O Novorizontino vive uma campanha histórica ao chegar na final do Campeonato Paulista, mas o sucesso dentro de campo tem origem fora dele. O clube é controlado pela família Biasi, responsável por uma das raras estruturas privadas do futebol brasileiro.
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Diferente da maioria das SAFs do país, o time do interior de São Paulo não manteve participação de associação ou de outros investidores. Todas as ações pertencem aos empresários Jorge Ismael de Biasi Filho e Roberto de Biasi, herdeiros de uma família tradicional da cidade de Novo Horizonte.
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A origem da ligação entre os Biasi e o futebol local vem de anos. Jorge Ismael de Biasi foi dirigente do antigo Grêmio Esportivo Novorizontino e ajudou a consolidar o clube nos anos 1980 e 1990, período em que o time alcançou o vice-campeonato paulista de 1990.
Após a falência do clube original no fim dos anos 1990, a cidade ficou mais de uma década sem futebol profissional. O retorno aconteceu em 2010, com a fundação do atual Grêmio Novorizontino, novamente impulsionado pelo investimento da família.
Os Biasi construíram fortuna principalmente no agronegócio. Entre os principais negócios está uma Usina, ligada à produção de cana-de-açúcar, além de investimentos em pecuária e outras atividades do setor agrícola. Parte desses recursos sustenta o projeto esportivo do clube.
A operação diária no futebol fica nas mãos do presidente Genilson Rocha Santos, ex-jogador e homem de confiança da família. Ele participa do projeto desde a fundação do clube e lidera a gestão que levou o Novorizontino da base do futebol paulista até a elite estadual e nacional.








