Polícia Civil do Acre participa da ‘Operação Pharos’ contra disseminação de material de abuso sexual infantojuvenil

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As polícias civis de 19 estados e do Distrito Federal deflagraram, na manhã desta quarta-feira, 26, a Operação Pharos, com o objetivo de combater a disseminação de material de abuso sexual infantojuvenil na internet. A ação nacional resultou no cumprimento de 59 mandados contra suspeitos de envolvimento com esses crimes. No Acre, a Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão no município de Feijó.

Polícia Civil do Acre participa da ‘Operação Pharos’ contra disseminação de material de abuso sexual infantojuvenil
Polícia Civil apreende celular e documentos suspeitos durante operação contra crimes virtuais. Foto: cedida.

Durante a ação em solo acreano, os agentes apreenderam um celular, dois chips e um caderno com anotações suspeitas, que serão analisados para auxiliar no avanço das investigações. O suspeito está sendo monitorado, e a Polícia Civil segue com os trabalhos para apurar possíveis conexões com redes criminosas especializadas nesse tipo de crime.

A Operação Pharos também teve desdobramentos em diversas capitais do país, incluindo Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belém (PA), além de municípios como Quixadá (CE), Primavera do Leste (MT), Três Lagoas (MS), Uberlândia (MG), São José dos Campos (SP) e Caxias do Sul (RS), entre outros.

Os investigados podem responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que preveem penas de até seis anos de reclusão, além de outras sanções conforme o envolvimento de cada suspeito.

De acordo com o diretor do Departamento de Polícia da Capital e Interior, Dr. Roberth Alencar, a operação representa um importante avanço no combate à exploração infantil na internet. “As investigações continuam, e as provas apreendidas serão periciadas para identificar possíveis vítimas e outros envolvidos. Nosso compromisso é garantir que esses crimes sejam combatidos com rigor e que os responsáveis sejam punidos na forma da lei”, afirmou o delegado.

A operação contou também com o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e da Diretoria de Operações Integradas (DIOPI), ambos ligados ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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