sábado, 21 fevereiro, 2026
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Danielle se pronuncia pela primeira vez após deixar o grupo NewJeans: “Estranho”

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Danielle se pronuncia pela primeira vez após deixar o grupo NewJeans: “Estranho”

Danielle realizou uma live nesta segunda-feira (12/1) para comentar publicamente sua saída do NewJeans. A cantora optou por não assinar um contrato de exclusividade com a Ador após meses de disputa judicial entre o grupo e a empresa. Agora, a agência cobra uma indenização da artista. Durante a transmissão, ela apareceu visivelmente emocionada, chegando às lágrimas.

Ao agradecer aos fãs, Danielle destacou que não havia se manifestado publicamente desde que a decisão foi anunciada, no fim de 2025. A cantora também contou que recebeu diversas cartas e que as leu em silêncio ao longo desse período.

Veja as fotos

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Caso NewJeans: Ador rescinde o contrato de Danielle, entra na Justiça e cobra multaCrédito: Reprodução
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NewJeans era formado por Minji, Hanni, Haerin, Hyein e DanielleCrédito: Divulgação
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NewJeans era formado por Minji, Hanni, Haerin, Hyein e DanielleCrédito: Divulgação
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NewJeans era formado por Minji, Hanni, Haerin, Hyein e DanielleCrédito: Divulgação
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NewJeans era formado por Minji, Hanni, Haerin, Hyein e DanielleCrédito: Divulgação

Segundo a artista, voltar a falar diretamente com os fãs foi ao mesmo tempo estranho e muito marcante. Ela afirmou que carregou esse momento consigo por muito tempo e disse que a gratidão por quem a esperou vai além de palavras. “O momento de cumprimentar vocês assim parece um pouco estranho e, ao mesmo tempo, muito emocionante. Faz muito tempo, e eu carreguei este momento comigo por todo esse tempo. ‘Obrigada por esperarem’ não é o suficiente”, desabafou.

Ao longo da live, o foco foi o vínculo com os fãs e o impacto do apoio recebido. Danielle evitou entrar em detalhes sobre o conflito com a Ador ou os bastidores de sua saída do grupo. Ela afirmou que, nesse intervalo, passou por um processo de aprendizado e de proteção emocional, o que mudou sua forma de enxergar a família e o mundo, mas destacou que encontrou conforto e luz no apoio dos fãs.

Minji, Hanni, Haerin e Hyein seguem no NewJeans. Danielle afirmou que tentou permanecer no grupo até o fim e que essa verdade continua sendo importante para ela. No encerramento, a cantora falou sobre os próximos passos e deixou em aberto a possibilidade de seguir carreira solo ou se envolver em novos projetos. Ela disse que pretende compartilhar o futuro com os fãs de maneira sincera, seja por meio da música ou de outros momentos, e reforçou a mensagem de gratidão.

Para a artista, essa nova fase marca apenas o início de um novo caminho. “Quero compartilhar os dias que virão, seja por meio da música, do silêncio ou de pequenos momentos, de forma verdadeira e bonita. Espero poder compartilhar, aos poucos e do meu jeito, o coração que os Bunnies me deram, e desejo que os seus dias, cada um deles, sejam gentis, saudáveis e cheios de luz. Obrigada, sempre.
Este é apenas o começo”, finalizou.

TJMA mantém prisão de prefeito e primeira-dama de Turilândia

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TJMA mantém prisão de prefeito e primeira-dama de Turilândia

Após o pedido de exoneração de dez promotores de Justiça que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MP-MA), o Tribunal de Justiça do estado manteve a prisão de acusados por desvio de R$ 56 milhões em Turilândia (MA). TJMA mantém prisão de prefeito e primeira-dama de Turilândia | Cidade AC News – Notícias do AcreTJMA mantém prisão de prefeito e primeira-dama de Turilândia | Cidade AC News – Notícias do Acre

A decisão, tomada ontem (12) pela desembargadora Graça Amorim, da 3ª Câmara Criminal do TJMA, analisou um pedido do procurador-geral de Justiça do estado, Danilo José de Castro Ferreira, favorável à liberdade provisória dos presos. Com isso, o prefeito e a primeira-dama do município e demais suspeitos seguem presos.

Exoneração coletiva

O pedido de exoneração coletiva dos promotores foi uma resposta ao parecer do procurador-geral pedindo a soltura dos investigados presos na Operação Tântalo II, realizada em 22 de dezembro de 2025.

Entre eles estão o prefeito de Turilândia (MA), Paulo Curió, preso preventivamente no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Também foram presos a primeira-dama da cidade, Eva Curió, a ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima, o marido dela, Marlon de Jesus Arouche Serrão e o contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros.

No pedido de exoneração, apresentado no domingo (11), os promotores afirmaram que a manifestação da Procuradoria-Geral de Justiça, do dia anterior, divergiu do entendimento técnico-jurídico do Gaeco e enfraqueceu a atuação institucional do órgão no enfrentamento ao crime organizado.

“Os subscritores entendem que tal posicionamento, além de destoar das premissas que orientaram o criterioso trabalho investigativo desenvolvido no caso, enfraquece a atuação institucional do Ministério Público no combate ao crime organizado, produzindo impactos negativos na credibilidade das investigações complexas e na efetividade das medidas cautelares indispensáveis à repressão qualificada dessas organizações, além das implicações já oportunamente levadas ao conhecimento de Vossa Excelência”, apontou o pedido de exoneração.

Como resposta, o procurador-geral soltou uma nota afirmando que a exoneração em estruturas administrativas e em cargos de coordenação “são eventos naturais na dinâmica institucional e não comprometem a continuidade das ações estratégicas”.

A nota diz ainda que as medidas adotadas e propostas pela Procuradoria-Geral estão em conformidade com a Constituição Federal e a legislação vigente.

“As decisões proferidas e as medidas requeridas não extrapolam os limites da lei, tampouco representam qualquer tentativa de abrir mão ou contornar as normas que regem o processo penal. Em verdade, observam os critérios legais que estabelecem que medidas mais gravosas, como a prisão, somente devem ser aplicadas quando estritamente necessárias”, diz a nota.

Com a exoneração, o procurador-geral nomeou o procurador de Justiça Haroldo Paiva de Brito para coordenar o Gaeco e a Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (CAEI). A nota diz ainda que os demais integrantes da nova equipe serão nomeados para continuidade aos trabalhos.

“O Ministério Público do Maranhão reafirma que seguirá atuando com responsabilidade, firmeza e respeito às leis, combatendo a criminalidade e defendendo o patrimônio público, sempre com equilíbrio, justiça e compromisso com a sociedade maranhense”, encerra a nota.

Ao decidir pela manutenção da prisão dos investigados, a desembargadora determinou a aplicação de prisão domiciliar apenas para a pregoeira do município, Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira, por ter sido diagnosticada com câncer de útero. Ela terá monitoramento eletrônico.

 

General preso por golpe vai trabalhar no Comando Militar do Planalto

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General preso por golpe vai trabalhar no Comando Militar do Planalto


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Mário Fernandes, condenado como um dos autores intelectuais do plano de golpe de Estado julgado pela Corte, a trabalhar no Comando Militar do Planalto, em serviços como a revisão de produtos doutrinários e literários utilizados pelos militares. General preso por golpe vai trabalhar no Comando Militar do Planalto | Cidade AC News – Notícias do AcreGeneral preso por golpe vai trabalhar no Comando Militar do Planalto | Cidade AC News – Notícias do Acre

Fernandes cumpre pena de 26 anos e seis meses de prisão no próprio Comando Militar do Planalto, por seu envolvimento no núcleo 2 da trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro ilegalmente no poder. 

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De acordo com os autos do processo, Fernandes foi o responsável por elaborar o plano Punhal Verde e Amarelo, que foi encontrado pela Polícia Federal (PF) e que previa diversas ações para a realização de um golpe de Estado em 2022, incluindo o sequestro e assassinato de autoridades como o próprio Moraes, além do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. 

Durante o governo Bolsonaro, Mário Fernandes foi chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

A defesa do general apresentou a Moraes um plano de trabalho elaborado pelo Comando Militar. O general prestará serviços “de cunho intelectual” à Diretoria de Patrimônio Histórico e Cultural do Exército e ao Centro de Doutrina do Exército. Entre as suas atribuições do militar da reserva está a “revisão de produtos doutrinários e literários”, informa o documento. 

Moraes afirmou que o trabalho do preso deve “ser estimulado como instrumento de ressocialização”. O ministro destacou que o ordenamento jurídico assegura ao preso o “direito-dever” de trabalhar. 

Ao ser condenado, Fernandes foi considerado culpado de praticar cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. 

Moraes nega mais um recurso de Bolsonaro contra condenação por golpe

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Moraes nega mais um recurso de Bolsonaro contra condenação por golpe


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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (13) mais um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que buscava novamente reverter a pena de 27 anos e três meses de prisão à qual ele foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.Moraes nega mais um recurso de Bolsonaro contra condenação por golpe | Cidade AC News – Notícias do AcreMoraes nega mais um recurso de Bolsonaro contra condenação por golpe | Cidade AC News – Notícias do Acre

Os advogados de Bolsonaro protocolaram o novo recurso na segunda (12). No agravo regimental, a defesa pleiteava levar o caso para discussão no plenário do Supremo, alegando que o Regimento Interno do Supremo não prevê quórum mínimo para que o colegiado julgue recursos contra decisões das turmas.

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Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo em setembro. Pouco depois, a defesa entrou com uma apelação do tipo embargos infringentes, que permite à defesa insistir pela absolvição e usar argumentos de algum voto divergente. No caso, o único voto divergente foi do ministro Luiz Fux, que se posicionou pela absolvição do ex-presidente e a anulação do caso.

Moraes, contudo, negou andamento aos infringentes. Ele justificou a decisão afirmando que a jurisprudência do Supremo, ao menos desde 2017, estabeleceu a necessidade de no mínimo dois votos divergentes para que esse tipo de embargo seja aceito.

Na segunda, os advogados alegaram que em nenhuma parte do Regimento Interno pode ser encontrada essa limitação de quórum, e que negar o direito de Bolsonaro ser julgado pelo plenário seria uma violação de direitos humanos, por impossibilitar que o ex-presidente tenha acesso ao duplo grau de jurisdição.

Na decisão desta terça, Moraes não chegou a analisar o mérito dos argumentos da defesa. O ministro-relator negou andamento ao apelo afirmando ser “absolutamente incabível juridicamente a interposição desse recurso após o trânsito em julgado do Acórdão condenatório”.

Atualmente, Bolsonaro está preso em uma sala especial nas instalações da Polícia Federal (PF) em Brasília. O ex-presidente já obteve autorização mais de uma vez para ser deslocado a um hospital particular, inclusive para a realização de uma cirurgia de hérnia inguinal.

Por diversas vezes, a defesa pediu autorização para que Bolsonaro cumpra pena em casa, por motivos humanitários de saúde, mas todas foram negadas por Moraes. Para o ministro, a lei não permite a concessão do benefício, pois a PF teria condições de oferecer atendimento adequado ao ex-presidente.

Bolsonaro foi condenado por cinco crimes: liderar organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado. Os últimos crimes estão ligados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes da República.

Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

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Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Acre (PCAC) e o Ministério Público resultou no cumprimento de mais de 100 ordens judiciais nesta quarta-feira, 13, no Acre e em outros estados do país. A ofensiva, batizada de Operação Casa Maior, teve como foco o enfrentamento a uma organização criminosa com forte atuação interestadual, envolvida em tráfico de drogas, extorsão e crimes violentos.

Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados | Cidade AC News – Notícias do Acre
Polícia Civil do Acre e o Ministério Público concederam entrevista coletiva para apresentar detalhes e novos desdobramentos da Operação Casa Maior, que combate o crime organizado com atuação no Acre e em outros estados. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Secom

No Acre, a operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e executada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Ao todo, foram expedidos 62 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso. Até o momento, 15 pessoas foram presas, mais de R$ 27 mil em dinheiro foram apreendidos, além de uma arma de fogo, munições e veículos.

Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados | Cidade AC News – Notícias do Acre
Até o momento, 15 pessoas foram presas e houve apreensão de dinheiro, arma de fogo, veículos e bloqueio de contas ligadas ao crime organizado. Foto: Emerson Lima/ PCAC

As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso. Segundo as autoridades, devido à ampla ramificação da organização criminosa, a operação precisou ser estendida para outros seis estados da federação, onde alvos estratégicos foram localizados e presos.

Em coletiva de imprensa, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, frisou que a operação representa apenas mais uma etapa de um trabalho investigativo contínuo de anos de investigação.

“As investigações não param por aqui. Estamos falando de um grupo criminoso altamente estruturado, que atuava na cobrança de pedágio de comerciantes, deliberava comandos para execuções e exercia papel decisivo dentro da organização criminosa. Não descartamos novas prisões e apreensões, pois esse trabalho não se encerra com a operação de hoje. As investigações continuam”, destacou o delegado-geral.

Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados | Cidade AC News – Notícias do Acre
Arma de fogo e munições foram apreendidos durante a ação policial: Foto: Dhárcules Pinheiro

O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Bernardo Albano, ressaltou a complexidade da investigação e o alcance interestadual do esquema criminoso. “Foi identificada uma ligação direta entre criminosos do Acre com presos do sistema prisional do Rio de Janeiro e também com foragidos daquele estado. A investigação revelou ainda a participação de advogados já condenados por integrar organização criminosa, além do envolvimento de esposas de lideranças, que passaram a expedir ordens após a prisão de seus maridos”, afirmou o promotor.

As apurações também identificaram e resultaram no bloqueio de um grande fluxo financeiro utilizado para financiar as atividades criminosas e manter o padrão de vida das lideranças da facção. Além disso, os investigadores conseguiram mapear o processo decisório interno, as disputas de poder e a hierarquia dentro da organização.

Além do tráfico de drogas, a Operação Casa Maior desarticulou esquemas de extorsão contra comerciantes do centro de Rio Branco, que eram obrigados a pagar supostas “taxas de segurança” impostas por criminosos. A ação representa um duro golpe contra o crime organizado e reforça a atuação integrada das forças de segurança e do Ministério Público no combate às facções criminosas no Acre e no país.

Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados | Cidade AC News – Notícias do Acre
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Homicídio em Tarauacá é esclarecido pela Polícia Civil do Acre após trabalho minucioso

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Homicídio em Tarauacá é esclarecido pela Polícia Civil do Acre após trabalho minucioso

Após mais de um mês de intensas investigações, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de Investigadores da Delegacia-Geral de Tarauacá, elucidou o homicídio que vitimou Gilberlândio de Castro Souza. Nesta segunda-feira, 12, foi realizado o cumprimento de três mandados de prisão contra os autores do crime.

Homicídio em Tarauacá é esclarecido pela Polícia Civil do Acre após trabalho minucioso | Cidade AC News – Notícias do Acre
PCAC elucida homicídio e prende três envolvidos em Tarauacá. Foto: cedida

Os mandados foram em desfavor de M.A.O.V. e dois irmãos da etnia Kaxinawá, apontados como responsáveis pelo homicídio. De acordo com a Polícia Civil, os três investigados são réus confessos, tendo admitido a participação no crime durante os atos investigatórios.

“Ao longo da apuração, a equipe policial realizou conduções de pessoas à delegacia, colheu diversos depoimentos, efetuou um levantamento minucioso de provas e analisou informações fundamentais que levaram à identificação dos autores”, enfatizou o delegado José Ronério, que preside o inquérito policial.

Diante da robustez do conjunto probatório e das confissões dos envolvidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva dos investigados. O pedido foi devidamente analisado e deferido pelo Poder Judiciário.

Os autores foram presos e permanecem à disposição da Justiça, onde responderão pelo crime e às demais providências legais cabíveis.

Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão em Tarauacá nesta segunda-feira

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Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão em Tarauacá nesta segunda-feira

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Tarauacá, cumpriu nesta segunda-feira, 12, dois mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário, em ações distintas realizadas no município.

Polícia Civil cumpre dois mandados de prisão em Tarauacá nesta segunda-feira | Cidade AC News – Notícias do Acre
Dois mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário foram cumpridos pela Polícia Civil em Tarauacá, em ações distintas relacionadas à violência doméstica e ao descumprimento de monitoramento eletrônico. Fotos: cedidas

O primeiro mandado foi cumprido em desfavor de C.F.L., investigado por crime previsto na Lei Maria da Penha, em razão de violência doméstica. Após a prisão, o acusado foi conduzido à unidade policial para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.

Já o segundo mandado de prisão foi cumprido contra F.A.S.J., em decorrência do descumprimento das medidas impostas no regime de monitoramento eletrônico. A violação das condições estabelecidas pela Justiça resultou na regressão de regime e, consequentemente, na expedição da ordem judicial.

Após o cumprimento das determinações judiciais, ambos os presos foram encaminhados ao hospital local, onde passaram por exames de corpo de delito. Em seguida, foram apresentados na Delegacia-Geral de Tarauacá, onde permanecem à disposição da Justiça para as providências legais.

 

Delegado-geral destaca avanços da Polícia Civil do Acre e apresenta balanço das ações de 2025 em entrevista à Gazeta

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Delegado-geral destaca avanços da Polícia Civil do Acre e apresenta balanço das ações de 2025 em entrevista à Gazeta

Nesta segunda-feira, 12 de janeiro, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre (PCAC concedeu entrevista ao programa Gazeta Entrevista, onde apresentou um balanço das principais ações e resultados alcançados pela instituição ao longo de 2025.

Delegado-geral destaca avanços da Polícia Civil do Acre e apresenta balanço das ações de 2025 em entrevista à Gazeta | Cidade AC News – Notícias do Acre
Em entrevista ao programa Gazeta Entrevista, o delegado-geral da Polícia Civil do Acre apresentou os principais resultados de 2025, destacando os programas Bem-Me-Quer e Pacificar, além de avanços na estrutura e no trabalho investigativo da PCAC.

Durante a entrevista, o delegado-geral destacou programas estratégicos que têm fortalecido a atuação da Polícia Civil no estado, com ênfase para os projetos Bem-Me-Quer e Pacificar. O programa Bem-Me-Quer tem como foco o atendimento especializado e humanizado a mulheres vítimas de violência, garantindo acolhimento adequado, orientação e encaminhamento célere das demandas, reforçando o compromisso da PCAC no enfrentamento à violência doméstica e familiar.

Outro destaque foi o programa Pacificar, que obteve resultados expressivos ao longo do ano, realizando mais de 800 acordos por meio de audiências de conciliação e mediação de conflitos. A iniciativa tem contribuído para a resolução pacífica de demandas, redução da judicialização de conflitos e fortalecimento da cultura do diálogo.

Na área de infraestrutura, o delegado-geral ressaltou a entrega da Delegacia de Rodrigues Alves totalmente revitalizada, proporcionando melhores condições de trabalho aos servidores e um atendimento mais digno à população. Também foi entregue a unidade física do Qualivida, espaço voltado à valorização e ao cuidado com a saúde e o bem-estar dos profissionais da Polícia Civil.

No campo operacional, os números também refletem a intensidade do trabalho desenvolvido pela instituição. Em 2025, a PCAC realizou 1.051 medidas protetivas, instrumentos legais fundamentais para garantir a segurança das vítimas, impondo restrições aos agressores, como afastamento do lar e proibição de contato. Além disso, foram instaurados mais de 1.300 inquéritos policiais, todos devidamente concluídos e remetidos ao Poder Judiciário, reforçando o compromisso da Polícia Civil com a investigação qualificada e a responsabilização criminal.

Ao final da entrevista, o delegado-geral enfatizou que os resultados apresentados são fruto do empenho e da dedicação dos servidores da Polícia Civil do Acre, aliados a investimentos estratégicos e políticas públicas voltadas à modernização da instituição e à proteção da sociedade acreana.

Juristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela

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Juristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela


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Um grupo de juristas e de organizações sociais e de direitos humanos pediu ao Tribunal Penal Internacional (TPI) a abertura de investigação preliminar para apurar possíveis crimes contra a humanidade cometidos pelos Estados Unidos (EUA) em águas internacionais do Caribe e na invasão da Venezuela.Juristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela | Cidade AC News – Notícias do AcreJuristas pedem que tribunal internacional investigue ação na Venezuela | Cidade AC News – Notícias do Acre

“A comunicação denuncia crimes de guerra, crimes contra a humanidade, crime de agressão, tomada de reféns, pilhagem, desaparecimentos forçados e graves violações do direito internacional humanitário”, afirma, em comunicado, a Associação Americana de Juristas (AAJ), uma das entidades envolvidas na denúncia.

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O parecer pede que o TPI analise as responsabilidades penais do presidente dos EUA, Donald Trump, do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, nas ações descritas no documento.  

Tomada de reféns

Os especialistas consideram que o sequestro do presidente Nicolas Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, configura crime de “tomada de reféns” e crime de privação ilegal de liberdade de pessoas protegidas pela Convenção de Genebra, como é o caso dos chefes de Estado.

Ao examinar as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, e de outras autoridades de Washington, os juristas avaliam que a captura de Maduro teve como objetivo controlar os recursos naturais da nação sul-americana, dona das maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo.

“Pode-se, portanto, inferir que a libertação do presidente está condicionada a concessões políticas, institucionais ou militares por parte do Estado venezuelano ou de outras autoridades”, diz o comunicado da AAJ.

Para os especialistas, a detenção do presidente como instrumento de pressão contra o Estado venezuelano “constituiria o crime de guerra de tomada de reféns nos termos do Artigo 8 do Estatuto de Roma”.

Ataques a embarcações

O grupo de juristas e organizações pede ainda que o TPI investigue os ataques dos EUA contra embarcações no Cariba a partir do final de 2025, o que já teria causado a morte de 104 pessoas, sob a justificativa de operações de combate ao narcotráfico.

“Essas ações resultaram na destruição de embarcações e na morte de civis, sem autorização judicial, sem aviso prévio e sem respeito aos princípios de distinção, necessidade e proporcionalidade consagrados no direito internacional humanitário”, diz a associação.

Ataques a áreas civis na Venezuela

O pedido direcionado ao TPI solicita ainda que o tribunal investigue a invasão da Venezuela, executada sem autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas, sem o consentimento do Estado venezuelano e sem uma declaração formal de guerra, “em violação direta ao Artigo 2(4) da Carta das Nações Unidas”.

O comunicado destaca que a ação resultou na morte de 100 civis, dezenas de feridos e destruição de propriedades civis, como na Ciudad Tiuna, em Caracas, conjunto habitacional que abriga cerca de 20 mil civis, e áreas vizinhas, como os distritos urbanos de Coche e El Valle.

“Milhares de famílias foram forçadas a fugir de suas casas durante as primeiras horas da madrugada, constituindo um episódio sem precedentes de deslocamento forçado dentro da Venezuela”, diz o documento.

A denúncia classifica ainda que a apreensão, pelos EUA, de petroleiros que saem da Venezuela de “pilhagem” e “apropriação ilegal de bens civis”.

“Solicita-se ainda a investigação do crime de desaparecimento forçado, tendo em vista que a situação atual das tripulações das embarcações apreendidas ilegalmente não foi divulgada e não há prova de vida”, diz o parecer apresentado ao Tribunal Penal Internacional.

Atuação do TPI

Apesar dos Estados Unidos (EUA) não serem signatários do TPI e, por isso, não terem obrigações com o tribunal internacional, a Corte pode, em tese, julgar casos envolvendo autoridades de países não signatários.

Uma das possibilidades é julgar crimes cometidos em territórios de países que compõem o tribunal ou que de crimes de competência do TPI, como crimes de agressão e outros.

Exemplos recentes foram os mandados de prisão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por supostos crimes de guerra na Faixa de Gaza; e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, devido à guerra na Ucrânia.

Nem Rússia, nem Israel são signatários do TPI. Por outro lado, o Estatuto de Roma determina que os 124 países signatários, entre eles o Brasil, têm a obrigação de cumprir as ordens de prisões do tribunal sediado em Haia, nos Países Baixos.

Criado em 2002 com base no Estatuto de Roma, o TPI julga pessoas acusadas de crimes contra a humanidade, como crimes de genocídio e crimes de guerra, quando os judiciários nacionais não atuam para reprimir esses delitos.

Conheça o ICE: polícia migratória de Trump alvo de protestos nos EUA

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Conheça o ICE: polícia migratória de Trump alvo de protestos nos EUA


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O Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos está no centro dos mais de mil protestos que tomaram as ruas dos Estados Unidos (EUA) nos últimos dias. Conheça o ICE: polícia migratória de Trump alvo de protestos nos EUA | Cidade AC News – Notícias do AcreConheça o ICE: polícia migratória de Trump alvo de protestos nos EUA | Cidade AC News – Notícias do Acre

Os atos são uma reação da sociedade à ação dos agentes da imigração que resultou no assassinato da estadunidense Renee Nicole Good, morta a tiros no último dia 7 de janeiro por funcionários do ICE.

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Criada em março de 2003 no contexto da invasão do Iraque, a agência uniu os antigos serviços de alfândega e imigração dos EUA com a missão de combater a imigração ilegal que ameaçaria a segurança do país.

ICE em números


Homeland Security Investigations (HSI) agents stand next to their vehicle after stopping while conducting operations, following the fatal shooting of Renee Nicole Good by a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) agent, in a neighborhood in south Minneapolis, Minnesota, U.S., January 12, 2026. REUTERS/Seth Herald

Agentes do ICE em Minneapolis. – REUTERS/Seth Herald/Proibida reprodução

Na atual administração de Donald Trump, o orçamento do ICE triplicou, chegando a US$ 29,9 bilhões ao ano, segundo cálculos da Conselho Americano de Imigração, que fornece apoio a imigrantes nos EUA.

O valor destinado a fiscalização e deportação de imigrantes supera as Forças Armadas de quase todas as nações do mundo, com exceção de 16 países, segundo dados de despesas militares da SIPRI Fact Sheet, referência mundial no tema.

A instituição ainda contratou mais 12 mil agentes no primeiro ano do governo Trump, chegando a 22 mil policiais, aumento de 120% em relação ao efetivo anterior.

Outros US$ 45 bilhões foram destinados à construção de centros de detenção para imigrantes.

“Isso representa um aumento de 265% no orçamento anual do ICE para detenção. É um orçamento 62% maior do que todo o sistema prisional federal”, afirma o Conselho Americano de Imigração.

A agora poderosa agência de imigração dos EUA é responsável por cumprir uma das principais promessas de campanha de Trump: a de deportar, em média, 1 milhão de imigrantes sem documentos por ano.

Ao todo, os EUA têm 14 milhões de pessoas em situação irregular no país, segundo cálculos da Pew Research Center, centro de pesquisa sediado em Washington.

Métodos agressivos 


A member of U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) restrains a protester trying to block vehicles from leaving the scene after a driver of a vehicle was shot in Minneapolis, Minnesota, U.S., January 7, 2026.  REUTERS/Tim Evans     TPX IMAGES OF THE DAY

Agentes do ICE em abordagens agressivas – Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução

Os métodos aplicados pelos agentes do ICE para bater esta meta são considerados agressivos, por organizações de direitos humanos, em especial em bairros de população não branca.

As denúncias de violações de direitos vêm aumentando e incluem, para além da agressividade nas ações, deportações sem o devido trâmite do processo legal. 

Muitas vezes, as operações são realizadas com carros sem identificação e com agentes mascarados, que prendem pessoas no meio da rua ou em escolas, igrejas ou locais onde haja a suspeita de que vivam ou trabalhem imigrantes sem documentos.

O professor emérito de história da Universidade de Brown, dos Estados Unidos, James N. Green, destacou que os agentes do ICE só podem prender um imigrante com decisão judicial e caso seja procurado por algum crime. 

Porém, como as metas estabelecidas pelo governo são muito altas, o especialista avalia que a agência precisa adotar métodos mais agressivos.

“Eles usam máscaras e essa truculência para assustar as pessoas, para que cedam e se entreguem, pensando que não tem outra opção. Agora, há um grande movimento nos EUA para educar as pessoas sobre os seus direitos. O que eles podem falar, o que não tem o que falar para se manterem seguros”, disse James.

Reação da sociedade


A demonstrator holds a picture of Renee Nicole Good as people protest against the fatal shooting of Good by a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) agent, during a rally against increased immigration enforcement across the city outside the Whipple Building in Minneapolis, Minnesota, U.S., January 8, 2026. REUTERS/Tim Evans

Manifestante segura cartaz com um foto de Renee Good, em protesto contra o ICE em Minneapolis. No cartaz lê-se: Qual de nós eles matarão em seguida?  – Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução

O assassinato a tiros da estadunidense Renee Nicole Good por agentes da ICE gerou uma onda de comoção pelo país.

O especialista James N. Green, também presidente do Washington Brazil Office (WBO), afirma que a ação truculenta do ICE faz as comunidades se mobilizarem para proteger imigrantes.

“As pessoas estão indo para as ruas para denunciar o ICE e ajudar os indocumentados para se esconder para não ser preso. É uma solidariedade impressionante que está acontecendo nos EUA, que eu nunca vi. É uma solidariedade de brancos com pessoas não brancas, com latino-americanas, com pessoas de outros países”, destacou.

Ao comentar a situação em Minnesota, onde Renee foi assassinada, o ICE lamentou que manifestantes tentem interferir no trabalho da agência.

“Enquanto o ICE luta para deportar os piores imigrantes ilegais criminosos de Minnesota – incluindo estupradores de crianças, assassinos e outros – manifestantes violentos e agitadores tentam ativamente proteger esses criminosos cruéis, interferindo e obstruindo as operações do ICE”, informou a instituição.
 


SENSITIVE MATERIAL. THIS IMAGE MAY OFFEND OR DISTURB    People gather for a vigil in memory of Renee Nicole Good, who was shot and killed by a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) agent, in Seattle, Washington, U.S. January 8, 2026.  REUTERS/David Ryder

Protestos contra o ICE em Seattle – REUTERS/David Ryder – Proibido a reprodução

Polícia política

A ação do ICE tem gerado críticas de políticos democratas, organizações de direitos humanos e especialistas. O historiador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Francisco Carlos Teixeira da Silva avalia que o ICE sob Trump tem se transformado em uma polícia política.

“O ICE é a Gestapo [polícia secreta da Alemanha nazista] de Trump. Seu alvo é o ‘outro conveniente’, o indígena, o negro e o pardo, que não fala inglês”, comentou o especialista.

A organização não governamental Represent Us, dos EUA, avalia que a agência atua com poucos controles, na comparação com outras agências.

“O ICE é obrigado a seguir a Constituição dos EUA e a lei federal. No entanto, quando a agência foi criada após o 11 de setembro, recebeu autoridades únicas e ampla liberdade para aplicar as leis de imigração e apoiar os esforços antiterroristas do FBI com menos transparência e menos salvaguardas do que outras agências de aplicação da lei”, disse a organização que se apresenta como “não partidária”.

Em entrevista ao programa Brasil no Mundo da TV Brasil, o cientista político Fábio de Sá e Silva destacou que as instituições estadunidenses têm sido lenientes com a atuação do ICE.  

“Toda a ação do ICE vinha sendo incrivelmente legitimada pelas instituições. O Congresso americano, que poderia fazer um contraponto a essa atuação na sua função de fiscalização do poder Executivo, não iniciou nenhum procedimento”, comentou o professor na Universidade de Oklahoma, nos EUA.

Silva acrescentou que a Suprema Corte também tem legitimado as ações do ICE:

“Tem uma decisão que permitiu que o ICE pudesse fazer abordagem com base em estereótipos, com base na língua que as pessoas falam nas ruas e com base no que ela se parece.”

 

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