quarta-feira, 28 janeiro, 2026
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Equipe acreana transformou arqueologia amazônica em tecnologia e garantiu vaga para etapa nacional da FLL

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Acrebóticos robótica apresenta projeto sobre geoglifos amazônicos na FLL em Manaus
Acrebóticos robótica apresenta projeto sobre geoglifos amazônicos na FLL em Manaus

Manaus – AM | Atualizado em 22/11/2025, às 17h00
Leitura rápida: 3 min

A equipe Acrebóticos, da Escola SESI de Referência de Rio Branco (AC), participou nesta semana, em Manaus, do torneio FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED, reforçando mais uma vez o papel da Acrebóticos como vitrine de robótica educacional no Acre. O desafio deste ano propôs identificar uma dificuldade enfrentada por arqueólogos e apresentar uma solução eficiente — e foi aí que o Acre entrou em cena com um projeto inspirado nos geoglifos amazônicos.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

O desafio: unir arqueologia, tecnologia e preservação

A FLL é reconhecida mundialmente por promover aprendizagem prática e cidadania tecnológica. A temporada UNEARTHED exigiu que cada equipe:

• identificasse um problema real da arqueologia
• desenvolvesse uma solução inovadora
• apresentasse um projeto de impacto comunitário
• executasse as missões técnicas no tapete oficial do Desafio do Robô

Tudo isso respeitando os Core Values: Descoberta, Inovação, Impacto, Inclusão, Trabalho em Equipe e Diversão — além de Gracious Professionalism® e Coopertition®, pilares éticos da liga.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

Acrebóticos integra arqueologia e inovação na FLL

A solução desenvolvida pela Acrebóticos chamou atenção por transformar os geoglifos amazônicos em uma trilha pedagógica que conecta ciência, patrimônio e tecnologia:

• mitos e narrativas dos povos ancestrais
• conhecimentos científicos sobre os sítios arqueológicos
• a importância da preservação desses monumentos
• métodos acessíveis de educação patrimonial

A proposta busca gerar consciência coletiva: quanto mais a população entende o valor dos geoglifos, mais tempo e condições os arqueólogos ganham para estudar, documentar e proteger esse patrimônio histórico.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

Expansão para escolas e espaços educativos

A Acrebóticos consolidou-se como referência no Acre, resultado de esforço contínuo, disciplina e dedicação exemplar. O projeto deixou de ser apenas uma iniciativa escolar para se tornar uma verdadeira mola propulsora que inspira outras instituições. A proposta pode — e deve — alcançar todos os públicos e faixas etárias, ampliando seu impacto em:

• escolas públicas e privadas
• museus, bibliotecas e centros culturais
• eventos de ciência e tecnologia

A meta é que o projeto ultrapasse os limites da FLL e se transforme em uma ferramenta permanente de educação amazônica, fortalecendo vocações científicas e preservando a memória ancestral da região.

FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED

A equipe que representou o Acre

7º ano: Filipe Muniz, Ysadora Nascimento, Luiza Aguiar
8º ano: Maria Clara, Daniel Pereira, Luiz Francisco
9º ano: Annie Heloíse, Breno da Mota, Beatriz Sales

Técnicos responsáveis: Eucimar Rocha e Jusley Santos.


Para alegria dos alunos do SESI, a equipe Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral. Com o resultado, a Acrebóticos está classificada para o Circuito Nacional, que será realizado na Bienal de São Paulo em 2026. Parabéns aos Técnicos responsáveis: Eucimar Rocha e Jusley Santos.

Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral.
Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral.

O que se sabe até agora

• A Acrebóticos concluiu todas as missões técnicas e ajustes do robô.
• O projeto da Acrebóticos foi validado por educadores e pesquisadores.
Acrebóticos conquistou o Champion’s Award da FIRST LEGO League (FLL), garantindo o terceiro lugar geral e estará  representando o estado na Bienal em São Paulo em Março de 2026


FAQ — Perguntas rápidas

1. O que é a FLL?
Um torneio internacional de robótica educacional que estimula solução de problemas reais.

2. Por que os geoglifos foram escolhidos?
Porque são patrimônios arqueológicos únicos da Amazônia e exigem preservação urgente.

3. O Acre já competiu antes?
Sim. O SESI Acre é referência regional em equipes de robótica e inovação.


Leia também

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Link externo

https://www.portaldaindustria.com.br/sesi/ (Informações oficiais do SESI e da FLL)


Conclusão

A Acrebóticos levou para a FLL mais do que um robô: levou identidade amazônica, ciência e memória ancestral.

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Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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Fotos Cedidas:

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FIRST LEGO League (FLL) – temporada UNEARTHED
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Acrebóticos robótica apresenta projeto sobre geoglifos amazônicos na FLL em Manaus
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Saúde do Acre enfrenta críticas por desabastecimento

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Avanços logísticos não escondem falhas de gestão de pessoas e denúncias de falta de remédios básicos em unidades de ponta.

📍 Rio Branco – AC | 30 de setembro de 2025 | Atualizado há 1h

Saúde Acre gestão em foco na Sesacre
Fachada da SESACRE em Rio Branco (AC), sede da gestão estadual de saúde

Na gestão atual da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), chefiada pelo médico Pedro Pascoal, profissional formado em medicina e com histórico de atuação no SAMU e em diferentes unidades da rede pública, a imagem inicial de eficiência técnica foi marcada por avanços visíveis na logística e pela redução das crises de desabastecimento que, no passado, eram constantes nas manchetes. No entanto, relatos de servidores e usuários apontam fragilidades na condução da política de recursos humanos, na resolutividade da rede de atenção básica e até no fornecimento de medicamentos comuns, o que levanta questionamentos sobre a real prioridade da pasta e sobre a coerência entre discurso e prática.

Um gestor técnico que conhece a ponta

Pedro Pascoal não chegou à Sesacre como um político tradicional. Ele é médico, e sua trajetória profissional foi marcada pela atuação direta em unidades de urgência, especialmente no SAMU. Essa vivência lhe deu um olhar diferenciado sobre a realidade dos atendimentos e o cotidiano de profissionais que trabalham em condições muitas vezes precárias.

O fato de conhecer a rotina de plantões, a falta de insumos e as limitações da rede de saúde foi um dos argumentos que sustentaram sua escolha para o cargo. A lógica era simples: se alguém já viveu os problemas da ponta, teria condições de conduzir soluções mais realistas na gestão central.

Contudo, ao longo do tempo, a prática mostrou que ser técnico não basta. Governar a saúde pública exige também liderança política, capacidade de comunicação e, sobretudo, valorização do servidor.

Avanços logísticos reconhecidos

É preciso reconhecer que a Sesacre, sob comando de Pascoal, conseguiu reduzir os chamados “apagões” — momentos em que a falta de medicamentos atingia toda a rede e ocupava manchetes negativas. Produtos como dipirona, omeprazol e antibióticos básicos, que antes eram constantemente apontados como ausentes, tiveram uma reposição mais organizada.

Houve melhorias também no fluxo de insumos hospitalares, na regulação de leitos e na organização de compras emergenciais. Para o paciente comum, isso significou menos idas em vão à farmácia de referência.

Mas esse avanço não foi suficiente para neutralizar outras falhas que permanecem: servidores desmotivados, processos administrativos em excesso e denúncias de desabastecimento pontual de itens essenciais.

Servidores entre processos e desvalorização

Saúde do Acre enfrenta críticas por desabastecimento | Cidade AC News – Notícias do Acre

A crítica mais recorrente é o distanciamento da gestão em relação aos servidores. Estima-se que centenas de trabalhadores da saúde estejam hoje em processos administrativos disciplinares (PADs). Muitos relatam sensação de perseguição e falta de diálogo, o que fragiliza o ambiente interno.

Na visão de sindicatos e representantes de classe, a secretaria estaria mais preocupada em manter a imagem institucional do que em valorizar quem sustenta o sistema. O gabinete, que deveria funcionar como porta aberta para o servidor, é visto como blindado e inacessível.

Essa postura gera um paradoxo: ao mesmo tempo em que o secretário é lembrado por visitar unidades e ouvir pacientes, internamente sua equipe é criticada por falta de acolhimento e por decisões consideradas autoritárias.

Em 2023, Pedro Pascoal fez duas declarações que ecoaram dentro e fora dos corredores da Sesacre. Primeiro, afirmou: “Eu sou médico e pretendo trabalhar na Saúde que eu vou deixar depois dos quatro anos, então a valorização dos servidores tem que ser de uma forma urgente.” Segundo, reforçou: “Desistir não é uma opção. Vamos lutar até o último minuto.”
Essas frases, ditas com firmeza no início da gestão, hoje voltam à tona como contraste. Para servidores que enfrentam PADs e para usuários que relatam falta de medicamentos, a sensação é de que o compromisso assumido não foi plenamente traduzido em ações.

Reflexão necessária

O afastamento do trabalho, as terapias, os medicamentos e a socialização não são favores, mas direitos fundamentais do servidor. Negá-los é violar a dignidade humana. Ainda assim, o Estado trata o adoecimento como indisciplina, ignorando as causas estruturais: sobrecarga, falta de apoio e ambiente precário.

O resultado é um ciclo perverso: o servidor adoece, não recebe suporte, é punido e judicializa. Esse modelo enfraquece não apenas o sistema de saúde, mas também a confiança nas instituições.

A pergunta central que o Acre precisa responder é: qual o valor da vida e da saúde do servidor para o Estado? A resposta definirá como a sociedade entende a relação entre trabalho, dignidade e humanidade.

Faltam medicamentos básicos nas UPAs

A percepção pública da saúde costuma se traduzir na prateleira da farmácia. Se o remédio está disponível, há confiança. Se falta, a descredibilização é imediata.

Embora os grandes apagões de anos anteriores tenham sido controlados, usuários relatam recentemente falta de medicamentos básicos em unidades de pronto-atendimento. Mensagens encaminhadas à redação citam desabastecimento em itens de uso rotineiro. Essa fragilidade, mesmo que pontual, corrói o discurso de eficiência.

A falta de medicamentos na rede pública do Acre é uma mini-série que invariavelmente se transforma em novela, repetida a cada temporada com novos capítulos de frustração. Hoje, relatos dão conta de que itens básicos e indispensáveis como prometazina, omeprazol e até tramal injetável estão em falta em unidades de referência e nas UPAs. Não são medicamentos de luxo, mas remédios corriqueiros, usados tanto em situações de urgência quanto em tratamentos contínuos.

A ausência desses insumos evidencia a fragilidade da logística e da governança clínica: o problema deixa de ser técnico para se tornar humano, pois compromete diretamente a qualidade do atendimento e a confiança do paciente no SUS. Quando um pai sai de madrugada em busca de prometazina para uma criança alérgica e encontra a prateleira vazia, ou quando um idoso não encontra omeprazol para o tratamento gástrico, não há justificativa burocrática que sustente a falha. A novela da falta de medicamentos não apenas corrói a credibilidade da gestão, mas expõe, em cada episódio, o custo social da ineficiência.

Gestão de saúde não se mede apenas em relatórios ou indicadores internos. Mede-se também na experiência do paciente que chega a uma UPA em busca de dipirona para uma criança com febre e sai sem atendimento adequado.

Saúde e política no mesmo tabuleiro

A Sesacre é a maior secretaria do governo do Acre. Comanda mais de 8 mil servidores, administra hospitais, UPAs, unidades básicas e a logística de medicamentos em 22 municípios. É uma estrutura que consome uma fatia significativa do orçamento estadual e que influencia diretamente a vida de praticamente toda a população.

Nesse cenário, a presença de Pedro Pascoal como possível pré-candidato a deputado federal deixa de ser apenas especulação: sua candidatura já é uma realidade dentro da Sesacre. A estratégia, segundo fontes internas, é inspirada no modelo utilizado por José Augusto Soares, o “Aiache”, eleito vereador em 2024 após usar a máquina de forma articulada. A diferença, desta vez, é a ambição maior: transformar a estrutura da saúde estadual em trampolim para uma vaga na Câmara Federal.

Além disso, Pascoal foi eleito recentemente vice-presidente da Região Norte do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), um posto que lhe dá visibilidade nacional e reforça sua imagem de gestor técnico e articulado. Esse título, que poderia fortalecer políticas públicas e parcerias, também serve como ativo político para pavimentar sua campanha.

E aqui está o ponto mais grave: quando há uma pretensão política no meio do caminho, tudo muda — os interesses, a velocidade de alguns processos, as prioridades de gestão. O que era para ser cuidado com zelo, vira um gabinete de negociações políticas. É nesse momento que tudo perde o sentido. O usuário sente, o servidor sente, e a própria secretaria sente o peso de uma máquina que se move mais pela lógica da campanha do que pela lógica da vida.

A fragilidade da governança clínica

Governança clínica é um conceito que envolve três pilares: eficiência logística, valorização do capital humano e transparência.

  • Eficiência logística: houve avanços, mas falhas persistem em medicamentos básicos.

  • Capital humano: centenas de servidores em PADs e relatos de desmotivação fragilizam o sistema.

  • Transparência: a comunicação institucional tenta blindar a imagem, mas não responde de forma clara às denúncias de desabastecimento.

O resultado é um sistema que avança em alguns pontos, mas permanece frágil no essencial: a confiança da população.

O que se sabe até agora

  • O secretário Pedro Pascoal é médico e atuou no SAMU antes de assumir a Sesacre.

  • A secretaria reduziu os grandes apagões de medicamentos.

  • Servidores relatam desvalorização e excesso de processos administrativos.

  • Usuários denunciam falta recente de remédios como prometazina, omeprazol e tramal injetável.

  • Em 2023, Pascoal prometeu valorização urgente dos servidores e disse que “desistir não é uma opção”.

  • Sua candidatura a deputado federal já é tratada como realidade na Sesacre.

  • Foi eleito vice-presidente da Região Norte do Conass.

  • Especialistas apontam risco de desgaste eleitoral se as falhas não forem corrigidas.

FAQ – Perguntas e respostas

1. Quem é Pedro Pascoal?
Médico acreano, com atuação destacada no SAMU e experiência em unidades da rede pública.

2. O que melhorou na gestão dele?
Controle dos apagões de insumos e melhorias logísticas em hospitais e UPAs.

3. E os problemas?
Falta de acolhimento aos servidores, PADs em excesso e falta de medicamentos básicos.

4. A falta de medicamentos continua?
Sim, ainda há denúncias em unidades de ponta, mesmo após avanços logísticos.

5. Quantos servidores a Sesacre administra?
Mais de 8 mil, distribuídos em todo o estado.

6. O gestor é pré-candidato?
Sim, sua candidatura a deputado federal é tratada como realidade nos bastidores da Sesacre.

7. Isso interfere na saúde?
Críticos dizem que divide prioridades entre gestão e política.

8. O SUS no Acre é sustentável nesse ritmo?
Especialistas alertam que, sem valorização dos servidores, há risco de retrocesso.

9. Qual o maior desafio hoje?
Reconstruir a confiança de servidores e pacientes, garantindo remédios e acolhimento.

10. O que esperar daqui pra frente?
Se a gestão não ajustar o foco, a novela da falta de medicamentos pode voltar a ser manchete frequente.

Conclusão – Editorial opinativo

A Sesacre avançou em logística, mas a saúde pública não se resume a planilhas e licitações. É feita de gente cuidando de gente. Quando servidores se sentem perseguidos e pacientes não encontram prometazina ou omeprazol, o discurso de gestão técnica perde força.

Pedro Pascoal pode ser um bom médico, mas precisa mostrar que é também um bom gestor de pessoas e de prioridades. O maior patrimônio da saúde não está apenas nos remédios, mas no servidor motivado e no cidadão que confia no SUS.

Gestão técnica sem gestão humana é gestão incompleta. E incompletude, em saúde, cobra seu preço em credibilidade, em votos e, sobretudo, em vidas.

Eu acreditei em você, Dr. Essa frase, que poderia ser dita por qualquer servidor ou paciente, carrega a dor da decepção e a urgência de quem não pode mais esperar.

O Acre não pode mais esperar. A saúde pública não sobrevive de discursos. Ou Pedro Pascoal age agora, ou será mais um nome na longa lista dos que prometeram muito, mas deixaram pouco.

Leia tambem: Demissões na Saúde do Acre

Servidores e usuários do SUS

👉 Este espaço é para você.
📌 Se é servidor da saúde, conte: há acolhimento, respeito e motivação?
📌 Se é usuário do SUS, relate: encontrou medicamento, atendimento digno ou enfrentou falta em sua unidade?

📢 Sua voz fortalece a fiscalização social e mostra o que os relatórios oficiais não revelam. Saúde pública se constrói com transparência, participação e coragem.

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Crise hídrica em Rio Branco: água pouca, desculpa muita

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crise hídrica em Rio Branco – Rio Acre baixo com lixo exposto
Rio Acre em Rio Branco durante a estiagem, com lixo acumulado nas margens.

A crise hídrica em Rio Branco expõe o improviso da gestão e a responsabilidade que também é nossa.

📍 Rio Branco – AC | Atualizado em 30/09/2025

crise hídrica em Rio Branco – Rio Acre baixo com lixo exposto
Rio Acre em Rio Branco durante a estiagem, com lixo acumulado nas margens.


Em Rio Branco, a estiagem deixou de ser exceção para virar rotina. O Rio Acre baixou, as torneiras secaram, os baldes viraram moeda de sobrevivência e os discursos oficiais, mais uma vez, encheram mais que qualquer caixa d’água. A cada ano, a cena se repete com nova maquiagem, mas o roteiro é sempre o mesmo: promessa em alta, planejamento em baixa.

A política do improviso

Aqui, toda seca é tratada como se fosse a primeira. Autoridade corre para coletiva, anuncia “medidas emergenciais” e posa ao lado de um carro-pipa. É uma encenação que se renova a cada setembro, como novela reprisada em horário nobre. O final, porém, o leitor já sabe: a água some, e a gestão segue improvisando.

É como se o improviso fosse política pública. Em vez de planejamento, vêm justificativas. Em vez de obras estruturantes, vêm discursos de ocasião. Enquanto isso, o povo se adapta como pode: balde na cabeça, mangueira atravessada na rua, banho de cuia e café reaproveitado.


O que se sabe até agora

  • O Rio Acre permanece abaixo da cota de segurança.

  • A estiagem já compromete escolas, hospitais e bairros inteiros.

  • Carros-pipa não suprem a demanda e, muitas vezes, chegam “evaporados”.

  • Segundo a previsão, a chuva só retorna em novembro.

Reflexo do descaso

A seca não é surpresa — todo ano ela dá as caras com pontualidade britânica. Surpresa mesmo seria encontrar um gestor preparado. O que falta em água, sobra em desculpa. “Não houve previsão”, “o sistema é antigo”, “a culpa é do clima”. Sempre existe um culpado externo, raramente um responsável interno.

O rio, esse sim, não engana: baixa e mostra tudo que a cidade insiste em esconder. Sofá, bicicleta, geladeira, fogão — não é apenas entulho, é metáfora. O Rio Acre é o espelho da nossa cultura de jogar problema na correnteza e torcer para que desapareça.

O humor que cansa

O acreano é criativo. Improvisa banho de cuia, faz fila na casa do vizinho e até transforma mangueira em ponte. Dá para rir, até certo ponto. Depois de alguns dias, o humor perde a graça, e o improviso cobra caro.

Ironia das ironias: em plena Amazônia, onde a chuva é marca registrada, a capital aprende a viver como se fosse sertão. O que nos falta não é recurso natural. É gestão — e, sejamos honestos, também consciência coletiva.

Perguntas rápidas, respostas diretas

As dúvidas que sempre retornam são simples: por que a seca pega Rio Branco de surpresa todo ano? Porque planejamento, por aqui, virou mito urbano. O que poderia mudar esse cenário? Investimento real, diversificação de mananciais e menos coletiva de imprensa, mais entrega concreta.

Quando o rio baixa, a realidade aparece

E não é só a gestão que falha — nós também temos parcela de culpa. O sofá e a geladeira não caíram sozinhos no leito do rio. Foi a sociedade que tratou o manancial como depósito. Da mesma forma, o desperdício que escorre pela torneira enquanto o vizinho raciona na cuia não é culpa de político. É nosso.

Sim, o poder público é mestre no improviso, mas nós também nos acostumamos com a acomodação. A estiagem expõe o problema duplo: falta responsabilidade lá em cima e sobra descuido aqui embaixo.

Conclusão

A crise hídrica em Rio Branco não é apenas climática. É política, social e cultural. A natureza cumpre seu ciclo: seca no verão, cheia no inverno. Já a gestão insiste em não cumprir o seu, e a população muitas vezes prefere reclamar sem mudar hábitos.

Enquanto isso, seguimos no improviso: transformando balde em coroa, mangueira em ponte e carro-pipa em milagre sobre rodas. Rimos para não chorar, mas a verdade é que improviso não enche caixa-d’água. E cada vez que repetimos esse roteiro, quem paga a conta — salgada e sem desconto — é sempre o mesmo: o cidadão.

💬 E você, vizinho: vai esperar o carro-pipa ou já entendeu que a próxima seca não perdoa nem a nossa própria falta de responsabilidade?

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Demissões na saúde do Acre: quando o Estado escolhe punir em vez de cuidar

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Demissões na saúde do Acre expõem fragilidade legal e abandono de servidores

O Acre atravessa uma das mais graves crises morais e administrativas de sua história. Centenas de servidores efetivos da saúde pública, já fragilizados por transtornos mentais e dependência química, estão sendo demitidos via Processos Administrativos Disciplinares (PADs) como se fossem culpados por adoecer. O que deveria ser enfrentado como direito à saúde virou carimbo de punição.

Esses trabalhadores não são eventuais, mas servidores de carreira, concursados e estáveis, que por anos sustentaram hospitais e postos de saúde mesmo em meio à falta de estrutura e à sobrecarga de trabalho. Muitos adoeceram justamente por conta do ambiente exaustivo, da pressão constante e da ausência de suporte institucional. Ainda assim, em vez de receberem tratamento, foram transformados em alvo de processos que os reduzem a números em portarias.

O Estado, que deveria ser o primeiro a proteger, mostra frieza e indiferença. Ignora laudos, atropela fluxos periciais obrigatórios e transforma sofrimento em “falta funcional”. Essa escolha não é apenas administrativa: é ética, legal e moral.

Demissões na saúde do Acre servidores efetivos vulnerabilidade
Profissionais de saúde enfrentam sobrecarga e adoecimento em meio a PADs no Acre

O que a lei assegura

Estatuto do Servidor (LC nº 39/1993)

  • Licença médica de até 730 dias remunerados.

  • Avaliação obrigatória pela junta médica oficial do Estado.

  • Garantia de contraditório e ampla defesa.

Política Estadual de Saúde Mental (Leis nº 4.314/2024 e nº 4.556/2025)

  • Atendimento psicológico, psiquiátrico e multiprofissional custeado pelo Estado.

  • Programas de prevenção ao suicídio e combate à dependência química.

  • Readaptação funcional e vedação à discriminação.

Em síntese: saúde mental e vícios incapacitantes exigem cuidado e tratamento, não punição.


Fluxo legal de avaliação de saúde

Conforme a Lei Complementar nº 39/1993 (de autoria do então deputado Romiudo Magalhães), o processo de avaliação da capacidade laborativa deve seguir este fluxo obrigatório:

  1. Especialista médico avalia o servidor;

  2. Encaminhamento para a Junta Médica da Acreprevidência;

  3. Emissão de Laudo Médico Pericial oficial.

Com base no laudo, só então podem ser definidas três condições:

  • Retorno ao trabalho;

  • Mudança de função (readaptação);

  • Prorrogação do prazo de afastamento, que pode chegar a 730 dias remunerados.


Fragilidades do processo atual

  • Muitos servidores relatam que não tiveram esse fluxo respeitado.

  • Há questionamentos se as notificações publicadas apenas no Diário Oficial substituem a comunicação direta: “Foi colocado no DOE na busca de funcionário?”

  • Sem o salário, trabalhadores ficam impossibilitados de manter medicação, alimentação e exames médicos, agravando ainda mais seu estado de saúde.


Onde a realidade falha

  • Servidores foram notificados apenas pelo Diário Oficial, sem ciência efetiva.

  • PADs instaurados sem laudos completos da junta médica.

  • Faltou acompanhamento multiprofissional previsto em lei.

  • O adoecimento foi tratado como indisciplina.

Essas falhas comprometem a legalidade dos processos e podem levar à nulidade dos PADs e à reintegração de servidores demitidos, com indenizações retroativas.


Riscos para o Estado e para os servidores

Para os servidores

  • Agravamento de transtornos e risco de suicídio.

  • Perda de renda e exclusão social.

  • Estigma permanente no histórico funcional.

  • Impossibilidade de readaptação profissional.

Para o Estado

  • Reintegrações em massa e pagamentos retroativos.

  • Indenizações milionárias por danos materiais e morais.

  • Responsabilização administrativa de gestores.

  • Judicialização coletiva com sindicatos e Defensoria.

  • Fragilização ainda maior da rede de saúde pública.


⚖️ Em resumo jurídico

  • brechas constitucionais, internacionais e administrativas para contestar as demissões.

  • O Estado corre risco de nulidade dos PADs, indenizações coletivas, ação por improbidade administrativa e até responsabilização pessoal de gestores.

  • A defesa mais forte se ancora em três pilares:

    1. Contraditório negado;

    2. Junta médica ignorada;

    3. Política de Saúde Mental descumprida.


Demissões na saúde do Acre — Cidade AC News
Profissionais de saúde enfrentam sobrecarga e adoecimento em meio a PADs no Acre

Reflexão necessária

O afastamento temporário do trabalho, o acesso a terapias regulares, o fornecimento de medicamentos adequados e a possibilidade de socialização não são privilégios ou favores que o Estado concede a quem adoece. São direitos fundamentais garantidos por lei, conquistados ao longo de décadas de luta e reafirmados em marcos constitucionais e estatutários. Negar esses direitos é mais do que falhar na gestão: é violar a essência da dignidade humana.

Um servidor que adoece precisa de acolhimento, de escuta, de cuidado especializado e de suporte multiprofissional. O que se vê, no entanto, é um Estado que insiste em tratar o adoecimento como se fosse indisciplina, improdutividade ou até desleixo. Essa inversão de lógica desrespeita não apenas a legislação em vigor, mas também os valores éticos mais básicos de qualquer sociedade civilizada.

É preciso lembrar que o adoecimento não acontece em um vácuo. Ele é fruto de pressões diárias no ambiente de trabalho, da sobrecarga de funções, da falta de estrutura e da ausência de suporte institucional. Punir o trabalhador nesse contexto é transferir para o indivíduo a culpa de um sistema que já nasceu combalido. Mais do que um erro jurídico, é um erro estrutural que mina a confiança no Estado e agrava a fragilidade da máquina pública.

O ciclo perverso é claro e já se repete: o servidor adoece → não recebe apoio → é estigmatizado → é punido → judicializa sua situação → e o resultado é um sistema de saúde cada vez mais enfraquecido e uma população desassistida. Trata-se de um círculo vicioso que corrói tanto a base humana do serviço público quanto a confiança social nas instituições.

A reflexão que se impõe é dura, mas inevitável: qual é o valor da vida e da saúde do servidor para o Estado do Acre? Ao responder a essa pergunta, o governo não estará apenas decidindo sobre processos administrativos; estará definindo como a sociedade inteira enxerga a relação entre trabalho, dignidade e humanidade.

📩 Denúncias e relatos podem ser enviados para: [email protected].


Nossa posição

O Acre precisa tomar uma decisão histórica. E essa escolha não pode mais ser adiada. O Estado será lembrado como uma administração que acolheu seus servidores no momento mais frágil de suas trajetórias ou como uma máquina fria que os puniu quando mais precisavam de apoio?

Optar pelo acolhimento significa aplicar a lei como está escrita: garantir licença médica remunerada, laudos periciais completos, acompanhamento multiprofissional e políticas públicas de saúde mental que já foram aprovadas pela Assembleia Legislativa. Significa reconhecer que o servidor público não é descartável, mas sim peça central na engrenagem que garante atendimento de saúde à população. É reafirmar que cuidar de quem cuida é não apenas um dever legal, mas um compromisso moral.

Escolher a via da punição, ao contrário, significará perpetuar a injustiça e abrir espaço para um colapso administrativo e social. Serão inevitáveis as reintegrações determinadas pela Justiça, as indenizações milionárias por danos materiais e morais, a responsabilização administrativa de gestores omissos e a desconfiança crescente da população em relação às instituições. Pior: significará carregar a marca de um Estado que virou as costas para seus trabalhadores em sofrimento.

Nossa posição, como editorial, é clara e inegociável: demitir servidores adoecidos é uma afronta à lei, à ética e à humanidade. O caminho correto está traçado na legislação estadual e federal: prevenir, tratar, readaptar, escutar e proteger. O que falta é vontade política de transformar letra de lei em prática cotidiana.

A história julgará essa decisão. O Acre pode ser lembrado como referência em proteção aos seus trabalhadores ou como exemplo de abandono e indiferença. O rumo que será seguido depende de coragem, sensibilidade e compromisso com a dignidade humana. E esse é o teste que o Estado precisa enfrentar agora.

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Leis Estaduais do Acre


Leis Federais


Convenções Internacionais


Este texto tem caráter de opinião editorial, baseado em documentos oficiais, legislação vigente e relatos públicos. Não representa julgamento jurídico individual, mas uma análise institucional e jornalística sobre políticas públicas em andamento.


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3º Festival do Carneiro vai parar Rio Branco com open food e Léo Rodriguez

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Festival do Carneiro Rio Branco 2025 com open food e show de Léo Rodriguez
3º Festival do Carneiro em Rio Branco terá 1,5t de carneiro e show nacional

A Associação dos organizadores locais realiza o 3º Festival do Carneiro, um open food beneficente com 1,5 tonelada de carneiro, no dia 20 de setembro, das 16h às 22h, na Chácara Modelo, em Rio Branco (AC), com o objetivo de celebrar a gastronomia e arrecadar em prol de projetos sociais, em um evento que reúne comida liberada, shows ao vivo e ingressos à venda pela Bilheteria Digital e pontos físicos.


 Sabor, música e solidariedade: 3º Festival do Carneiro chega para marcar o calendário cultural do Acre


O que vai rolar

Prepare-se para uma experiência única. O 3º Festival do Carneiro promete unir o que Rio Branco mais gosta: boa comida, música ao vivo e solidariedade. O evento vai transformar a Chácara Modelo no ponto de encontro dos acreanos neste sábado, dia 20.

Serão 6 horas de open food, com 1,5 tonelada de carneiro abatido no Frigorífico Annasara, referência em qualidade. O cardápio será servido sem interrupções, garantindo que ninguém fique de fora da festa gastronômica. E, claro, haverá venda de bebidas à parte para completar o clima.

Além do sabor, o festival é beneficente, fortalecendo o lado social da festa. Participar é também apoiar projetos e iniciativas que geram impacto positivo na comunidade.


Atrações musicais

O line-up foi pensado para agradar públicos diversos:

  • Machine Blues abre os trabalhos com muito rock clássico.
  • Gil e Banda traz a força do sertanejo raiz e universitário.
  • DJ Carlos comanda as batidas no pôr do sol até a noite.
  • Léo Rodriguez, atração nacional, fecha a noite em grande estilo.

O cantor Léo Rodriguez é dono de sucessos que embalam festas e playlists em todo o Brasil. No repertório esperado para Rio Branco, estarão hits como “A Fila Anda”, “Poemas e Versos”, “Não Esqueço”, “O Cara Certo” e “Alguém do Meu Lado” (em parceria com Juliano). É garantia de muita cantoria e energia contagiante.


Ingressos e pontos de venda

O ingresso promocional do 1º lote custa R$ 140,00, com direito ao open food completo. As vendas estão abertas na plataforma oficial:

👉 www.bilheteriadigital.com/3o-festival-do-carneiro-20-de-setembro

Além disso, quem preferir pode comprar nos pontos físicos, disponíveis nas Conveniências Pão de Queijo espalhadas por Rio Branco. Mas atenção: os lotes são limitados e a procura é intensa.


Por que você não pode perder3º Festival do Carneiro vai parar Rio Branco com open food e Léo Rodriguez | Cidade AC News – Notícias do Acre

👉 6 horas de carneiro à vontade.
👉 1,5 tonelada preparada exclusivamente para o festival.
👉 Show nacional com Léo Rodriguez.
👉 Música para todos os gostos: rock, sertanejo e DJ.
👉 Evento beneficente que transforma diversão em solidariedade.
👉 Oportunidade única de viver uma noite histórica em Rio Branco.


O que se sabe até agora

  • Data: 20 de setembro
  • Horário: 16h às 22h
  • Local: Chácara Modelo, Rio Branco (AC)
  • Ingresso: R$ 140,00 (1º lote)
  • Open food: 6 horas de carneiro liberado
  • Atrações: Machine Blues, Gil e Banda, DJ Carlos e Léo Rodriguez
  • Venda online: Bilheteria Digital
  • Pontos físicos: Conveniências Pão de Queijo

Conclusão

O 3º Festival do Carneiro não é apenas um evento: é O EVENTO do dia em Rio Branco. Uma festa que já entrou no calendário cultural do Acre e que promete lotar a Chácara Modelo. Imagine reunir os amigos, curtir shows inesquecíveis, cantar junto com Léo Rodriguez e ainda se deliciar com um open food de 1,5 tonelada de carneiro. É a combinação perfeita de sabor, música e solidariedade em uma noite que vai ficar na história.

Se você ainda não comprou o ingresso, não deixe para depois. Os lotes são limitados e a cidade inteira está se organizando. Se você não estiver lá, pode ter certeza: seus amigos estarão. Não perca a chance de ser parte dessa festa. Garanta já o seu ingresso na Bilheteria Digital, convide a galera e prepare-se para viver uma experiência única em Rio Branco.

3º Festival do Carneiro vai parar Rio Branco com open food e Léo Rodriguez
3º Festival do Carneiro em Rio Branco terá 1,5t de carneiro e show nacional

Serviço

@festivaldocarneiro
3º Festival do Carneiro — Um festival open food beneficente!
🗓️ Dia 20.09
🕒 16h
🚩 Chácara Modelo – Rio Branco
🎟️ Venda: Bilheteria Digital + Conveniências Pão de Queijo


Agradecimentos aos patrocinadores

Por Eliton Lobato Muniz — Cidade AC News
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Governador do Acre sofre nova derrota no STJ em ação penal

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Governador do Acre sofre nova derrota no STJ na Operação Ptolomeu – Cidade AC News
Corte Especial do STJ rejeita recurso de Gladson Cameli por unanimidade em ação penal da Operação Ptolomeu.

Governador do Acre sofre nova derrota no STJ em ação penal – O Gladson Cameli (PP), apelidado de “Dançarino” por divulgar vídeos em festas oficiais, teve recurso negado pela Corte Especial do STJ. A decisão mantém em curso a Ação Penal 1067/DF, que apura desvios de R$ 150 milhões. O caso ganha força no Acre e pode redefinir o cenário político em 2025.

Governador do Acre sofre nova derrota no STJ na Operação Ptolomeu – Cidade AC News
Corte Especial do STJ rejeita recurso de Gladson Cameli por unanimidade em ação penal da Operação Ptolomeu.

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O que aconteceu

O Cameli sofreu nova derrota nesta quarta-feira (3), quando o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, por unanimidade, o Agravo Regimental apresentado por sua defesa. Cameli é réu por corrupção passiva, peculato, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosa, no âmbito da Operação Ptolomeu, deflagrada pela Polícia Federal em 2019.

📑 Decisão oficial (APn nº 1076/DF – 2021/0044467-7):
“Conhecido o recurso de Gladson de Lima Cameli e não provido, por unanimidade, pela Corte Especial. Proclamação Final de Julgamento: a Corte Especial, por unanimidade, negou provimento ao agravo, nos termos do voto da Sra. Ministra Relatora Nancy Andrighi.”

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Nos últimos dias, Cameli intensificou articulações em Brasília, tentando adiar o julgamento. No Acre, circularam rumores sobre um “acordão” para salvar o mandato, desmentidos como estratégia de propaganda.

Por que importa

A negativa da relatora Nancy Andrighi representa a terceira derrota consecutiva da defesa. O argumento central era aguardar definição do STF sobre o Tema 990 (corrupção ligada a crimes eleitorais) e o Tema 1.404 (compartilhamento de dados do COAF). Andrighi, porém, ressaltou que o STJ já consolidou entendimento validando o uso de relatórios do COAF.

Esse movimento reforça a imagem de enfraquecimento político do governador, que permanece no cargo, mas cada vez mais pressionado por investigações.

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Repercussão

A Procuradoria-Geral da República e a Controladoria-Geral da União sustentam que os desvios chegaram a R$ 150 milhões. Entre os contratos suspeitos, está o firmado com a Murano Construções Ltda., avaliado em R$ 18 milhões, com sobrepreço de R$ 8 milhões.

Os recursos, segundo a investigação, teriam financiado um apartamento de R$ 5 milhões em São Paulo e veículos de luxo para familiares do governador.

O caso repercute em Rio Branco, onde setores da sociedade civil e opositores políticos pressionam por mais transparência.

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Contexto histórico

A Operação Ptolomeu é considerada a maior investigação contra corrupção já registrada no Acre. Desde 2019, o inquérito reúne centenas de documentos e relatórios da Polícia Federal, CGU e MPF.

O Governador do Acre Gladson Cameli já sofreu outras tentativas de afastamento, mas conseguiu manter-se no cargo. Esta nova derrota, entretanto, reforça a tese de que a Corte Especial pode levar o caso a julgamento em breve.

Próximos passos

O voto da ministra Nancy Andrighi será revisado pelo ministro João Otávio de Noronha antes da inclusão em pauta da Corte Especial. O julgamento está previsto para 2025, sem data definida.

Se Cameli for cassado ou afastado, a sucessão no Acre seguirá a ordem constitucional: o vice-governador Mailza Gomes (PP) assumiria o comando do Estado. Isso mudaria significativamente a correlação de forças políticas, já que Mailza mantém diálogo com grupos de oposição e setores evangélicos, podendo redesenhar alianças para as eleições de 2026.

Enquanto isso, a permanência de Cameli mantém a crise política aberta no Acre, aumentando a expectativa de desdobramentos que podem impactar diretamente a sucessão estadual.

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📌 3 coisas que você precisa levar desta notícia

  • STJ rejeitou, por unanimidade, recurso de Gladson Cameli.
  • Governador é acusado de liderar esquema de R$ 150 milhões.
  • Julgamento final da Corte Especial pode ocorrer ainda em 2025.

O que isso significa para o Acre

A nova derrota do governador evidencia um desgaste crescente da classe política local. Enquanto a economia acreana enfrenta desafios, o foco do governo se volta para a sobrevivência judicial do chefe do Executivo.

Para a sociedade, isso reforça a desconfiança em relação ao uso de recursos públicos e aumenta a cobrança por mecanismos de fiscalização mais rígidos. O cenário futuro pode abrir espaço para novas lideranças, caso Cameli perca força ou seja afastado.

Conclusão

O caso Gladson Cameli segue como um divisor de águas na política acreana. O desfecho poderá influenciar eleições futuras e consolidar um debate sobre ética na gestão pública.

Se houver cassação, o Acre pode passar por uma reconfiguração imediata do poder, com o vice assumindo e novas alianças sendo testadas. Para a população, isso representa tanto o risco de instabilidade quanto a possibilidade de renovação política.

👉 Você acredita que a cassação de Cameli abriria espaço para novas lideranças no Acre ou fortaleceria grupos já estabelecidos?


✍️ Eliton Muniz – Editor do Cidade AC News
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MPAC solicita convocação de 62 aprovados no concurso da Polícia Civil

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) solicitou, por meio de despacho ministerial, que o Estado adote medidas urgentes para convocar os aprovados no concurso da Polícia Civil de 2017. A medida foi tomada após uma inspeção realizada pelo MPAC na Delegacia de Senac Madureira, que revelou uma significativa defasagem de efetivo. A análise apontou a necessidade urgente de pelo menos cinco agentes de polícia, dois escrivães e três auxiliares de necropsia para o bom funcionamento da unidade.

Em diligências subsequentes, o Promotor de Justiça também encontrou um ofício do Delegado-Geral da Polícia Civil, Dr. José Henrique Maciel Ferreira, datado de 5 de março de 2024, direcionado ao Procurador do Estado do Acre, Dr. João Paulo Aprígio de Figueiredo. O documento trata da reposição de efetivo na Delegacia Geral de Polícia Civil de Manoel Urbano/AC e menciona a possibilidade de abertura de uma nova turma para o curso de formação de policiais.

O MPAC também abordou a escassez de efetivo na região do Juruá, mais especificamente na regional de Cruzeiro do Sul. Em 2023, os próprios policiais civis relataram a falta de recursos humanos e as precárias condições de trabalho, o que levou o Sindicato a apresentar uma proposta de notícia de fato à Promotoria de Cruzeiro do Sul. A situação se agravou em 2025, com a exoneração de um delegado em Cruzeiro do Sul e o afastamento do delegado Railson de Feijó, que assumiu a Prefeitura de Feijó.

O concurso de 2017, que segue válido até 16 de março de 2025, já identificou a necessidade de convocação de servidores. O MPAC destaca que, apesar dessa demanda, o Estado ainda não tomou providências para convocar os candidatos aprovados. Em novembro de 2024, um processo SEI gerado pelo Gabinete do Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre indicou a necessidade de um novo concurso público para diversos cargos, incluindo os de delegado, agente e escrivão. O Delegado-Geral solicitou, nesse processo, a convocação de 61 candidatos aprovados no concurso de 2017 para dar início ao curso de formação.

Promotoria de Justiça reforçou que a convocação de candidatos é urgente, já que há necessidade de provimento das vagas revelada dentro do prazo de validade do concurso. O MPAC cobrou informações e providências do Estado sobre a convocação de 6 delegados, 9 escrivães e 47 agentes aprovados, considerando que já há a NECESSIDADE do provimento de vagas REVELADA dentro do prazo de validade do concurso a fim de suprir a carência de efetivo e melhorar a estrutura da Polícia Civil no Acre.

Acesse o documento na integra:

Despacho_PC_Sena_CR_Júlio

Vale do Juruá registra mais de 250 prisões por mandados judiciais em 2025, aponta Ministério

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Vale do Juruá registra mais de 250 prisões por mandados judiciais em 2025, aponta Ministério

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública revelam que os municípios do Vale do Juruá somaram mais de 250 prisões decorrentes do cumprimento de mandados judiciais ao longo de 2025. Os números evidenciam a intensificação das ações das forças de segurança pública na região.

Cruzeiro do Sul aparece na liderança do ranking regional, com 139 mandados cumpridos durante o período, consolidando-se como o município com maior número de prisões no Vale do Juruá. O resultado está associado tanto à maior concentração populacional quanto à atuação integrada entre Polícia Civil, Polícia Militar e o Poder Judiciário.

Na segunda posição está o município de Tarauacá, que contabilizou 118 prisões por mandados judiciais. Outras cidades da região, como Feijó, também apresentaram números relevantes, contribuindo para o total de capturas de foragidos e cumprimento de decisões judiciais no interior do Acre.

A análise dos dados indica que o desempenho do Vale do Juruá acompanha a tendência estadual de aumento no cumprimento de mandados, impulsionada por operações constantes, uso de inteligência policial e maior cooperação entre as instituições de segurança pública.

Segundo as autoridades, as prisões envolvem diferentes tipos de crimes e representam uma etapa essencial no enfrentamento à criminalidade, ao retirar de circulação pessoas já condenadas ou investigadas pela Justiça. Apesar de possíveis atrasos pontuais no envio das informações ao sistema nacional, o levantamento aponta um cenário consistente de atuação das forças de segurança na região ao longo de 2025.

Mais de 800 pessoas desapareceram no Acre nos últimos 2 anos; 145 eram crianças ou adolescentes

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Mais de 800 pessoas desapareceram no Acre nos últimos 2 anos; 145 eram crianças ou adolescentes

O Acre registrou praticamente o mesmo número de pessoas desaparecidas nos últimos dois anos, com 412 casos em 2024 e 413 em 2025. A variação foi mínima, de apenas 0,24%, mantendo a taxa em torno de 46 desaparecimentos para cada 100 mil habitantes.

Embora o total tenha se mantido estável, os recortes revelam mudanças importantes. Entre os homens, houve queda de 248 para 238 registros. Já entre as mulheres, o número subiu de 139 para 156. Os casos sem informação de gênero caíram de 25 para 19.

A análise por faixa etária mostra que os adultos tiveram redução, passando de 270 para 258 ocorrências. Em contrapartida, os desaparecimentos de crianças e adolescentes de até 17 anos cresceram de 122 para 145, indicando aumento expressivo entre os menores de idade.

O calendário de 2025 também expõe meses mais críticos. Novembro concentrou 35 registros, seguido por outubro, com 45, e dezembro, com 43. Esses três períodos se destacaram como os de maior incidência, superando a média mensal do ano.

Os números revelam que, mesmo sem crescimento significativo no total, há mudanças no perfil das vítimas. A maior presença de mulheres e jovens entre os desaparecidos sugere novas dinâmicas sociais que precisam ser observadas.

A pesquisa foi realizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com base nos dados enviados pelas secretarias estaduais ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

Prefeito de Milão chama ICE de “milícia que mata” após anúncio de envio aos Jogos de Inverno

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Prefeito de Milão chama ICE de “milícia que mata” após anúncio de envio aos Jogos de Inverno

A confirmação de que os Estados Unidos vão enviar agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE) para apoiar a segurança da delegação americana nos Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina 2026 provocou forte reação política na Itália.

O ICE é uma agência do Departamento de Segurança Interna dos EUA frequentemente alvo de críticas por sua atuação em operações de imigração no país. A sua presença nos Jogos, que começam em 6 de fevereiro, foi justificada pelas autoridades americanas como parte de uma equipe maior que prestará apoio em segurança diplomática e na mitigação de riscos ligados a organizações criminosas transnacionais, sempre em coordenação com as autoridades italianas.

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Brasil no desfile dos atletas em Pequim 2022Reprodução/COB
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Porém, a medida gerou protestos imediatos do prefeito de Milão, Giuseppe Sala, que definiu o ICE como “uma milícia que mata” e afirmou que os agentes “não são bem-vindos” na cidade que sediará a maior parte das competições de gelo. Sala questionou a necessidade da presença da agência, argumentando que ela não está alinhada com os métodos democráticos de segurança italianos e que o país poderia garantir a proteção sem esse apoio externo.

O governo italiano tentou minimizar a controvérsia, com o ministro do Interior ressaltando que os agentes do ICE não exercerão funções de controle migratório ou policiamento nas ruas e que todas as operações permanecerão sob a autoridade italiana. O ministro das Relações Exteriores também apelou por uma resposta moderada.

A discussão ocorre em meio a um clima de insatisfação pública com a imagem e atuação do ICE nos EUA, especialmente após episódios recentes de violência policial que provocaram críticas dentro e fora do país.

Virginia abre o jogo e revela se Vini Jr. estará na Sapucaí no dia do desfile da Grande Rio

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Virginia abre o jogo e revela se Vini Jr. estará na Sapucaí no dia do desfile da Grande Rio

Faltando pouco mais de duas semanas para fazer sua aguardada estreia na Marquês de Sapucaí como rainha de bateria da Grande Rio, Virginia Fonseca já vive o clima de contagem regressiva para o Carnaval. Na noite de terça-feira (27/1), a influenciadora marcou presença na quadra da escola de samba para mais um ensaio ao lado da comunidade de Duque de Caxias, demonstrando animação e dedicação ao posto. Durante o ensaio, ela conversou com exclusividade com a repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, falou sobre a expectativa para o grande dia e respondeu um dos assuntos que mais despertaram a curiosidade do público: se ela contará com a presença do namorado, o jogador Vinícius Júnior, no desfile.

Segundo a influenciadora, o atacante do Real Madrid não conseguirá vir ao Brasil durante o período do Carnaval por conta de compromissos profissionais. Na mesma semana dos desfiles, Vini Jr. terá dois jogos importantes pela equipe espanhola, o que inviabiliza a viagem.

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Foto: Reprodução/LeoDias TV
Virginia na Grande RioFoto: Reprodução/LeoDias TV
Foto: Reprodução/LeoDias TV
Virginia na Grande RioFoto: Reprodução/LeoDias TV
Portal LeoDias
Virginia FonsecaPortal LeoDias
Foto: Reprodução/LeoDias TV
Virginia revela se Vini Jr. vai assistir a estreia dela na Sapucaí no CarnavalFoto: Reprodução/LeoDias TV

Sincera, Virginia explicou os motivos da ausência do jogador. “Não vem, sem chance. Não tem como, ele joga duas vezes na semana do Carnaval, é impossivel ele pegar um voo de 10 horas para vir p cá e acaba que avião também atrapalha um pouco o condicionamento físico do jogador, então zero chance. Ele ama o Carnaval, mas não consegue estar em nenhum Carnaval, então não vai ser agora, infelizmente. Quando ele aposentar, quem sabe”, afirmou.

Mesmo sem a presença do namorado na avenida, Virginia segue focada e empolgada para o desfile, que promete ser um dos momentos mais comentados do Carnaval carioca. À frente da bateria da Grande Rio, a influenciadora se prepara para brilhar na Sapucaí e conquistar de vez o coração da comunidade e dos amantes do samba.

Ele tem demanda! Harry Styles anuncia shows extras em SP após esgotar dois Morumbis

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Ele tem demanda! Harry Styles anuncia shows extras em SP após esgotar dois Morumbis

Após a rápida venda dos ingressos para as duas primeiras apresentações em São Paulo, Harry Styles confirmou, nesta quarta (28/1), mais dois shows na capital paulista ainda neste ano. O cantor incluiu 21 e 24 de julho em sua passagem pelo Brasil. Clientes Santander Select já podem adquirir as entradas no site da Ticketmaster.

Antes de atualizar a agenda, o artista tinha apresentações marcadas para os dias 17 e 18 de julho. Todas as quatro performances acontecerão no Estádio Morumbis e contarão com participação especial da banda Fcukers.

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Harry Styles fará dois shows extras em São PauloCrédito: Reprodução Instagram @harrystyles
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Harry Styles fará dois shows extras em São PauloCrédito: Reprodução
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Harry Styles fará dois shows extras em São PauloCrédito: Reprodução
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Harry Styles fará dois shows extras em São PauloCrédito: Reprodução
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Harry Styles fará dois shows extras em São PauloCrédito: Reprodução Instagram @harrystyles

Os valores dos ingressos vão de R$ 265, na arquibancada com meia-entrada, até R$ 1.410, no setor pit (inteira). A pré-venda das novas datas começará em 29 de janeiro, às 11h, enquanto a venda geral será aberta em 30 de janeiro.

As apresentações integram a turnê “Together, Together”, que divulga o álbum “Kiss All The Time. Disco, Ocasionally”, com lançamento previsto para 6 de março.

Virginia reage após José Leonardo chamar mãe de Vini Jr. de avó: “Convivência”

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Virginia reage após José Leonardo chamar mãe de Vini Jr. de avó: “Convivência”

Virginia Fonseca esteve em mais um ensaio de quadra da Grande Rio, na noite desta terça-feira (27/1). Em conversa com o portal LeoDias, representado pela repórter Monique Arruda, a rainha de bateria comentou a aproximação da sogra, mãe de Vini Jr., com os filhos. Recentemente, José Leonardo, caçula da influenciadora com Zé Felipe, foi flagrado chamando Fernanda de avó.

Virginia contou como reage a este contato de Fernanda com seus filhos. “A gente chama ela de ‘Mama’ e eles começaram a falar ‘Vovó Mama’. Acredito que por ver a Jamyle [sobrinha de Vini Jr.] chamar a Mama de avó. Acaba que é a convivência”, disse.

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Virginia FonsecaPortal LeoDias
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Filhos de Virginia Fonseca usam camisetas com foto da mãe em ensaio da Grande RioReprodução / @virginia
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Virginia e Vini Jr.Reprodução: Instagram
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Virginia FonsecaReprodução: Instagram/@virginia
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José Leonardo chama mãe de Vini Jr. de “vovó”Foto/Instagram

A influenciadora comentou como a família do ex-marido lida com essa aproximação. “Acredito que tanto o Zé Felipe, a Poliana, o Léo, pensam como nós: quem está tratando as crianças bem tem total respeito e admiração. É isso que a gente quer: que eles sejam felizes e que tratem eles bem. Só de tratar eles bem já está tudo ótimo.”

Virginia revelou que possui um grupo no WhatsApp com Zé Felipe e seus familiares. “Temos. O Léo não, porque ele não mexe no WhatsApp. Mas está todo mundo, todos nós no grupo e a gente conversa sempre lá”, declarou.

“Hoje mesmo a Tia Renata [babá] mandou uma figurinha do José [no grupo] e a gente se diverte. É um grupo super legal, a gente manda figurinha, conversa, bem bacana”, concluiu.

Gaby Amarantos e Wagner Moura são destaques do Prêmio APCA 2025; veja lista completa

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Gaby Amarantos e Wagner Moura são destaques do Prêmio APCA 2025; veja lista completa

A Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) anunciou os vencedores de 2025 da premiação. Entre os principais destaques estão “O Agente Secreto”, eleito Melhor Filme, Wagner Moura, como Melhor Ator, e Gaby Amarantos, que levou o prêmio de Disco do Ano na Música Popular com “Rock Doido”.

A premiação contempla produções e profissionais que se destacaram ao longo do ano em 11 áreas: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infanto-Juvenil e Televisão. A 70ª cerimônia de entrega dos troféus está prevista para maio, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, em parceria com a Associação Paulista Amigos da Arte e a Secretaria de Estado da Cultura.

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Gaby AmarantosCrédito: Lethicia Galo
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Ney MatogrossoReprodução: YouTube/TV Brasil
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AjuliacostaCrédito: Reprodução

No Cinema, além do reconhecimento para “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, o prêmio de Melhor Direção ficou com Erico Rassi, por “Oeste Outra Vez”. O roteiro de “A Natureza das Coisas Invisíveis”, assinado por Rafaela Camelo, também foi premiado. Shirley Cruz venceu como Melhor Atriz por “A Melhor Mãe do Mundo”, enquanto “A Queda do Céu”, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, foi eleito Melhor Documentário. A atriz Tânia Maria recebeu o Prêmio Especial do Júri por sua atuação em “O Agente Secreto”.

Em Música Popular, Ney Matogrosso conquistou o Grande Prêmio da Crítica. Além do reconhecimento a Gaby Amarantos, Luedji Luna foi eleita Artista do Ano e Ajulliacosta, Artista Revelação. O show “Big Buraco”, de Jadsa, foi escolhido como o melhor do ano, enquanto a música “Zelite”, de Douglas Germano, levou o prêmio de Música do Ano.

Na área de Arquitetura, o escritório Teuba Arquitetura foi homenageado pela trajetória, e o Memorial de Brumadinho, projeto de Gustavo Penna, venceu como Obra de Arquitetura no Brasil. Em São Paulo, o Sesc Franca, assinado por SIAA e Apiacás, foi o destaque.

Em Artes Visuais, a exposição internacional “Andy Warhol Pop Art”, na FAAP, e a mostra “Fullgás – Artes Visuais e Anos 1980 no Brasil”, no CCBB, foram as vencedoras nas categorias principais. Raquel Arnaud foi eleita Personalidade do Ano, enquanto Regina Silveira recebeu o prêmio pelo Conjunto da Obra.

A categoria Dança premiou o espetáculo Ato, da Cia Fragmento de Dança, e reconheceu o Grupo Corpo com um prêmio especial pelos 50 anos de trajetória. Já em Literatura, o romance “Corsária”, de Marilene Felinto, foi eleito o melhor do ano, ao lado de obras premiadas em poesia, contos, ensaio, tradução, reportagem/biografia e literatura infantojuvenil.

Em Música Erudita, a ópera Porgy and Bess, apresentada no Teatro Municipal de São Paulo, foi o grande destaque, assim como concertos da Osesp e projetos especiais como o Festival Ilumina.

Na categoria Rádio, a Web Rádio ONCB recebeu o Grande Prêmio da Crítica por sua atuação voltada à inclusão e acessibilidade. O podcast Não Inviabilize, de Déia Freitas, também foi reconhecido.

No Teatro, Silvia Gomez venceu em Dramaturgia por “Lady Tempestade”, enquanto Marcelo Medici e Paula Cohen foram premiados como Melhor Ator e Melhor Atriz, respectivamente. O Teatro Infanto-Juvenil destacou produções como “Marie e a Descoberta Luminosa” e “O Menino Maluquinho”.

Já em Televisão, a novela “Guerreiros do Sol”, do Globoplay, foi eleita a melhor do ano. Irandhir Santos e Suely Franco venceram nas categorias de atuação, e Lima Duarte recebeu o Troféu Especial em homenagem aos 75 anos da TV brasileira.

Fundão: BNDES libera 15 milhões para recuperar áreas agrícolas

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Fundão: BNDES libera 15 milhões para recuperar áreas agrícolas

O BNDES liberou mais de R$ 15 milhões para um projeto que vai ajudar cerca de 17 mil pequenos agricultores de Minas Gerais e do Espírito Santo. Chamado Prodoce, o projeto é parte do Novo Acordo do Rio Doce, firmado para reparar os danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015.Fundão: BNDES libera 15 milhões para recuperar áreas agrícolas | Cidade AC News – Notícias do AcreFundão: BNDES libera 15 milhões para recuperar áreas agrícolas | Cidade AC News – Notícias do Acre

O objetivo é recuperar a capacidade produtiva das áreas agrícolas e revitalizar espécies vegetais cultivadas. O orçamento total do projeto é de R$ 125,5 milhões e haverá novos repasses nos próximos anos. O gerente institucional do Fundo Rio Doce, Guilherme Tinoco, dá detalhes das medidas que serão implementadas.

“Vão ser desenvolvidas iniciativas que buscam ampliar a renda dos produtores, buscando aumentar a eficiência agroecológica das propriedades, diversificando os sistemas produtivos e fortalecendo as cadeias produtivas. Então essas ações, elas vão contribuir para agilizar a restauração da qualidade ambiental e também para ampliar o entendimento sobre os impactos que a contaminação traz para a produção local”.

O acordo de reparação prevê R$ 170 bilhões em indenizações e ações, incluindo R$ 49 bilhões para ações da União, que serão geridos pelo BNDES.

Em novembro de 2024, foi assinado um novo acordo entre a União, os estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, a Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton, além de instituições de Justiça como o Ministério Público e a Defensoria Pública. Foram repactuadas as ações que vinham sendo executadas desde 2016 e que não asseguraram, à época, a reparação integral dos danos. Ainda estão previstos diversos programas a serem implementados em dezenas de municípios mineiros. O rompimento da barragem de Fundão completou 10 anos em novembro do ano passado. 

O Prodoce é coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Para executar as ações do programa, foi firmado um acordo de cooperação técnica com a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia. Entre as iniciativas previstas, está a aplicação dos protocolos para reversão da contaminação e o desenvolvimento de selos e de certificações por cadeias produtivas. Os agricultores receberão apoio para diversificar seus sistemas produtivos, introduzindo novas culturas adaptadas. Mais de 16 mil propriedades serão beneficiadas.

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Trabalho escravo: só 4% dos réus recebem penas sobre todos os crimes

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Trabalho escravo: só 4% dos réus recebem penas sobre todos os crimes


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Entre 2000 e 2025, de 4.321 pessoas que responderam por violar os direitos de trabalhadoras e trabalhadores, 1.578 foram absolvidas (37%) e apenas 191 (4%) foram condenadas por todos os crimes atribuídos a elas. Neste 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, um núcleo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), integrado por advogados e estudantes de direito, divulga levantamento mostrando a durabilidade da lógica escravista nas relações profissionais.Trabalho escravo: só 4% dos réus recebem penas sobre todos os crimes | Cidade AC News – Notícias do AcreTrabalho escravo: só 4% dos réus recebem penas sobre todos os crimes | Cidade AC News – Notícias do Acre

De acordo com a Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da instituição, também corresponderam a 4% (178) os réus com condenação parcial. Outra constatação foi relacionada ao tempo que as ações penais levam para conclusão – chegar ao estado de transitado em julgado – na Justiça Federal: 2.636 dias, o equivalente a mais de sete anos.

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No período, o total de vítimas é de 19.947 – a maioria, 3.936, do gênero masculino, contra 385 mulheres. 

Os dados, retirados do Jusbrasil, são públicos e revelam ainda a dificuldade que as vítimas têm para comprovar o crime. A clínica da UFMG observou uma exigência, presente em diversas decisões judiciais analisadas, de demonstrarem que os patrões os impediu de ir e vir livremente – na lei, isso é colocado como restrição direta da liberdade de locomoção.

Os integrantes da clínica pretendem disponibilizar os dados em um painel interativo, alimentado pelo Jusbrasil, com inteligência artificial. A ferramenta permitirá a visualização de indicadores como duração dos processos, decisões judiciais, regiões do país, tipos de provas e desfechos das ações.

Desalinhamento entre poderes

À frente da Clínica, o juiz federal Carlos Borlido Haddad culpa o Poder Judiciário pelos decepcionantes resultados das ações movidas.

“A legislação é magnífica. O problema é a aplicação”, resumiu Haddad, em entrevista à Agência Brasil. “A nossa atuação fica um pouco limitada diante do sistema.”

Uma década atrás, completa o coordenador, o tráfico de pessoas era visto, na maioria das vezes, junto com a exploração sexual das vítimas, perspectiva desmontada ao longo dos anos. Para Haddad, os atendimentos de quem chega à clínica são parecidos com os dos Estados Unidos e do México. 

A observação sobre a similaridade é pertinente pela história da equipe. A clínica integra uma rede internacional, com outras de mesma missão, como uma da Universidade de Michigan, inspiração para o Instituto Tecnológico Autónomo de México, na capital mexicana

Haddad entende que no tratamento inicial, os atendimentos não diferem entre si, mas sim nas etapas posteriores à comunicação dos fatos às equipes das clínicas. No caso dos Estados Unidos, exemplifica, o pragmatismo que lhe é característico agiliza a tramitação.  

O domínio do funcionamento da Justiça é fundamental nessa avaliação. Segundo Haddad, a clínica que coordena ajuda muito as vítimas, lidando com suas denúncias individualmente, esforço complementar ao do Ministério Público do Trabalho (MPT), sempre empenhado com foco nos interesses coletivos das ocorrências. 

Um episódio bastante repercutido, que não acabou em arquivamento, foi o da Volkswagen. Na fase de recurso após condenação da montadora, a ação civil pública de quatro funcionários submetidos ao trabalho escravo contemporâneo durante a ditadura derivou de uma denúncia do órgão. Nela, as vítimas pedem R$ 165 milhões por danos morais coletivos, retratação pública e a ativação de ferramentas como um protocolo aplicável a incidentes semelhantes, um canal de denúncias e a realização de ações de fiscalização.

Desumanização 

Haddad usa o exemplo de um homem idoso, explorado gravemente por várias gerações de sua própria família, em um caso que caracterizou trabalho escravo contemporâneo.

Olho

 “Ganhou uma indenização de R$ 350 mil. Ele, em uma simplicidade muito grande, porque queria um tênis, uma TV e uma ditadura. E o pior de tudo: não tinha com quem deixar esse dinheiro para ser gerido. As únicas pessoas que ele tinha eram os familiares, que foram condenados”, relata o advogado.

“É raro chegar alguém, bater na nossa porta e falar assim: sou escravo, me ajudem. Porque, em primeiro lugar, as pessoas não se enxergam nessa condição, na maioria das vezes. Tivemos um ou dois casos em que fomos procurados, de chegar uma pessoa e bater na nossa porta”, afirma.

Em um dos casos acompanhado pela clínica da UFMG, verifica-se a naturalização da violência, que é o trabalho análogo à escravidão de trabalhadores do Pará. Os trabalhadores viviam em alojamentos precários, sem instalações sanitárias adequadas e com acesso restrito à água potável, mas o réu foi considerado inocente. O pretexto foi que as condições oferecidas a eles refletiam a “rusticidade do trabalho rural” e os costumes locais. As autoridades de fiscalização se depararam com ocorrência semelhante no Maranhão.

O levantamento foi financiado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e contou com apoio da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira (Enfam). 

Trabalho escravo contemporâneo

A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada – quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho – desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas. Casos em que o funcionário é vigiado constantemente, de forma ostensiva, pelo patrão também são considerados trabalho semelhante ao escravo.

De acordo com a Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), a jornada exaustiva é todo expediente que, por circunstâncias de intensidade, frequência ou desgaste, cause prejuízos à saúde física ou mental do trabalhador, que, vulnerável, tem sua vontade anulada e sua dignidade atingida.

As condições degradantes de trabalho são aquelas em que o desprezo à dignidade da pessoa humana se instaura pela violação de direitos fundamentais do trabalhador, em especial os referentes à higiene, saúde, segurança, moradia, ao repouso, alimentação ou outros relacionados a direitos da personalidade.

Outra forma de escravidão contemporânea reconhecida no Brasil é a servidão por dívida, que ocorre quando o funcionário tem seu deslocamento restrito pelo empregador sob alegação de que deve pagar determinada quantia de dinheiro.

Como denunciar

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) desenvolve, desde 1997, a campanha De Olho Aberto para não Virar Escravo, que distribui vídeos explicativos e lembra os principais setores econômicos em que esse tipo de crime é praticado, como a agropecuária em geral. A criação de bovinos, por exemplo, responde por 17.040 casos (27,1%), enquanto o cultivo da cana-de-açúcar está ligado a 8.373 casos (13,3%), conforme dados da organização.

O principal canal para se fazer uma denúncia é o Sistema Ipê, do governo federal. As denúncias podem ser apresentadas de forma anônima, isto é, sem necessidade de o denunciante se identificar.

Outra possibilidade é o aplicativo Laudelina, desenvolvido pela Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos e a Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad). A ferramenta pode ser baixada no celular ou acessada por computador, sendo que sua tecnologia permite que as usuárias consigam utilizá-la independentemente de uma conexão de internet de alta velocidade.

Governo brasileiro entrega pedido de extradição de Ramagem aos EUA

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Governo brasileiro entrega pedido de extradição de Ramagem aos EUA


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O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou nesta quarta-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo brasileiro formalizou o pedido de extradição do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) dos Estados Unidos.Governo brasileiro entrega pedido de extradição de Ramagem aos EUA | Cidade AC News – Notícias do AcreGoverno brasileiro entrega pedido de extradição de Ramagem aos EUA | Cidade AC News – Notícias do Acre

No ofício enviado ao ministro Alexandre de Moraes, que solicitou a extradição, o ministério informou que o pedido foi entregue pela embaixada do Brasil em Washington ao Departamento de Estado no dia 30 de dezembro de 2025. Não há prazo para análise da extradição.

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Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Jair Bolsonaro, Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação penal da trama golpista. 

Em setembro do ano passado, ele fugiu do país para evitar o cumprimento da pena e está morando em Miami.

Durante a investigação sobre a trama golpista, ele foi proibido pelo STF de sair do país. Segundo a Polícia Federal, Ramagem fugiu pela fronteira com a Guiana e embarcou para os Estados Unidos com passaporte diplomático, que não estava apreendido. 

No final do ano passado, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a cassação do mandato de Ramagem. A Constituição determina que a Casa declare a perda do mandato de parlamentar em função de condenação criminal.  

 

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