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Rio Branco FC 2026 apresenta Ulisses Torres e aclama Gerson Boaventura na nova era do Estrelão

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Clube oficializa treinador campeão e consolida gestão democrática para reconstruir o José de Melo.

Rio Branco – AC | Atualizado em 30/11/2025, às 12h00
■■ Leitura rápida: 3 min

Acre jornal e jornais do acre: Rio Branco FC apresenta Ulisses Torres e confirma Gerson Boaventura na gestão 2026, marcando a reconstrução do Estrelão.

Rio Branco FC 2026 apresentou, na noite de sexta-feira (14), no CT José de Melo, o técnico campeão acreano Ulisses Torres diante de sócios e torcedores, oficializando sua volta ao comando para a próxima temporada. A solenidade reforçou o caráter participativo da nova gestão de Gerson Boaventura, que já iniciou a transição administrativa e deu autonomia ao treinador para conduzir a montagem do elenco e da comissão técnica, marco que simboliza o início da reconstrução institucional do Estrelão.


Ulisses Torres retorna ao comando: identidade, experiência e temporada 2026 em marcha

Ulisses Torres está de volta ao Estrelão. Campeão acreano em 2023, o treinador reassume o comando técnico com a missão de liderar o projeto esportivo do clube para 2026. A recepção calorosa de sócios e torcedores durante a solenidade mostrou que o retorno do professor carrega mais que simbolismo: carrega expectativa.

O treinador terá autonomia na definição da comissão técnica e na formação do elenco, já iniciada em conjunto com a diretoria. O presidente eleito, Gerson Boaventura, reforçou que a gestão será marcada por participação popular, diálogo e reconstrução estrutural no José de Melo.


Gerson Boaventura é aclamado presidente para o biênio 2026/2027

Em Assembleia Ordinária com boa presença de associados, o defensor público Gerson Boaventura, 54 anos, foi aclamado como o 38º presidente do Rio Branco FC. A chapa única recebeu apoio amplo em uma noite de mobilização, críticas construtivas e renovação institucional.

A composição diretiva inclui:
• Vice-presidente: Neto Alencar
• 1º e 2º secretários: Valtemir Evangelista e Etvaldo Gonçalves
• 1º e 2º tesoureiros: Ezequias Oliveira e Francisco Almeida

No Conselho Deliberativo, Wellington “Bira” Barbosa venceu Getúlio Pinheiro Jr. por 18 x 12.

A posse oficial de Boaventura ocorrerá em 1º de janeiro de 2026, mas a transição já está em andamento — e envolve avaliação do patrimônio, planejamento esportivo e reorganização administrativa.


O que se sabe até agora – Rio Branco FC 2026

• Ulisses terá poder decisório na montagem do elenco 2026.
• A gestão Boaventura promete abertura aos torcedores e diálogo permanente.
• O clube trabalha simultaneamente em reforços, comissão técnica e ajustes no CT.
• A estreia oficial da temporada deverá ser anunciada nas próximas semanas.


FAQ — Perguntas frequentes – Rio Branco FC 2026

1. Quando Ulisses Torres inicia os trabalhos?
A partir da primeira quinzena de dezembro, com reuniões técnicas e definição de elenco.

2. A diretoria será toda renovada?
A chapa Boaventura mantém parte da equipe atual, mas com reorganização administrativa.

3. Haverá contratações de impacto?
O clube confirma negociações e deve anunciar reforços gradualmente.

4. Qual o foco principal da gestão para o Rio Branco FC 2026?
Estruturar o José de Melo, fortalecer o elenco e ampliar a participação do torcedor.

5. Onde acompanhar novidades da temporada Rio Branco FC 2026?
No portal Cidade AC News e nos canais oficiais do Rio Branco FC.


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Conclusão + CTA Social – Rio Branco FC 2026

O Estrelão abre um novo ciclo com técnico vencedor, presidente aclamado e participação ativa da torcida. A temporada 2026 começa com organização, ambição e identidade — pilares que podem recolocar o Rio Branco FC no topo do futebol acreano.

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Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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Jurista defende combate unificado ao avanço do crime organizado

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Jurista defende combate unificado ao avanço do crime organizado


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As operações policiais recentes contra estruturas do crime organizado no país levantaram o debate sobre o combate a essas organizações criminosas. Jurista defende combate unificado ao avanço do crime organizado | Cidade AC News – Notícias do AcreJurista defende combate unificado ao avanço do crime organizado | Cidade AC News – Notícias do Acre

Estudioso do tema, o jurista Walfrido Warde defende que a integração entre as forças de segurança e a criação de uma autoridade nacional antimáfia são estratégias que devem ser adotadas no combate às máfias brasileiras

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“Se nós articularmos tudo, se fizermos um combate harmônico sob uma coordenação única, isso evitaria a descoordenação, a desarticulação e a politização do processo de combate às máfias do Brasil”, disse o jurista, em entrevista à Agência Brasil

Na última semana, o jurista e o promotor de Justiça Lincoln Gakiya lançaram, na capital paulista, o livro Segurança Pública: o Brasil Livre das Máfias, que analisa o avanço do crime organizado mafioso nas estruturas sociais, políticas e econômicas do país. 

Na obra, os dois explicam como as maiores organizações criminosas do país, o PCC e o Comando Vermelho, estão infiltradas nos setores políticos, nas atividades econômicas e no meio social. 

No setor econômico, Warde cita que os criminosos estão presentes em atividades, como transporte, iluminação, imobiliário, redes de restaurantes, revendas de carros e combustível. Ele cita ainda que já possuem contratos com a administração pública e até mesmo no mercado financeiro, por meio de fundos, investimentos em sociedade e criptomoedas. 

Na área política, a infiltração ocorre por meio de financiamento de campanhas eleitorais. 

“Já há investigações em curso, matérias jornalísticas nesse sentido, do galopante financiamento criminoso de campanhas eleitorais no Brasil. Com o fim do financiamento empresarial, ficando somente o financiamento público eleitoral e partidário, as organizações criminosas de tipo mafioso viram oportunidade. Todas elas providas de muito caixa, de dinheiro vivo, viram oportunidade de financiar campanhas eleitorais nas vereanças, para deputado estadual, federal, e outros cargos eletivos”, diz o advogado, que também é presidente do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa.

 Para Warde, a ausência da articulação entre as forças de segurança federal, estaduais e municipais, “por conta da distribuição das competências constitucionais”, compromete as ações de contenção a esse processo. 

 “O governo federal tem apenas a Polícia Federal, que tem um efetivo de não mais do que 15 mil homens e mulheres. E se juntar com a Polícia Rodoviária Federal, isso não passa de 20 mil homens e mulheres. Enquanto que os efetivos dos estados e municípios supera isso em muitas dezenas de vezes, e o mesmo se dá com os orçamentos. Se nós articularmos tudo, se fizermos um combate harmônico sob uma coordenação única, isso evitaria a descoordenação, a desarticulação e a politização do processo de combate às máfias do Brasil”, afirma.

O jurista afirma que a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública deveria propor a criação de uma autoridade nacional antimáfia, que, junto com a Polícia Federal, definiria as políticas de combate às máfias, em coordenação com as polícias estaduais, municipais e civis e militares. municipais.

“Essa autoridade não foi criada na PEC e também não foi criada no projeto de lei anti-facção, que foi apresentado pelo governo ao Congresso e, depois, mutilado por substitutivos apresentados e aprovados pela Câmara dos Deputados”.

Tipos de criminosos

Segundo Walfrido Warde, é “absolutamente indispensável” tipificar o grau de participação e comprometimento dos criminosos dentro da organização mafiosa. 

“Não basta dizer: fulano de tal é ligado ao PCC. Precisa dizer em que grau”, destaca.

No livro, Warde e o promotor propõem graus de associação para pessoas físicas e jurídicas, que levam em conta se os indivíduos e as associações são condenadas (em definitivo ou não), investigadas, indiciadas ou denunciadas. Com isso, o Estado, segundo o jurista, poderá elaborar uma lista de pessoas envolvidas nas máfias de forma diferenciada. 

“Também é necessário regras para que entes da administração pública evitem contratar pessoas físicas ou jurídicas envolvidas com o crime organizado de tipo mafioso, coisa que tem acontecido no Brasil. Nós sugerimos ainda a reinstituição do financiamento empresarial de campanha, para que as empresas, agora, sob novas regras de rastreabilidade, transparência e governança, possam substituir o crime organizado no financiamento”, diz. 

Na avaliação do jurista, as infiltrações do crime organizado apontam para “um estágio bastante avançado” em direção a um narcoestado, que precisa ser combatido. 

Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro

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Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro


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Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a  legislação brasileira desde o ano de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais de 20 anosEscolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro | Cidade AC News – Notícias do AcreEscolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro | Cidade AC News – Notícias do Acre

Em pleno mês da Consciência Negra, por exemplo, uma escola da rede pública paulista presenciou a entrada de policiais armados após um pai ter chamado os agentes pelo fato de a filha ter feito um desenho de orixá em uma atividade escolar. O caso foi criticado pelos pais, comunidade escolar e políticos.

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Para atender à legislação, as escolas na capital paulista são abastecidas om obras com temática étnico-racial. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, foram adquiridos 700 mil exemplares em 2022, entre obras infantis, juvenis e adultas.

As unidades também passam por processos formativos e contam com documentos de referência, como o documento “Orientações Pedagógicas: Povos Afro-brasileiros”, que traz diretrizes para subsidiar práticas de valorização das histórias e culturas afro-brasileiras, indígenas e migrantes. 

“As ações são acompanhadas pelo Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), responsável por apoiar as unidades educacionais na implementação de práticas antirracistas e na integração desse acervo ao Currículo da Cidade”, informou a secretaria à Agência Brasil, em nota.

No âmbito estadual, as orientações ao corpo docente ocorrem pelo Programa Multiplica Educação Antirracista, conduzido pela Coordenadoria de Educação Inclusiva (COEIN) e da EFAPE (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação). Desde 2024, 6,8 mil professores passam pela formação sobre cultura e religiosidade africanas. 

“Essa implementação assegura que os conteúdos sejam incorporados à rotina escolar como parte essencial da formação histórica e cultural dos estudantes”, explicou a Seduc-SP. 

“Eu não trabalho religião, eu ensino cultura”

Há mais de duas décadas, a professora Núbia Esteves leciona geografia para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Premiada por sua atuação na preservação da memória escolar e do bairro onde se localiza a EMEF Solano Trindade, no Jardim Boa Vista, periferia da zona oeste de São Paulo, ela aplica o ensino da cultura afrodescendente em sua disciplina e em projetos interdisciplinares.

“Eu não trabalho religião. Eu trabalho os orixás fora da questão religiosa, considerando a questão cultural. Abordo os arquétipos culturais, a mitologia, com uma mitologia comparada”, explica.

Nas aulas da docente, os alunos aprendem como os orixás expressam características humanas e comparados a símbolos de outras crenças, como a proximidade entre Iansã e a deusa grega Atena, entre Oxum e Afrodite, entre Xangô e Zeus.

“Acabo fazendo um debate, porque povos tão diferentes criam mitos tão parecidos. E incluo o tema na concepção que estes povos têm sobre, por exemplo, a importância da preservação do meio ambiente e da importância que ele tem para a humanidade. Mostro como orixás que protegem o mar (Iemanjá), as matas (Oxóssi) e outros elementos da natureza”. 

Outra estratégia da docente é o uso de quadrinhos ou registros audiovisuais. “Dá para trabalhar com literatura, ler trechos de Pierre Verger ou Reginaldo Prandi, por exemplo, e aí criar quadrinhos e cordéis. Uma vez um aluno criou um quadrinho que era um orixá, conversando com um deus grego. É dessa maneira que eu começo a trabalhar, uso os quadros do Caribé, de mestre Didi e aí eu vou trazendo isso, sem trabalhar necessariamente a relação deles com as religiões”, conta a professora.

Rodas de conversa também fazem parte do currículo, momento de reflexão dos alunos sobre ética, convivência e valores individuais.

No entanto, a professora Núbia Esteves relata que já foi questionada por estudantes, por estaria tratando de religião em sala. 

“Falo para eles que não é essa questão, que o trabalho com os orixás é uma forma cultural e não religiosa. Apresento eles como parte da história, da arte, da literatura, da formação do Brasil, e que é uma herança que veio do continente africano, junto com as pessoas. Do mesmo jeito que a escola estuda a mitologia grega, as lendas indígenas, os santos em festas populares, também a gente pode trabalhar com os símbolos africanos, e que isso (essa resistência) foi construído nas pessoas na questão racial, dentro do racismo, que foi um projeto para que a gente demonizasse tudo que é africano, o que a gente não pode fazer”, pondera.

A cultura de origem religiosa é central para construção de uma educação antirracista, destaca.

“Eu posso trabalhar São João nas festas juninas, dentro de uma cultura popular, Santo Antônio também, nas obras barroco, isso não significa que eu estou falando de religião. Posso falar de todos esses símbolos e não necessariamente falar de religião, e que é importante a gente conhecer, porque a gente vai conhecendo a cultura de um outro povo, a gente vai descolonizando e vai desmistificando e vai sendo menos racista”, conclui a docente. 

Daniel Cargnin conquista bronze no Grand Slam de judô de Abu Dhabi

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Daniel Cargnin conquista bronze no Grand Slam de judô de Abu Dhabi


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Os brasileiros Rafaela Silva, na categoria até 63 quilos, e Daniel Cargnin, na categoria até 73 quilos, conquistaram neste sábado (29) duas medalhas de bronze no Grand Slam de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) de judô.Daniel Cargnin conquista bronze no Grand Slam de judô de Abu Dhabi | Cidade AC News – Notícias do AcreDaniel Cargnin conquista bronze no Grand Slam de judô de Abu Dhabi | Cidade AC News – Notícias do Acre

Quem primeiro subiu ao pódio pelo Brasil em Abu Dhabi neste sábado foi a medalhista de ouro mundial e olímpica. Na estreia, Rafaela passou pela israelense Kerem Primo. Depois a carioca superou a canadense Jessica Klimkait. Porém, nas semifinais, a brasileira perdeu para a japonesa Megu Danno e foi para a disputa pelo bronze, na qual derrotou a kosovar Laura Fazliu graças a um yuko.

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“Estou muito feliz com o meu desempenho. Não foi a medalha de ouro, mas fiz uma boa competição. Consegui ganhar de medalhistas olímpicas, de medalhistas mundiais e de atletas que eu perdi durante o ano. Foi um ano de muito aprendizado. Essa foi a minha última competição e estou muito feliz com o meu desempenho. Vim crescendo bastante. Comecei o ano e não tinha nem classificação no ranking, e hoje eu cheguei na competição como cabeça de chave, 15ª lugar no ranking mundial. Então, estou muito feliz com o meu processo, confiando, acreditando e curtindo o processo”, declarou Rafaela.

Depois foi a vez de Daniel Cargnin brilhar. O judoca gaúcho iniciou sua trajetória na competição com uma vitória sobre o alemão Alexander Bernd Gabler, em disputa na qual somou quatro yukos e um ippon. Depois, nas oitavas, passou pelo cazaque Yesset Kuanov. Já nas quartas, Cargnin contou com um yuko no golden score para superar o Makhmadbek Makhmadbekov, dos Emirados Árabes.

Porém, nas semifinais o brasileiro chegou a ficar em vantagem diante do tadjique Muhiddin Asadulloev, por um yuko, mas levou a virada com um waza-ari e não conseguiu reverter o placar. Desta forma, o gaúcho seguiu para a disputa pelo bronze, na qual não deu oportunidades ao francês Joan-Benjamin Gaba.

“Estou muito feliz. Fiz lutas duras aqui e acredito que todas as competições de nível internacional têm lutas difíceis, mas foi muito bom, porque refiz a final do Mundial contra o Gaba, da França. Acredito que todas as competições são histórias diferentes. Eu entrei muito confiante para a competição e ultimamente venho tentando não medir meu parâmetro só por vitória ou derrota para estar confiante. Eu tenho que confiar em mim mesmo e vou confiar em todas as competições nas quais entrar. Vou sair de cabeça erguida, independente de ganhar ou perder”, afirmou Daniel Cargnin.

Brasil vence tchecas e vai à 2ª fase do Mundial Feminino de handebol

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Brasil vence tchecas e vai à 2ª fase do Mundial Feminino de handebol


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A seleção feminina de handebol está classificada à segunda fase do Campeonato Mundial da modalidade, disputado na Alemanha e na Holanda. Neste sábado (29), as brasileiras, campeãs em 2013, venceram a República Tcheca por 28 a 22, na Porsche-Arena, que fica na cidade alemã de Sttutgart.Brasil vence tchecas e vai à 2ª fase do Mundial Feminino de handebol | Cidade AC News – Notícias do AcreBrasil vence tchecas e vai à 2ª fase do Mundial Feminino de handebol | Cidade AC News – Notícias do Acre

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O Brasil soma quatro pontos (dois por cada vitória) e lidera o Grupo D. Na estreia, a seleção de Cristiano Silva derrotou Cuba por 41 a 20. As tchecas, que perderam da Suécia na rodada de abertura, seguem zeradas. O próximo compromisso das brasileiras será justamente contra as suecas, consideradas favoritas ao título, na próxima segunda-feira (1º), às 16h30 (horário de Brasília), outra vez na Porsche-Arena.

As 32 equipes participantes do Mundial estão separadas em oito grupos de quatro. Os três primeiros de cada vão à etapa seguinte da competição, onde serão divididos em quatro chaves. As seleções carregam os pontos somados na primeira fase contra os rivais que também se classificarem. Exemplo: se o Brasil passar e Cuba não, a pontuação pela vitória sobre as cubanas não será contabilizada na nova etapa.

Contra as tchecas, o Brasil nem de longe teve a facilidade de se impor encontrada na estreia. As rivais marcaram bem e se destacaram, no primeiro tempo, pela eficiência nos chutes de longe, a nove metros do gol, com aproveitamento de 62%, contra menos de 30% da seleção verde e amarela. Apesar dos cinco gols de Bruna de Paula, as Leoas – apelido da equipe nacional – foram para o intervalo perdendo por 15 a 12.

Na etapa final, as brasileiras levaram quase cinco minutos (dos 30 que tem cada tempo de uma partida de handebol) para furarem o bloqueio tcheco, mas se encontraram a partir daí, lideradas por Bruna – eleita a melhor em quadra – e Mariane Fernandes, que balançaram as redes sete vezes cada. Com quatro gols em pouco mais de três minutos, o Brasil empatou o jogo. E, a 12 minutos do fim, passou à frente (21 a 20) para não perder mais a dianteira.

Estado reforça apoio às associações comerciais durante posse da nova diretoria da Federacre

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Estado reforça apoio às associações comerciais durante posse da nova diretoria da Federacre

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), participou na noite da sexta-feira, 28, da posse da nova Diretoria da Federação das Associações Comerciais e Empresariais (Federacre), no encerramento do 6º Congresso das Associações Comerciais e Empresariais do Acre, realizado em Epitaciolândia. O encontro reuniu lideranças empresariais de todas as regiões do estado e marcou um alinhamento institucional com o setor produtivo local.

Para o secretário de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita, a presença do Estado em agendas empresariais é estratégica. “O fortalecimento das associações comerciais é essencial para o desenvolvimento econômico. O governo reconhece o papel do empreendedor e tem buscado ampliar as parcerias, ouvir as necessidades de cada cidade e construir soluções conjuntas que valorizem a atividade empresarial e estimulem a geração de emprego e renda”, disse o gestor.

Posse foi realizada na noite de sexta-feira, 28, em Epitaciolândia. Foto: Emely Azevedo/Seict

Durante a programação, a Seict também realizou uma rodada de conversa com representantes de associações comerciais de diversos municípios do interior presentes no encerramento do evento realizado pela Federacre. Na ocasião, as instituições apresentaram várias demandas específicas de cada localidade relacionadas à competitividade, infraestrutura econômica, integração comercial, qualificação de mão de obra, ambiente regulatório e desafios regionais da economia.

A nova diretoria da Federacre, composta majoritariamente por presidentes ou membros de associações municipais, assume com o objetivo de ampliar a representação territorial do empresariado acreano. A entidade reúne um total de 17 associações distribuídas em 22 municípios, o que coloca o Acre entre os estados com maior cobertura proporcional de organizações empresariais no país. A gestão dos empossados iniciará em 2026 e segue até 2028.

Titular da Seict, Assurbanípal Mesquita entrega homenagem a associação destaque na área de Indústria. Foto: Emely Azevedo/Seict

O presidente da Federacre, Rubenir Guerra, destacou a importância da aproximação com o poder público estadual. “A participação do governo, com a presença do secretário Assur, no nosso congresso foi excelente. A Federacre tem capilaridade no interior e precisa desse apoio institucional para fortalecer a atividade empresarial, estimular o crescimento dos pequenos negócios e ampliar a geração de emprego e renda no Acre. É uma parceria fundamental”, afirmou.

Já Assuero Veronez, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac), ressaltou a relevância do diálogo do governo com entidades. “O Acre tem um enorme potencial agrícola, pecuário, industrial e comercial, mas precisamos de políticas públicas adequadas e de um ambiente que favoreça quem produz. A presença do governo nesse debate fortalece o diálogo e abre caminhos para avançarmos em questões essenciais para o desenvolvimento do estado”, disse.

No ato, associações dos municípios também apresentaram demandas ao governo. Foto: cedida

O congresso consolidou a Federacre como um dos principais atores do setor produtivo acreano, o que reforça o papel das entidades comerciais espalhadas pelo estado como instrumentos de articulação local, apoio ao empreendedor e integração entre municípios. Ao prestigiar a posse da nova diretoria, o governo do Estado reafirmou o compromisso de atuar ao lado das associações empresariais no desenvolvimento de políticas públicas para fortalecer a economia em todo estado.

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Governo promove projeto Tecnosfera para aproximar estudantes do futuro profissional

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Governo promove projeto Tecnosfera para aproximar estudantes do futuro profissional

Olhares atentos, participações para lá de animadas e muita interatividade digital marcaram a tarde de centenas de alunos da Escola Armando Nogueira, em Rio Branco, na última sexta-feira, 28. Com foco em Inovação e Tecnologia, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), realizou a estreia do projeto Tecnosfera. O objetivo é aproximar os estudantes de escolas públicas do Acre do futuro profissional a partir do entendimento das áreas.

A ação é promovida em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) e o Instituto Mercosul Amazônia (IMA). O primeiro ciclo de atividades da iniciativa voltada à promoção de oportunidades de formação digital contou com palestras que apresentaram os conceitos de tecnologia, cultura digital e ferramentas educacionais, além de dinâmicas que trabalharam as diversas possibilidades profissionais que o universo da inovação oferece no atual contexto social.

Governo promove projeto Tecnosfera para aproximar estudantes do futuro profissional | Cidade AC News – Notícias do AcreAtividade foi realizada na Escola Armando Nogueira com centenas de alunos. Foto: Douglas Porto/cedida

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Atividade foi realizada na Escola Armando Nogueira com centenas de alunos. Foto: Douglas Porto/cedida

Segundo Assurbanípal Mesquita, titular da Seict, a ideia do Tecnosfera é despertar o interesse dos jovens para carreiras tecnológicas, fortalecer competências digitais e aproximar as unidades de ensino do Estado das mudanças que o mercado de trabalho passa com o surgimento de novas ferramentas. “O projeto aprofunda o mundo da tecnologia e inovação com a estratégia de fazer os alunos refletirem mais e de forma profunda sobre temas que fazem parte do dia a dia deles”, disse.

Para o chefe do Departamento de Inovações Educacionais da SEE, Anderson Melo, o projeto fortalece a política educacional do Estado ao alinhar escolas às tendências tecnológicas. “O Ministério da Educação já propõe a BNCC [Base Nacional Comum Curricular] de Computação, e isso complementa o que se trabalha em sala. É fundamental. O aluno de hoje é digital e precisa compreender que tecnologia também é caminho para profissões e objetivos de vida”, completou.

Governo promove projeto Tecnosfera para aproximar estudantes do futuro profissional | Cidade AC News – Notícias do AcreTitular da Seict, Assurbanípal Mesquita destacou importância da tecnologia e inovação no futuro profissional dos jovens. Foto: Douglas Porto/cedida

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Titular da Seict, Assurbanípal Mesquita destacou importância da tecnologia e inovação no futuro profissional dos jovens. Foto: Douglas Porto/cedida

Os estudantes também puderam conhecer mais sobre os cursos do Polo Digital da Seict. Pedro Freire, presidente do IMA, destacou que é preciso mostrar que tecnologia não é apenas entretenimento ou redes sociais. “Também oferecemos acesso à plataforma Alura para quem se destacou nas atividades, com até quatro meses de cursos na área. A ideia é que os estudantes percebam que o celular e a internet podem ser ferramentas para transformar a vida deles”, afirmou.

Coordenadora de Ensino da Escola Armando Nogueira, Cristiane Damião afirmou que a iniciativa faz com que os adolescentes e jovens consigam fazer um uso qualificado das ferramentas digitais. “Eles sabem mexer em vários aparelhos, aplicativos e redes sociais, mas aqui são estimulados a usar tecnologia para aprender, pesquisar e melhorar as notas. É um projeto lúdico, pensado para a realidade deles, e que ajuda na formação e no desenvolvimento dos nossos estudantes”, avaliou.

Aprovação dos alunos

As palestras interativas e o quiz gamificado da plataforma Educus, que permitiu participação em tempo real pelo celular, tiveram uma grande aprovação dos alunos. Eles elogiaram os conteúdos abordados na primeira parte da atividade na escola, que contemplou integrantes do 1º e 3º anos do Ensino Médio, e a forma leve de entender melhor o universo no qual eles têm familiaridade. Já o segundo momento do projeto será realizado com alunos do 2º ano na próxima quarta-feira, 3.

Governo promove projeto Tecnosfera para aproximar estudantes do futuro profissional | Cidade AC News – Notícias do AcreEstudantes participaram de sorteios que deram premiações ao público. Foto: Douglas Porto/cedida

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Estudantes participaram de sorteios que deram premiações ao público. Foto: Douglas Porto/cedida

Maria Aparecida Félix afirmou que houve um impacto na visão que ela e os colegas têm sobre tecnologia. Esse projeto chegou em um momento decisivo. É importante demais para a gente que está terminando o Ensino Médio e pensando no futuro, que carreira vamos seguir e atuar pelos próximos anos. Gostei muito porque mostrou que tecnologia não é só TikTok e Instagram, mas um grande universo de possibilidades. Abriu os olhos para oportunidades de trabalho e estudo”.

Já Vitor Ian relatou que a dinâmica amplia o repertório e conecta a escola com o universo tecnológico em que os jovens já estão inseridos. “Aprendi novos métodos de como usar tecnologia nos estudos e na carreira, o que possibilita de nós potencializarmos o que temos de melhor. Eu gosto muito de audiovisual e percebi que a inovação tem tudo a ver com isso, está 100% integrada a essa área. É muito bom ter esse contato profundo e qualitativo dentro da escola”, finalizou ele.

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Conheça a maniva-semente e saiba quem é o maior produtor do Brasil

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Conheça a maniva-semente e saiba quem é o maior produtor do Brasil

Conheça a maniva-semente e saiba quem é o maior produtor do Brasil | Cidade AC News – Notícias do Acre
A maniva-semente, apesar do nome, em nada se parece com um grão. É um pedaço da haste da planta da mandioca, pela qual se preserva e se multiplica a genética da cultura. Foi com ela que o agricultor Benedito Dutra encontrou seu espaço no mercado, justamente no Estado do Pará, onde mais se produz mandioca no Brasil.
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“Eu sou maniveiro”, diz à Globo Rural. Dutra foi um dos produtores que compartilharam suas experiências de campo durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP 30), realizada este mês, na capital paraense.
O agricultor paraense é engenheiro agrônomo, com bases na agricultura familiar. Tem mais de 30 anos dedicados ao cultivo da mandioca e do feijão-caupi. Mas aos poucos, a maniva foi ganhando espaço em suas lavouras.
“Hoje, minha atividade principal não é mais trabalhar com o feijão. Trabalho com mudas de mandioca, e sou vinculado à Embrapa Mandioca e Fruticultura”, conta.
A Embrapa desenvolve variedades de maniva testadas por parceiros como Dutra. Além de participar da pesquisa, ele vende para outros agricultores. Parte dos clientes vem da agricultura familiar, mas há também os de fazendas maiores. Produtores de mandioca de outros Estados também se abastecem com a genética originada por ele.
E, assim, Dutra se tornou líder no segmento. “Cerca de 80% da minha vida empresarial é como multiplicador de manivas, sou o maior maniveiro que tem no Brasil”, afirma.
Benedito Dutra, em sua propriedade: “Sou o maior maniveiro do Brasil”
Arquivo Pessoal
A Embrapa confirma a posição de liderança do agricultor. Sua produção está em 90 hectares entre os municípios de Bragança e Tracuateua, no nordeste do Pará. Do total, 23 hectares são irrigados. “Em Belém chove muito, mas estamos a 200 km. Aqui é muito seco, até calango anda calçado. Eu só consigo plantar nessa época do ano, por exemplo, porque trabalho na área irrigada”, explica.
Ele pretende produzir de 7 milhões a 8 milhões de maniva-semente nesta safra, que será colhida em 2026. Com isso, estima que o rendimento será de até R$ 8 milhões. O volume projetado pode ficar até 60% acima do resultado da safra anterior, quando foram colhidas 5 milhões de hastes.
“A meta para os próximos anos, 2027 ou, no máximo, 2028, é me estabilizar com 10 milhões de manivas”, estima. “É um volume que vai me dar uma qualidade de vida interessantíssima, do ponto de vista financeiro, e contribuir com a ampliação da cultura em outros Estados”, acrescenta o produtor.
E, sua visão, há espaço para ampliar a produção de mandioca porque, na região Norte, independentemente do poder econômico da população, existe um hábito cultural de consumir a farinha.
Vassoura-de-bruxa é um risco
Em contrapartida, um risco fitossanitário ronda os Estados da Amazônia e deixa os produtores em alerta: a vassoura-de-bruxa da mandioca. O causador da doença é o fungo Ceratobasidium theobromae, também conhecido como Rhizoctonia theobromae.
Em agosto de 2024, pesquisadores da Embrapa Amapá e Embrapa Mandioca e Fruticultura confirmaram o primeiro registro no Brasil, depois de análises biológicas e moleculares. O fungo apareceu em plantações de mandioca em áreas indígenas de Oiapoque (AP) na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa.
Plantação para o cultivo de maniva-semente. Vassoura-de-bruxa da mandioca chegou ao Brasil e trouxe riscos para a cultura
Arquivo Pessoal
A doença tem este nome porque deixa os ramos das plantas secos e deformados. Causa nanismo e a proliferação de brotos fracos e finos nos caules, parecidos com uma vassoura velha. É comum a ocorrência de clorose, murcha e seca das folhas, morte apical e morte descendente das plantas.
Embrapa recomenda estratégias para reduzir o impacto da doença no campo, que vão desde o protocolo de detecção precoce, uso de manivas de comprovada sanidade, boas práticas agrícolas, entre outras.
Fitossegurança
Outra medida contra a doença é multiplicar apenas a maniva-semente que está dentro das condições de conformidade fitossanitárias. A Embrapa Mandioca e Fruticultura mantém um projeto chamado de Reniva, uma rede com o objetivo de fazer essa multiplicação com garantia de sanidade e de identidade genética.
“O Reniva tem alguns preceitos básicos. O primeiro deles é a comprovação de sanidade vegetal. Você só pode multiplicar aquilo que você tem certeza absoluta que está livre de pragas e doenças”, diz Herminio Rocha, analista da Embrapa e gestor de ativos na área de Transferência de Tecnologia.
Ele explica que só se configura maniva-semente o pedaço de haste da planta com um tamanho específico, de mais ou menos 20 centímetros, e com seis a sete gemas. E que, além de promover a multiplicação do material genético, o Reniva presta assistência aos maniveiros participantes.
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“Nós temos uma rede composta por 27 atores (produtores rurais) em todo o território nacional e buscamos mais pessoas, mais profissionais para encamparem essa ideia, de forma que o produtor de mandioca tenha acesso ao material de plantio, que é a base, com sustentabilidade e longevidade ao empreendimento”, comenta Rocha.
Benedito Dutra é um desses produtores parceiros. Maior produtor de maniva-semente do Brasil, ele avalia que é preciso intensificar desenvolvimento de uma cultivar resistente à vassoura-de-bruxa da mandioca. “É uma grande ameaça, porque a planta não dá mais raiz quando pega “, diz.
Preço da mandioca está sob pressão
Segundo Fábio Isaías Felipe, pesquisador da área de mandioca do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o Pará é o maior produtor nacional da cultura, mas o principal polo industrial do setor está no centro-sul, entre São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
No Norte, como um todo, há o consumo ligado à cultura local, a produção tem um apelo artesanal e grande relação com a agricultura familiar. Nas demais áreas do Brasil, porém, a demanda cresce a passos mais lentos do que a oferta, o que resulta em preços menores.
“O que aconteceu nos últimos anos é que, por conta da baixa rentabilidade da soja, o produtor rural acabou investindo na mandioca como diversificação de cultura”, afirma Felipe.
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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a produção de mandioca deve alcançar 20,8 milhões de toneladas neste ano, crescimento de 9,4% em relação ao volume produzido em 2024, com aumentos de 5,8% na área a ser colhida e de 3,4% no rendimento médio. O Pará representa 20,7% no total nacional.
“Os principais números apontam para o crescimento de produção, o que significa que o mercado pode continuar baixo e não remunerando a atividade”, pontua o especialista do Cepea, sobre o cenário para as regiões de produção industrial.

Aprovado agora no Plenário, PETECÃO NA LUTA PELA SAÚDE DAS MULHERES

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Aprovado agora no Plenário, PETECÃO NA LUTA PELA SAÚDE DAS MULHERES

Mamografia pelo SUS a partir dos 40 anos

O PL 499/2025 garante que mulheres a partir dos 40 anos tenham direito à mamografia pelo SUS.

O diagnóstico precoce salva vidas.
A detecção antecipada do câncer de mama aumenta as chances de cura.

O que muda na prática

✔ Mais acesso
✔ Exames mais cedo
✔ Mais proteção às mulheres
✔ Política pública que salva vidas

Vou trabalhar para que esse direito seja assegurado para todas as brasileiras.

 

Assessoria

Mestre Negoativo leva história negra de Minas Gerais para os palcos

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Mestre Negoativo leva história negra de Minas Gerais para os palcos


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Parte fundamental na construção e no desenvolvimento de Minas Gerais, a população negra teve a história resgatada e homenageada na apresentação musical de Mestre Negoativo e sua banda. Na noite de desta sexta-feira (28), o público lotou o espaço de show do Sesc Caborê, na cidade de Paraty, palco do evento de encerramento da 27ª edição do festival Sonora Brasil.Mestre Negoativo leva história negra de Minas Gerais para os palcos | Cidade AC News – Notícias do AcreMestre Negoativo leva história negra de Minas Gerais para os palcos | Cidade AC News – Notícias do Acre

“Esse espetáculo faz o caminho dessa Minas Gerais preta, que existe também. Ela só não é mostrada. A minha geração está trazendo o despertar para as outras gerações que estão chegando agora para eles entenderem isso e começarem a assumir e falar da nossa afro-mineiridade”, relatou Mestre Negoativo, em entrevista à Agência Brasil.

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Negoativo cantou sobre a violência contra o povo negro que se perpetua até hoje, a resistência por meio da arte e a celebração da ancestralidade. Nas canções, por meio das vozes e instrumentos, e em suas falas com o público, ele trouxe ainda a memória do trabalho forçado imposto aos escravizados, especialmente, no garimpo.

Outra memória que ele traz é a potência dos quilombos, que têm papel crucial na preservação da cultura e de conhecimentos tradicionais da população negra no país. “O show é um movimento sankofa, um movimento africano que a comunidade preta no mundo está fazendo de retorno. Como se fosse um regresso, a gente acessar o que nos pertence de fato. Enquanto um afro-brasileiro, afro-mineiro, eu também estou fazendo esse regresso”, disse.

“Já faz anos que eu venho me preparando para compartilhar essa afro-mineiridade, porque é necessário que a gente se aproxime daquilo que nos pertence. Eu me sinto muito honrado que eu consegui, desde criança, viver com minhas avós, com minha mãe, pessoas dos quilombos, onde essa cultura sempre esteve presente”, relatou o músico, que fez diversas referências aos seus ancestrais durante a apresentação e por meio das canções.


Brasília 29/11/2025 -  Mestre Negoativo leva história negra de Minas Gerais para os palcos. Foto:  DIVULGAÇÃO SESC.

Negoativo cantou sobre a violência contra o povo negro que se perpetua até hoje. Foto: Divulgação Sesc.

O berimbau, que tem forte presença no show, foi o instrumento que despertou Mestre Negoativo para a música. Para ele, o berimbau é uma ponte ancestral que o levou até o continente africano

“Eu [comecei] por meio do arco, do berimbau de barriga, que escutei quando criança. Passou um cara na rua tocando, eu ouvi aquele instrumento e ali logo eu já acessei a África. E, por meio do berimbau, eu conheci a capoeira”, contou.

“Todas essas manifestações afro-mineiras – moçambique, candombe, vissungo, congo, catopês – estão entranhadas em mim, no meu DNA. E tem dois artistas que foram fundamentais na minha vida: James Brown e Bob Marley. Eles foram socialmente, racialmente, politicamente, fundamentais na minha formação”, disse sobre suas referências.

No Sonora Brasil, o encontro de Mestre Negoativo foi com Douglas Din, ambos representando a música regional mineira. Eles percorreram o país com os shows do projeto, mas Din não participou dessa apresentação final por questões de saúde.

“Foi um encontro diaspórico de gerações. Ele vem dessa linhagem do hip-hop, do rap, e eu venho mais das manifestações pretas de Minas Gerais. Foi um um encontro muito rico, aprendi muita coisa com Din.”

Promovido pelo Sesc, o Sonora Brasil percorre o país levando uma combinação de artistas ou grupos de diferentes tendências musicais que representam a diversidade regional da música brasileira. No biênio 2024-2025, período desta 27ª edição, dez dessas formações de artistas, fruto de uma curadoria do Sesc, fizeram mais de 300 shows em cerca de 70 cidades do país. Eles apresentaram shows inéditos, misturando suas referências, estilos e instrumentos.

Neste final de semana, o público ainda poderá se despedir do festival. Geraldo Espíndola & Marcelo Loureiro, representando ritmos do Mato Grosso do Sul, fazem show às 19h deste sábado, no Sesc Caborê. No domingo (30), Manoel Cordeiro & Felipe Cordeiro apresentam a música do Pará, no mesmo local. Na sequência, a banda Mundiá, de Paraty, faz show com participação de Manoel Cordeiro.

*A repórter viajou a convite do Sesc

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