terça-feira, 10 fevereiro, 2026
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Na COP30, SESI apresenta soluções que conectam saúde e clima

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Na COP30, SESI apresenta soluções que conectam saúde e clima

Encontro reuniu empresários, autoridades e especialistas para discutir caminhos da indústria rumo à transição energética e à sustentabilidade

Em Belém (PA), na Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), durante o SB COP – Diálogo Empresarial para uma Economia de Baixo Carbono, o Serviço Social da Indústria (SESI) conduziu o painel “De Baku a Belém: a jornada do SESI pela saúde e pelo clima”, apresentando ações que integram saúde e agenda climática para fortalecer a resiliência do setor industrial.

Na ocasião, o superintendente de Saúde da Indústria, Emmanuel Lacerda, mencionou o Protocolo de Respostas às Emergências Climáticas por Inundação para a Indústria, com diretrizes de prevenção, resposta imediata e recuperação pós-desastre, integrando o setor produtivo às estruturas públicas de proteção e defesa civil. Ele também relembrou o desastre que impactou o Rio Grande do Sul, em 2024, ressaltando seus efeitos sobre trabalhadores, empresas e serviços essenciais.

“Os colegas do Rio Grande do Sul vivenciaram na prática um dos maiores desastres recentes ligados a eventos extremos. Vimos inúmeras indústrias pararem e muitas pessoas serem afetadas. O Brasil não está isolado: do ponto de vista da saúde, esses eventos impactam diretamente a população. Em Baku, firmamos um pacto entre parceiros que levou a um Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional do SESI. Essa é a agenda que seguimos consolidando”, destacou Lacerda.

O superintendente também citou outras ações concretas que reforçam o compromisso do SESI com a agenda climática e a inovação industrial. Entre elas, destacou a Calculadora de Descarbonização, ferramenta que será apresentada na quinta-feira (13) durante a programação da 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), e a Embarcação Saúde Conectada, que será lançada na sexta-feira (14), no Terminal Hidroviário de Tamandaré, em Belém.

Acompanhe a indústria na COP30

Sobre o SB COP – Diálogo Empresarial para uma Economia de Baixo Carbono

O SB COP – Diálogo Empresarial para uma Economia de Baixo Carbono é promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com apoio da FIEPA. O encontro reuniu empresários, autoridades e especialistas para discutir caminhos da indústria rumo à transição energética e à sustentabilidade, com estratégias que conciliem competitividade, bem-estar e responsabilidade ambiental.

CNI na COP30

A participação da CNI na COP30 conta com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI).

Institucionalmente, a iniciativa é apoiada pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), First Abu Dhabi Bank (FAB), Sistema FIEPA, Instituto Amazônia+21, U.S. Chamber of Commerce e International Organisation of Employers (OIE).

A realização das atividades da indústria na COP30 recebe o patrocínio de Schneider Electric, JBS, Anfavea, Carbon Measures, CPFL Energia, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Latam Airlines, MBRF, Pepsico, Suzano, Syngenta, Acelen Renováveis, Aegea, Albras Alumínio Brasileiro S.A., Ambev, Braskem, Hydro, Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Itaúsa e Vale.

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“O momento é de agir”, afirma Ricardo Alban na abertura do estande da CNI na COP30

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“O momento é de agir”, afirma Ricardo Alban na abertura do estande da CNI na COP30

Inauguração oficial do espaço ocorreu nesta terça-feira (11), na Blue Zone; estande terá programação até 21 de novembro

A abertura oficial do estande da Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta terça-feira (11), na Blue Zone da COP30, em Belém, foi marcada por um chamado à ação. O evento simbolizou o compromisso da indústria brasileira em liderar a transição para uma economia de baixo carbono, com desenvolvimento, inovação e oportunidades, especialmente para as regiões que mais precisam.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que a transição climática deve ser também uma agenda de prosperidade e qualidade de vida. Ele defendeu que o crescimento econômico é o caminho mais justo e viável para melhorar as condições sociais e dar esperança às pessoas.

“Não podemos desperdiçar a oportunidade que está sendo dada para as regiões tão necessitadas como a faixa equatorial”, afirmou. “Isso é o que nos norteia. Essa é a nova indústria que nós queremos, esse é o novo Brasil que nós queremos, esse é o novo mundo que nós queremos.”


O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), Alex Carvalho, reforçou que a ação climática deve integrar dimensões ambientais, sociais e econômicas. Para ele, o país precisa aproveitar o potencial da bioeconomia amazônica e transformá-lo em escala e impacto.


“Não podemos tratar única e exclusivamente da conservação ambiental sem entender as responsabilidades e os desafios sociais”, disse. “Com infraestrutura e logística adequadas, teremos condições de trazer escalabilidade a esses produtos da biodiversidade.”

Carvalho destacou ainda que o Brasil tem uma oportunidade única de superar desigualdades e afirmar um novo modelo de desenvolvimento. “Não existe mais espaço para colonialismo ou segregação. Está diante de nós a oportunidade de abrir uma janela para um novo Brasil.”

O chair da SB COP, Ricardo Mussa, também ressaltou que o setor privado precisa dar um passo adiante. Para ele, a Sustainable Business COP (SB COP), lançada pela CNI e que conseguiu a marca de 40 milhões de empresas de mais de 60 países, mostra o potencial da indústria. No entanto, é hora de transformar ambição em resultados concretos.

“Essa iniciativa mostra a capacidade do setor privado e agora precisamos levá-la para outro patamar”, afirmou. “Daqui a alguns anos, vamos olhar para esse trabalho e ver que ele fez a diferença.”

O chamado à ação foi reforçado por Dan Ioschpe, Campeão de Alto Nível do Clima da COP30, que destacou que enfrentar a mudança do clima é também uma oportunidade de crescimento.

“A boa notícia é que agir contra a mudança de clima é, ao mesmo tempo, uma oportunidade de crescimento e um caminho essencial para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico”, afirmou. “Meu convite a todos é para continuar engajados na agenda de ação, contribuir com sua expertise e ajudar a transformar ambição em implementação.”

A presença da CNI na COP30 reforça o protagonismo da indústria brasileira na agenda climática global. Ao longo da conferência, o estande da instituição será palco de debates, parcerias e lançamentos que mostram como o setor produtivo já está atuando para acelerar a descarbonização da economia.

Agenda Prioritária da Ação Pró-Amazônia

Roraima, no extremo norte do país, levou à COP30 uma liderança feminina da indústria. A presidente da Federação das Indústrias de Roraima (FIER) e da Ação Pró-Amazônia, Izabel Itikawa, lançou na abertura do estande da CNI a Agenda Prioritária da Ação Pró-Amazônia, documento que reúne as principais propostas da Amazônia Legal para o desenvolvimento sustentável da região.

Administradora e roraimense, Izabel tem defendido o fortalecimento da indústria local com base em tecnologia e inovação. Para ela, a realização da COP30 na Amazônia é uma oportunidade histórica para mostrar ao mundo os desafios, as potencialidades e a capacidade de transformação da região.

Como a indústria brasileira atua na COP30?

O presidente da CNI, Ricardo Alban, fala sobre o papel da indústria no maior evento climático do mundo e mostra como a SBCOP transforma a agenda de sustentabilidade em ações concretas.

Assista à entrevista completa:

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A participação da CNI na COP30 conta com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI). Institucionalmente, a iniciativa é apoiada pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), First Abu Dhabi Bank (FAB), Sistema FIEPA, Instituto Amazônia+21, U.S. Chamber of Commerce e International Organisation of Employers (OIE). A realização das atividades da indústria na COP30 recebe o patrocínio de Schneider Electric, JBS, Anfavea, Carbon Measures, CPFL Energia, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Latam Airlines, MBRF, Pepsico, Suzano, Syngenta, Acelen Renováveis, Aegea, Albras Alumínio Brasileiro S.A., Ambev, Braskem, Hydro, Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Itaúsa e Vale.

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Moraes exige laudo independente antes de avaliar cirurgia e prisão domiciliar de Bolsonaro

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Moraes exige laudo independente antes de avaliar cirurgia e prisão domiciliar de Bolsonaro

A discussão sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro voltou ao centro do processo após a defesa pedir autorização para que ele seja internado e submetido a procedimentos cirúrgicos. A resposta de Alexandre de Moraes veio nesta quinta-feira (11/12), ao solicitar uma perícia médica oficial a ser realizada pela Polícia Federal (PF) em até 15 dias. O pedido foi feito para confirmar se há urgência nas intervenções mencionadas pelos advogados.

O ministro ressaltou que, desde que Bolsonaro foi levado à Superintendência da PF em Brasília, no fim de novembro, não houve registro de quadro emergencial, lembrando ainda que os exames anexados ao processo são antigos. O mais recente, feito há três meses, não apontava necessidade imediata de cirurgia.

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Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ministro do STF Alexandre de Moraes é relator dos casos que envolvem Bolsonaro no STFFoto: Vinícius Schmidt/Metrópoles
Reprodução: GloboNews
Jair Bolsonaro preso na PF em BrasíliaReprodução: GloboNews
Divulgação: Polícia Federal do DF
Superintendência da Polícia Federal em BrasíliaDivulgação: Polícia Federal do DF
Reprodução: Instagram/Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro, ex-presidente do BrasilReprodução: Instagram/Jair Bolsonaro
Foto: Igo Estrela/Metrópoles
Alexandre de MoraesFoto: Igo Estrela/Metrópoles

O pedido da defesa inclui a transferência do ex-presidente para o hospital DF Star, onde ele passaria por uma herniorrafia inguinal e procedimentos complementares para tratar crises de soluços, descritas como causa de dor e desconforto abdominal. Os relatórios apresentados sugerem internação de cinco a sete dias e alegam agravamento recente das queixas clínicas. Paralelamente, os advogados insistiram em um novo pleito de prisão domiciliar humanitária, sustentando que o ambiente prisional seria incompatível com o quadro médico de Bolsonaro.

No entanto, antes de deliberar sobre qualquer flexibilização no regime de prisão, Moraes destacou que Bolsonaro tem acesso contínuo a atendimento de saúde dentro da unidade da PF. Isso foi determinado pelo próprio ministro quando decretou a prisão preventiva. A decisão que exige perícia também dialoga com outra questão levantada por ele: por que a defesa não indicou urgência cirúrgica anteriormente, já que os documentos apresentados agora se referem a avaliações feitas antes da detenção?

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses pelo envolvimento na tentativa de golpe e está preso desde 22 de novembro, após a revogação de sua prisão domiciliar, que acabou anulada quando Moraes concluiu que ele tentou violar a tornozeleira eletrônica, indicando risco de fuga. Para o ministro, a perícia da PF funcionará como etapa intermediária antes de decidir se o tratamento médico requer mudança no regime de detenção ou se o pedido da defesa é apenas estratégico.

Sofá na Caixa vira fenômeno nacional e anuncia expansão para acompanhar explosão de demanda

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Sofá na Caixa vira fenômeno nacional e anuncia expansão para acompanhar explosão de demanda

O que começou com uma pergunta simples — por que comprar um sofá precisa ser tão complicado? — acabou virando um fenômeno nacional. A Sofá na Caixa, marca que conquistou consumidores em todo o Brasil com sofás compactos entregues em uma única caixa e montados em minutos, acaba de anunciar uma expansão industrial de peso para acompanhar o ritmo acelerado de crescimento.

Fundada em 2024 por Rubens Stuque, a empresa se destacou rapidamente ao unir design moderno, praticidade e preços acessíveis. O modelo compactado — que facilita entrega, reduz danos no transporte e elimina a necessidade de montadores — viralizou nas redes sociais e se transformou em tendência nos lares brasileiros. O resultado? Mais de 100 mil unidades entregues em pouco mais de um ano.

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Foto/Divulgação
Sofá na Caixa vira fenômeno nacionalFoto/Divulgação
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Sofá na Caixa vira fenômeno nacionalFoto/Divulgação
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Sofá na Caixa vira fenômeno nacionalFoto/Divulgação
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Sofá na Caixa vira fenômeno nacionalFoto/Divulgação

Agora, para suportar a demanda, a marca anuncia a ampliação da fábrica em Rafard (SP). O novo galpão de 2.500 m2 dobra a capacidade produtiva e marca o início de uma fase mais robusta da operação. Cerca de 70 novos colaboradores se juntam ao time, que agora ultrapassa 200 profissionais.

Outro marco importante é a chegada de Osvaldo Filho, novo diretor de Operações, que assume a missão de estruturar processos, acelerar produção e elevar a qualidade da experiência do cliente. “Estamos vivendo uma fase histórica para a empresa. A expansão e a nova liderança fortalecem nossa capacidade de crescer sem perder agilidade e excelência”, afirma Stuque.

A marca, que já se posiciona como uma das maiores fabricantes de sofás compactados da América Latina, vê o movimento como parte de um plano maior. “O consumidor moderno busca praticidade, conforto e preço justo. É isso que a Sofá na Caixa entrega. Agora estamos preparados para atender ainda mais pessoas e levar essa experiência para todo o país”, completa o fundador.

A ascensão da Sofá na Caixa também acompanha uma mudança no estilo de vida das famílias brasileiras. Com apartamentos menores, rotinas intensas e valorização da praticidade, o sofá que chega em caixa e é montado sem ferramentas deixou de ser apenas um produto inovador: virou símbolo de um novo jeito de morar.

Com expansão industrial, nova liderança e crescimento acelerado, a empresa se firma como uma das protagonistas da nova geração de marcas brasileiras que combinam tecnologia, design e acessibilidade — e que ainda têm muito espaço para conquistar.

Ceia com torta de climão: Netflix confirma especial de Natal de “Ilhados com a Sogra”

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Ceia com torta de climão: Netflix confirma especial de Natal de “Ilhados com a Sogra”

A Netflix preparou grandes surpresas para o público que acompanha um dos reality shows mais famosos da plataforma. Nesta quinta (11/12) foi anunciado o lançamento de “Ilhados com a Sogra: Especial de Natal”, um episódio bônus da terceira temporada que chegará ao catálogo em 17 de dezembro.

A proposta do conteúdo é simples, mas explosiva: reunir, pela primeira vez após o fim das gravações, as seis famílias que participaram da temporada. Sob o comando de Fernanda Souza e com mediação da psicóloga Shenia Karlsson, o especial funcionará como uma clássica “lavagem de roupa suja” de fim de ano.

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Crédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Especial de Natal do “Ilhados com a Sogra”, da Netflix, promete torta de climãoCrédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Crédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Especial de Natal do “Ilhados com a Sogra”, da Netflix, promete torta de climãoCrédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
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Especial de Natal do “Ilhados com a Sogra”, da Netflix, promete torta de climãoCrédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
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Especial de Natal do “Ilhados com a Sogra”, da Netflix, promete torta de climãoCrédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Crédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Especial de Natal do “Ilhados com a Sogra”, da Netflix, promete torta de climãoCrédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Crédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix
Especial de Natal do “Ilhados com a Sogra”, da Netflix, promete torta de climãoCrédito: Julia Mataruna e Helena Yoshioka / Netflix

O público finalmente descobrirá o que aconteceu com os clãs Chagas, Cruz, Lopes, Machado, Misquita e Rocha depois que eles deixaram a ilha em Alagoas. O episódio revelará se as bandeiras brancas levantadas durante o confinamento se mantiveram na vida real ou se as velhas rixas voltaram a assombrar os genros, noras e sogras.

É a chance de saber se as decisões tomadas no calor do jogo sobreviveram à rotina fora das câmeras. Vale lembrar que esta terceira temporada já começou inovando antes mesmo de ir ao ar. A produção, realizada pela Floresta, promoveu uma inédita “convenção das sogras”, na qual mais de 200 candidatas de todo o Brasil passaram por dinâmicas imersivas para definir quem seriam as seis protagonistas da edição.

Agora, com o especial de Natal, o ciclo se fecha com a promessa de entregar exatamente o que o fã do formato espera: emoção, reconciliações improváveis e caos familiar (desde que seja na família dos outros).

SBT se pronuncia após revolta de fornecedores com festa do “Sabadou com Virginia”

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SBT se pronuncia após revolta de fornecedores com festa do “Sabadou com Virginia”

A festa de confraternização da equipe do programa “Sabadou com Virginia” virou assunto nas redes sociais após relatos de um desentendimento nos bastidores. O que era para ser uma noite de celebração acabou marcada pela revolta de fornecedores, que alegaram descumprimento de acordos, e o SBT se pronunciou.

A crise teve início após a saída de Virginia Fonseca do local, quando parceiros comerciais afirmaram que teriam aceitado trabalhar no evento em troca de fotos com a apresentadora. Por conta da repercussão negativa, a assessoria de comunicação da emissora enviou uma nota oficial para a imprensa nesta quinta-feira (11/12).

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Reprodução
Nota do SBTReprodução
Divulgação/SBT
Virginia FonsecaDivulgação/SBT
Reprodução portal LeoDias/ montagem
Lucas GuedezReprodução portal LeoDias/ montagem

O documento isenta a produção do programa e a apresentadora de culpa direta na confusão. Segundo o comunicado, as promessas de engajamento pessoal com a influenciadora foram feitas por um terceiro. “A assessoria de comunicação do SBT esclarece que as informações divulgadas na imprensa e nas redes sociais a respeito da confraternização de fim de ano do ‘Sabadou com Virginia’ não correspondem aos fatos”, diz a nota.

Na sequência, o texto reforça que a equipe interna cumpriu o protocolo, mas aponta que houve uma falha de comunicação originada pelo responsável pela organização da festa. “Tudo o que foi acordado por parte da produção do programa foi cumprido fielmente. No entanto, cumpre esclarecer que o que foi prometido de forma unilateral pelo organizador do evento aos fornecedores é responsabilidade exclusiva do organizador do evento”, acrescenta.

A equipe do SBT também destacou que agiu em nome da “boa-fé” e ofereceu duas opções aos profissionais envolvidos: receber pelo serviço prestado ou ganhar visibilidade nas redes oficiais da atração.

“A fim de reparar qualquer mal-entendido e, em nome da boa-fé e em consideração ao esforço dos fornecedores, prontamente foi proposto o pagamento pelos serviços oferecidos por eles e, em paralelo, a produção ofereceu aos fornecedores divulgação gratuita no Instagram do programa”, finaliza a nota.

Palmeiras e aliados contestam proposta do Flamengo e reforçam defesa da grama sintética

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Palmeiras e aliados contestam proposta do Flamengo e reforçam defesa da grama sintética

Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras divulgaram um comunicado conjunto nesta quinta-feira (11/12) em defesa dos gramados sintéticos, após o Flamengo enviar à CBF um documento pedindo padronização e o fim do uso da superfície artificial até 2027.

Na nota, os cinco clubes afirmam que a tecnologia utilizada no Brasil está alinhada às “melhores práticas internacionais” e classificam a postura Rubro-Negra como “simplificada, injusta e tecnicamente equivocada”. Segundo os clubes, gramados sintéticos de alto desempenho entregam condições superiores às de muitos campos naturais em situação precária no país.

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Allianz Parque é um dos estádios que utiliza grama sintética no Brasil / Reprodução
Allianz Parque é um dos estádios que utiliza grama sintética no Brasil / Reprodução
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Fernando Bueno/Corinthians
Fernando Bueno/Corinthians
Rafael Bressan/ACF
A Chape comemorou o acesso na última rodada da Série B.Rafael Bressan/ACF

Os clubes também alegam que não existem estudos científicos conclusivos que comprovem um aumento de lesões em gramados artificiais modernos, ponto frequentemente levantado por atletas e dirigentes contrários ao sintético. O texto reforça ainda que o debate sobre qualidade dos campos é legítimo, mas precisa ocorrer com “responsabilidade” e sem “distorções da realidade”.

Do outro lado, o Flamengo sustenta que nenhum país campeão mundial permite o uso da “grama de plástico” e cita manifestações de jogadores como Neymar contra o sintético. O clube afirma haver “vários estudos” que indicariam risco maior de lesão e sugere uma transição obrigatória, até o fim de 2027 para equipes da Série A e até 2028 para times da Série B.

Durante o período, o Rubro-Negro pede um padrão mínimo para a superfície artificial e defende a criação de normas para avaliar todos os gramados, naturais ou sintéticos, seguindo critérios da FIFA e da Uefa. Atualmente, não há regulamentação específica no futebol brasileiro.

Nota oficial de Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras

“Diante das recentes declarações públicas sobre a utilização de gramados sintéticos no futebol brasileiro, Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras reafirmam sua posição em defesa dessa tecnologia, adotada de forma responsável, regulamentada e alinhada às melhores práticas internacionais.

Não existe padronização de gramados no Brasil. Ignorar esse fato e direcionar críticas exclusivamente aos gramados sintéticos reduz um debate complexo a uma narrativa simplificada, injusta e tecnicamente equivocada.

Um gramado sintético de alta performance supera, em diversos aspectos, os campos naturais em más condições presentes em parte significativa dos estádios do país.

Não há qualquer estudo científico conclusivo que comprove aumento de lesões provocado pelos gramados sintéticos modernos.

O tema da qualidade dos gramados é legítimo, saudável e necessário. Porém, deve ser conduzido com responsabilidade, dados objetivos e conhecimento técnico, e não com narrativas que distorcem a realidade, desinformam o público e desconsideram a complexidade do assunto”.

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1,5 milhão de imóveis estão sem energia em SP após passagem de ciclone

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1,5 milhão de imóveis estão sem energia em SP após passagem de ciclone

Um milhão e meio de imóveis continuam sem luz na região metropolitana de São Paulo, após a passagem de ciclone extratropical e vendaval histórico. As fortes rajadas – de até 98 quilômetros por hora – dessa quarta-feira (10/12) derrubaram árvores e lançaram galhos e outros objetos sobre a rede elétrica.1,5 milhão de imóveis estão sem energia em SP após passagem de ciclone | Cidade AC News – Notícias do Acre1,5 milhão de imóveis estão sem energia em SP após passagem de ciclone | Cidade AC News – Notícias do Acre

Dezenas de voos foram cancelados nos aeroportos de Congonhas e de Guarulhos. Ao longo desta quinta-feira (11/12), o ciclone extratropical começa a se afastar da costa brasileira, em direção ao mar, e perde intensidade. O fenômeno causou, nos últimos dias, tempestades, um tornado, chuvas de até 300 milímetros e ventos de mais de 100 quilômetros por hora.

No Rio Grande do Sul, o ciclone provocou danos em 17 municípios. A cidade gaúcha de Flores da Cunha continua com os trabalhos de recuperação após a passagem do tornado. Em Santa Catarina, um casal e um bebê de cinco meses morreram após o carro em que estavam ser arrastado por uma enxurrada no município de Palhoça.

Para esta quinta-feira (11/12), a previsão é de tempo instável em toda a região Sul, com mar agitado e fortes rajadas de vento em algumas áreas.
 

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Nova ferramenta unifica dados de despesas climáticas no país

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Nova ferramenta unifica dados de despesas climáticas no país

Nova ferramenta interativa que vai tornar as informações sobre despesas em mudança climática, biodiversidade e gestão de riscos e desastres mais acessíveis fez parte de um relatório sobre o tema, divulgado nessa terça (9 de dezembro), em uma parceria do Ministério do Planejamento (MPO) com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e os Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Fazenda (MF).Nova ferramenta unifica dados de despesas climáticas no país | Cidade AC News – Notícias do AcreNova ferramenta unifica dados de despesas climáticas no país | Cidade AC News – Notícias do Acre

Até agora não existia um sistema unificado para rastrear esses valores. Isso dificultava o planejamento e a avaliação de políticas públicas.

O levantamento aponta um investimento de R$ 782 bilhões entre 2010 e 2023.

A pauta climática recebeu a maior quantia, mais R$ 421 bilhões; seguida pela proteção da biodiversidade; e pelo gerenciamento de riscos.

E mostra uma transição nas despesas, que antes eram principalmente para reduzir as causas da crise climática. Hoje, são mais para enfrentar os efeitos já presentes, como o aumento de eventos climáticos extremos.

De acordo com o Ministério do Planejamento (MPO), o novo painel tem potencial de ser aplicado, tanto por estados e municípios, quanto por outros países da região, o que coloca o Brasil como referência internacional no campo das finanças climáticas.

Pelo histórico, é possível ver que, até 2015, os investimentos estavam em um patamar mais alto. Desde então, houve uma queda, tanto por causa do aperto fiscal e do teto de gastos, quanto devido à descontinuidade do Programa de Aceleração do Crescimento, entre 2020 e 2022, mais o uso de recursos em emendas parlamentares.

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Belém recebe mais uma edição do Natal Ecológico

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Belém recebe mais uma edição do Natal Ecológico

Com a melhoria da qualidade do ar e da água, recuperação do solo e inúmeros outros benefícios. O reflorestamento fornece benefícios ambientais, sociais e econômicos. O Natal Ecológico é uma ação em prol das florestas e da preservação da natureza, que acontece na Ilha de Cotijuba, terceira maior das 42 ilhas que integram a região insular de Belém. Isabela Botelho, coordenadora de Educação Ambiental, destaca que essa ação é feita há mais de 20 anos e fala sobre os principais objetivos do projeto:Belém recebe mais uma edição do Natal Ecológico | Cidade AC News – Notícias do AcreBelém recebe mais uma edição do Natal Ecológico | Cidade AC News – Notícias do Acre

“O principal objetivo do nosso Natal é integrar educação ambiental, participação comunitária e atividade de restauração ecológica nesse encerramento das nossas ações anuais. Nosso projeto, ele envolve uma programação de plantio de mil mudas de espécies florestais e frutíferas, principalmente aquelas ameaçadas de extinção, realizadas em conjunto com moradores e especialmente com as crianças da comunidade. Essa atividade reforça práticas de cuidado com o território, recuperação das áreas degradadas e formação ambiental desde a pequena infância”, diz.

As ações na Ilha de Cotijuba que antecedem os plantios são a limpeza da praia para retirar resíduos que chegam ao local. O evento conta com a participação das comunidades e de outras pessoas que atravessam de Belém e região para participar. Isabela Botelho ressalta que, além do plantio, o Natal Ecológico também inclui a doação de brinquedos às crianças que participarem das ações:

“Essa entrega faz parte de uma proposta educativa do nosso evento, que busca reconhecer o envolvimento dessas crianças e incentivar a continuidade em atividades ambientais e comunitárias. Esse nosso encontro também serve como um momento de diálogo com os moradores sobre os andamentos das ações do Instituto, necessidades locais e possibilidade de colaboração para o ano seguinte. Dessa forma, o Natal Ecológico funciona como uma celebração de encerramento, quanto como oportunidade de planejamento e de alinhamento comunitário”, completa.

O 22º Natal Ecológico será realizado neste sábado (6) na Comunidade da Pedra Branca, na Ilha de Cotijuba, e mantém a tradição de desenvolver atividades diretas com as áreas comunitárias da Amazônia.

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