terça-feira, 10 fevereiro, 2026
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Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara

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Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara


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Grupo de jornalistas realizou nesta quarta-feira (10) um ato na Câmara dos Deputados contra censura e ação violenta de policiais legislativos cometidos nessa terça-feira (9).Jornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara | Cidade AC News – Notícias do AcreJornalistas fazem ato contra censura e agressões na Câmara | Cidade AC News – Notícias do Acre

Ontem, durante retirada à força do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ)  da cadeira da presidência da Casa, o sinal da TV Câmara, que transmitia ao vivo a sessão em plenário, foi imediatamente cortado e jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas e assessores de imprensa foram retirados pela Polícia Legislativa do Plenário da Câmara. 

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Imagens e relatos mostram ação truculenta de policiais legislativos contra repórteres, cinegrafistas e fotógrafos que tentavam realizar seu trabalho. Alguns profissionais precisaram de atendimento médico por conta de agressões, que incluíram puxões, cotoveladas e fortes empurrões.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) não compareceu a um encontro com uma comissão de representantes da imprensa para tratar do episódio. Ele enviou uma assessora como representante. 

Em nota, a Associação Brasileira de Imprensa informou nesta quarta que irá entrar com ações judiciais contra o presidente da Câmara pelas “violências cometidas pela Polícia Legislativa, na sessão da terça-feira (9), contra jornalistas, parlamentares e servidores da Casa e a liberdade de imprensa”.

A associação irá ingressar com uma representação na Procuradoria-Geral da República por crime de responsabilidade, com afetação ao direito à liberdade de imprensa e expressão; com uma denúncia na Relatoria Especial de Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e uma representação na Comissão de Ética da Câmara de Deputados por quebra de decoro parlamentar e infração disciplinar.

Nessa terça-feira, após o episódio, Motta afirmou, em uma rede social, que determinou a “apuração de possíveis excessos em relação à cobertura da imprensa”.

>> Veja na TV Brasil: 

Comissão da Câmara denuncia execuções em operação policial no Rio

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Comissão da Câmara denuncia execuções em operação policial no Rio


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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados divulgou um relatório sobre a operação policial nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que resultou na morte de 122 pessoas no dia 28 de outubroComissão da Câmara denuncia execuções em operação policial no Rio | Cidade AC News – Notícias do AcreComissão da Câmara denuncia execuções em operação policial no Rio | Cidade AC News – Notícias do Acre

O presidente da comissão, deputado Reimont (PT-RJ), solicitou a federalização das investigações.

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“Os fatos relatados configuram violações diretas à Constituição e a tratados internacionais. É dever do Estado prevenir, investigar e reparar. A federalização do caso é uma necessidade jurídica e moral”, defendeu o parlamentar.

Durante visita ao Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IML), no Rio de Janeiro, a comissão registrou casos de violência extrema praticadas pelos agentes do Estado. Uma mãe relatou que, ao entregar seu filho vivo à polícia, encontrou posteriormente seu corpo decapitado no IML. Diversas vítimas apresentavam pulsos amarrados, indicando execução após rendição. ​Também havia corpos com marcas de facadas, conduta denunciada anteriormente como sendo típica do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

O documento também descreve desorganização no atendimento às famílias das vítimas e colapso na estrutura do IML.

O relatório registra ainda a morte de cinco policiais durante a operação. Segundo a comissão, os agentes foram expostos a riscos extremos sem planejamento adequado, suporte médico ou logística de segurança, o que leva à conclusão de que o governo do estado do Rio de Janeiro também deve ser responsabilizado pelas mortes dos policiais envolvidos na ação.

O entendimento da comissão é de que uma série de direitos foram violados. Entre eles, são citados: direito à vida (CF, art. 5º, caput; CADH, art. 4); proibição de tortura (CF, art. 5º, III; Convenção da ONU contra a Tortura), integridade física de pessoa sob ação policial (CF, art. 5º, caput e XLIX); devido processo legal e legalidade (CF, art. 5º, LIV; art. 37); dever do Estado de proteger pessoas sob custódia (CF, art. 5º, XLIX; CIDH); proibição de execução arbitrária (PIDCP, art. 6; CADH, art. 4) e normas internacionais sobre uso proporcional da força (ONU, 1990).

A comissão enviou ofícios ao Supremo Tribunal Federal (STF), à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, à Polícia Federal (PF) e a outras autoridades, solicitando investigação independente, preservação das provas, atuação de peritos externos e a federalização do caso.

“O que vimos é incompatível com qualquer democracia. O Brasil precisa saber o que aconteceu e o Estado deve respostas imediatas. A dor que essas mães carregam não pode ser normalizada. O Parlamento não pode se calar diante de tortura, execução e desaparecimento. Estamos ao lado de todas as vítimas, sejam civis ou policiais”, defende o deputado Reimont.

Em nota à Agência Brasil, a Polícia Civil disse que “todas as ações da polícia foram acompanhadas pelo Ministério Público e as informações prestadas ao STF. Qualquer coisa diferente disso não passa de ilação”.

Após pedido de cirurgia, Moraes manda PF fazer perícia em Bolsonaro

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Após pedido de cirurgia, Moraes manda PF fazer perícia em Bolsonaro


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (11) que o ex-presidente Jair Bolsonaro realize uma perícia médica, no prazo de 15 dias, para averiguar a necessidade de uma cirurgia solicitada pela defesa.Após pedido de cirurgia, Moraes manda PF fazer perícia em Bolsonaro | Cidade AC News – Notícias do AcreApós pedido de cirurgia, Moraes manda PF fazer perícia em Bolsonaro | Cidade AC News – Notícias do Acre

Na decisão, Moraes menciona que Bolsonaro passou por exames antes de ser preso em 22 de novembro, quando não foi verificada nenhuma necessidade de intervenção cirúrgica urgente. O ministro frisou ainda ter disponibilizado atendimento médico em tempo integral ao preso.

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Desde a prisão, “não houve nenhuma notícia de situação médica emergencial ocorrida com Bolsonaro”, acrescentou Moraes.

No fim de novembro, Bolsonaro começou a cumprir pena de 27 anos e três meses, em regime inicial fechado, por ter liderado uma tentativa de golpe do Estado para se manter no poder após ser derrotado nas urnas em 2022.

O ex-presidente foi colocado numa sala especial instalada em um edifício da Polícia Federal (PF), em Brasília, e nas últimas semanas tem obtido autorização para receber visitas de familiares, além dos advogados.

Em despacho nesta quinta, por exemplo, Moraes autorizou as visitas da ex-primeira-dama Michele Bolsonaro e do filho Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio de Janeiro que diz ter recebido do pai a missão de ser o candidato da família à Presidência da República nas eleições do ano que vem.

Internação

Na última terça (9), a defesa do ex-presidente afirmou ter havido piora em seu quadro de saúde. Os advogados pediram que ele seja liberado da prisão para realizar uma cirurgia de hérnia inguinal, que está relacionada a crises de soluços constantes.

Os advogados também voltaram a pedir a Moraes que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar. Segundo a defesa, o ambiente prisional é incompatível com a condição de saúde do ex-presidente. “A prisão domiciliar é modalidade de cumprimento de pena destinada àqueles cuja prisão em regime fechado pode colocar em risco sua integridade física por motivos médicos”, alega a defesa.

Segundo os advogados, são necessários de cinco a sete dias de internação num hospital particular de Brasília para que Bolsonaro realize o procedimento cirúrgico.

Agente da PRF vai a júri popular por morte de jovem em blitz no Rio

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Agente da PRF vai a júri popular por morte de jovem em blitz no Rio

O agente da Polícia Rodoviária Federal, Thiago da Silva Sá, irá a júri popular por ter disparado oito tiros de fuzil contra um carro que passava pela Rodovia Washington Luiz (BR-040), na noite do dia 23 de junho de 2023, que resultaram na morte da estudante de enfermagem, Anne Caroline Nascimento Silva, e na tentativa de homicídio contra o marido dela, Alexandre Roberto Ribeiro Mello, que dirigia o carro.Agente da PRF vai a júri popular por morte de jovem em blitz no Rio | Cidade AC News – Notícias do AcreAgente da PRF vai a júri popular por morte de jovem em blitz no Rio | Cidade AC News – Notícias do Acre

Thiago será julgado pelos crimes de homicídio qualificado consumado, homicídio qualificado tentado e lesão corporal grave culposa. 

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro, os policiais iniciaram perseguição ao veículo em que estavam as vítimas e efetuaram oito disparos de arma de fogo, dos quais sete atingiram o carro da família. Um dos projéteis lesionou gravemente Anne Caroline, que morreu horas depois no hospital em razão dos ferimentos.

Os laudos periciais e os depoimentos confirmaram que os tiros foram disparados em direção ao veículo em movimento.

Na decisão, a Justiça Federal destacou que Thiago da Silva de Sá assumiu o risco ao efetuar disparos com fuzil (arma de alto poder de destruição contra o carro). A Justiça reconheceu ainda possibilidade de aumento de pena pelo descumprimento de regra que proíbe o disparo de tiros contra a traseira de veículos em caso de perseguição. 

Quanto ao policial rodoviário federal Jansen Vinicius Pinheiro Ferreira -acusado de ter induzido o colega a efetuar os tiros, a Justiça Federal entendeu não haver indícios que justifiquem levar o julgamento a júri.

Thiago, Jansen, Diogo Silva dos Santos e Wagner Leandro Rocha de Souza, outros agentes da PRF, foram absolvidos do crime de fraude processual, por não ter ficado comprovado intenção de alterar a cena dos fatos para induzir a erro da polícia e que os réus ajudaram no socorro da vítima.

O agente da PRF Thiago de Sá responderá pelo crime em liberdade.

Relembre o caso

O caso ocorreu durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 17 de junho de 2023, na Rodovia Washington Luiz (BR-040), em trecho próximo ao acesso à Linha Vermelha. 

Os disparos de fuzil atingiram, por sete vezes, o veículo onde estava Anne Caroline Nascimento Silva. Ela foi ferida gravemente e morreu no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha

Alexandre Roberto Ribeiro Mello, marido de Anne Caroline, também foi alvo dos disparos, mas não foi atingido. Um oitavo disparo perfurou a traseira de um outro veículo que passava na hora, ferindo uma passageira que sofreu ferimento no tórax, foi socorrida e sobreviveu.

Justiça suspende benefícios vitalícios durante prisão de Bolsonaro

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Justiça suspende benefícios vitalícios durante prisão de Bolsonaro


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A Justiça Federal em Minas Gerais determinou nesta quarta-feira (10) a suspensão dos benefícios vitalícios concedidos a Jair Bolsonaro depois que ele deixou a presidência da República.Justiça suspende benefícios vitalícios durante prisão de Bolsonaro | Cidade AC News – Notícias do AcreJustiça suspende benefícios vitalícios durante prisão de Bolsonaro | Cidade AC News – Notícias do Acre

Com a decisão, assessores e veículos oficiais que foram colocados à disposição de Bolsonaro após ele deixar o cargo, em 2022, deverão ser suspensos pelo período em que o ex-presidente estiver cumprindo pena em regime fechado pela condenação na ação penal da trama que pretendia impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na presidência..

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Bolsonaro está preso em uma sala da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão.

A decisão foi motivada por uma ação protocolada pelo vereador Pedro Rousseff (PT-MG). O parlamentar pediu a suspensão dos benefícios, que são custeados pela Presidência da República e concedidos a todos os ex-presidentes.

Conforme a Lei 7.474/1986, ex-presidentes têm direito a quatro servidores para atuarem na área de segurança, apoio pessoal e assessoramento, além de dois carros oficiais com motoristas.

Na ação, o vereador argumentou que os gastos com equipe de Bolsonaro no primeiro semestre deste ano foram de R$ 521 mil. Desde 2023, os gastos já somam R$ 4 milhões, segundo o político.

Ao analisar o caso, o juiz federal Pedro Pereira Pimenta entendeu que a continuidade dos benefícios pode provocar prejuízos aos cofres públicos.

“Registra-se que, se se mantém, com ônus para o erário, uma estrutura pessoal e logística desvinculada das finalidades que justificaram sua instituição, como dito, afronta aos princípios da legalidade, da moralidade administrativa”, disse o magistrado.

Cabe recurso contra a decisão.

STF encerra primeiro dia do julgamento do marco temporal

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STF encerra primeiro dia do julgamento do marco temporal


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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou o primeiro dia das sustentações das partes envolvidas em quatro processos que tratam do marco temporal para demarcação de terras indígenas.STF encerra primeiro dia do julgamento do marco temporal | Cidade AC News – Notícias do AcreSTF encerra primeiro dia do julgamento do marco temporal | Cidade AC News – Notícias do Acre

Dois anos após a Corte declarar o marco inconstitucional, os ministros voltaram a julgar a questão na sessão desta quarta-feira (10). Foram ouvidas as sustentações das principais entidades que fazem parte da discussão.

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O julgamento vai continuar nesta quinta-feira (11), quando a Corte pretende encerrar a fase das manifestações das partes. A data da votação dos ministros será marcada posteriormente.

Em 2023, o STF considerou que o marco temporal é inconstitucional. Além disso, o marco também foi barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vetou a Lei 14.701/2023, na qual o Congresso validou a regra. Contudo, os parlamentares derrubaram o veto de Lula.

Dessa forma, voltou a prevalecer o entendimento de que os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Após a votação do veto presidencial, os partidos PL, PP e Republicanos protocolaram no STF ações para manter a validade do projeto de lei que reconheceu a tese do marco temporal.

As entidades que representam os indígenas e partidos governistas também recorreram ao Supremo para contestar novamente a constitucionalidade da tese. 

Sustentações

O advogado Ricardo Terena falou pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e reafirmou que os direitos fundamentais dos indígenas são inegociáveis. Terena sustentou que a tese do marco temporal é uma afronta aos direitos indígenas e um desafio à autoridade da Constituição.

“Quando achamos que a Constituição seria plena para nós, povos indígenas, ela continuou sendo quase. Desde o protocolo das ações diretas de inconstitucionalidade, a lei não foi suspensa e sua promessa de paz social jamais se concretizou nos territórios indígenas”, disse. 

Indígena e advogado, Dinanam Tuxá se manifestou na condição de representante do PSOL. Ele fez um relato sobre sua situação pessoal e disse que sua comunidade foi removida de um território indígena, em função da construção de uma usina hidrelétrica na Bahia, e ainda não conseguiu retomar o território.

“Não aceitamos ser removidos para áreas equivalentes. Para nós, não há território substituível. Nós temos relações espirituais e ancestrais com os territórios pelos quais lutamos. Nosso território é indissociável de quem somos”, afirmou. 

O advogado Rudy Maia Ferrraz, representante do PP, defendeu a segurança jurídica para pacificar a questão das demarcações.

“Precisamos buscar a resolução de conflitos. A lei, ao estabelecer um parâmetro objetivo, que é o marco temporal, traz previsibilidade e confiabilidade aos processos de demarcação”, defendeu.

Gabrielle Tatith Pereira, advogada do Senado, defendeu a constitucionalidade da lei que validou o marco temporal. A representante do Senado disse que a Constituição garante os direitos dos povos indígenas. 

Segundo Gabrielle, também é necessário garantir que pessoas que obtiveram títulos de terras concedidos pelo Estado ao longo dos anos tenham a posse da terra reconhecida.

“É legítima a pretensão das comunidades indígenas de ver reconhecida a terra tradicionalmente ocupada. De outro lado, também é legítima a pretensão do proprietário de boa-fé, com título outorgado pelo Estado há décadas”, argumentou.  

Polícia Civil apreende adolescente envolvido em roubo a comércio em Cruzeiro do Sul

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Polícia Civil apreende adolescente envolvido em roubo a comércio em Cruzeiro do Sul
Polícia Civil apreende adolescente envolvido em roubo a comércio em Cruzeiro do Sul | Cidade AC News – Notícias do Acre
Adolescente de 17 anos é localizado e apreendido no bairro Saboeiro. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe do  Núcleo Especializado de Combate a Crimes Patrimoniais (Nepatri) da Delegacia-Geral de Cruzeiro do Sul, cumpriu, na tarde da última quarta-feira, 10, um mandado de internação contra um adolescente de 17 anos, no bairro Saboeiro. A ação ocorreu por volta das 16h30, após monitoramento contínuo realizado pela equipe de investigação.

O adolescente é investigado pela participação em um roubo ocorrido no dia 10 de novembro, em um estabelecimento Comercial, localizado no bairro João Alves. Na ocasião, três criminosos armados invadiram o comércio, renderam os funcionários e subtraíram diversos bens das vítimas, causando grande prejuízo e tensão no local.

Segundo o Nepatri, o jovem foi identificado como o terceiro autor do crime, após diligências e análise dos elementos coletados ao longo da investigação. Após sua apreensão, ele foi conduzido à unidade policial, onde recebeu assistência de advogado constituído, garantindo o cumprimento dos protocolos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Com a robustez das provas reunidas, o delegado responsável pelo caso representou pela medida de internação, que foi deferida pelo Poder Judiciário. O adolescente permanece à disposição da Justiça, e os trâmites seguem conforme a determinação judicial.

Polícia Civil participa de operação integrada da FICCO/AC que apreende grande carregamento de drogas e armas de fogo

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Polícia Civil participa de operação integrada da FICCO/AC que apreende grande carregamento de drogas e armas de fogo

A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, na última quarta-feira, 10, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), que resultou em uma das maiores apreensões do ano: aproximadamente 70 kg de pasta base de cocaína, 250 gramas de skunk e duas armas de fogo de calibre restrito (uma pistola e uma submetralhadora produzida em impressora 3D, ambas no calibre 9 mm).

Polícia Civil participa de operação integrada da FICCO/AC que apreende grande carregamento de drogas e armas de fogo | Cidade AC News – Notícias do Acre
Forças integradas no combate ao crime organizado. Foto: cedida

A ação ocorreu na BR-364, no município de Bujari, após informações de inteligência levantadas pela FICCO/AC indicarem que um veículo estaria transportando ilícitos oriundos da região do Juruá. Os dados foram compartilhados com as equipes dos demais órgãos de segurança, permitindo uma mobilização rápida e eficiente.

Durante a abordagem, o motorista do veículo suspeito tentou fugir, mas acabou interceptado pelas equipes conjuntas. Após a imobilização, foi realizada uma busca minuciosa no interior do automóvel, onde foram localizadas as substâncias entorpecentes, as armas de fogo e dois aparelhos celulares com sinais evidentes de terem sido danificados propositalmente, o que aponta para uma tentativa clara de destruição de provas.

Os ocupantes do veículo foram presos em flagrante e conduzidos à Superintendência da Polícia Federal, onde passaram pelos procedimentos legais cabíveis.

A operação contou com o trabalho conjunto da FICCO/AC, ROTAM e BOPE da Polícia Militar do Acre (PMAC), além da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A FICCO/AC é formada pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal, reforçando a integração entre as forças para o combate às organizações criminosas e ao tráfico de drogas no estado.

A ação ressalta o compromisso contínuo das instituições de segurança pública em atuar de forma coordenada e estratégica para enfraquecer o crime organizado e impedir o fluxo de ilícitos pelas rodovias acreanas.

Delegado Francisco Canidé Dantas se aposenta após 21 anos de dedicação à Polícia Civil do Acre

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Delegado Francisco Canidé Dantas se aposenta após 21 anos de dedicação à Polícia Civil do Acre

Na manhã desta quarta-feira, 10, foi publicada no Diário Oficial do Estado a aposentadoria do delegado de Polícia Civil Francisco Canidé Dantas, encerrando um ciclo de mais de duas décadas de contribuição à segurança pública do Acre. Ingressando na Polícia Civil do Acre (PCAC) em junho de 2003, Canidé percorreu uma trajetória marcada por compromisso, sensibilidade e firmeza no combate ao crime, passando por diversas delegacias e funções estratégicas dentro da instituição.

Delegado Francisco Canidé Dantas se aposenta após 21 anos de dedicação à Polícia Civil do Acre | Cidade AC News – Notícias do Acre
Após duas décadas de atuação, delegado Canidé inicia uma nova etapa da vida. Foto: arquivo pessoal

Ao longo de 21 anos de carreira, atuou na Delegacia-Geral de Feijó, onde serviu de 2003 a 2009 e destacou como o período mais marcante de sua vida profissional, além de ter integrado o Plantão da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), a Delegacia de Flagrantes (Defla), exercido a função de Corregedor Adjunto e, mais recentemente, coordenado a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), unidade pela qual nutria profundo respeito pela natureza sensível das demandas.

“Foram mais de 20 anos de muito aprendizado, desafios e crescimento pessoal. Carrego no coração cada experiência que vivi, especialmente meu período em Feijó, onde aprendi o verdadeiro sentido de servir. Saio com a sensação de missão cumprida e com enorme gratidão a todos os colegas que caminharam ao meu lado. A Polícia Civil me deu amizades, história e propósito. Agora inicio uma nova fase, mas sempre levarei comigo o orgulho de ter pertencido a esta instituição”, destacou em mensagem de despedida, o delegado Francisco Canidé Dantas

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, prestou homenagem ao colega, destacando seu legado e importância para a instituição. “O delegado Canidé deixa uma marca de profissionalismo, humanidade e lealdade à Polícia Civil do Acre. É um servidor que dedicou sua vida à proteção da sociedade acreana, contribuindo de forma incansável em todas as unidades por onde passou. Em nome da instituição e do Governo do Estado, agradeço ao amigo pelos serviços prestados, pela parceria e pelo exemplo de conduta. Desejo que esta nova etapa da vida seja repleta de saúde, descanso e felicidade ao lado da família”, enfatizou.

A aposentadoria de Francisco Canidé Dantas encerra um capítulo importante na história recente da Polícia Civil, mas sua atuação e compromisso permanecem como referência para as futuras gerações de policiais civis.

Polícia Civil do Acre participa de encontro nacional sobre operações integradas de proteção a pessoas vulnerabilizadas

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Polícia Civil do Acre participa de encontro nacional sobre operações integradas de proteção a pessoas vulnerabilizadas

A Polícia Civil do Acre (PCAC) está participando do 1º Encontro Nacional de Coordenadores das Operações Integradas de Enfrentamento à Violência contra Pessoas Vulnerabilizadas, em Brasília entre os dias 9 e 11 de dezembro. O evento reúne representantes das 27 unidades da federação e órgãos parceiros, com o objetivo de fortalecer estratégias de proteção a crianças e adolescentes, mulheres e pessoas idosas.

Polícia Civil do Acre participa de encontro nacional sobre operações integradas de proteção a pessoas vulnerabilizadas | Cidade AC News – Notícias do Acre
Delegados do Acre integram debates sobre políticas públicas e operações integradas de proteção. Foto: cedida

Organizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI/CGOI), o encontro promove painéis e oficinas voltados à troca de experiências e ao desenvolvimento de soluções inovadoras que aprimorem as ações integradas no país. Desde 2020, o Brasil já realizou 23 operações nacionais, consolidando um modelo colaborativo entre as forças policiais e diversas instituições públicas.

Representando a Polícia Civil do Acre, participam do encontro: a representante institucional de Políticas Públicas de Proteção a Grupos Vulneráveis da PCAC e coordenadora estadual do Programa Bem-Me-Quer, a Delegada Juliana De Angelis, o titular da Delegacia de Atenção à Pessoa Idosa e com Deficiência, Delegado José Aníbal Tinoco Filho e a Delegada titular da Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (Decav), Carla Fabíola Coutinho.

Ao longo dos três dias de atividades, os representantes acreanos estão acompanhando debates sobre práticas de prevenção, investigação qualificada, acolhimento às vítimas e integração entre estados, considerando as particularidades regionais e os desafios enfrentados em cada unidade da federação.

“Este encontro é fundamental para fortalecermos uma rede nacional realmente integrada, capaz de responder de forma rápida, sensível e eficaz aos crimes que atingem nossos grupos mais vulneráveis. A troca de experiências entre os estados nos permite aprimorar métodos, ampliar parcerias e aprimorar políticas públicas que garantam mais proteção e dignidade às vítimas. Representar o Acre nesse espaço é reafirmar o nosso compromisso com uma segurança pública humanizada e cada vez mais preparada para prevenir e combater todas as formas de violência”, enfatizou Juliana De Angelis.

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