Notícias

Municípios

67% acham que Bolsonaro deveria abrir mão de candidatura, diz Datafolha

BRUNO RIBEIROSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar de o...

Primeiras pinturas rupestres do RJ são descobertas no Parque do Itatiaia

ANA BOTTALLOSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma gruta localizada...

Cristo Redentor abraça vira-lata caramelo para campanha sobre adoção

O monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,...

Saúde

67% acham que Bolsonaro deveria abrir mão de candidatura, diz Datafolha

BRUNO RIBEIROSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar de o...

Primeiras pinturas rupestres do RJ são descobertas no Parque do Itatiaia

ANA BOTTALLOSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma gruta localizada...

Cristo Redentor abraça vira-lata caramelo para campanha sobre adoção

O monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,...

Educação

67% acham que Bolsonaro deveria abrir mão de candidatura, diz Datafolha

BRUNO RIBEIROSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar de o...

Primeiras pinturas rupestres do RJ são descobertas no Parque do Itatiaia

ANA BOTTALLOSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma gruta localizada...

Cristo Redentor abraça vira-lata caramelo para campanha sobre adoção

O monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,...

Economia

67% acham que Bolsonaro deveria abrir mão de candidatura, diz Datafolha

BRUNO RIBEIROSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar de o...

Primeiras pinturas rupestres do RJ são descobertas no Parque do Itatiaia

ANA BOTTALLOSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma gruta localizada...

Cristo Redentor abraça vira-lata caramelo para campanha sobre adoção

O monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,...
domingo, 6 abril, 2025
24.3 C
Rio Branco

Pagamento do décimo terceiro de 2025 para INSS e trabalhadores deve injetar R$ 400 bilhões na economia

Dinheiro Notas Real

A chegada do décimo terceiro salário é um marco anual para milhões de brasileiros, tanto entre os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quanto para os trabalhadores do setor privado. Esse benefício, que aquece a economia com bilhões de reais, é aguardado com expectativa por cerca de 90 milhões de pessoas, entre segurados e empregados formais. Em 2025, a possibilidade de antecipação dos pagamentos do INSS, uma prática consolidada desde 2020, promete movimentar o consumo já no primeiro semestre, enquanto as empresas seguem prazos fixos até o fim do ano. O impacto econômico, estimado em mais de R$ 400 bilhões, reflete a importância desse recurso para o comércio, os serviços e o planejamento financeiro das famílias.

Nos últimos anos, o governo federal tem optado por liberar o abono anual do INSS em duas parcelas antecipadas, geralmente entre abril e junho. Em 2024, os depósitos começaram em 24 de abril e se estenderam até 8 de maio para a primeira parte, com a segunda paga entre 24 de maio e 7 de junho. Essa estratégia beneficiou 33,7 milhões de segurados, injetando R$ 67,6 bilhões na economia. Para os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o calendário é mais rígido: a primeira parcela deve ser paga até 30 de novembro, e a segunda, até 20 de dezembro. Em 2024, o setor privado movimentou R$ 320 bilhões, valor que deve crescer em 2025 com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.518.

O volume de recursos liberados anualmente pelo décimo terceiro representa cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, destacando seu papel como motor sazonal da economia. Para 2025, a projeção otimista leva em conta o aumento no número de beneficiários do INSS e a expansão do mercado formal de trabalho. Enquanto os aposentados aguardam a confirmação da antecipação, os empregados já planejam o uso do benefício no fim do ano, período tradicionalmente marcado por alta nas vendas de Natal e Réveillon.

Antecipação do INSS em 2025: o que esperar

A possibilidade de antecipar o décimo terceiro para os segurados do INSS é um dos temas mais discutidos no início de cada ano. Desde o início da pandemia de Covid-19, o governo adotou essa medida como forma de oferecer alívio financeiro e estimular o consumo em momentos de incerteza. O que começou como uma resposta emergencial tornou-se uma política recorrente, com liberações confirmadas em 2023 e 2024. Em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto em março que garantiu os pagamentos em abril e maio, beneficiando milhões de famílias.

Para 2025, a expectativa é que o governo mantenha essa tendência, com a primeira parcela sendo depositada entre o final de abril e o início de maio, e a segunda entre maio e junho. A decisão, no entanto, depende da aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), prevista para a segunda quinzena de março. Sem essa liberação, os pagamentos seguirão o cronograma tradicional, com depósitos em agosto e novembro. Mais de 40 milhões de benefícios previdenciários são pagos mensalmente pelo INSS, sendo 28,2 milhões até um salário mínimo e 12,3 milhões acima desse valor, o que reforça a relevância do abono para a economia.

A antecipação não beneficia apenas os segurados, mas também as cidades menores, onde os aposentados representam uma força econômica significativa. Em 2024, o adiantamento injetou recursos em um período estratégico, ajudando a aliviar despesas como impostos e matrículas escolares. Caso confirmada para 2025, a medida deve seguir o mesmo padrão, com depósitos organizados pelo número final do benefício, começando pelos finais 1 e terminando nos finais 0.

Cronograma previsto para os pagamentos do INSS

O INSS organiza os depósitos do décimo terceiro com base no número final do benefício, desconsiderando o dígito verificador após o traço. Para quem recebe até um salário mínimo, os pagamentos geralmente começam no fim do mês e se estendem até o início do seguinte. Já os segurados com valores acima do piso têm os créditos liberados nos primeiros dias úteis do mês posterior. Em 2024, o calendário antecipado foi um sucesso, e a projeção para 2025 segue essa lógica, caso a antecipação seja mantida.

Se confirmada, os primeiros depósitos ocorrerão em 24 de abril para segurados com final 1, enquanto os últimos, com final 0, receberão até 8 de maio na primeira parcela. A segunda parte deve ser paga entre 24 de maio e 7 de junho. Sem antecipação, o cronograma tradicional prevê agosto para a primeira parcela e novembro para a segunda. Os beneficiários podem conferir as datas exatas pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135, disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

  • Final 1: 24 de abril (primeira parcela) e 24 de maio (segunda parcela).
  • Final 5: 30 de abril (primeira parcela) e 30 de maio (segunda parcela).
  • Final 0: 8 de maio (primeira parcela) e 7 de junho (segunda parcela).

Regras e prazos no setor privado

Diferentemente do INSS, os trabalhadores com carteira assinada têm um calendário fixo para o décimo terceiro, estabelecido desde 1962 pela legislação trabalhista. As empresas devem pagar a primeira parcela até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro, com o valor correspondente a um salário mensal integral para quem trabalhou o ano todo. Para períodos inferiores, o cálculo é proporcional, considerando como mês completo qualquer vínculo superior a 15 dias.

Empregados com renda variável, como comissões ou horas extras, recebem o benefício com base na média anual, ajustada na segunda parcela, que também inclui descontos como INSS e Imposto de Renda. Em 2024, cerca de 60 milhões de trabalhadores formais foram contemplados, e a expectativa para 2025 é de aumento, impulsionada pelo reajuste do salário mínimo. O direito abrange temporários, rurais, avulsos e domésticos, desde que cumpram o requisito mínimo de 15 dias de trabalho mensal.

O impacto no setor privado é mais evidente no fim do ano, quando o comércio registra picos de vendas. Pequenas e médias empresas, porém, enfrentam desafios para cumprir os prazos, especialmente em meses de menor faturamento. O planejamento financeiro é essencial para evitar multas ou atrasos, que podem ser fiscalizados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Quem tem direito ao benefício

Nem todos os beneficiários do INSS recebem o décimo terceiro. O abono é assegurado a aposentados, pensionistas e segurados em auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Já os dependentes do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia (RMV) ficam fora, por se tratarem de benefícios assistenciais. Em 2024, 33,6 milhões de segurados tiveram direito ao pagamento, número que deve crescer em 2025 com a expansão natural da base previdenciária.

No setor privado, o direito é mais amplo, alcançando todos os trabalhadores com carteira assinada que tenham pelo menos 15 dias de vínculo mensal. Isso inclui empregados fixos, temporários e até quem foi demitido sem justa causa, que recebe o valor proporcional na rescisão. A diferença está na flexibilidade: enquanto o INSS pode antecipar os depósitos por decisão governamental, as empresas seguem um cronograma rígido, sujeito a penalidades em caso de descumprimento.

Cálculo do décimo terceiro: como funciona

O valor do décimo terceiro varia conforme o perfil do beneficiário. Para os segurados do INSS, ele equivale ao benefício mensal, pago integralmente a quem esteve ativo o ano todo ou proporcionalmente ao tempo de recebimento. Um aposentado com salário mínimo de R$ 1.518 em 2025 receberá R$ 759 na primeira parcela e o restante na segunda, já com descontos de Imposto de Renda, se aplicável. Quem começou a receber em julho terá direito a metade do total.

No setor privado, o cálculo considera o salário bruto dividido por 12, multiplicado pelos meses trabalhados. Um trabalhador com salário de R$ 3.000 que atuou o ano inteiro receberá R$ 1.500 em cada parcela, com ajustes na segunda para encargos. Horas extras e comissões entram na média anual, garantindo justiça para quem tem renda variável. O reajuste do salário mínimo e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que em 2024 foi de 4,77%, também influenciam os valores em 2025.

Impacto econômico nas regiões do Brasil

O décimo terceiro movimenta a economia de forma desigual entre as regiões brasileiras. No Sudeste, onde estão a maior parte dos trabalhadores formais e beneficiários do INSS, o volume de recursos é expressivo, com São Paulo e Rio de Janeiro liderando a injeção financeira no varejo. Em 2024, bilhões de reais impulsionaram o comércio e os serviços nessas áreas, tendência que deve se repetir em 2025 com o aumento dos valores pagos.

No Nordeste e no Norte, o abono do INSS tem peso maior, especialmente em cidades menores, onde os aposentados sustentam a economia local. Muitos municípios dependem desses recursos para o comércio, o transporte e até a alimentação. Já no Sul, o pagamento do setor privado destaca-se, com a indústria e o agronegócio absorvendo parte significativa dos valores liberados no fim do ano. Essas diferenças mostram como o benefício atua como um equalizador sazonal, redistribuindo renda em momentos estratégicos.

Desafios para a antecipação do INSS

A antecipação do décimo terceiro do INSS enfrenta barreiras em 2025. O atraso na votação do Orçamento, inicialmente previsto para dezembro de 2024, mas adiado para março, pode limitar a liberação dos R$ 68 bilhões estimados para o abono. Sem a LOA aprovada, o governo tem restrições para autorizar desembolsos expressivos, especialmente em um contexto de debates fiscais sobre cortes e aumento de receitas.

A coordenação entre o Ministério da Previdência Social e o INSS também é crucial para alinhar o cronograma com a capacidade operacional. Em anos anteriores, a divulgação oficial ocorreu entre março e abril, sugerindo que os segurados devem acompanhar as atualizações nos próximos meses. A pressão política para manter a antecipação é alta, dado o impacto positivo na vida de milhões de famílias e na economia como um todo.

Curiosidades sobre o décimo terceiro

O décimo terceiro é uma conquista histórica no Brasil, criado em 1962 pela Lei 4.090, sob a liderança de João Goulart. Inicialmente uma demanda sindical, tornou-se um direito constitucional em 1988. Algumas peculiaridades marcam sua trajetória:

  • A primeira parcela do INSS é paga sem descontos, enquanto a segunda inclui INSS e Imposto de Renda, se aplicável.
  • Empresas podem quitar o valor integral até 30 de novembro, se optarem por uma única parcela.
  • No INSS, o proporcional é calculado pelos meses de recebimento, mesmo para aposentadorias iniciadas no meio do ano.
  • Mais de 60 países no mundo não possuem um benefício semelhante, o que destaca a singularidade do modelo brasileiro.

Esses detalhes reforçam a relevância do décimo terceiro como um pilar do planejamento financeiro e da economia nacional.

Projeções para o consumo em 2025

Com a liberação do décimo terceiro, o consumo deve ganhar fôlego em dois momentos distintos de 2025. A antecipação do INSS, se confirmada, aliviará as finanças no primeiro semestre, período marcado por gastos com impostos e educação. Já os pagamentos do setor privado impulsionarão o fim do ano, com o comércio se preparando para o Natal e o Réveillon. Em 2024, o varejo registrou alta de 5% nas vendas de dezembro, e a expectativa para 2025 é de crescimento ainda maior, puxado pelo reajuste salarial.

Nas cidades menores, o efeito é mais direto, com os recursos do INSS sustentando pequenos negócios. Em grandes centros, o foco recai sobre o setor privado, que movimenta bilhões em compras de bens duráveis e serviços. Para o governo e as empresas, o desafio é garantir que os desembolsos ocorram sem contratempos, mantendo o benefício como um motor essencial da economia brasileira.

Mais Lidas

67% acham que Bolsonaro deveria abrir mão de candidatura, diz Datafolha

BRUNO RIBEIROSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar de o...

Mais de mil manifestações nos EUA contra Donald Trump

Milhares de manifestantes...

Primeiras pinturas rupestres do RJ são descobertas no Parque do Itatiaia

ANA BOTTALLOSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma gruta localizada...

Cristo Redentor abraça vira-lata caramelo para campanha sobre adoção

O monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,...

Últimas Notícias

Categorias populares

  • https://wms5.webradios.com.br:18904/8904
  • - ao vivo