quarta-feira, 28 janeiro, 2026

Edvaldo Magalhães destaca mobilização popular em Feijó e medidas para o Hospital da cidade

Na sessão desta quarta-feira (27) da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) abordou dois temas centrais, iniciando com a mobilização popular que resultou em medidas emergenciais para o Hospital de Feijó. Em seu discurso, o parlamentar enfatizou o papel da sociedade civil na conquista de melhorias e destacou o anúncio feito pelo governador Gladson Cameli (Progressistas), de utilizar, de forma provisória, o prédio do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) para atender a população enquanto a reforma do hospital é realizada.

O oposicionista contextualizou a situação, relembrando o debate travado na Aleac na sessão anterior, onde vários deputados, incluindo ele, destacaram o descaso com a unidade de saúde de Feijó. Segundo ele, as demandas da população local só ganharam atenção do governo estadual após um movimento organizado ameaçar o fechamento da BR-364 como forma de protesto.

“Ontem, estiveram em Feijó secretários de Estado, o secretário de Saúde, o secretário de Articulação Política, e, mais tarde, chegou o governador Gladson Cameli. Foi anunciado que o prédio do IMAC, que já está pronto, será utilizado imediatamente pela Secretaria de Saúde até que a reforma do hospital seja concluída”, informou Magalhães.

O deputado ressaltou ainda que a mobilização da sociedade civil foi o fator decisivo para que o governo tomasse providências. Ele mencionou com destaque o movimento liderado pela professora Pâmela e o grupo SOS Hospital de Feijó, que conseguiu envolver mulheres, homens e jovens em prol da causa. “Quando a sociedade se mobiliza, ela move montanhas. Foi secretário, foi governador, porque os ofícios e cobranças que já haviam sido feitas, inclusive pelo deputado Marcus Cavalcante, infelizmente, não surtiram efeito. Mas quando o povo diz basta, a coisa muda”, afirmou.

Edvaldo Magalhães enalteceu o anúncio do governo como um passo importante, mas reforçou que a pressão popular foi essencial para garantir essa conquista. Ele também destacou que o movimento é um exemplo de como a participação da sociedade pode transformar demandas negligenciadas em ações concretas.

O parlamentar concluiu sua fala com elogios à comunidade de Feijó, que demonstrou união e determinação na luta por melhorias na saúde pública. “É preciso saudar o movimento SOS Hospital de Feijó, que trouxe esperança e ações concretas para a população. Essa conquista é do povo e prova que a mobilização popular é um instrumento poderoso de mudança”, complementou.

No grande expediente, Magalhães retornou à tribuna para falar das manchetes dos principais jornais do país, edições de hoje, em que apontam, de acordo com a Polícia Federal, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tinha conhecimento e participou da elaboração do plano golpista, que visava matar Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes.

“Esse país, por um detalhe pequeno, não teve um golpe militar. Por um pequeno detalhe, teria sido assassinado o presidente da República eleito, Luís Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Suprema Corte Alexandre de Moraes. Mas, o plano golpista não deu certo”, disse.

Segundo o parlamentar, haverá desdobramentos nas investigações da Polícia Federal que podem respingar no Acre. “Financiadores do golpismo foram identificados, estão sendo investigados e serão punidos. E essas histórias virão à tona em breve para o Brasil todo conhecer. Ditadura nunca mais”, complementou.

O deputado também trouxe à tona uma denúncia preocupante relacionada à merenda escolar, destacando um comunicado enviado pelo Departamento de Alimentação e Nutrição Escolar da Secretaria Estadual de Educação (SEE) aos gestores escolares. No documento, a orientação era de adaptar os cardápios devido à redução do per capita de proteína, sugerindo estratégias como desfiar a carne ou misturá-la para aumentar o rendimento, além do uso de temperos desidratados por falta de verduras para tempero.

O parlamentar criticou veementemente a situação, classificando-a como um “crime contra a infância” e alertou para a necessidade de um debate urgente sobre a qualidade da merenda escolar, considerando os impactos na alimentação e no bem-estar das crianças.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

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