Filha de Nahim pede reabertura de inquérito sobre morte do cantor, mas MP nega

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Após sete meses da morte do cantor Nahim, Noelle Tadeu Jorge Elias Ledu, filha do artista, apresentou na Justiça um pedido de desarquivamento do inquérito que investigava a causa do falecimento de seu pai. As informações são da colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles. 

De acordo com informações divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, Noelle pediu o desarquivamento do inquérito afirmando que ainda existem diligências pendentes no caso, essenciais para uma conclusão mais precisa sobre a causa da morte. 

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Reprodução
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Morre aos 71 anos o cantor Nahim. Polícia registra como suspeita (Reprodução)
Morre aos 71 anos o cantor Nahim. Polícia registra como suspeita (Reprodução)
Andréia Andrade e Nahim (Foto: Divulgação/Record)
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Nahim
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Reprodução/Instagram
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Segundo a herdeira do cantor, os atos que poderiam ser praticados são necessários para esclarecer “a verdade real do que aconteceu naquela madrugada”. Na Justiça, Noelle questiona as teorias que circulam sobre a morte do pai. 

No processo, ela diz que uma terceira pessoa deveria ser investigada, além da apuração quanto à pessoa que teria vendido os remédios indicados no laudo do Instituto de Criminalística (IC). Ela também defendeu a necessidade de quebra do sigilo telefônico do pai na época dos fatos.

No entanto, os pedidos feitos pela filha foram indeferidos pelo Ministério Público, impossibilitando o desarquivamento do caso, sendo assim mantida a conclusão anterior. Segundo o MP, todos os elementos da investigação foram apreciados com a devida atenção. 

A negativa do Ministério Público se baseou na ausência de novas provas que justificassem a reabertura do caso. 

A morte

Nahim morreu no dia 13 de junho de 2024, aos 71 anos, em sua residência em Taboão da Serra, São Paulo. A morte foi coberta por uma série de questionamentos, que levantaram suspeitas sobre a causa do falecimento.

A investigação, no entanto, esbarrou na ausência de indícios, descartando a possibilidade de cometimento de algum crime.

O envolvimento com drogas chegou a ser levantado por testemunhas. Peritos afirmaram que o artista fez uso de bebida alcoólica associada ao remédio Zolpidem, utilizado em massa para tratamento de insônia.

Diante das circunstâncias, o Ministério Público decidiu arquivar os procedimentos instaurados para a apuração da morte.

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