quinta-feira, 2 abril, 2026

Salas de aula e biblioteca do presídio de Tarauacá passam por reforma e adequação

Com o objetivo de garantir um ambiente mais adequado para a educação, o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) realizou a reforma das salas de...
Eliton Muniz

Análise da Semana com Eliton Muniz

Leitura estratégica do cenário político e econômico do Acre.

“Nos últimos dias, a política do Acre não foi marcada por decisões — foi marcada por movimentos que simulam decisão, enquanto o que realmente define o jogo segue sendo ajustado fora do alcance do debate público.”

Frase da Semana

Quando tudo vira urgente, o que realmente importa desaparece Nos últimos dias, o Acre não viveu uma crise — viveu uma distorção. Movimentações políticas rotineiras passaram a ser tratadas como eventos críticos, deslocando o foco do que de fato altera a estrutura do Estado. Declarações, articulações e reposicionamentos foram elevados ao status de urgência, criando um ambiente onde percepção substitui realidade. Esse padrão não é novo. Ele se repete sempre que o debate público perde hierarquia. Quando tudo ganha peso de crise, a capacidade de distinguir o que é estrutural do que é apenas tático desaparece. E é nesse ponto que o jogo muda: não porque algo relevante aconteceu, mas porque a leitura coletiva foi desorganizada. O agente aqui não é um único ator. É a combinação entre interesses políticos, amplificação de narrativas e uma dinâmica de comunicação que recompensa o barulho em detrimento da precisão. O resultado é previsível: a sociedade reage ao ruído, enquanto os movimentos realmente decisivos passam sem o devido escrutínio.

- Eliton Muniz

Rio Branco
nuvens dispersas
27.3 ° C
27.3 °
27.3 °
83 %
0kmh
40 %
sex
29 °
sáb
24 °
dom
29 °
seg
30 °
ter
24 °

Mais Lidas

Vacinação obrigatória contra brucelose começa nesta quarta no Acre

Teve início nesta quarta-feira (1º) a primeira fase...

Melhor tarrafeador é eleito e ganha prêmio de R$ 500 na Feira do Peixe em Cruzeiro do Sul

A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio...

Mais de 12 mil pessoas são afetadas pela cheia do Rio Juruá e segundo abrigo é aberto

Com o rio Juruá medindo 13,86 metros,33 bairros,...

Deputados aprovam projetos do Executivo voltados à modernização da gestão pública, tecnologia e controle do rebanho no Acre

Os deputados aprovaram, durante sessão extraordinária desta quarta-feira (1º),...

Caravana Delas: Giovanna Antonelli fala sobre “Discurso do Óbvio”

Evento promovido pelo Sebrae acontece no dia 6...

Com apoio do Sebrae, Feira do Peixe movimenta economia de 11 municípios acreanos

Buscando fomentar a piscicultura no estado, o Sebrae...

Siga-nos

Eliton Muniz

Diretor e Editor

Eliton Lobato Muniz é comunicador e analista de contexto, editor do Cidade AC News e criador do canal O Ton da Conversa.

EUA ordenam saída “imediata” de americanos do Irã horas antes de reunião decisiva

Líderes dos Estados Unidos e do Irã irão se reunir nesta sexta-feira (6/2) em uma reunião em Omã para dialogar sobre um novo acordo nuclear, mas um detalhe chamou a atenção. Horas antes do encontro que reunirá Jared Kushner, genro e conselheiro de Donald Trump, e o chanceler iraniano Abbas Araghchi, a embaixada dos EUA emitiu um alerta para os cidadãos deixarem o país.

O comunicado exige que todos os cidadãos norte-americanos deixem o solo iraniano imediatamente. O comunicado é um alarme tenso pela franqueza, já que o governo avisou que não poderá auxiliar em uma possível evacuação. A orientação é que os civis fujam por meios próprios, sugerindo rotas terrestres pela Armênia ou Turquia.

Veja as fotos

Reprodução / GloboNews
Donald Trump em DavosReprodução / GloboNews
Reprodução / Globo
Ali KhameneiReprodução / Globo
Reprodução: CNBC
Donald Trump lança o Conselho da PazReprodução: CNBC

Isso aconteceu por conta de o espaço aéreo e as telecomunicações no Irã começarem a ser restringidos ou bloqueados pelo regime local. Para quem não conseguir sair, a ordem nesse momento é estocar água, comida, remédios e se abrigar em segurança. O encontro em Omã é a primeira tentativa oficial de aproximação desde a “Guerra de 12 Dias”, em junho do ano passado, quando caças americanos bombardearam instalações nucleares iranianas.

A mesa de negociação, no entanto, parece travada antes mesmo de começar: Trump exige o fim do enriquecimento de urânio e do financiamento de milícias, ameaçando novos ataques militares caso não seja atendido. Enquanto isso, o Irã classifica as condições como violação de soberania e promete revidar contra alvos americanos e israelenses se houver um novo ataque.

Mais Lidas

Últimas Notícias

Categorias populares

[lbg_audio8_html5_shoutcast settings_id='1']