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Vendas do Tesouro Direto batem recorde para meses de outubro

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Vendas do Tesouro Direto batem recorde para meses de outubro


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As vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet bateram recorde para meses de outubro, divulgou nesta quarta-feira (26) o Tesouro Nacional. No mês passado, o Tesouro Direto vendeu R$ 7,17 bilhões em papéis.Vendas do Tesouro Direto batem recorde para meses de outubro | Cidade AC News – Notícias do AcreVendas do Tesouro Direto batem recorde para meses de outubro | Cidade AC News – Notícias do Acre

O valor é 4,59% maior que em setembro, quando as vendas do Tesouro Direto somaram R$ 6,86 bilhões. Na comparação com outubro do ano passado, é 27,03% maior.

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O recorde de vendas para todos os meses foi registrado em março deste ano, quando foram vendidos R$ 11,69 bilhões.

Os títulos mais procurados pelos investidores em outubro foram os vinculados aos juros básicos, cuja participação nas vendas somou 48,1%. Os papéis corrigidos pela inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), corresponderam a 32,2% do total, enquanto os prefixados, com juros definidos no momento da emissão, totalizaram 10,6%.

Destinados ao financiamento de aposentadorias, o Tesouro Renda+, lançado no início de 2023, respondeu por 7,2% das vendas. Criado em agosto de 2023, o novo título Tesouro Educa+, que pretende financiar uma poupança para o ensino superior, atraiu apenas 1,9% das vendas.

Interesse

O interesse por papéis vinculados aos juros básicos é justificado pelo alto nível da Taxa Selic. A taxa, que estava em 10,5% ao ano até setembro do ano passado, foi elevada para 15% ao ano. Com os juros altos, os papéis continuam atrativos. Os títulos vinculados à inflação também têm atraído os investidores por causa da expectativa de alta da inflação oficial nos próximos meses.

O estoque total do Tesouro Direto superou a marca de R$ 200 bilhões pela primeira vez, alcançou R$ 200,97 bilhões no fim de outubro, alta de 2,89% em relação ao mês anterior (R$ 180,35 bilhões) e alta de 36,68% em relação a outubro do ano passado (R$ 145,39 bilhões). Essa alta ocorreu por causa da correção pelos juros e porque as vendas superaram os resgates em R$ 3,71 bilhões no último mês.

Investidores

Em relação ao número de investidores, 238.716 participantes passaram a fazer parte do programa no mês passado. O número total de investidores atingiu 33.766.759. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 11,7%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 3.257.794, aumento de 20,7% em 12 meses.

A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 80,2% do total de 969.001 operações de vendas ocorridas em outubro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 56,2%. O valor médio por operação atingiu R$ 7.631,62.

Os investidores estão preferindo papéis de curto prazo. As vendas de títulos de até cinco anos representam 54,9% do total. As operações com prazo entre cinco e dez anos correspondem a 27,3% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo representaram 17,7% das vendas.

O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Transparente.

Captação de recursos

O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa para a B3, a bolsa de valores brasileira, descontada nas movimentações dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.

Governo Central registra superávit de R$ 36,5 bilhões em outubro

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Governo Central registra superávit de R$ 36,5 bilhões em outubro


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As contas do Governo Central —Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social — registraram um superávit primário de R$ 36,5 bilhões em outubro, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira (26). Superando as expectativas, o resultado é o quarto melhor para o mês na série histórica, com início em 1997.Governo Central registra superávit de R$ 36,5 bilhões em outubro | Cidade AC News – Notícias do AcreGoverno Central registra superávit de R$ 36,5 bilhões em outubro | Cidade AC News – Notícias do Acre

Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, levantamento com instituições financeiras divulgado pelo Ministério da Fazenda, os analistas estimavam superávit primário de R$ 32,2 bilhões em outubro. Por se tratar de início de trimestre, quando se concentram o pagamento de tributos por instituições financeiras, outubro costuma registrar superávits.

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Apesar do resultado positivo, o saldo ficou abaixo do observado no mesmo mês de 2024, quando o superávit foi de R$ 41 bilhões, em valores atualizados pela inflação. O resultado primário representa a diferença entre receitas e despesas do Governo Central, sem os juros da dívida pública.

No acumulado de janeiro a outubro, o governo apresenta déficit primário de R$ 63,7 bilhões, o que mantém pressão sobre o cumprimento da meta fiscal. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula meta de déficit zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB), que permite déficit de até R$ 31 bilhões.

O resultado negativo de até R$ 31 bilhões, no entanto, exclui despesas extraordinárias, como precatórios e o reembolso de aposentados e pensionistas afetados pelas fraudes no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Arrecadação recorde

O desempenho das contas públicas em outubro foi impulsionado pela arrecadação recorde em outubro, especialmente Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

No caso do IR, o aumento refletiu o crescimento da massa salarial, vinculado ao crescimento do emprego, e o rendimento de aplicações em renda fixa, estimulado pelos juros altos. No caso do IOF, a alta reflete o decreto que elevou o tributo, restabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), após ser derrubado pelo Congresso.

Despesas

Apesar do aumento nas receitas, o resultado primário de outubro veio acompanhado por forte aumento de despesas. Elas subiram 9,2% acima da inflação na comparação com outubro do ano passado, influenciadas sobretudo pela Previdência Social, por gastos com saúde e pelo pagamento de precatórios.

Principais números de outubro:

  • Superávit primário: R$ 36,5 bilhões
  • Superávit em outubro de 2024: R$ 41 bilhões
  • Receita líquida: R$ 228,9 bilhões (+4,5% em termos reais)
  • Despesas totais: R$ 192,4 bilhões (+9,2% em termos reais)
  • Resultado do Tesouro: superávit de R$ 57,4 bilhões
  • Resultado da Previdência: déficit de R$ 20,7 bilhões
  • Resultado do Banco Central: déficit de R$ 152 milhões

Acumulado do ano (janeiro e outubro):

  • Déficit primário: R$ 63,7 bilhões
  • Déficit no mesmo período de 2024: R$ 62,5 bilhões
  • Receita líquida: R$ 1,915 trilhão (+3,7% acima da inflação)
  • Despesas totais: R$ 1,979 trilhão (+3,3% acima da inflação)
  • Investimentos: R$ 62,59 bilhões (+2,6% acima da inflação)
  • Déficit em 12 meses: R$ 41,9 bilhões (0,35% do PIB)

O que puxou as receitas:

  • Imposto de Renda: +R$ 4,6 bilhões
  • IOF: +R$ 2,3 bilhões
  • Receitas administradas pela Receita Federal: +5,5% acima da inflação
  • Dividendos de estatais: R$ 2,8 bilhões em outubro, conta nenhum dividendo no mesmo mês de 2024.

O IOF foi impulsionado por alterações recentes na legislação, especialmente nas operações com moeda e crédito empresarial.

O que aumentou as despesas:

  • Saúde: +R$ 6,3 bilhões
  • Benefícios previdenciários: +R$ 2,4 bilhões
  • Precatórios e decisões judiciais: +R$ 1,5 bilhão
  • Complementação ao Fundef/Fundeb: +R$ 1,3 bilhão
  • Investimentos públicos: R$ 7,6 bilhões em outubro (+27,7% acima da inflação)

O crescimento das despesas com a Previdência Social foi influenciado pelo reajuste real do salário mínimo e pela ampliação do número de beneficiários.

Meta fiscal

Apesar do superávit de outubro, o resultado no ano ainda está longe da meta de déficit zero definida pelo arcabouço fiscal.

Margens permitidas:

Tolerância: déficit de até 0,25% do PIB, cerca de R$ 31 bilhões, segundo arcabouço fiscal

Exclusão da meta: até R$ 44,5 bilhões de precatórios (dívidas do governo com sentença judicial definitiva) e gastos com o ressarcimento das fraudes no INSS

Déficit sem descumprir meta do arcabouço: até R$ 75,8 bilhões

Situação preocupante

Mesmo assim, a situação preocupa. O governo projeta déficit de R$ 75,7 bilhões em 2025, no limite da banda. As estatais federais registram rombo previsto de R$ 9,2 bilhões, acima da meta da LDO.

A projeção para o déficit das estatais foi piorada com a inclusão de R$ 3,3 bilhões do prejuízo dos Correios, que fez o governo contingenciar R$ 3,3 bilhões na última sexta-feira (21) .

Para cumprir a meta fiscal de déficit de até R$ 31,5 bilhões, o governo contingenciou R$ 3,3 bilhões e mantém R$ 7,7 bilhões bloqueados no total. O bloqueio é adotado quando os gastos previstos superam o limite imposto pelo arcabouço fiscal. Já o contingenciamento é aplicado quando há frustração de receitas e risco de descumprimento da meta fiscal.

Lula comenta prisão de Jair Bolsonaro: “Lição de democracia”

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Lula comenta prisão de Jair Bolsonaro: “Lição de democracia”


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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quarta-feira (26), que o Brasil “deu uma lição de democracia ao mundo” com a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e de militares que tramaram um golpe de Estado no Brasil. Lula comenta prisão de Jair Bolsonaro: "Lição de democracia” | Cidade AC News – Notícias do AcreLula comenta prisão de Jair Bolsonaro: "Lição de democracia” | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Eu estou feliz. Não pela prisão de ninguém, estou feliz porque esse país demonstrou que está maduro para exercer a democracia na sua mais alta plenitude”, disse.

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Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula sancionou a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e comentou o fim do processo da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) para sete réus.

Com isso, foi determinado o início da execução das penas, no caso de Bolsonaro, de 27 anos e três meses de prisão.

“Sem nenhum alarde, a Justiça brasileira mostrou a sua força, não se amedrontou com as ameaças de fora e fez um julgamento primoroso onde não tem uma acusação de oposição. É tudo acusação de dentro da quadrilha que tentou dar um golpe nesse país em [2022]”, disse o presidente Lula.

“Pela primeira vez em 500 anos na história desse país, você tem alguém preso por tentativa de golpe. Você tem um ex-presidente da República e você tem quatro generais de quatro estrelas presos. Numa demonstração de que democracia vale para todos. Democracia não é privilégio de ninguém, é um direito de 215 milhões de brasileiros”, acrescentou.

A condenação ocorreu no dia 11 de setembro. Por 4 votos a 1, a Primeira Turma do STF condenou os sete réus pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Confira as penas e o local de prisão dos condenados:

Jair Bolsonaro – ex-presidente da República: 27 anos e três meses;
Local de prisão: Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022: 26 anos;
Local de prisão: Vila Militar, no Rio de Janeiro.

Almir Garnier – ex-comandante da Marinha: 24 anos;
Local de prisão: Instalações da Estação Rádio da Marinha,  em Brasília.

Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal: 24 anos;
Local de prisão: 19º Batalhão de Polícia Militar do DF, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): 21 anos;
Local de prisão:  Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.

Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa: 19 anos;
Local de prisão: Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.

Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): 16 anos, um mês e 15 dias.
Está foragido em Miami, nos Estados Unidos. O mandado de prisão será incluído no Banco Nacional do Monitoramento de Prisões (BNMP).

 

Com fuga de Ramagem, Motta proíbe deputados de votarem do exterior

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Com fuga de Ramagem, Motta proíbe deputados de votarem do exterior


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Com a fuga do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) para os Estados Unidos (EUA), o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), proibiu que parlamentares votem pelo sistema eletrônico da Casa se estiverem no exterior. A exceção será para deputados em missão oficial autorizada.Com fuga de Ramagem, Motta proíbe deputados de votarem do exterior | Cidade AC News – Notícias do AcreCom fuga de Ramagem, Motta proíbe deputados de votarem do exterior | Cidade AC News – Notícias do Acre

Em decisão publicada no Diário Oficial da Câmara, Motta acolheu integralmente o parecer da Secretaria-Geral da Mesa da Casa legislativa. O parecer avaliou que parlamentar fora do território nacional não pode votar, ainda que esteja amparado por atestado médico.

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“Não há possibilidade regimental de o Deputado Federal registrar presença ou votar por meio do aplicativo Infoleg enquanto estiver fora do território nacional, visto que não se encontra em missão oficial autorizada”, diz o parecer assinado pelo secretário-geral da Mesa, Lucas Ribeiro Almeida Júnior. 

O deputado federal Alexandre Ramagem, que fugiu do país para escapar da prisão por participação na trama golpista, tinha conseguido votar no Projeto de Lei (PL) Antifacção do exterior pelo aplicativo Infoleg. A Câmara analisa se cancela, ou não, o voto do parlamentar.

 


Brasília (DF), 01/10/2024 - Alexandre Ramagem, candidato à prefeitura do Rio de Janeiro (RJ). Eleições 2024. Foto: Carolina Antunes/Presidência da República

Brasília (DF), 01/10/2024 – Alexandre Ramagem fugiu do país para escapar da prisão por participação na trama golpista. Foto-arquivo: Carolina Antunes/Presidência da República – Carolina Antunes/Presidência da República

Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter participação na trama golpista que pretendeu anular as eleições presidenciais de 2022 para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no Poder. O deputado era na época diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ele sempre negou as acusações.

Em função da condenação, o STF determinou, nessa terça-feira (25), em ofício enviado à Mesa Diretora da Casa, que a Câmara deve declarar a perda do mandato de Ramagem, que já teve a execução da pena determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. 

Fuga

Ramagem está foragido em Miami, nos Estados Unidos. Durante a investigação, o parlamentar foi proibido pelo ministro Alexandre de Moraes de sair do país e teve que entregar todos os passaportes nacionais e estrangeiros.

Após a descoberta da fuga, a Câmara informou que a Casa não foi comunicada sobre o afastamento do deputado do território nacional nem autorizou nenhuma missão oficial de Ramagem no exterior.

A Casa também informou que o parlamentar apresentou atestados médicos que abrangem os períodos entre 9 de setembro e 8 de outubro e 13 de outubro a 12 de dezembro.

Confira as informações do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Aleac aprova pacotão de projetos, moções e títulos de cidadão acreano nesta quarta-feira

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Aleac aprova pacotão de projetos, moções e títulos de cidadão acreano nesta quarta-feira

A manhã desta quarta-feira (26), foi movimentada na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analisou e aprovou mais cedo um pacotão de projetos de lei, além de várias moções de aplauso e títulos de cidadão acreano. Em seguida, as matérias foram enviadas ao plenário.

Títulos de Cidadão Acreano: reconhecimento a quem faz a diferença

Três pessoas receberam indicação para se tornarem cidadãos acreanos, um dos maiores reconhecimentos concedidos pela Aleac: Maria das Graças Alves Pereira, indicada pelo deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), e Raimundo José Cruz Júnior, indicado pelo deputado André Vale (Podemos). O título é uma forma de agradecer a quem contribui com o desenvolvimento do Estado, mesmo não tendo nascido aqui.

Associação Cultural vira utilidade pública

Foi aprovado também em plenário o projeto do deputado Luiz Gonzaga (PSDB), que declara a Associação Cultural Esportiva Besouro Preto Mangangá como utilidade pública. Isso ajuda a entidade a crescer e facilita o acesso a convênios e parcerias.

O deputado Adailton Cruz (PSB), emplacou vários projetos voltados para educação, prevenção e formação de jovens: Punição para quem passar trotes para serviços de emergência; Oficinas de Educação Previdenciária nas escolas; Instalação de lixeiras de coleta seletiva e incentivo à reciclagem nas escolas e a Criação do programa “Raízes do Saber”, para incentivar a formação agroecológica e zootécnica em comunidades rurais.

Foco em inclusão e apoio às vítimas

O deputado Afonso Fernandes (Solidariedade), também teve uma lista de propostas aprovadas, todas com foco social. Um deles, a Regulamentação do trabalho de cuidadores de pessoas idosas no Estado. A proposta tem como objetivo valorizar os profissionais que atuam no cuidado da população idosa e estabelecer instrumentos de formação e capacitação, em conformidade com a legislação federal.

Ainda na pauta, o plenário aprovou o PL 168/2025, relatado pela deputada Michelle Melo (PDT). O texto determina que os portais eletrônicos de acesso a bancos de leis, legislaturas e projetos de lei passem a contar com espaço específico para divulgação de normas e legislações de interesse das mulheres, medida que amplia a transparência e facilita o acesso a informações essenciais para essa parcela da população.

Educação, música e bem-estar

Outro projeto aprovado foi o do deputado Eduardo Ribeiro (PSD), que cria o programa Som da Vida, incentivando música e inteligência emocional nas escolas do Acre.

Já o deputado Chico Viga (PDT), garantiu mais uma data no calendário oficial do Estado com o projeto que inclui a Semana Santa entre as celebrações oficiais do Acre.

Moções de aplauso também foram destaque

Além dos projetos de lei, os deputados aprovaram diversas moções de aplauso, reconhecendo o trabalho de profissionais, lideranças e instituições que têm feito a diferença na comunidade acreana.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

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Aleac aprova ajuste de redação em leis sobre operações de crédito do Estado

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Aleac aprova ajuste de redação em leis sobre operações de crédito do Estado

Na Ordem do Dia desta quarta-feira (26), a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) aprovou o projeto enviado pelo Governo do Estado que altera a redação das leis nº 4.655 e 4.657, ambas de 23 de outubro de 2025. Mais cedo, a matéria foi aprovada nas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Orçamento e Finanças da Casa.

A mudança tem caráter estritamente técnico, segundo o Executivo, e tem o objetivo de adequar o texto legal ao Manual de Instrução de Pleitos do Tesouro Nacional, requisito para a continuidade das operações de crédito já autorizadas pela Assembleia. As operações são realizadas com a Caixa Econômica Federal e o BNDES, voltadas à transformação digital e ao fortalecimento de cadeias produtivas.

Ajustes solicitados pelo Governo

O projeto altera a redação dos dispositivos referentes às fontes de custeio e garantias das operações de crédito, como FPE, ICMS e demais receitas do Estado, para que constem de forma explícita, conforme exigência técnica do Tesouro Nacional no momento da análise das garantias.

Segundo o texto encaminhado, o objetivo é “corrigir a redação para que ela corresponda, de maneira textual, ao manual federal, sem alterar valores de empréstimo nem ampliar o escopo das leis já aprovadas”.

Parecer do relator: “Erro de redação precisa ser corrigido”

Relator da matéria, o deputado Eduardo Ribeiro explicou que a alteração não modifica o mérito aprovado anteriormente, mas corrige inconsistências no texto original. “O que ocorre é um erro de redação, e legislação com erro deve ser corrigida por outra legislação. Não existe manobra alguma. A matéria retorna à Casa apenas para ajustar o texto conforme exigência técnica das instituições bancárias. É algo fundamental para que o Estado consiga acessar o recurso”: afirmou.

O parlamentar reforçou ainda que o debate sobre o mérito já foi exaustivamente realizado na primeira votação: “Cada deputado votou conforme seu entendimento sobre o que é melhor para o desenvolvimento do Estado. Hoje tratamos apenas de um ponto formal, porém crucial para viabilizar a operação de crédito”.

Discussão: Edvaldo Magalhães aponta tentativa anterior de mascarar garantias

Durante a discussão, o deputado Edvaldo Magalhães afirmou que a reapresentação do projeto evidencia que o texto anterior enviado pelo governo estava em desacordo com as regras do Tesouro, e criticou o que classificou como tentativa de mascarar as garantias exigidas.

“Há algo grave que ocorreu, porque o texto anterior mascarava as garantias. O governo rebaixou sua classificação fiscal e precisava explicitar as receitas que seriam dadas em garantia ao Tesouro Nacional. Esse manual não mudou — existe desde o início dos anos 2000. Governos anteriores seguiram essa regra. Houve, sim, uma manobra”.

O deputado destacou que receitas como FPE e ICMS precisam constar claramente quando são vinculadas às operações de crédito, e que essa exigência não é novidade.

Resposta e esclarecimento do relator

Eduardo Ribeiro fez questão de esclarecer que as críticas de Edvaldo não se direcionavam à relatoria, mas reiterou seu compromisso com a transparência: “Faço questão de pontuar que, da minha parte, não houve tentativa de manobra. Defendo que qualquer erro de redação deve ser corrigido pela via adequada. O que estamos fazendo hoje é exatamente isso”.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: João Henrique

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Deracre realiza inspeção técnica na Ponte Wilson Pinheiro, que liga Brasileia a Cobija, na Bolívia

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Deracre realiza inspeção técnica na Ponte Wilson Pinheiro, que liga Brasileia a Cobija, na Bolívia

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), realizou nesta quarta-feira, 26, uma inspeção técnica na Ponte Binacional Wilson Pinheiro, que liga Brasileia a Cobija, na Bolívia, após relatos de erosão no acesso à estrutura. A vistoria foi conduzida pelo diretor de Planejamento e Expansão do órgão, Júlio Martins, com apoio da equipe de Engenharia.

Ponte é um importante elo comercial e social entre o Brasil e a Bolívia. Foto: Ascom/Deracre Durante a inspeção, os técnicos constataram que os danos estão concentrados na cabeceira situada no lado boliviano, estrutura independente da ponte principal. Foram identificados desgaste na junta de dilatação e avanço de erosão, ambos considerados solucionáveis por meio de manutenção corretiva.

“A avaliação foi tranquila. A erosão ocorre na cabeceira, que não faz parte da estrutura central da ponte, e a junta de dilatação apresenta desgaste natural. São situações que demandam manutenção, mas sem risco de comprometimento da ponte. O Deracre irá programar os serviços necessários para corrigir esses pontos”, explicou Júlio Martins.

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, destacou o compromisso do governo com a segurança das estruturas viárias, especialmente em áreas de grande circulação: “Assim que recebemos o pedido de avaliação, mobilizamos imediatamente nossa equipe técnica para uma vistoria detalhada. A Ponte Wilson Pinheiro é essencial para a integração entre Brasileia e Cobija, e seguimos atuando com responsabilidade para garantir a segurança dos usuários”.

O Deracre prepara o plano de manutenção para corrigir os danos identificados na cabeceira e assegurar a normalidade no tráfego sobre a ponte.

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Educação do Acre realiza a 11ª edição da Mostra Viver Ciência em Rio Branco

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Educação do Acre realiza a 11ª edição da Mostra Viver Ciência em Rio Branco

A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) realiza nesta quarta e quinta-feira, dias 26 e 27, a 11ª edição da Mostra Viver Ciência na Escola de Ensino Integral Glória Perez. Participam das atividades, além de escolas de Rio Branco, também de Senador Guiomard, Porto Acre e Brasileia, que tiveram trabalhos selecionados.

Além das escolas desses municípios acreanos, dois outros trabalhos foram apresentados pelo Centro de Tempo Integral Elias Mendes da Silva, do município de Boca do Acre, Amazonas.

A Mostra Viver Ciência em Rio Branco está sendo realizada em parceria com o Instituto Federal do Acre (Ifac) e tem trabalhos de diversas instituições, como o Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) e Centro Educacional Dom Bosco.

Mostra Viver Ciência tem trabalhos de escolares de quatro municípios. Foto: Mardilson Gomes/SEE No espaço Exposição Científica, as escolas de Rio Branco e também dos municípios apresentaram os mais diferentes trabalhos, com temas voltados à água, às plantas medicinais, ao descarte correto do lixo, à energia eólica, ao biodiesel e também sobre educação ambiental.

Para além dos trabalhos escolares, os núcleos ligados ao Departamento de Inovação da SEE, como Robótica Educacional (Nare), de Matemática e Ciências Aplicas (NMCA) e Incentivo ao Conhecimento (NIS) também levaram os mais diversos experimentos. Esse ano, por exemplo, o Nare está apresentando o robô-sumô.

Núcleos ligados ao Departamento de Inovação levaram diversos experimentos.
Foto: Mardilson Gomes/SEE Durante a abertura da mostra, o secretário adjunto de ensino da SEE, professor Sebastião Flores, destacou a parceria com o Ifac e que os alunos estão realizado sonhos. “Esse é um esforço para melhorar o ensino-aprendizagem e não temos dúvida que esses trabalhos trarão muitos resultados”, destacou.

O professor Anderson Melo, chefe do Departamento de Inovação da SEE, destacou que, ao todo, estão sendo apresentados durante a mostra 178 trabalhos científicos. “Das águas da Amazônia aos oceanos é a temática que a gente propõe esse ano”, explicou. Segundo ele, a escolha do tema tem a ver com as reflexões em relação às bacias hidrográficas da Amazônia.

“Isso tem a ver com diversos problemas que temos hoje, principalmente em nosso estado, que são essas crises climáticas, desde os alagamentos até as secas severas”, disse.

Escolas tiveram a oportunidade de apresentar diversos trabalhos. Foto: Mardilson Gomes/SEE Nesse sentido, os trabalhos dos alunos durante a mostra propõem soluções de mitigação desses vários problemas ambientais. “E não apenas problemas relacionados às águas, mas toda a questão de saneamento básico e tudo aquilo que envolve as problemáticas sociais que assolam o nosso estado”, afirmou.

A professora Luana Melo, do Ifac, destacou a importância da parceria na realização da Mostra Viver Ciência. “Temos aqui hoje um estande onde a gente está trazendo tecnologia e inovação para que possamos entregar o melhor para a nossa comunidade”, disse.

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Vacina contra a dengue do Butantan pode beneficiar saúde global

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Vacina contra a dengue do Butantan pode beneficiar saúde global


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A vacina da dengue do Instituto Butantan, que teve o registro aprovado nesta quarta-feira (26) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pode beneficiar, além dos brasileiros, populações de outros países, disse o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri.Vacina contra a dengue do Butantan pode beneficiar saúde global | Cidade AC News – Notícias do AcreVacina contra a dengue do Butantan pode beneficiar saúde global | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ele alerta que a doença está em plena expansão no mundo, especialmente em países tropicais. “Hoje, mais da metade da população mundial vive em zona de risco para a doença.

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O vetor da doença, o mosquito, em tempos de aquecimento global só tende a se expandir.

Mudanças climáticas, alterações do período de chuva e aquecimento global favorecem a proliferação do mosquito. A dengue e outras arboviroses tendem a ser doenças em expansão e a necessidade de vacinas passa ser primordial para controle de doenças, especialmente em populações de países tropicais”, enfatiza o médico.

Distribuição

Segundo o Butantan, há um milhão de unidades da vacina contra a dengue prontas para distribuição. Este é o primeiro imunizante no mundo de apenas uma dose. A estimativa do Butantan é ter disponível mais de 30 milhões de doses em meados de 2026.

A previsão do governo é incorporar o mais rapidamente possível o imunizante no Programa Nacional de Imunizações para começar a campanha de vacinação no início de 2026.

A Butantan-DV – vacina da dengue do instituto – pode ser utilizada pela população brasileira de 12 a 59 anos.

Dose única

“É um feito histórico para a ciência e a saúde no Brasil. Uma doença que nos aflige há décadas agora poderá ser enfrentada com uma arma muito poderosa: a vacina em dose única do Instituto Butantan. Um desenvolvimento feito por cientistas, trabalhadores e voluntários brasileiros que poderá salvar vidas por todo o país”, afirmou, em nota, o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

Em 2024, o Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis de dengue – quatro vezes mais do que em 2023, de acordo com o Ministério da Saúde.

Em 2025, até meados de novembro, foram notificados 1,6 milhão de casos prováveis. Desde o começo dos anos 2000, mais de 20 milhões de brasileiros foram acometidos pela doença”, anunciou o Butantan.

Eficácia

O instituto informou, também, que a aprovação da vacina é baseada nos resultados de cinco anos de acompanhamento dos voluntários do ensaio clínico de fase 3 encaminhados à Anvisa.

“No público de 12 a 59 anos, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue”, especificou o órgão.

Composto pelos quatro sorotipos do vírus da dengue, o imunizante mostrou-se seguro e eficaz tanto em pessoas com infecção prévia como nas que nunca tiveram a doença.

Anvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue

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Anvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue


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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (26) o registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da vacina da dengue (Butantan-DV) produzida pelo Instituto Butantan. A intenção é começar a aplicação da doses em 2026, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Anvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue | Cidade AC News – Notícias do AcreAnvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue | Cidade AC News – Notícias do Acre

Segundo o Instituto Butantan, já há 1 milhão de unidades da vacina contra a dengue prontas para distribuição. Este é o primeiro imunizante no mundo de apenas uma dose. A estimativa do Butantan é ter disponível mais de 30 milhões de doses em meados de 2026.

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“Hoje é um dia de alegria, de vitória da vacina, de vitória da ciência, de vitória da cooperação entre o SUS brasileiro e de suas instituições públicas que estão espalhadas pelo país, entre elas o Instituto Butantan”.

A indicação aprovada é para pessoas na faixa etária de 12 a 59 anos de idade. Este perfil ainda pode ser ampliado no futuro, a depender de novos estudos apresentados pelo fabricante. 

Padilha, ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ressaltou a qualidade da vacina contra a dengue.

“Sabemos já dos dados publicados, sabemos da segurança dessa vacina. Estamos falando de um hat-trick: é uma vacina 100% brasileira, tem capacidade de proteção ampla e é uma dose apenas”.

A nova vacina será integrada ao Programa Nacional de Imunização (PNI). De acordo com o governo, o ministério apresentará a novidade já nesta quinta-feira (27) à Comissão Tripartite, formada por secretários estaduais e municipais de saúde, bem como a estratégia de incorporação.

“Queremos começar a utilização dessa vacina no começo do calendário vacinal de 2026”, revelou o ministro.

Segundo Priscilla Perdicaris, secretária-executiva da Saúde do Estado de São Paulo, em 2025, o Brasil teve 866 mil casos de dengue e 1.108 mortes confirmadas. “Mesmo antes da aprovação, o Butantan correu para produzir 1 milhão de doses, porque sabíamos que eram estudos robustos e que seriam aprovados”. Para Perdicaris, há uma importância grande de a Butantan-DV ser em dose únca: “Para nós que estamos na operação, isso muda completamente a história do jogo: facilita a logística e aumenta a adesão da população”.

O governador Tarcísio de Freitas ressaltou a importância do novo imunizante: “ser dose única vai nos ajudar muito do ponto de vista da logística e da cobertura vacinal. Infelizmente ainda perdemos muitas vidas para a dengue e é um cenário que vamos poder reverter rapidamente com uma vacina 100% brasileira”.

Leandro Pinheiro Safatle, diretor-presidente da Anvisa, também presente no evento no Instituto Butantan, comemorou a aprovação da nova vacina: “O registro da vacina da dengue é uma fonte de orgulho não só para a Anvisa, mas para o país. Estamos avançando com o registro de uma tecnologia que é desenvolvida e feita nacionalmente pelo Instituto Butantan. Os resultados que serão apresentados em breve são muito bons. O trabalho que foi feito junto com o Butantan pela Anvisa foi fenomenal entre as duas equipes”. Safatle comentou lembrou ainda que o desenvolvimento da Butantan-DV teve o apoio do “BNDES e do ministério da Saúde com R$ 130 milhões para a parte da pesquisa de fase 2 e fase 3”.

Butantan-DV

A vacina chamada de Butantan-DV, é o primeiro imunizante contra dengue em dose única do mundo.  Ela foi desenvolvida pelo Instituto do Butantan a partir de uma parceria articulada pelo Ministério da Saúde com a empresa chinesa WuXi Vaccines. 

A nova vacina utiliza a tecnologia de vírus vivo atenuado, segura e já utilizada em outros imunizantes em uso no Brasil e no mundo, como a tríplice viral, febre amarela, poliomielite e algumas da gripe.  

De acordo com a avaliação técnica da Anvisa, a Butantan-DV apresentou uma eficácia global de 74,7% contra dengue sintomática na população de 12 a 59 anos. Isso significa que, em 74% dos casos, a doença foi evitada por conta da vacina. 

Também demonstrou 89% de proteção contra as formas graves e com sinais de alarme, conforme publicação na The Lancet Infectious Diseases

*texto ampliado às 13h57

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