Rodrigão, ex-BBB, se recupera de cirurgia após remoção de tumor benigno
Rodrigão, ex-participante do BBB, de 36 anos, enfrentou uma situação delicada de saúde ao ser diagnosticado com um tumor suprarrenal. A condição exigiu uma cirurgia de emergência, na qual foi necessário remover o rim esquerdo e o baço, devido à presença de um tumor de 13 centímetros que envolvia o rim afetado. Após quase duas semanas de internação hospitalar, Rodrigão já se encontra em casa, iniciando o processo de recuperação. Ele compartilhou que o tumor diagnosticado era benigno, o que trouxe um alívio significativo, pois não será necessário realizar tratamentos adicionais.
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O ex-BBB também tranquilizou seus fãs ao afirmar que, apesar da cirurgia, não precisará alterar seus hábitos de vida. Ele possui um rim saudável e não apresentava outros sintomas que pudessem indicar complicações maiores. “Tive uma hemorragia e fui internado às pressas, e foi detectado um tumor de 13 centímetros. O médico falava que era uma bola de handebol. Tinha um tumor de 13 centímetros dentro de mim, estava em volta do meu rim, já estava batendo no meu baço”, explicou em um vídeo divulgado nesta quinta-feira (19). “Nessa cirurgia, eles conseguiram remover o tumor, só que, como ele estava muito grande, precisei também remover meu rim esquerdo e o baço. Por isso, preciso de um cuidado maior, principalmente nesse começo”, disse ele.
Um mês para a volta da Superliga Masculina: saiba as novidades
Esta sexta-feira, dia 20 de setembro, marca exatamente um mês para o início da Superliga Masculina de vôlei de 2024/2025. A nova temporada da elite voleibol brasileiro promete ferver as quadras de todo o país reunindo alguns dos melhores jogadores do planeta.
Vice-campeão da última temporada, o Vôlei Renata vai abrir o novo ano da Superliga Masculina duelando contra o novato Goiás. A equipe do centro-oeste garantiu vaga na elite nacional após se sagrar campeão da segunda divisão. A partida acontece no dia 20 de outubro, domingo, às 18h30 no Ginásio Taquaral.
Além do clube esmeraldino, outra equipe de Goiânia também conseguiu vaga na elite da Superliga Masculina nesta temporada. O Neurologia Ativa/Goiânia garantiu vaga após ficar com o vice-campeonato da série B.
Confrontos da primeira rodada
Após o duelo entre Vôlei Renata e Goiás, a Superliga Masculina só volta no dia 22 de outubro, quando o Guarulhos recebe o Blumenau. No dia seguinte, o Neurologia Ativa visita o atual campeão Sesi Bauru, enquanto o Suzano encaro o Joinville em Santa Catarina. O antigo Araguari e agora Praia Clube faz clássico mineiro contra o Sada Cruzeiro no dia 24 para encerrar a rodada.
Novidades nos elencos
Pode-se dizer que a maior contratação desta temporada foi do Vôlei Renata. A equipe de Campinas conseguiu repatriar o levantador Bruninho, que retornou ao Brasil após seguidas temporadas triunfantes no voleibol europeu.
Bruninho e Adriano (Pedro Teixeira/Vôlei Renata)
Outra grande mudança foi a saída de Miguel Lopes do Sada Cruzeiro. A equipe celeste também não perdeu tempo e se reforçou com a chegada do ponteiro campeão olímpico Douglas Souza.
Atual campeão, o Sesi Bauru sofreu com seis saídas após o fim da última temporada. Entretanto, o clube manteve a espinha dorsal do elenco vencedor em 2023/2024. As jovens estrelas olímpicas Darlan e Lukas Bergman seguem na equipe, assim como o experiente levantador Thiaguinho e o central multicampeão Éder Carbonera.
Formato
A Superliga Masculina de vôlei é formada por 12 equipes. Na primeira fase, os clubes disputam em formato de pontos corridos com duelos de turno e returno. Após as 22 rodadas da etapa classificatória, as oito equipes melhores colocadas avançam aos playoffs, que começam a partir das quartas de final em séries melhores de três jogos até as semifinais. A decisão acontece em partida única.
O Mundial de park, que está sendo disputado na Itália, está esvaziado por conta da disputa simultânea do X-Games Chiba. Muitas das principais estrelas da modalidade preferiram competir no Japão ao invés de participar da competição organizada pela World Skate. Para se ter uma ideia, o único medalhista olímpico presente em solo italiano é o brasileiro Augusto Akio, o Japinha. Além disso, nenhum dos dois atuais campeões mundiais foram defender seu título. Ao todo, 16 dos 44 skatistas que foram aos Jogos Olímpicos de Paris-2024 preferiram o X-Games.
Dos seis skatistas que subiram ao pódio olímpico na França, Augusto Akio é o único presente no Mundial de park. Tanto o bicampeão olímpico maculino Keegan Palmer, da Austrália, quanto o americano Tom Schaar, medalha de prata em Paris-2024, estão na disputa do X-Games. No feminino, a campeã olímpica Arisa Trew, da Austrália, e a britânica Sky Brown, bronze, também preferiram ir ao Japão.
Já a japonesa Konona Hiraki, a mais jovem medalhista de Paris-2024 ao subir ao pódio com 12 anos e 342 dias, que é atual campeã mundial de park feminino, não está em nenhuma das duas competições. O atual campeão do masculino, o americano Gavin Bottger, décimo na Olimpíada, preferiu não defender seu título para também disputar o X-Games Chiba.
Dos países tradicionais, Brasil é o único com força máxima
Ao que parece, dos países mais tradicionais do skate, o Brasil foi o único a mandar força máxima para o Mundial de park. Certamente tem a ver com o apoio dos atletas ao reconhecimento da Confederação Brasileira de Skate (CBSk) como representante do país perante à World Skate.
Dos oito finalistas masculinos de Paris-2024, só não estão em Chiba os brasileiros Augusto Akio, Pedro Barros e Luigi Cini, além do australiano Keefer Wilson. Os quatro estão no Mundial de park. Já das oito mulheres que disputaram a final dos Jogos Olímpicos, Dora Varella, a espanhola Naia Laso e a japonesa Hinano Kusaki estão no Mundial, que, entretanto, não conta com nenhuma das atletas que foram ao pódio.
Nível alto no X-Games
Além das medalhistas Arisa Trew e Sky Brown, a disputa feminina do park no X-Games Chiba conta com a participação da finlandesa Heili Sirvio e da americana Bryce Wettstein, que terminaram, respectivamente, em quinto e em sexto em Paris-2024. A japonesa Sakura Yosozumi (décima nos Jogos Olímpicos), a australiana Rubi Trew (11ª) e as americanas Ruby Lilley (13ª) e Minna Stess (19ª), completam o time olímpico que preferiu não disputar o Mundial para ir ao Japão.
Do lado masculino, além de Keegan Palmer, Tom Schaar e Gavin Bottger, os finalistas olímpicos Tate Carew, dos Estados Unidos, e Alex Sorgente, da Itália, que terminaram em quinto e sexto em Paris, respectivamente, também estão no X-Games Chiba. Completam a lista o japonês Yuro Nagahara, o australiano Kieran Woolley e o espanhol Danny León, que foram eliminados na semifinal nos Jogos Olímpicos.
Na madrugada desta sexta-feira aconteceram as eliminatórias do park tanto no feminino quanto no masculino. Entre os homens, Tom Schaar, Kieran Wooley, Yuro Nagahara, Keegan Palmer, Alex Sorgente, Gavin Bottger e Liam Pace se classificaram para a final. No feminino, Arisa Trew, Sky Brown, Sakura Yosozumi, Heili Sirvio, Minna Stess, Bryce Wettstein, Lilly Erickson e Ruby Trew vão disputar medalhas no Japão. Ao que tudo indica, o nível técnico das finais do X-Games Chiba tem tudo para ser maior do que o das finais do Mundial, que, entretanto, tem boas chances de terminar com bons resultados para o Brasil, que que o país foi o único a mandar força máxima para a competição da World Skate.
Concursos Fiscais 2024: salários iniciais de até R$ 22 mil!
Quer ficar por dentro de todos os concursos fiscais previstos para 2024 e 2025? Então chegou ao lugar certo! Neste artigo você encontra os certames previstos, autorizados, com banca definida e comissão formada.
Traremos informações atualizadas sobre os concursos das receitas estadual, federal e municipal para você se preparar e decidir qual rumo seguir na área fiscal: auditor fiscal, analista tributário, entre outros.
Vale ressaltar que as remunerações dos concursos da área fiscal costumam ser bem atrativas!
Além disso, a maioria dos concursos da área fiscal não exigem formação específica. Claro que existem exceções e isso vai da necessidade de cada órgão em preencher seu quadro de servidores.
Perspectiva: Um novo edital foi sinalizado positivamente pelo governo do Estado. A afirmação foi feita pelo presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do RN – Sindfern. (Cursos Sefaz RN)
Perspectivas: Aguardado desde 2021, o concurso público foi oficialmente autorizado para o provimento de dois cargos. EDITAL IMINENTE! (Cursos Sefaz RJ)
Perspectiva: secretário da pasta prevê concurso para Analista Fazendário no 2º semestre de 2024. Certame para cargos fiscais deve ficar para o início de 2025. (Cursos SEFA PA)
Status:
Previsto para 2025
Previsto para 2º semestre de 2024 Fadesp possível banca
Cargos:
Auditor Fiscal
Analista Fazendário
Vagas:
A definir
200 a 250 vagas previstas
Formação:
Nível superior
Nível superior
Salário:
R$ 15.076,58 (último edital)
R$ 1.724,64 + gratificações (alcançando R$ 9 mil – bruto)
Perspectivas: Conforme divulgado pelo Sindsefaz (Sindicato dos Servidores da Fazenda do Estado da Bahia), um novo certame para Agente de Tributos Estaduais (75) e Auditor Fiscal (150) será anunciado em breve. (Cursos Sefaz BA)
Perspectivas: Um novo concurso está previsto no Plano Estratégico do órgão entre 2024 e 2025, especificamente para a carreira de Tecnologia de Informação.
Perspectivas: Possivelmente, edital será divulgado apenas em 2025, conforme informações da secretária do órgão, Michele Roncálio. Vagas para quadro de Auditores Fiscais. (Cursos ISS Floripa)
Perspectivas: Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024 prevê concurso para a Secretaria da Receita – SEREM. Certame também era previsto no orçamento do ano anterior. (Cursos JAMPA)
Com 1,25 metro, cota do Rio Acre se iguala ao menor nível registrado dos últimos 53 anos
Devido à forte estiagem que afeta o Acre nos últimos meses, o Rio Acre marcou 1,25 metro na manhã desta sexta-feira, 20, registrando, pela segunda vez na história, o menor nível desde 1971, ano em que iniciou o monitoramento pelos órgãos de controle. A Defesa Civil, que acompanha a situação nos 22 municípios, alerta que a situação é crítica.
O coordenador do órgão, coronel Carlos Batista, destaca que este ano foi de eventos extremos e, segundo ele, todas as bacias estão em cota de alerta máximo.
“No início deste ano, nós tivemos inundações nos 19 municípios dos 22, com cotas históricas máximas de inundações em Jordão, Santa Rosa do Purus e em Brasileia, onde essas cotas ultrapassaram todas as cotas da série histórica de 53 anos. Este ano, agora no mês de setembro, precisamente nos últimos três dias, as cotas em alguns rios atingiram cotas mínimas. E agora nos igualamos a cota de 1,25 metro, que havia sido registrada em 2022”, destaca.
Rio Acre marcou 1,25 metro na manhã desta sexta-feira, 20. Foto: Pedro Devani/Secom
Em 2 de outubro de 2022 o rio registrou sua menor cota, com 1,25 metro. Antes disso, o menor nível havia sido em 2016, no dia 17 de setembro, quando o manancial ficou em 1,30 metro. Com as queimadas, falta de chuvas, a qualidade do ar na capital é considerada péssima, chegando a 172,57 μg/m³, quando o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): 15μg/m³.
“Isso mostra que o Acre, e toda a região Norte, está sendo impactado com os eventos extremos de altas temperaturas e sem chuvas. Isso causa a redução dos nossos mananciais, dos níveis dos rios, aumenta a propagação dos incêndios florestais quando eles eclodem, e, em consequência, aumenta a poluição do ar pelo material particular, tanto da nossa região como de outros estados vizinhos, que o vento traz para cá também”, enfatiza.
Ainda em junho, o Estado instituiu um gabinete de crise temporário para tratar da redução dos índices de chuvas e dos cursos hídricos e do risco de incêndios florestais, com o objetivo de enfrentar os prejuízos, concretos ou potenciais, decorrentes desse cenário ambiental. Esse grupo se reúne periodicamente para debater os dados e tomar decisões.
“Todo o poder operacional do governo do Estado está no enfrentamento, em campo, no enfrentamento a essas ações, principalmente em relação a que a gente vem reduzir os índices de queimadas, de incêndio florestais. O governo do Estado está com diversos decretos de seca, situação de emergência em relação aos incêndios florestais, vários municípios também elaboraram seus planos de trabalho, solicitando recursos do governo federal, recursos complementares, assim como o Estado também já solicitou e já estão sendo liberados pelo governo federal, para que juntos, nessa grande força-tarefa de união dos municípios, do Estado e do governo federal, a gente venha a reduzir esses índices de queimadas em todo o estado do Acre”.
“Além do problema ambiental, é um problema de saúde para a população”, explicou o gestor, ressaltando o diálogo existente entre o governo do Acre com o governo federal, por meio dos ministros, que têm se colocado à disposição para ajudar.
O impacto é sentido na saúde é significativo. Por isso, a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) orienta aumentar a ingestão de água e líquidos, que ajudam a manter as membranas respiratórias úmidas e, assim, mais protegidas; bem como reduzir o tempo de exposição em ambientes abertos, recomendando-se que se permaneça dentro de casa, em local ventilado, com ar condicionado ou purificador de ar, para aumentar a umidade do ambiente.
É recomendável também colocar bacias com água ou toalhas molhadas em locais estratégicos e a população em geral deve estar em alerta, especialmente em relação à saúde de crianças menores de 5 anos, maiores de 60 anos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias.
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Foto: Pedro Devani/Secom
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Acre participa de audiência no STF para apresentar medidas emergenciais de enfrentamento às queimadas
O governo do Acre, representado pela secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, e pelo procurador-geral do Estado em exercício, Leonardo Silva Cesário Rosa, participou, nesta quarta-feira, 19, de uma audiência no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, convocada pelo ministro Flávio Dino – relator de ações que tramitam no Supremo que versam sobre o combate às queimadas no Pantanal e na Amazônia.
O governo do Acre, representado pela secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, e pelo procurador-geral do Estado em exercício, Leonardo Silva Cesário Rosa. Foto: DIvulgação/Silvia Uszacki/Sema
O encontro, que reuniu representantes de dez estados: Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foi marcado para que os líderes estaduais mostrassem, efetivamente, as medidas emergenciais que estão sendo executadas para combater os incêndios, especificamente em cada localidade. A adoção de providências emergenciais já haviam sido determinadas pelo Supremo em março deste ano.
Entre as medidas prioritárias na agenda estava a implementação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), além dos planos específicos dos estados. No Acre há o Plano de Prevenção, Controle do Desmatamento e Queimadas do Estado do Acre (PPCDQ-AC) que objetiva a redução do desmatamento e degradação da vegetação nativa, bem como controlar as queimadas e os incêndios florestais, com uma redução de 50% até 2027, e projeção de 10% ao ano.
A secretária Julie Messias falou sobre as ações prioritárias do governo no enfrentamento às queimadas, com foco no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor).
“Abordamos os desafios da validação e integração no sistema federal do CAR e do Sinaflor, que são pilares fundamentais na nossa luta contra o desmatamento e queimadas. Ao garantir a regularização ambiental e a rastreabilidade dos produtos florestais, geramos uma fiscalização mais eficaz e transparente”, destacou.
A gestora afirmou ainda que as duas ferramentas juntas, aliadas com o reforço nas políticas de combate ao desmatamento e as queimadas, fortalecem a preservação e o uso sustentável dos recursos naturais, assegurando que o desenvolvimento econômico aconteça de forma alinhada com a proteção ambiental.
Secretária Julie Messias representou o Acre em audiência no STF. Foto: Silvia Uszacki/Sema
Durante seu pronunciamento, o ministro argumentou que o foco da audiência estava em ouvir os representantes governamentais e suas estratégias para mitigar os impactos dos eventos extremos para tentar “evitar o fim do mundo”. “O Pantanal e a Amazônia, e todo o nosso país, estão fortemente ameaçados. Ouvimos anúncios quanto ao fim do mundo todos os dias, corretamente e necessariamente”, falou.
O ministro defendeu ainda a liberação de recursos emergenciais de combate a incêndios e afirmou que a sustentabilidade pode e deve ser usada como ativo econômico – investimentos com foco na preservação do meio ambiente – estratégico do país.
“As fazendas que produzem soja, produzem carne, e, de um modo geral, impulsionam a economia brasileira, não podem sair do Brasil. Elas estão implantadas aqui, e por isso a sustentabilidade é um ativo econômico estratégico do Brasil, portanto, não há dicotomia entre responsabilidade fiscal e ambiental”.
O procurador-geral do Estado em exercício, Leonardo Silva Cesário Rosa, reforçou em sua fala que a audiência realizada no STF foi fundamental para a construção de soluções consensuais entre os Estados e a União no enfrentamento ao desmatamento e queimadas na Amazônia.
Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal participaram de audiência no STF. Foto: cedida
“O diálogo aberto permite reforçar a importância da cooperação entre os entes federativos para a implementação das medidas do PPCDAm. A proteção da Amazônia não é apenas um dever regional, mas uma responsabilidade global. Somente com ações coordenadas e compromisso firme conseguiremos reduzir os impactos ambientais e assegurar um futuro sustentável para as próximas gerações”.
No Acre, ações de combate à monilíase serão reforçadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
O governo do Acre pediu e recebeu a garantia do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Fávaro, de apoio no combate à monilíase, doença que afeta os plantios do cacau e do cupuaçu. O governo está pedindo crédito suplementar de R$ 3,5 milhões em convênio já existente com aquele ministério para apoio a essas ações.
O pedido foi feito pelo secretário adjunto de agricultura, Edivan Azevedo, juntamente ao representante do governo do Acre em Brasília, secretário de Estado Fabio Rueda, e ao presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), José Francisco Thum. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 18, na sede daquele ministério, em Brasília, em reunião articulada pelo Consórcio Amazônia Legal.
Da esquerda para a direita, Francisco Thum, ministro Carlos Fávaro e secretários Edivan Maciel e Fabio Rueda, na entrega de relatório de combate à monilíase. Foto: Wesley Moraes/Repac
Monilíase é um fungo que ataca o fruto do cacau e do cupuaçu e causa grandes perdas, podendo comprometer até 100% da produção. A doença foi detectada no Brasil em 2021, numa área urbana de Cruzeiro do Sul.
Desde então, o governo, por meio do Idaf, com o apoio inicial do convênio com o governo federal, vem desenvolvendo medidas para de combater e conter o avanço da praga. No encontro foi apresentado um balanço das ações. Conforme Francisco Thum, entre investimento e custeio, o governo do Estado já investiu R$ 3,5 milhões no combate à doença. Esse trabalho, foi inclusive elogiado pelo ministério. “O Acre realiza um trabalho exemplar, evitando a dispersão da doença”, afirmou o secretário de Defesa Agropecuária e de Inovação, Carlos Goulart.
Secretário de Defesa Agropecuária e de Inovação do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, elogiou o trabalho do governo do Acre no enfrentamento à monilíase. Foto: Wesley Moraes/Repac
“Vamos aditivar o convênio” garantiu o ministro Carlos Fávaro, explicando que aguarda solicitação de recurso suplementar solicitado ao Tesouro Nacional para as ações de defesa fitossanitária no país, onde o Acre também estará contemplado. A previsão dele é de que isso ocorra até o fim do ano, antes do vencimento do convênio com o governo do Acre.
O ministro disse ainda que está aguardando a sanção, pelo presidente Lula, do Projeto de Lei nº 2052/2024, que trata de enfrentamento a emergências fitossanitárias no país. Isso permitirá, por exemplo, o pagamento de diárias para servidores envolvidos no enfrentamento à monilíase no estado.
Ministro da agricultura, Carlos Fávaro (centro), garantiu apoios para o Acre, incluindo reforço no combate à doença do cacau e do cupuaçu. Foto: Wesley Moraes/Repac
Cupuaçu
“O controle de doenças e pragas é de responsabilidade do MAPA e que são delegadas para os Estados. Mas só é possível fazer as ações necessárias com a participação financeira do governo federal”, explicou o secretário Edivan Azevedo. O governo do Acre também pediu urgência na edição de uma instrução normativa fixando padrão de qualidade e identidade para o cupuaçu, a exemplo do que ocorre com o cacau.
Secretário adjunto de agricultura, Edivan Azevedo (de terno cinza), explicou a necessidade de reforço no apoio às ações do estado. Foto: Wesley Moraes/Repac
“Pequenos produtores e indígenas do estado estão impossibilitados de vender suas amêndoas para cupulate, num momento de preços altos por falta dessa medida”, explicou Edivan, lembrando que esse assunto foi oficiado para o MAPA, em novembro de 2023, pelo Consórcio Amazônia Legal.
Cuidando das pessoas
O representante do governo do Acre em Brasília, secretário de Estado Fabio Rueda, destacou a importância do apoio para os produtores , para o desenvolvimento econômico e social e ambiental o estado e da parceria com o governo federal na solução dos problemas “no sentido de cuidar das pessoas, conforme direcionamento do governador”.
Secretário de estado titular da Repac, Fabio Rueda (centro), reforçou as necessidades do Acre e a importância da parceria com o Ministério da Agricultura. Foto: Wesley Moraes/Repac
O encontro com o ministro Fávaro foi articulado pelo Consórcio Amazônia Legal. Na reunião, os representantes da região explicaram a importância do enfrentamento à monilíase e também solicitaram a reestruturação da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – Ceplac. “Vou fazer com que a Ceplac volte a ser orgulho nacional”, garantiu o ministro Carlos Fávaro.
Acre participa de audiência no SFT para apresentar medidas emergenciais de enfrentamento às queimadas
O governo do Acre, representado pela secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, e pelo procurador-geral do Estado em exercício, Leonardo Silva Cesário Rosa, participou, nesta quarta-feira, 19, de uma audiência no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, convocada pelo ministro Flávio Dino – relator de ações que tramitam no Supremo que versam sobre o combate às queimadas no Pantanal e na Amazônia.
O governo do Acre, representado pela secretária do Meio Ambiente, Julie Messias, e pelo procurador-geral do Estado em exercício, Leonardo Silva Cesário Rosa. Foto: DIvulgação/Silvia Uszacki/Sema
O encontro, que reuniu representantes de dez estados: Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foi marcado para que os líderes estaduais mostrassem, efetivamente, as medidas emergenciais que estão sendo executadas para combater os incêndios, especificamente em cada localidade. A adoção de providências emergenciais já haviam sido determinadas pelo Supremo em março deste ano.
Entre as medidas prioritárias na agenda estava a implementação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), além dos planos específicos dos estados. No Acre há o Plano de Prevenção, Controle do Desmatamento e Queimadas do Estado do Acre (PPCDQ-AC) que objetiva a redução do desmatamento e degradação da vegetação nativa, bem como controlar as queimadas e os incêndios florestais, com uma redução de 50% até 2027, e projeção de 10% ao ano.
A secretária Julie Messias falou sobre as ações prioritárias do governo no enfrentamento às queimadas, com foco no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor).
“Abordamos os desafios da validação e integração no sistema federal do CAR e do Sinaflor, que são pilares fundamentais na nossa luta contra o desmatamento e queimadas. Ao garantir a regularização ambiental e a rastreabilidade dos produtos florestais, geramos uma fiscalização mais eficaz e transparente”, destacou.
A gestora afirmou ainda que as duas ferramentas juntas, aliadas com o reforço nas políticas de combate ao desmatamento e as queimadas, fortalecem a preservação e o uso sustentável dos recursos naturais, assegurando que o desenvolvimento econômico aconteça de forma alinhada com a proteção ambiental.
Secretária Julie Messias representou o Acre em audiência no STF. Foto: Silvia Uszacki/Sema
Durante seu pronunciamento, o ministro argumentou que o foco da audiência estava em ouvir os representantes governamentais e suas estratégias para mitigar os impactos dos eventos extremos para tentar “evitar o fim do mundo”. “O Pantanal e a Amazônia, e todo o nosso país, estão fortemente ameaçados. Ouvimos anúncios quanto ao fim do mundo todos os dias, corretamente e necessariamente”, falou.
O ministro defendeu ainda a liberação de recursos emergenciais de combate a incêndios e afirmou que a sustentabilidade pode e deve ser usada como ativo econômico – investimentos com foco na preservação do meio ambiente – estratégico do país.
“As fazendas que produzem soja, produzem carne, e, de um modo geral, impulsionam a economia brasileira, não podem sair do Brasil. Elas estão implantadas aqui, e por isso a sustentabilidade é um ativo econômico estratégico do Brasil, portanto, não há dicotomia entre responsabilidade fiscal e ambiental”.
O procurador-geral do Estado em exercício, Leonardo Silva Cesário Rosa, reforçou em sua fala que a audiência realizada no STF foi fundamental para a construção de soluções consensuais entre os Estados e a União no enfrentamento ao desmatamento e queimadas na Amazônia.
Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal participaram de audiência no STF. Foto: cedida
“O diálogo aberto permite reforçar a importância da cooperação entre os entes federativos para a implementação das medidas do PPCDAm. A proteção da Amazônia não é apenas um dever regional, mas uma responsabilidade global. Somente com ações coordenadas e compromisso firme conseguiremos reduzir os impactos ambientais e assegurar um futuro sustentável para as próximas gerações”.
Semana do Auditor traz discussão sobre a importância do Fisco para a garantia de justiça fiscal e o crescimento do estado
As atividades de tributação, arrecadação e fiscalização são, reconhecidamente, essenciais ao funcionamento do Estado. Nesse contexto, surge o auditor fiscal, profissional que faz o elo entre o aproveitamento da riqueza socialmente produzida e a concretização dos benefícios e melhorias sociais por parte do Estado.
Em alusão ao Dia do Auditor Fiscal, celebrado no dia 21 de setembro e instituído no Brasil desde 2009, o governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), participou nesta quinta-feira, 19, da abertura da 12ª Semana do Auditor.
Solenidade marcou abertura da Semana do Auditor, alusiva ao Dia do Auditor Fiscal. Foto: José Henrique/Sefaz
O evento é uma realização do Sindicato do Fisco Estadual (Sindifisco) e se estende até sexta, 20, reunindo autoridades de Estado, juristas, representantes da categoria de classe, servidores públicos e acadêmicos, além de convidados painelistas de outros estados.
Com a temática O Fisco é fundamental para a garantia de justiça fiscal e crescimento do estado, a intenção é destacar a importância do trabalho desenvolvido pelo auditor fiscal, atribuído por lei, na captação dos recursos necessários à implementação das políticas públicas nas áreas da saúde, educação, segurança, transporte, infraestrutura etc, priorizando os direitos sociais fundamentais e a dignidade da pessoa humana.
Presidente do sindicato dos auditores fiscais do Acre destaca que o evento aborda matérias atinentes à carreira e à atualidade. Foto: José Henrique/Sefaz
“Temos painelistas do Fisco do Piauí, de São Paulo, que vão abordar questões referentes à reforma tributária. Os demais falam sobre trabalho remoto, saúde mental e assédio público. Estamos tratando sobre várias matérias atinentes à carreira, o momento em que estamos vivendo”, disse o presidente do Sindifisco, Nicolas Aurélio Lima.
Durante a solenidade, o secretário da Fazenda, Amarísio Freitas, destacou que o auditor fiscal é um profissional indispensável ao funcionamento do Estado pelo trabalho que desenvolve, viabilizando os recursos estatais necessários ao atendimento aos anseios sociais e qualidade de vida da população.
Secretário da Fazenda ressaltou a importância do profissional para o funcionamento do Estado. Foto: José Henrique/Sefaz
“O trabalho do auditor fiscal não se resume apenas à fiscalização. Ele é essencial ao funcionamento da máquina pública, uma vez que é a única carreira que gera receita ao Estado. Na gestão do governador Gladson Cameli, entendemos que só faremos uma Sefaz forte se os auditores puderem ser ouvidos e, enquanto estivermos na gestão, vocês serão ouvidos”, disse Freitas.
A cerimonia contou ainda com a presença do subchefe da Casa Civil para Assuntos Jurídicos, Cristovam Pontes de Moura; do presidente da Associação dos Auditores da Receita Estadual do Acre (Asfit), João Tadeu de Moura; além da advogada e representante da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Carol Sena, no dispositivo de honra.
Rumo ao Desmatamento Ilegal Zero: recursos do Fundo Amazônia para combater desmatamento e queimadas seguem em execução prioritária pelo governo do Acre
Após a retomada do programa Fundo Amazônia pelo governo brasileiro, em 2023, o Acre se destacou e foi o primeiro estado a ter um projeto aprovado para coibir práticas ilegais de desmatamento, a partir da união de estratégias das áreas de comando e controle, gestão territorial e ambiental e produção sustentável.
Governo do Acre foi o primeiro estado a apresentar projeto ao Fundo Amazônia, após sua reativação. Foto: Arquivo Secom
Esse novo contrato, assinado em abril de 2024 entre o governo do Estado e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), teve sua primeira liberação financeira em julho deste ano, no montante de R$ 21.410.888,00, de um total de R$ 97.814.173,00, que possibilitou que o governo desse início aos procedimentos administrativos para a contratação de serviços e aquisição de equipamentos e insumos necessários à execução do projeto.
Uma nova liberação, de R$ 26.472.545,00, está prevista para ser realizada próximos meses, visando a continuidade das ações em andamento.
Com um prazo de execução de 48 meses, o projeto também visa o alcance de boas práticas produtivas, a regularização fundiária e de passivos ambientais, bem como o fortalecimento dos órgãos estaduais que atuam na prevenção e combate a ilícitos ambientais, em alinhamento com as diretrizes estabelecidas no Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas do Acre (PPCDQ/Acre).
A Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan) é a responsável pela coordenação-geral do projeto, e as atividades finalísticas são executadas por nove órgãos subexecutores: Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac); Instituto de Terras do Acre (Iteracre); Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação dos Serviços Ambientais (IMC); Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Acre (CBMAC); Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA); Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp); Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri) e Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi).
No dia 11 de abril, o Acre assinou o contrato do Fundo Amazônia com o BNDES. Foto: José Caminha/Secom
Para garantir a execução coesa das ações do projeto, foi estabelecido por meio do Decreto Estadual nº 11.468, de 02/05/2024, o Sistema de Gestão e Coordenação (SGC), composto pelo Comitê Gestor do Projeto (CGP) e pelo Grupo Operacional Transitório (GOT), formado por servidores da Seplan e dos órgãos subexecutores finalísticos, com a finalidade de compartilharem a coordenação, planejamento, execução, acompanhamento e avaliação do progresso do projeto.
Pioneirismo do Acre e retomada do projeto após quatro anos
O governo do Acre é antigo parceiro do Fundo Amazônia, tendo sido o primeiro governo estadual a ter um projeto aprovado em 2012. Após quatro anos de atividades suspensas, retorna em 2024 com os investimentos na área ambiental para ações integradas de enfrentamento ao desmatamento ilegal, projetos de desenvolvimento sustentável e restauração florestal.
Os recursos do Fundo Amazônia serão utilizados em ações de preservação das florestas. Foto: Arquivo Secom
As secretarias e órgãos subexecutores em conjunto com a Seplan já trabalham desde julho para a contratação e implementação das ações do projeto. Na área de segurança, comando e controle, destaca-se a Sejusp com o fortalecimento do patrulhamento aéreo e de fronteira (R$ 5.399.070,00), principalmente com ações do Ciopaer; o CBMAC, com o fortalecimento ao combate às queimadas e aos incêndios florestais (R$ 2.500.000,00), por meio da aquisição de equipamentos; e o fortalecimento do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), com recursos de R$ 419.753,00 voltados para estruturas e serviços de prevenção e combate ao crime ambiental.
A Sema iniciou as atividades de implantação da plataforma digital para a gestão das unidades de conservação estaduais (R$ 2.814.360,00), atualização e integração do módulo “Zoneamento Ecológico-Econômico Vivo” (R$ 2.461.340,00), monitoramento de áreas do Programa de Regularização Ambiental – PRA/AC (R$ 420.000,00) e integração de sistemas estaduais de monitoramento e fiscalização (R$ 179.250,00). Já o Imac está inicialmente trabalhando pela modernização do sistema de licenciamento ambiental das atividades florestais (R$ 300.000,00).
Quanto ao ordenamento territorial, o Iteracre está trabalhando nas contratações para realizar o geocadastro para fins de regularização fundiária (R$ 2.323.800,00) e a modernização da base de dados fundiária do estado do Acre (R$ 1.698.315,00). Já no âmbito das mudanças climáticas, o IMC está agindo para realizar a atualização do Inventário de Emissões e Remoções de Gases Efeito Estufa (R$ 1.500.000,00).
Os secretários de Planejamento e Meio Ambiente, Ricardo Brandão e Julie Messias, receberam técnicos do BNDES em missão em outubro de 2023. Foto: Ascom/Seplan
A Seplan, por sua vez, está realizando a contratação de Unidade Gestora do Projeto (UGP), com recursos previstos de R$ 1.395.000,00. No próximo desembolso ainda estão previstas ações da Sepi, com a atualização e execução dos planos de vigilância das Terras indígenas, e da Seagri, com a elaboração e implantação de Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas ou Alteradas (Pradas).
Segundo o secretário de Planejamento, Ricardo Brandão, “o governo do Acre vem trabalhando de forma ágil e coesa para captar e executar recursos relacionados ao desenvolvimento social, econômico e ambiental Acre. No caso do projeto Rumo ao Desmatamento Ilegal Zero no Estado do Acre, as secretarias e órgãos envolvidos seguem trabalhando junto ao BNDES e demais parceiros, para assegurar que as ações previstas no projeto sejam executadas com a devida celeridade e em consonâncias com as respostas demandadas pelas emergências ambientais surgidas nos últimos meses”.