domingo, 22 março, 2026

Operação Ícaro é ativada pelo Navio Hospitalar Doutor Montenegro para ampliar atendimento no Juruá

A vazante do rio Juruá segue em níveis críticos, impactando diretamente a mobilidade das comunidades ribeirinhas e impondo desafios logísticos às operações de assistência...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

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Eliton Muniz

Diretor e Editor

Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

Lula vive fadiga política após disputar tantas eleições, admite entorno do presidente

Publicado em 22/03/2026

Foto: Estadão

Por Leticia Fernandes | Estadão

Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estão preocupados com o que chamam de “desgaste natural” da imagem do petista. Apesar de buscar demonstrar vitalidade física aos 80 anos, o entorno do presidente lembra que ele disputa eleições presidenciais desde 1989, e que há um cansaço da população com a imagem de Lula.

Assessores próximos do petista afirmam que essa fadiga política se traduz nas pesquisas de popularidade e de intenção de votos. Agora, o desafio do presidente é aumentar os números de aprovação da gestão entre aqueles que consideram o governo Lula 3 ótimo ou bom.

Para isso, o governo aposta em viagens do presidente aos Estados para faturar com a inauguração de obras e etapas de programas, como nesta sexta-feira, 20, em Minas, quando participou da entrega de ônibus escolares. Lula corre contra o tempo em razão da legislação eleitoral, que só permite inaugurações até 4 de julho, três meses antes do pleito.

Eleições em outubro ganham tom de plebiscito

O entendimento no Palácio do Planalto é de que a eleição de outubro funciona como um plebiscito, onde a população vai escolher se quer ou não mais um ciclo de Lula. Com isso, acreditam que qualquer candidato competitivo que concorresse já partiria de um patamar acima de 30%, ainda que não fosse da família Bolsonaro, devido ao desgaste da imagem de Lula.

Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada na última terça-feira, 10, aponta que 33% dos brasileiros classificam o governo como ótimo ou bom, enquanto 40% o consideram ruim ou péssimo. A avaliação positiva corresponde à soma das menções de ótimo e bom, enquanto a negativa reúne as avaliações ruim e péssimo.

Com isso, como mostrou o Estadão, a sete meses da eleição presidencial, Lula chega à reta final do mandato com avaliação positiva abaixo do patamar registrado por governantes que conseguiram se reeleger ou eleger sucessores.

Tentativa de colar obras à popularidade de Lula

No Rio, a estratégia já está em curso. Além de terceiro maior colégio eleitoral do País, o Estado também é o berço político da família Bolsonaro, e onde Lula vai subir no palanque do prefeito Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo e favorito nas pesquisas.

O petista foi ao Rio por duas semanas seguidas este mês. No dia 6 de março, Lula entregou, ao lado de Paes, apartamentos populares de um conjunto habitacional em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Também inaugurou anel viário em Campo Grande, e anunciou a instalação do hub internacional no aeroporto Galeão.

Na sexta-feira, 13, foi novamente ao Rio, onde participou do anúncio de investimentos de R$ 300 milhões da BYD no Brasil e inaugurou setor de traumas de um hospital federal, em evento marcado por críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Lula também aproveitou para inaugurar obras em Minas Gerais na sexta-feira, 20. Ele foi a Betim e Sete Lagoas visitar uma refinaria, onde anunciou investimentos da Petrobras no Estado, e entregou ônibus escolares do programa Caminho da Escola, do governo federal. Minas é o segundo maior colégio eleitoral do País, e Estado considerado o fiel da balança nas eleições.

Pautas populares de Lula ainda não decolaram

As grandes apostas populares de Lula para o ano eleitoral ainda não decolaram. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, aprovada em novembro, ainda não valerá na declaração deste ano.

A proposta do fim da escala trabalhista 6×1, outra prioridade do governo, enfrenta resistência e está travada na Câmara. E o projeto de tarifa zero para o transporte público, que estará no programa de governo de Lula na campanha à reeleição, sequer começou a ser debatido no Congresso.

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