quarta-feira, 1 abril, 2026

Vice-governadora Mailza se reúne com secretários e presidentes de autarquias para transição de gestão

A vice-governadora Mailza Assis se reuniu, nesta quarta-feira, 1º, com secretários estaduais e presidentes de autarquias para dar início ao processo de transição de...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

Paraná Pesquisas: Flávio tem 45,2% contra 44,1% de Lula no 2º turno

Publicado em 30/03/2026

De Renata Souza| CNN

Foto: Veja

Instituto entrevistou 2.080 eleitores, entre os dias 25 e 28 de março; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Em um eventual segundo turno da eleição presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,2% das intenções de voto contra 44,1% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30). Os números representam empate técnico entre os dois.

Do total de entrevistados, 6,2% dizem que votariam branco, nulo ou não votariam em nenhum dos nomes citados. Outros 4,5% não sabem ou não opinaram.

No levantamento anterior, de fevereiro, Flávio somava 44,4%, enquanto Lula tinha 43,8%

O empate técnico entre os dois também acontece no cenário de primeiro turno testado pelo levantamento. Nesse, Lula aparece numericamente à frente, seguido de Flávio, do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), do coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), e do ex-ministro Aldo Rebelo (DC).

Metodologia

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores, entre os dias 25 e 28 de março, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00873/2026.

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