quinta-feira, 2 abril, 2026

Nota pública sobre procedimento de desapropriação amigável

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), informa que recebeu, na noite desta terça-feira 1º, decisão cautelar do...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Muniz

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Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

Edvaldo Magalhães defende diálogo e análise do texto antes de votação de proposta para servidores

Edvaldo Magalhães defende diálogo e análise do texto antes de votação de proposta para servidores | Cidade AC News – Notícias do Acre

Durante a sessão desta quarta-feira (1), na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), utilizou a tribuna para comentar a expectativa dos servidores públicos em relação à proposta do governo do Estado voltada às categorias do funcionalismo.

Ao iniciar sua fala, o parlamentar cumprimentou os servidores presentes nas galerias da Casa, e informou que esteve reunido momentos antes com representantes sindicais na sala das comissões, ouvindo as diferentes opiniões das categorias.

Segundo ele, apesar da expectativa em torno da proposta anunciada pelo governo, o documento ainda não havia chegado oficialmente à Assembleia até o momento da leitura do expediente. “Há uma opinião que a gente só pode externar depois que tomar conhecimento da proposta que o governo disse que mandaria hoje pela manhã e que até este momento da leitura do expediente ela não chegou. Quando chegar, certamente será lida aqui no plenário para que a gente possa discutir o conteúdo e saber se o que foi dito está realmente escrito”, disse.

O deputado explicou que somente após a leitura oficial da matéria será possível analisar o conteúdo e discutir possíveis mudanças, respeitando o processo legislativo. “Depois da leitura, o conteúdo da proposta fará com que a gente discuta o que está escrito e também possa propor ou não emendas e alterações. É assim que funciona o processo legislativo”.

Edvaldo Magalhães também afirmou que há compromisso da Assembleia em votar a proposta ainda nesta quarta-feira, independentemente do horário em que o texto for encaminhado ao parlamento. “O compromisso que eu tenho certeza que nós temos aqui na Casa é de votar hoje, seja o que for, mas vamos votar. Se vai ser mais cedo ou mais tarde, isso depende da hora em que a proposta chegar aqui”.

O parlamentar ainda ressaltou que os deputados têm autonomia para exercer seus mandatos e participar da construção do texto legislativo. “Tem uma coisa que não vai acontecer: o governo dizer se o parlamentar vai ou não defender o seu mandato. Ninguém vai dizer se eu devo ou não apresentar emenda. A liberdade da construção do processo legislativo precisa ser respeitada”, enfatizou.

Ao concluir, Magalhães destacou que defende o diálogo e a construção de consensos antes de qualquer decisão. “Eu sou da construção do entendimento. Prefiro passar uma hora construindo entendimento do que dez minutos construindo desentendimento. Quero ler a proposta para poder opinar sobre o que vai estar escrito”.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Henrique Silva

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