense Roberto Ruppenthal, que reside no Acre já há 16 anos, o Wurst vem do alemão, que quer dizer linguiça ou salame.
“A nossa carne na lata é algo que lembra a carne que meus avós faziam. É uma carne pronta para o consumo. É só esquentar e comer. Além disso, temos o salame, que é nosso cargo chefe, temos o filezinho defumado, o bacon defumado, as linguiças cuiabanas. São muitos produtos e todas as carnes que compramos são lá da Dom Porquito, todas inspecionadas”. O empresário explica ainda que este ano resolveram também investir em novas embalagens.
De acordo com o secretário da Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita, o governo do Estado já beneficiou 90 empresas com isenção de impostos, uma forma de atrair esse empresários para exporem seus produtos na feira. “As indústrias acreanas recebem incentivos o ano inteiro, através da isenção de impostos pela COPIAI [Comissão da Política de Incentivo às Atividades Industriais do Estado do Acre], bem como o Programa de Compras Governamentais. Além disso, existe um diálogo constante com o setor, o que possibilita a cada ano, critérios de seleção das empresas com maior potencial. Nossa expectativa é dobrar os R$ 17 milhões movimentados ano passado”, afirma.
Expoacre promove oficinas gratuitas de churrasco gaúcho e linguiça campeira com mestres do Rio Grande do Sul
A Expoacre está promovendo uma integração cultural entre os estados do Rio Grande do Sul e do Acre com a realização de oficinas gratuitas e com certificado para ensinar a fazer o tradicional churrasco gaúcho. As aulas são ministradas por mestres vindos de Lagoa Vermelha, Rio Grande do Sul (RS), cidade reconhecida como a capital nacional do churrasco.
Expoacre promove oficinas gratuitas de churrasco gaúcho e linguiça campeira com mestres do Rio Grande do Sul. Foto: Marcos Santos/Secom
As oficinas contam com apoio do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), que realizou a ponte entre o Centro de Tradições Gaúchas (CTG) de Plácido de Castro e o CTG Alexandre Pato (RS), de onde vieram os churrasqueiros. Além disso, a secretaria disponibiliza o espaço para a realização das oficinas.
Diariamente são ofertadas 15 vagas, abertas ao público geral, e as oficinas começam às 15 horas. Além do curso de churrasco, também é ministrado um curso que mostra o processo de produção de linguiça campeira – produzida com pedaços maiores de carnes selecionadas, além do formato em caracol -, feita dos cortes que não foram utilizados no curso de churrasco.
Diariamente são ofertadas 15 vagas, abertas ao público geral, e as oficinas começam às 15 horas. Foto: Marcos Santos/Secom
Segundo o coordenador do CTG de Plácido de Castro, Adir Luiz Pagliarini, a importância desse curso na Expoacre é divulgar o CTG. “Fizemos essa parceria para ampliar nosso nome e, no futuro, continuar com essa colaboração. O CTG tem como objetivo principal a preservação da cultura gaúcha, e arrecadamos fundos para investir nessa preservação cultural”, destacou.
Valdir Alves da Silva (segurando a carne) é responsável pelo churrasco do CTG Alexandre Pato e veio ministrar as oficinas na Expoacre. Foto: Marcos Santos/Secom
Valdir Alves da Silva, de Lagoa Vermelha (RS), é responsável pelo churrasco do CTG Alexandre Pato e veio ministrar as oficinas na Expoacre. Ele destaca os cortes especiais de carne de sua cidade.
“Nosso churrasco é diferente, tem um corte diferente. A nossa cidade é a capital nacional do churrasco e ela tem esse título pelos cortes feitos somente lá. Antigamente era somente lá”, brinca. “Tem anos que a Lagoa Vermelha inventou esses cortes. Só que agora tem em outros lugares também, pois quando é algo bom, se espalha. Então a gente vem aqui mostrar pros acreanos o porquê que o nosso churrasco gaúcho é famoso e é bom”, destaca o lagoense.
Servidor público, Júlio César Ferreira de Lima Júnior, participou do curso de churrasco oferecido pelos gaúchos de Lagoa Vermelha e afirma que eles têm um corte de carne específico da região do Rio Grande do Sul. Foto: Marcos Santos/Secom
O servidor público, Júlio César Ferreira de Lima Júnior, participou do curso de churrasco oferecido pelos gaúchos de Lagoa Vermelha e afirma que eles têm um corte de carne específico da região do Rio Grande do Sul e que trazer essa cultura para cá é uma forma de integrá-la à nossa. “É muito interessante aprender como eles preparam a carne. Gostei muito do curso, aprendemos técnicas que facilitam o preparo, como cortes que deixam a carne mais macia e reduzem o tempo no fogo. Para eles, o churrasco é algo mais demorado, criando um clima de confraternização. Aqui no Acre, temos o costume de assar e comer logo, mas foi interessante ver o método deles, que valoriza o corte, o sal e o fogo, sem temperos elaborados. Isso faz toda a diferença no resultado final.”
Até domingo as oficinas de preparo de churrasco e produção de linguiça campeira continuam no Parque de Exposições Wildy Viana, com inscrições realizadas no local e marcadas para começar às 15 horas.
Sema e Imac usam realidade virtual na Expoacre para sensibilizar sobre eventos extremos no Rio Acre
Durante a Expoacre, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente do Acre (Imac), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), estão promovendo, por meio das equipes da Educação Ambiental, uma experiência imersiva com o uso de óculos de realidade virtual (VR) para sensibilizar a população sobre os impactos dos eventos climáticos extremos no Rio Acre.
Equipes da Educação Ambiental da Sema e Imac usam óculos de realidade virtual para sensibilização de visitantes na Expoacre. Foto: Carina Castelo Branco/Sema
A iniciativa visa aproximar o público das realidades e desafios enfrentados pelo manancial, que sofre com as consequências das enchentes e seca severa, cada vez mais frequentes. Com os óculos de realidade virtual, os visitantes podem mergulhar em uma simulação que retrata as condições do rio durante esses eventos, permitindo uma compreensão mais profunda e emocional das mudanças ambientais que estão em curso.
Iniciativa atrai público de todas as idades. Foto: Carina Castelo Branco/Sema
Disponível durante todos os dias da feira, a experiência tem atraído a atenção de visitantes de todas as idades. A comerciante Lilian Maria aprovou a iniciativa. “Nunca tinha passado por essa experiência. Achei super interessante ver a situação do rio durante as enchentes e seca, mostra que a gente deveria ter mais cuidado com o meio ambiente”, disse.
Comerciante Lilian Messias visitou o estande e aprovou a iniciativa. Foto: Carina Castelo Branco/Sema
Débora Luara, de oito anos, também gostou de participar da viagem imersiva no rio e recomendou a experiência para todos.
“Eu gostei muito de assistir. Acho que no ano passado o rio estava bem seco, mas hoje ele parece tá só um pouquinho mais. E acho que pro rio não ficar mais tão feio assim, a gente não pode jogar lixo no chão, porque isso prejudica a nossa terra e a nós mesmos. Todo mundo tem que ver, e meus amigos da escola também”, analisou.
Débora Luara S. Carneiro, oito anos, assiste a vídeo sobre seca no rio Acre utilizando óculos de realidade virtual. Foto: Carina Castelo Branco/Sema
A secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, explica que a tecnologia é mais uma ferramenta para a promoção da educação e sensibilização ambiental.
“Ao utilizar a realidade virtual, conseguimos não apenas informar, mas também gerar empatia e engajamento. As pessoas se veem diante das consequências das ações humanas e entendem a urgência de adotar práticas mais sustentáveis”, afirma.
Crianças são maioria no público alcançado na ação. Foto: Carina Castelo Branco/Sema
Além dos óculos, a Sema, o Imac e seus parceiros estão promovendo uma série de atividades interativas na Expoacre, com foco na educação ambiental e na preservação dos recursos hídricos, em resposta ao período de seca extrema que o estado enfrenta.
Degustação de carne suína movimenta espaço Ecossistema de Negócios e Inovação na Expoacre
Petiscos de salsicha, lombinho e churrasco de carne suína, com as cores e sabores do Acre, foram alguns dos itens preparados pela Indústria Dom Porquito para degustação no espaço Ecossistema de Negócios durante a sétima noite da Expoacre.
A preparação ficou sob os cuidados do churrasqueiro Jamilson Mendonça, que deu a dica para compor pratos bonitos e saborosos aproveitando o que há de melhor do suíno: “ Depois do corte você, joga o limão, depois tritura o alho e joga dentro com um pouco de tempero completo. Se gostar de tempero completo com pimenta, se não, só o tempero completo sem pimenta. Depois de tudo você mistura bem, deixa descansar um pouco, aí vai incorporando junto com o limão e o alho, aí que vai dar um gosto, espero que as pessoas aprovem, né.”
Especializado na arte de fazer churrasco, Jamilson dá a dica de como preparar um delicioso churrasco de suíno. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
A novidade agradou o paladar de Sílvia Kagy, servidora pública, moradora de Rio Branco, que todos os anos marca presença na maior feira de negócios do estado. “ Muito bom, uma delícia, o que mais gostei foi da salsicha de suíno, recomendo”, disse.
Sílvia Kagy prova e aprova o petisco de salsicha. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
A ação promovida pela Dom Porquito em parceria com o governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria Ciência Tecnologia (Seict) e Agência de Negócios do Acre (Anac) teve como principal objetivo reforçar a divulgação da marca Dom Porquito no mercado local e apresentar o produto a visitantes vindos de outras localidades para prestigiar a Expoacre. “ É a segunda vez que realizamos a ação em conjunto, o objetivo é fortalecer a parceria que que possamos levar os produtos Dom Porquito ao maior número de pessoas possível”, destacou a presidente da Anac, Waleska Bezerra.
Presidente da Anac, Waleska Bezerra, recepciona visitantes durante degustação de produtos Dom Porquito na Exapoacre. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
Sobre a Agroindústria Dom Porquito
Empresa coligada à Anac, a Agro Indústria Dom Porquito está localizada em Brasileia. O complexo é composto por unidades de produção de leitões, unidades de terminação, um frigorífico e uma fábrica de embutidos. A empresa
A empresa trabalha com a venda de carcaças inteiras e uma variedade de cortes, que saem da indústria com a marca Mister Pig, além de embutidos com o nome Sabbor, atendendo todo o mercado local e demandas do comércio de Rondônia, Roraima e Amazonas. Empresa próspera, a Dom Porquito exporta seus produtos para Peru, Bolívia, República Dominicana, Vietnã, Hong Kong, Haiti e Moçambique.
Brinquedos para os públicos adulto e infantil garantem o lazer das famílias durante a Expoacre
Diariamente centenas de pessoas estão circulando na maior Feira de Negócios do Acre. E para garantir o acesso aos diversos públicos além dos estandes de negócios foi instalado dentro do espaço da Feira, parques de diversões com brinquedos variados que atendem o público adulto e infantil.
“Temos aqui os brinquedos do Parque Centro de Diversão Brasil, trazendo aqui divertimento a toda a população de Rio Branco e do nosso Acre. E é uma honra estar aqui participando dessa grande festa, quero dar os parabéns a toda a comissão, ao nosso governador Gladson Cameli, e dizer que estamos aqui para trazer divertimento e apoiar sempre essas iniciativas que movimentam a economia local, explicou o coordenador do Parque Centro de Diversão Brasil, Paulo Victor Torres.
Coordenador do parque de Diversões Brasil. Foto: Neto Lucena/Secom
Entre os brinquedos disponíveis aos visitantes estão: o Interplace, o Space Look, o Mini Samba, o Barco Vikin, o Barco Infantil, temos o Aviãozinho, o Escorregador Infantil, o Carrossel de Cavalinhos, Dragãozinho, Carrinhos Bate-Bate, Roda Panorâmica, pescaria, e outros.
Sobre o trabalho para garantir a segurança dos usuários do parque, Paulo explica. “Nós viemos pra cá em torno de dois meses antes da festa, para desmontar todos os nossos brinquedos e remontar de novo, lubrificando todos os rolamentos, sempre comparando todos. O calçamento dos nossos brinquedos, deixando eles com as bases bem estabilizadas, pra justamente neste momento dessa grande festa.
Vitória trouxe o seu filho Ícaro, 5 anos, para brincar no parque. Foto: Neto Lucena/Secom
A moradora do Bairro Nova Estação, Vitória Sueino, 24 anos, conta que veio com a família, visitar o parque de diversões. “É raro acontecer um evento tão grande na cidade. Quando acontece, a gente quer aproveitar bastante, trazer a família. Hoje, como é sexta-feira e feriado para algumas pessoas a gente vem para aproveitar mesmo, descansar, ter um lazer”.
A professora, Alexandra Cunha, saiu do ramal Herculano, junto com seus dois filhos, sua irmã e cunhado, para visitar o parque. Ótimo, “a gente traz as crianças porque eles adoram estar aqui, brincando, se divertindo. Tivemos olhando algumas coisas da Feira, e estamos adorando”, destacou.
Professor Antônio Gomes trouxe suas filhas gêmeas que insistiram para vir ao Parque de diversões. Foto: Neto Lucena/ Secom
Sobre a estrutura do parque de diversões o professor Antônio Gomes, que veio com sua família enfatizou. “A estrutura é ótima, cada ano tem melhorado muito, E muitos brinquedos aqui, um concentrado muito legal, elas estão gostando muito e estão se divertindo, aliás eu vim hoje porque elas insistiram há dois dias pra vir, eu não tava querendo vir da fumaça, mas vim pra atender especialmente a elas Maria Letícia e Maria Clara.
Diretoria da Cosco Shipping visita a Expoacre e convida empresários para inauguração do Porto de Chancay
“O Acre tem energia muito boa”, disse o chinês Luo Peijie, gerente geral da Cosco Shipping, ao degustar um cappuccino gelado no estande do Café Contri, no Espaço Indústria, no Parque de Exposições Wildy Viana, em Rio Branco, na noite desta sexta-feira, 6.
Diretoria da Cosco Shipping foi recepcionada no Ecossistema de Negócios e Inovação, na Expoacre. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
Em missão nos estados do Acre e Rondônia, Peijie lidera a diretoria executiva da empresa chinesa, Cosco Shipping, com o objetivo de analisar o trajeto mais viável para exportações e importações de produtos a partir do Porto de Chancay, centro de conexão da região com a Ásia que poderá trazer vantagens para uma série de países sul-americanos.
Ao lado da presidente da Agência de Negócios do Acre (Anac), Waleska Bezerra e do empresário Adalberto Moreto, Peijie viu a logomarca da empresa de portos ser desenhada na superfície do café robusta, produzido no Acre, pelas mãos do barista exclusivo do Italian Coffe, Jorge Luiz Ferreira.
Luo Peijie aprovou o café produzido no Acre, durante visita nos estandes do Espaço Indústria, na Expoacre. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
“Eles estão bem à vontade e encantados com tudo que estão vendo na feira. Além do café, a comitiva da Cosco Shipping admirou muito a produção de móveis no setor madeireiro”, comentou a presidente da Anac, Waleska Bezerra.
Recepcionados pelo 1º secretário da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), Marcio Valter Agiolfi, o diretor geral da Cosco Shipping reforçou o convite para empresários acreanos participarem da inauguração do Porto de Chancay. Peijie garantiu que os terminais portuários começam a operar no primeiro bimestre de 2025 quando estarão resolvidos todos os embaraços aduaneiros e implantada a zona de integração fronteiriça destinada a facilitar a integração econômica, comercial e social da região.
O empresário Marcio Agiofi afirmou que diante das expectativas criadas com a construção da rodovia interoceânica, a presença da Cosco Shipping no Acre é motivo de alegria. “Quando construíram a estrada não existia nenhuma relação comercial robusta, hoje, a construção desse porto é algo concreto e nós precisamos estar preparados para esse marco nas relações exteriores que acontece na nossa fronteira”.
Empresários acreanos recepcionaram a diretoria da Cosco Shipping na Sala da Indústria, na Expoacre. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
De acordo a Fieac, os empresários do setor industrial e comercial estão se organizando, com apoio do Sebrae, para participar de mais uma edição da Expoalimentaria que acontece do dia 25 a 27 de setembro. “Agora que temos data concreta para inauguração do Porto de Chancay, certamente vamos nos preparar para ver esse momento histórico para a economia mundial”, acrescentou Agiofi.
Agenda da Cosco Shipping
Pela manhã desta sexta-feira, 6, a diretoria da Cosco Shipping participou da reunião dos empresários do Parque Industrial de Rio Branco, no auditório da Expoacre, no Espaço Indústria. Pela empresa de portos participaram das agendas: Ana Cecilia Obrego – executiva comercial de exportação; Alexandre Rocha – divisão de logística e Juan Manuel Gonzales – presidente Subcomitê de Comércio Exterior.
Produtos regionais chamam atenção na Expoacre 2024
Em meio a tantos estandes que expõe produtos acreanos na Expoacre, em Rio Branco, é preciso ter criatividade para chamar atenção do público. Quem passava pelo Galpão da Indústria nesta sexta-feira, 6, pôde ter uma experiência bem divertida e ainda ter a chance de levar um brinde para casa.
Isso porque a empresa Acrepan Pães Finos trouxe para a feira deste ano uma roleta que atraiu os visitantes. A brincadeira era simples: quem seguia a página da empresa nas redes sociais, tinha a chance de participar e levar um pão ou chaveiro para casa.
Diretor comercial da Acrepan. Foto: Diego Gurgel/Secom
O diretor comercial da Acrepan, Carlos Rocha, conta que este é o terceiro ano da empresa na Expoacre e dessa vez eles queriam inovar. “Cada ano tentamos fortalecer nossa marca e este ano tivemos essa ideia para divulgar o nosso pão e nossas redes sociais. Percebemos, nos anos anteriores, que no máximo 10% das pessoas que passavam pelo nosso estande conheciam a nossa marca. Não somos uma padaria, mas uma indústria de pães”, explicou.
“Para o cliente nos alcançar ele precisa ir até o supermercado, onde existem outras diversas marcas de pães. Então, a roleta foi uma maneira de atrair o cliente para fazer ele lembrar da Acrepan na hora de ir ao supermercado e, então, levar nosso produto para casa”, continou.
A professora Micheli Braga foi uma das ganhadoras da roleta. Ela não conhecia a marca, mas ficou muito feliz pois já garantiu o pão do café da manhã deste sábado. “Eu estava passando pelo espaço, ele falou para seguir a página, segui e rolei a roleta. Achei a ideia muito divertida e criativa o para esse momento. A gente vê o quanto o acreano cria várias estratégias para fazer seu empreendimento crescer cada vez mais. É uma forma de ganhar mais um cliente e atrair seguidores”.
Roleta foi destaque no espaço. Foto: Diego Gurgel/Secom
Os visitantes encontram uma infinidade de produtos locais, tem farofa gourmet, doces, mel de abelha 100% natural, cafés, palmito, refrigerantes, polpa de frutas e muito mais.
A intitulada Cachaça Mineira é outro produto que tem atraído curiosidade. Quem passa pela feira pode inclusive degustar vários sabores, como a cachaça tradicional, a cerejeira, ouro e a curtida na castanheira, sendo esta última uma novidade trazida à feira para ver de perto a aceitação da clientela para, no futuro, ser lançada oficialmente no mercado. Além das cachaças, o estande oferece caldo de cana 100% natural, licor de café e maracujá. Todos esses produtos fazem parte da Ligeirinho Agroindústria.
Cachaça mineira foi muito procurada no galpão. Foto: Diego Gurgel/Secom
Um dos sócios da empresa, Marcos Antônio, explica que os produtos têm recebido grande aceitação na Expoacre. “A Ligeirinho Agroindústria tem ainda chocolate e produção de milho verde. Todos os nossos produtos são fabricados aqui no estado. Fazemos desde o plantio de cana até o processo da produção da cachaça. As pessoas estão gostando bastante”.
O sócio conta ainda que no futuro a empresa pretende mudar o nome da cachaça. “Nossa cachaça se chama Mineira por conta do nosso mestre alambiqueiro [profissional que produz a cachaça], o Aloísio Oliveira, que é mineiro e iniciou toda a produção. Mas pretendemos mudar o nome para Aquiry Cachaçaria, em homenagem ao primeiro nome do Acre”.
A linguiça é feita de carne suína. Foto: Diego Gurgel/Secom
A Carne na Lata é um dos outros produtos que você também encontra na Expoacre, no estande da Wurst – Casa da Linguiça. O nome chama atenção e segundo o empresário catarinense Roberto Ruppenthal, que reside no Acre já há 16 anos, o Wurst vem do alemão, que quer dizer linguiça ou salame.
“A nossa carne na lata é algo que lembra a carne que meus avós faziam. É uma carne pronta para o consumo. É só esquentar e comer. Além disso, temos o salame, que é nosso cargo chefe, temos o filezinho defumado, o bacon defumado, as linguiças cuiabanas. São muitos produtos e todas as carnes que compramos são lá da Dom Porquito, todas inspecionadas”. O empresário explica ainda que este ano resolveram também investir em novas embalagens.
De acordo com o secretário da Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita, o governo do Estado já beneficiou 90 empresas com isenção de impostos, uma forma de atrair esse empresários para exporem seus produtos na feira. “As indústrias acreanas recebem incentivos o ano inteiro, através da isenção de impostos pela COPIAI [Comissão da Política de Incentivo às Atividades Industriais do Estado do Acre], bem como o Programa de Compras Governamentais. Além disso, existe um diálogo constante com o setor, o que possibilita a cada ano, critérios de seleção das empresas com maior potencial. Nossa expectativa é dobrar os R$ 17 milhões movimentados ano passado”, afirma.
Coleção Yawa Tari de Nedina Yawanawa é destaque em desfile de moda na Expoacre
“Este é um projeto inspirado em dois povos: Ashaninka e Yawanawa; essa roupa se chama Yawa Tari, que é roupa em yawanawa, e ela foi inspirada porque a minha filha é a Ashaninka. Então eu queria juntar as tradições”, afirmou a designer Nedina Yawanawa, que apresentou na noite desta sexta-feira, 6, sua nova coleção no Espaço Vivencie Etnovivências, na Expoacre, realizado pela Secretaria Estadual de Turismo (Sete) e Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi).
Coleção Yawa Tari de Nedina Yawanawa é destaque em desfile de moda na Expoacre. Foto: Marcos Santos/Secom
A coleção é uma homenagem às tradições e à cultura do povo Yawanawa, com roupas que unem elementos da natureza e espiritualidade. As peças, inspiradas nos desenhos tradicionais e sagrados, ganham destaque no evento que conta com a participação de modelos indígenas e convidados especiais.
“Cada traço dos desenhos nas roupas traz uma história e um significado profundo para nós. São inspirados na cobra jiboia, na borboleta, na ponta das lanças e na natureza que nos rodeia,” explica Nedina. “É uma forma de mostrar para a sociedade que nos envolve, a nossa identidade e cultura.”
“São inspirados na cobra jiboia, na borboleta, na ponta das lanças e na natureza que nos rodeia,” explica Nedina. Foto: Marcos Santos/Secom
Além de roupas tradicionais adaptadas para o cotidiano, o evento também apresentou peças pensadas para cerimônias importantes, como as noites de dança do Ritual de Uni.
A expectativa para o desfile era grande, segundo Nedina Yawanawa. “Espero que todos que assistem consigam ver a riqueza do povo indígena. Hoje o povo Yawanawa vai desfilar, e amanhã será a vez do povo Huni Kuin. É uma oportunidade de conhecermos mais sobre as tradições e histórias dos nossos povos.”
Designer Nedina Yawanawa, ao centro, acompanhada de seus modelos convidados. Foto: Marcos Santos/Secom
E a designer Nedina Yawanawa teve suas ideias compreendidas, pois a administradora, Saita Matos, expressou seu encantamento com a coleção apresentada no evento. “Achei muito linda, maravilhoso. Fiquei encantada. A roupa é bem fluida, bem alegre, amei, muito, muito bom,” comentou Saita, demonstrando sua satisfação com as peças exibidas.