Acompanhe a partida que vale o título da Supercopa da Uefa
Educação do Acre lança projeto de natação para estudantes da rede pública
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), anunciou o lançamento do projeto Nadando para o Futuro. A iniciativa é voltada para estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública estadual e tem como objetivo promover o desenvolvimento físico e socioemocional dos alunos.
As inscrições estão abertas até 31 de agosto e poderão ser realizadas no site da SEE. As aulas serão oferecidas como atividade complementar da disciplina de Educação Física e serão ministradas por professores especializados, na piscina semiolímpica do Centro de Esportes Aquáticos da Escola Estadual Jornalista Armando Nogueira, em Rio Branco.
O foco do projeto é, além de ensinar técnicas de natação, conscientizar os alunos sobre a importância da prática regular de atividades físicas.
Aulas serão oferecidas na piscina da Escola Armando Nogueira. Foto: Aquivo SEE
O secretário de Estado de Educação, Aberson Carvalho, destaca a importância da participação ativa de toda a comunidade escolar, incluindo gestores, professores, coordenadores e alunos, para o sucesso do projeto. “A iniciativa visa promover a saúde física e o bem-estar dos estudantes, além de contribuir para a sua formação integral”, observa.
Educação do Acre lança projeto de natação para estudantes da rede pública
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), anunciou o lançamento do projeto Nadando para o Futuro. A iniciativa é voltada para estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública estadual e tem como objetivo promover o desenvolvimento físico e socioemocional dos alunos.
As inscrições estão abertas até 31 de agosto e poderão ser realizadas no site da SEE. As aulas serão oferecidas como atividade complementar da disciplina de Educação Física e serão ministradas por professores especializados, na piscina semiolímpica do Centro de Esportes Aquáticos da Escola Estadual Jornalista Armando Nogueira, em Rio Branco.
O foco do projeto é, além de ensinar técnicas de natação, conscientizar os alunos sobre a importância da prática regular de atividades físicas.
Aulas serão oferecidas na piscina da Escola Armando Nogueira. Foto: Aquivo SEE
O secretário de Estado de Educação, Aberson Carvalho, destaca a importância da participação ativa de toda a comunidade escolar, incluindo gestores, professores, coordenadores e alunos, para o sucesso do projeto. “A iniciativa visa promover a saúde física e o bem-estar dos estudantes, além de contribuir para a sua formação integral”, observa.
CRE aprova Ana Lélia Beltrame para embaixada em São Vicente e Granadinas
A diplomata Ana Lélia Benincá Beltrame teve seu nome aprovado para o cargo de embaixadora do Brasil em São Vicente e Granadinas pela Comissão de Relações Exteriores (CRE), em reunião nesta quarta-feira (14).
A indicada graduou-se em direito pela Universidade Federal de Santa Maria (RS) em 1975 e ingressou no Instituto Rio Branco em 1983. Os últimos cargos que ocupou foram o de cônsul-geral em Toronto, no Canadá (2016 a 2020) e, desde 2020, o de cônsul-geral em Rivera, no Uruguai.
A MSF 26/2024, encaminhada pelo Executivo, foi relatada e lida pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), em reunião presidida pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL). Agora, a indicação será apreciada pelo Plenário.
— No que se refere às relações e às condições da embaixadora, todas atendem ao critério, por isso o nosso relatório só reconhece toda a competência, o trabalho e condições plenas de exercício — disse a senadora Dorinha.
São Vicente e Granadinas
País insular nas Pequenas Antilhas, ao leste do Mar do Caribe, São Vicente e Granadinas é uma monarquia constitucional parlamentarista e tem como base de sua economia o turismo e a agricultura.
A relação diplomática com o Brasil compõe-se de acordos nos setores de agricultura, cooperação educacional e cultural e assistência humanitária. No que se refere ao intercâmbio comercial, dados de 2023 apontam para um fluxo comercial de cerca de US$ 5 milhões, valor esse composto pelo total de exportações do Brasil ao país caribenho, não havendo registro de fluxos de importações significativas.
Segundo a diplomata, São Vicente e Granadinas tem importância geopolítica e estratégica por estar na margem marítima antagônica da Amazônia brasileira.
— O nosso comércio com a embaixada fechada [em 2020 no governo Jair Bolsonaro] caiu pela metade. Queremos retomar essa pauta do comércio e trazer para o patamar de US$ 10 milhões, que era o esperado. Com cooperação técnica como contrapartida — afirmou Ana Lélia.
Botafogo x Palmeiras: onde assistir e horário pela Libertadores
Botafogo e Palmeiras começam a decidir uma vaga nas quartas de final da Conmebol Libertadores nesta quarta-feira, às 21h30, no Estádio Nilton Santos. A partida terá transmissão ao vivo para todo o Brasil na
Octávio Florisbal, ex-diretor-geral da Globo, morre em SP aos 84 anos
O executivo Octávio Frioli Florisbal morreu na noite desta terça-feira (13) em São Paulo aos 84 anos.
Formado em comunicação e marketing pela ESPM, com diversos cursos de especialização em Nova York, ele teve uma trajetória de mais de 30 anos na Globo.
Nascido em São Paulo em 20 de maio de 1940, filho do avicultor Elegardo Florisbal e da dona de casa Josephina Frioli Florisbal, aos 15 anos ele se mudou sozinho para o Rio de Janeiro. O objetivo era estudar no Colégio Pedro II e, depois, no Colégio Naval, em Angra dos Reis.
Antes de iniciar a carreira na emissora, Florisbal atuou nas agências de publicidade J. Walter Thompson, Norton Publicidade e Lintas Internacional.
Em 1982, foi contratado para estruturar o departamento de marketing da Globo. Sua principal missão era criar um canal de comunicação permanente entre a área comercial e os setores de programação, criação, produção e jornalismo.
Florisbal foi diretor da Central Globo de Marketing por oito anos, até que, em 1991, em um momento de crise econômica no país, foi convidado pelos acionistas da emissora a se tornar superintendente comercial. Uma das marcas da sua gestão na função foi profissionalizar o modelo de comercialização dos espaços publicitários.
Em 2002, assumiu interinamente o cargo de diretor-geral da Rede Globo, após o afastamento, por motivos de saúde, da executiva Marluce Dias. Em 2004, foi efetivado no posto, em que permaneceu até dezembro de 2012, quando foi sucedido por Carlos Henrique Schroder.
No ano seguinte, passou a integrar o Conselho de Administração das Organizações Globo, do qual fez parte até 2017.
“A Globo é uma empresa muito exitosa. A gente tem que sempre olhar para frente e procurar inovar, se adaptar aos novos tempos”, afirmou o executivo ao Memória Globo.
Em 2009, o respeito e a admiração do mercado por ele se transformaram em um título, quando recebeu o prêmio de Personalidade do Ano da Associação Brasileira de Propaganda. Foram destacadas sua dedicação, inovação e competência para o desenvolvimento e a defesa dos interesses da área de comunicação.
Na última década, já viúvo, se dedicou ao sonho da publicitária com quem foi casado por mais de 30 anos: o Instituto Helena Florisbal, que promove a assistência social gratuita a crianças em vulnerabilidade social, em especial as que têm deficiências físicas e mentais.
Início da carreira
Octávio Florisbal começou a trabalhar em 1961, como auxiliar administrativo em uma das principais agências de publicidade da época, a J. Walter Thompson. Seu tio Renato Castelo Branco presidia a filial brasileira e também era o vice-presidente da corporação americana.
Ocupava o cargo de diretor de planejamento de mídia quando foi contratado pela Norton Publicidade para estruturar o departamento da agência.
Em 1972, foi contratado pela Lintas Internacional, onde ficou durante 10 anos. Na agência, tinha a conta da Gessy-Lever, uma das principais promotoras de novelas e shows da época, e por ela tomou contato com a produção de programas de rádio e TV.
Ainda no início dos anos 1970, Florisbal foi um dos fundadores e o primeiro presidente do Grupo de Mídia de São Paulo, entidade voltada para pesquisa de audiência.
Ondas de matéria criam instrumento de medição ultrassensível no espaço
A NASA divulgou os primeiros resultados dos testes de uma nova tecnologia de medição que promete ampla utilização.
Juliana Paes justifica recusa para participar dos últimos capítulos de “Renascer”
Juliana Paes foi clara ao explicar por que recusou o convite para retomar o papel de Jacutinga nas cenas finais de “Renascer”. O autor Bruno Luperi planejava um reencontro inédito entre Jacutinga e Norberto (Matheus Nachtergaele), que expressou sua tristeza pela ausência dela durante a novela. No entanto, a atriz não conseguiu conciliar sua agenda, que inclui compromissos com outros projetos, como “Pedaço de Mim” da Netflix e “Vidas Bandidas” do Disney+.
Em entrevista ao TV Fama (RedeTV!), Juliana destacou que não queria participar da novela sem estar totalmente comprometida, afirmando: “Para eu não fazer bem o final da novela, não fazer com o coração… Se não é para entregar com excelência, eu prefiro não fazer.” Ela lamentou a situação, pois estava entusiasmada com a possibilidade de voltar a atuar ao lado de Matheus, mas reconheceu que as circunstâncias não permitiram.
Juliana também expressou sua confiança de que os colegas de elenco e a produção estão preparando um final belíssimo para a novela. Ela afirmou ter uma boa relação com a Globo e que a emissora lidou bem com sua decisão de não retornar.
Com a conclusão de “Renascer” marcada para 6 de setembro, a novela “Mania de Você”, de João Emanuel Carneiro, estreará na sequência. Juliana Paes, após tantos projetos, revelou que pretende tirar um tempo para descansar e passar mais tempo com seus filhos.
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Azzas 2154 (AZZA3): qual a visão de analistas sobre as ações da nova companhia?
O que esperar para a varejista fruto da fusão entre Arezzo&Co e o Grupo Soma?
Em relatório desta semana, o Bradesco BBI destacou recomendação de compra para ação da Azzas 2154 (AZZA3), com novo preço-alvo de R$ 64 para 2025, ou potencial de alta de 18% em relação ao fechamento de terça-feira (13).
A equipe de research justifica a recomendação com base no potencial de valorização atrativo, além do histórico positivo da Arezzo em fusões e aquisições (M&A).
Desde 2019, a Arezzo&Co e o Grupo Soma embarcaram em uma jornada de aceleração do crescimento, tanto orgânico quanto inorgânico – o que acelerou a consolidação do mercado de vestuário e calçados, mas também aumentou a complexidade dos negócios e reduziu margens, retornos e conversão de caixa.
A nova companhia detém maior exposição ao canal B2C – vendas diretas ao consumidor final (contra vendas de apenas 45% no B2B, de maior retorno), perfil de crescimento de alto dígito para os próximos 2 anos e margem Ebitda (Ebitda = lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações sobre receita líquida) de aproximadamente 13 a 14%. As alavancas de valor e as sinergias da fusão serão fundamentais para desbloquear uma revisão em alta do lucro por ação ou uma reclassificação, na opinião do BBI.
Em termos de valuation, AZZA3 negocia no mesmo múltiplo dos pares (cerca de 12 a 13 vezes o múltiplo Preço/Lucro para 2025), que já incorpora os fundamentos mais fracos e não precifica quaisquer sinergias potenciais.
Também nesta semana, o JPMorgan passou a ter recomendação overweight (exposição acima da média do mercado, equivalente à compra) para Azzas 2154 e preço-alvo de R$ 66 (upside de 21%) para dezembro de 2025, após um período de recomendação suspensa por conta da fusão. Anteriormente, o banco tinha uma classificação de compra e um preço-alvo de R$ 66 para dezembro de 2024 para Arezzo&Co e uma classificação neutra e um preço-alvo de R$ 7,75 para dezembro de 2024 para o Grupo Soma.
Ao revisitar a tese como uma única empresa, o JPMorgan vê alavancas de sinergia significativas que devem sustentar um crescimento anual composto (CAGR, na sigla em inglês) do lucro por ação de 18% em 5 anos em relação à sua avaliação de 11 vezes Preço/Lucro estimado para 2025.
O JPMorgan projeta um valor presente líquido (VPL) dessas sinergias seja de aproximadamente R$ 2,5 bilhões, ou R$13 por ação, o que implica que os níveis atuais de preço não precificam o potencial de sinergia, ressoando com a atual orientação de curto prazo do mercado brasileiro.
No entanto, as comparações do segundo semestre são mais favoráveis, enquanto algumas das sinergias, especialmente de despesas gerais e administrativas, tendem a ser capturadas rapidamente, trazendo um melhor momento. No entanto, em um olhar setorial mais amplo, o banco reforça preferência pela Lojas Renner ([ativo=LREN3;Overweight) e Vivara ([ativo=VIVA3];Overweight).
Logo após a estreia das ações da nova empresa, no início de agosto, a XP Investimentos destacou ter recomendação de compra para os ativos, com novo preço-alvo para o final de 2025 de R$ 70 por ação (upside de 29%).
Próximos passos
Na última terça (13), após o fechamento do mercado, Soma e Arezzo divulgaram seus resultados entre abril e junho, período antes da fusão. O lucro líquido do Grupo Soma foi de R$ 24,6 milhões no segundo trimestre de 2024, uma queda de 71,2% sobre o mesmo período de 2023. Já a Arezzo&Co reportou lucro líquido recorrente de R$ 135 milhões no segundo trimestre deste ano, alta de 19% em relação ao mesmo trimestre de 2023. Sem o destaque de recorrência, a companhia apresentou lucro líquido de R$ 93 milhões no período de abril a junho, redução de 17,8% ante um ano antes.
O BBI fez uma leitura positiva para o resultado, principalmente por conta do nível de crescimento mais saudável do que o esperado e pela expansão da margem bruta do Grupo Soma ex-Hering, que foram os principais impulsionadores do lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) ajustado de 7% acima em relação às expectativas do banco. O restante dos indicadores não ficou muito longe das projeções.
“Este foi o último trimestre em que a Arezzo&Co e o Grupo Soma reportaram separadamente e, a partir de agora, a principal pauta será sobre como ambas as empresas desbloquearão valor da fusão. Nesse sentido, os resultados do 2T24, ainda considerando as empresas ‘como estão’, não alteram direcionalmente os fundamentos da tese. Portanto, nenhuma reclassificação relevante deve ser esperada agora”, aponta a equipe de análise.
O BBI ressalta estar ansioso pelo Investor Day na próxima quinta-feira (15) para, finalmente, ganhar mais confiança nas sinergias e nos próximos passos.
O JPMorgan também aponta que os olhos do mercado agora se concentram para o Investor Day. A visão é de cerca de R$ 4,5 bilhões em sinergias de VPL, de acordo com análises que saíram na imprensa.
Embora veja um alto potencial de sinergia, o JPMorgan acredita que os números sugeridos pela imprensa parecem elevados. Isso porque, em uma avaliação inicial, o banco prevê um potencial de cerca de R$ 2,5 bilhões de VPL.
As principais fontes, na visão do banco, devem vir de: 1) calçados nas marcas da Soma, com boas evidências desse potencial nos resultados vistos na AR&Co com a marca Reserva; 2) integração de fabricação, especialmente em camisetas; e 3) do lado corporativo, com a relação de G&A da entidade combinada convergindo para a relação das operações legadas da Arezzo.
A empresa combinada terá 34 marcas, cerca de 22 mil clientes multimarcas, 4 grandes unidades de negócios com mais de 500 lojas próprias e cerca de 1,5 mil franquias. Como destacado, isso abre caminho para sinergias significativas, bem como para a consolidação de segmentos-chave do mercado brasileiro de vestuário e calçados nas classes sociais A/B.
Nesse contexto, segundo JPMorgan, a retenção de pessoas-chave será fundamental para preservar as operações, e a convergência de diferentes aspectos culturais deve desempenhar um papel importante.









