Rio Branco (AC) — 06 de fevereiro de 2026, 14h30
Em Rio Branco, a BR-364 no Acre voltou ao centro do debate político e institucional após uma reunião da bancada federal acreana com representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), realizada em Brasília. A rodovia é a principal ligação terrestre do estado com o restante do país e concentra problemas históricos de manutenção, interrupções frequentes e custos elevados para quem depende do transporte rodoviário.
O que aconteceu com a BR-364 no Acre
Durante o encontro, parlamentares apresentaram ao DNIT a necessidade de avançar em uma solução definitiva para a rodovia, especialmente nos trechos considerados mais críticos. A avaliação predominante é de que intervenções pontuais e reparos emergenciais não têm sido suficientes para garantir segurança, trafegabilidade e previsibilidade logística ao longo do ano.
A reunião contou com a participação de senadores, deputados federais e técnicos do órgão federal, que discutiram alternativas de engenharia, possibilidades de financiamento e caminhos administrativos para viabilizar a reconstrução da estrada. O objetivo central é romper com o ciclo de obras paliativas e iniciar um projeto estrutural de longo prazo para a BR-364 no Acre.
Por que a BR-364 no Acre é estratégica
A BR-364 exerce papel central na vida econômica e social do estado. É por ela que circulam alimentos, combustíveis, medicamentos e insumos básicos, além de conectar municípios do interior à capital. Quando a rodovia apresenta falhas, os impactos se refletem rapidamente no custo de vida, no abastecimento e no acesso a serviços essenciais.
Dados oficiais ajudam a dimensionar esse cenário. Informações sobre infraestrutura, mobilidade e dinâmica territorial podem ser consultadas no IBGE, que reúne indicadores relevantes sobre o Acre e a região Norte.
https://www.ibge.gov.br
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O que está em jogo para quem depende da BR-364 no Acre
Para caminhoneiros, produtores rurais, comerciantes e moradores de municípios afastados da capital, a situação da rodovia influencia diretamente prazos, preços e a viabilidade de atividades econômicas. Em períodos de chuva, os riscos aumentam e a circulação pode ser comprometida, afetando desde o transporte de mercadorias até o acesso a atendimentos de saúde.
Especialistas em infraestrutura avaliam que uma reconstrução adequada pode reduzir custos logísticos, aumentar a segurança viária e estimular investimentos. Ao mesmo tempo, alertam que obras desse porte exigem planejamento técnico rigoroso, transparência e acompanhamento contínuo para evitar atrasos e desperdício de recursos públicos.
O que acontece agora
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Curto prazo: aprofundamento dos estudos técnicos e definição do modelo de intervenção
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Próximos meses: articulação política para garantir recursos no orçamento federal
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Cenário provável: avanço gradual do projeto, condicionado a decisões administrativas
A expectativa é que novas reuniões ocorram para detalhar cronogramas e esclarecer os próximos passos do processo.
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Eliton Muniz — Cidade AC
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