quinta-feira, 2 abril, 2026

Salas de aula e biblioteca do presídio de Tarauacá passam por reforma e adequação

Com o objetivo de garantir um ambiente mais adequado para a educação, o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) realizou a reforma das salas de...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Muniz

Diretor e Editor

Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria

Entidade comentou pesquisa do IBGE sobre atividade industrial

O alto nível da Taxa Selic – juros básicos da economia – foi o principal responsável pela estagnação da indústria no fim de 2025, avaliou a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao comentar a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a entidade, o ciclo de juros altos, atualmente em 15% ao ano, encareceu o crédito e drenou o apetite dos consumidores. O cenário foi agravado por uma demanda interna insuficiente e pelo avanço das importações, que capturaram parte significativa do mercado brasileiro, sustenta a CNI.

O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, avalia como “enorme” o prejuízo causado pelos juros.

“O patamar punitivo da taxa Selic encareceu o crédito ao setor produtivo, que segurou investimentos, e reduziu o apetite dos consumidores por produtos industriais. O prejuízo causado pelos juros altos é enorme. Em 2024, com a Selic menor, a demanda doméstica por bens da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que a demanda registrada até novembro de 2025”, ressaltou Telles, em nota.

Esse enfraquecimento, ressaltou o diretor da CNI, resultou em estoques acima do planejado e na queda de 0,2% na produção da indústria de transformação, que converte matérias-primas em bens de consumo.

A análise da confederação também alerta para a pressão externa: as compras de bens de consumo no exterior saltaram 15,6% no ano passado. Ao mesmo tempo em que a indústria nacional reduzia o ritmo, os produtos importados preenchiam as lacunas, dificultando qualquer tentativa de recuperação do empresariado local ao longo dos dois semestres de 2025.

Queda na confiança

Esse efeito conjunto impactou severamente o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado no fim de janeiro, que registrou o pior desempenho para o mês em dez anos. Com o indicador operando abaixo dos 50 pontos – linha que separa o otimismo do pessimismo – há 13 meses, a CNI diagnostica um quadro de falta de confiança persistente, o que paralisa investimentos essenciais para a modernização e expansão das fábricas brasileiras.

Para a CNI, sem uma mudança na política de juros e no estímulo à demanda interna, o crescimento deste ano está em risco. A entidade receia que a inércia produtiva e a baixa intenção de contratação se estendam, prejudicando não apenas a indústria de transformação, mas o desempenho de toda a economia nacional no curto prazo.

A pesquisa do IBGE confirmou a perda de fôlego do setor. A produção industrial fechou 2025 com um crescimento de apenas 0,6%, um resultado modesto se comparado à expansão de 3,1% registrada em 2024. O levantamento oficial detalha que a desaceleração ganhou força no segundo semestre, acompanhando justamente o aperto monetário.

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