O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não irá ao Super Bowl, final da NFL marcada para o dia 8 de fevereiro, no Levi’s Stadium, na Califórnia. A declaração foi dada em entrevista ao “New York Post”, na qual o mandatário citou a distância até o local como o principal motivo para não comparecer.
“É muito longe. Se fosse mais perto, eu iria”, disse Trump, que esteve presente na edição passada do evento, realizada em Nova Orleans, e agora descarta repetir a presença na maior vitrine esportiva do país.
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Apesar do argumento logístico, o presidente também criticou abertamente a escolha dos artistas do evento, com foco especial em Bad Bunny, confirmado como atração principal do show do intervalo. Trump classificou a decisão como negativa e afirmou que o cantor “representa divisão”.
Além do artista porto-riquenho, Trump também direcionou críticas à banda Green Day, escalada para a abertura musical do Super Bowl. Segundo o presidente, a participação de nomes com posicionamentos políticos contrários aos seus “só gera ódio”.
Bad Bunny e o Green Day são conhecidos por manifestações públicas críticas ao republicano e por discursos ligados a pautas sociais, o que tem sido apontado como pano de fundo para as declarações do presidente.
O Super Bowl, que tradicionalmente mistura esporte, entretenimento e impacto cultural, volta a ser palco de debates políticos fora de campo, reforçando o peso simbólico do evento no cenário norte-americano.







